Os grupos femininos que compõem as Tendas e clãs do Sul completaram dez anos de existência e, hoje, envolvem mais de trezentas mulheres em diferentes cidades do RS e SC. Buscando celebrar esta trajetória, estamos lançando um livro que foi organizado por Lúcia D. Torres (mentora desta metodologia) e escrito por quarenta mulheres de diferentes idades, escolaridades, classes sociais, estado civil, opções políticas e religiosas, profissões... ( Tendas e clãs do sul - jornadas femininas de amor e cura. Ed. Dacasa)
Muitos livros teóricos já foram escritos sobre os arquétipos e a psiquê femininos. Quisemos demonstrar, através de nossas experiências de vida, como estes arquétipos se manifestam no nosso cotidiano doméstico e profissional. Fizemos questão de não interferir nos testemunhos recebidos, por isto, os textos têm estilos muito diferenciados, já que foram escritos em situações das mais variadas, algumas inspiradas pela dor, outras pela fé, outras pela alegria... Foram escritos, sobretudo, com o coração. Algumas mulheres preferiram usar pseudônimos, ou somente as iniciais de seu nome, ao invés assinar os textos com seus nomes pessoais. Foi oferecida e respeitada esta escolha.
Estas jornadas femininas de amor e cura têm contribuido para o resgate da inteireza de muitas mulheres e, por conseqüência, têm curado muitas feridas que elas traziam ainda abertas. Com isto, a família planetária vai-se curando também. Outros campos morfogenéticos vão surgindo porque estamos construindo relações mais harmoniosas, saudáveis, cooperativas, amorosas, verdadeiras e belas entre mulheres, entre mulheres e homens , entre mulheres, homens, o planeta Terra e o Universo.
Neste momento de rara beleza em nossa trajetória compartilhamos os frutos deste sonho. E oferecemos a todos os corações o aprendizado desta caminhada.
Lançamento oficial do livro (vendas e autógrafos) - dia 19/03/05, a partir das 18h, no Auditório do Banco Central ( R. 7 de setembro, 586 - Centro - atrás da Casa de Cultura Mário Quintana.
Valor do exemplar: R$ 20,00 (165 páginas) + despesas de envio (correio comum e/ou Sedex)
ÍNDICE
Poema de abertura
Por todas as nossas relações
A Tenda
·Introdução
"Artemísias Urbanas " - o porquê deste livro
Quem sou ?
·Cap. I - No tempo da Lua
A lua e a flor
As quatro faces da lua
A menarca
A passagem para a vida adulta
A voz das filhas
A voz das mães
A voz das avós
Da lua crescente para a lua cheia
Reflexões de uma garota de vinte e poucos anos
Poemas lunares
·Cap. II - Afrodite desde sempre
A sexualidade feminina - corpo, psique e seus mistérios
Encontrando Perséfone (ou a descoberta da sexualidade)
Resgatando a sacralidade do sexo
Quando Perséfone diz adeus a Deméter
·Cap. III - Nos desafios de Palas Athenas
Vestibular - um ritual de passagem dessacralizado
Professar a vocação, responder à promessa
Professora por opção
A coragem de mudar de rumo
A saia
As tecelãs
A história do xale
A história do tapete
·Cap. IV - Que (H)era vivemos?
A renúnciaO jogo
Desvelando mentiras e superando comodismos
Minhas escolhas
Coragem grande é dizer sim
Ritual de passagem
Sobre ser forte ou ser frágil
Minha história
Solidão a dois
Aprendendo a andar junto
·Cap. V - A vez de Deméter
Ser ou não ser ... mãe : eis a (difícil) questão
Gestações nunca são iguais
Maternidade e solidão
As escolhas dos filhos e os desafios dolorosos de Deméter
Mães e pais que dizem adeus
A fala de Perséfone
Adoção tardia
·Cap. VI - No tempo da Sábia
Menopausa
Tempo difícil
Tempo de renascer
Tempo de escutar, tempo de contar estórias
Aprendendo a me ouvir
Filhos que partem, o útero que sonha
A Bênção das avós
.Cap. VII - As Guardiãs da Chama
A Argonauta
Quando o Sagrado se revela
O cuidado em manter acesa a chama
A presença
Vivendo o Sagrado no cotidiano
Círculos que se abrem, mas não se rompem
Círculos femininos - ciclos femininos / testemunhos
O serviço planetário
As origens dos círculos femininos da Tenda da Terra e da Tenda da Lua
O movimento
Guardiães do Amanhã
14.3.05
13.3.05
- E então, filho, como se chama quem come de tudo?
- Guloso.
- Não. É o... o... o...
- Obeso!
- Onívoro, pelo amor de Deus, onívoro!
- Você nunca presta atenção no que eu digo. Você não me ouve e...
- Peraí! Pára de falar e me escuta! Claro que eu te ouço...
- Você sempre me contradiz. Tudo o que eu digo você diz que está errado.
- Não, não, não e não. De jeito nenhum! Você está errada. Eu concordo com tudo o que você diz.
- Guloso.
- Não. É o... o... o...
- Obeso!
- Onívoro, pelo amor de Deus, onívoro!
- Você nunca presta atenção no que eu digo. Você não me ouve e...
- Peraí! Pára de falar e me escuta! Claro que eu te ouço...
- Você sempre me contradiz. Tudo o que eu digo você diz que está errado.
- Não, não, não e não. De jeito nenhum! Você está errada. Eu concordo com tudo o que você diz.
23.2.05
Vera Malaguti: O medo e a violência interessam ao neoliberalismo
(Antonio Oséas)
O Jornal do Brasil, em sua edição deste domingo, citando pesquisa realizada pelo Instituto Gerp revela que o maior medo do carioca é a violência. O trabalho ouviu 400 moradores da cidade, de diversas regiões, todos com idade superior a 16 anos. Depois da violência, o maior medo é o desemprego, segundo a pesquisa. Para mergulhar na questão do medo, suas raízes e razões, (...) a editora Revan e a Livraria Argumento lançam o livro O Medo na Cidade do Rio de Janeiro Dois tempos de uma história , escrito por Vera Malaguti em que o assunto é enfocado sobre a ótica da “cultura do medo”. (...)
De forma original e detalhada, Vera Malaguti enfoca em O medo na cidade do Rio de Janeiro a difusão do medo do caos e da desordem para neutralizar e disciplinar as massas empobrecidas, a partir da hegemonia conservadora. Para entender as bases do medo contemporâneo, Vera analisa os discursos sobre a segurança na conjuntura de pânico no Rio de Janeiro na década de 90 do século XX, paralelo ao estudo dos medos cariocas do século XIX, ao retratar a repercussão no Rio de Janeiro da revolta muçulmana escrava conhecida como a revolta dos Malês. Com isso ressalta as rupturas e permanências em relação aos medos de hoje.
Em entrevista exclusiva ao site da ABI, Vera afirma que “A inspiração para o livro veio da minha experiência na administração da "paranóia da segurança" e seus efeitos na guinada conservadora que aconteceu no Rio de Janeiro e no Brasil, a partir de 1994.Uma primeira área seria a da história cultural do medo e seu consecutivo impacto na vida social e política da sociedade”.
Vera é socióloga, mestre em História Social pela Universidade Federal Fluminense e doutoura em Saúde Coletiva pelo Insituto de Medicina Social da UERJ. Trabalhou com planejamento urbano e com planjamento social em vários projetos. Indicada pelo PDT, cujo Diretório Nacional integra, Vera trabalhou no Governo fluminense, nas duas gestões de Leonel Brizola.
Com sua experiência e sensibilidade social, Vera assegura que “Enquanto o medo servir para encobrir a necessidade de mudanças radicais na nossa sociedade, vamos assistir à escalada da brutalização e da barbárie que o neoliberalismo impõe à periferia do capitalismo. A cor do medo é a mesma. Se antes a fantasia era o quilombo, hoje o medo é o de que a garotada negra tome a praia, de arrastão. Enfim, que o morro desça - afirma Vera.
Segundo a socióloga, a cultura do medo é incentivada desde o século 19 pelas elites conservadoras para que a chamada ’’ordem social’’ seja mantida. A difusão do medo serve, assim, para detonar estratégias de disciplina e neutralização das massas pobres.
- Naquele tempo, o medo era de uma revolta dos escravos. Todos os discursos - o jurídico, o médico, o literário e o da imprensa - tratavam de disseminar este medo. Mas, ao analisar aquela sociedade hoje, é óbvio que ela estava pronta para explodir a qualquer momento, tantas eram as diferenças sociais e a hierarquização - observa Vera, que partiu da Revolta dos Malês (escravos muçulmanos que sabiam ler e escrever), na Bahia, em 1835, para fazer a pesquisa.
Na opinião da socióloga, não foram desenvolvidas políticas sociais para vencer o medo. Pelo contrário: o que se percebe, segundo Vera, é que as políticas criminais e penais dos dias de hoje são bastante parecidas com as do século 19.
- O medo induz ao conservadorismo e ao pedido por políticas duras. As pessoas querem penas mais longas, querem que o inimigo seja morto. E o que vemos é o extermínio da pobreza e de jovens negros de forma contínua - afirma Vera. - O medo é o fio condutor para esta paralisia que mantém nossa sociedade hierarquizada.
Sobre o papel dos meios de comunicação social para contrabalançar a “neurose social do medo”, Vera Malagutti afirma que “O papel da imprensa é fundamental. Eu acho que existe um grau de incompetência pela desinformação. O debate sempre exclui o que não se adapta ao "discurso único" que é econômico e também penal. A questão da violência e da segurança acaba caindo num círculo vicioso que se arrasta na história do Brasil. Na conjuntura em que eu trabalho o século XIX no Brasil, há uma mobilização intensa no sentido de que a Independência se traduza num processo de emancipação do povo brasileiro. As revoltas dos Malês na Bahia, dos Cabanos no Pará, dos Farrapos no Rio Grande do Sul também foram criminalizadas pelo conservadorismo da época. O medo produz conservadorismo.
Vera relembra o papel da imprensa no famoso episódio dos “arrastões” de 1992: “Se você analisar a imprensa, arrastão só aconteceu naquela conjuntura. Acontecimentos análogos que aconteceram depois tinham outras denominações, como briga de gangues etc... O "medo do arrastão" faz parte do imaginário de uma elite que acha que os pobres não devem frequentar a orla porque "sujam", atrapalham a paisagem etc... É uma cisão urbana apartadora. Muita gente reclamou quando Brizola ligou, através de transporte coletivo, a Zona Norte à Zona Sul pelo Túnel Rebouças. Eu lembro de um artigo, se não me engano do JB, que ironizava este sentimento e que se chamava: Sombras suburbanas nas areias de Copacabana, ou algo assim. O já esquecido factóide do Piscinão de Ramos, que foi até cenário de novela da Globo, cumpria esta missão: desestimular o acesso às praias.
Vera defende, com veemência uma nova maneira de encarar a relação pobreza-violência: “Eu acho que a relação entre a questão social e a violência não é no sentido de que a pobreza produza violência. O que acontece é que o capitalismo contemporâneo exclui pelo social e inclui pelo penal. Ou seja, a pobreza é criminalizada. “No meu outro livro "Difíceis ganhos fáceis - Drogas e juventude pobre no Rio de Janeiro" eu demonstro como o estereótipo muda de acordo com o perfil do jovem envolvido com drogas. O principal é compreender que o neoliberalismo destrói o Estado Previdenciário para construir o Estado Penal. Os excluídos das "reformas" serão "atendidos" pelo sistema carcerário. Estamos assistindo a um momento histórico único de magnificação enlouquecida dos sistemas penais. É como se tivéssemos desistido de enfrentar a questão social pela educação, reforma agrária, políticas de emprego para nos deixar levar pela policização da vida pública e privada. O importante é não mudar nada: manter a hieararquização, a desigualdade e o sistema de subcidadania do século XIX.
A autora aproveita para reforçar a idéia de que a Igreja, no começo da era moderna, de forma sábia manipulou e orientou os medos populares para consolidar seus interesses. Ressalta ainda que o medo coletivo foi de extrema importância na construção da sociedade urbana no Brasil. Esse medo invadiu e danificou vários segmentos da vida carioca. E até hoje esses medos são alimentados pelas elites urbanas para assegurarem seus objetivos, assim como o fazia a Igreja. Em um segundo momento, tal estudo enriquece uma outra área da investigação social: a da sociologia histórica da escravidão e seus consecutivos efeitos colaterais (incluindo a formação das hierarquias sociais). Vera afirma que a escravidão exerceu uma enorme influência sobre a divisão e organização da sociedade contemporânea. Nisso incluem-se discursos, práticas de instituições, como a medicina e a saúde pública, política, imprensa, e o não menos importante controle da criminalidade. Analogamente sugere que o policiamento seletivo, influenciado e guiado por classe e cor, onde o desrespeito a direitos fundamentais são violentados sem o menor pudor, nasceu ainda no conturbado período imperial, quando o racismo foi fundido ao senso comum da sociedade. O que nos leva a uma terceira área da investigação social: a antropologia da contenção material e simbólica das classes baixas na cidade. Encontramos então uma intensa mistura de penalização com racialização, ocasionando a “demonização da ralé”, como cita Loïc Wacquant (responsável pelo prefácio do livro). O que acaba por tornar impossível a separação da idéia de criminalidade da multidão urbana. O medo na cidade do Rio de Janeiro não se destina apenas a pesquisadores. Ele possibilita uma maior elucidação a cidadãos comuns que tiverem interesse em desvendar as razões pelas quais o “medo do outro” e a violência criminal tornaram-se obsessões da sociedade contemporânea, e o por quê das políticas de segurança públicas serem fadadas ao fracasso.
(Antonio Oséas)
O Jornal do Brasil, em sua edição deste domingo, citando pesquisa realizada pelo Instituto Gerp revela que o maior medo do carioca é a violência. O trabalho ouviu 400 moradores da cidade, de diversas regiões, todos com idade superior a 16 anos. Depois da violência, o maior medo é o desemprego, segundo a pesquisa. Para mergulhar na questão do medo, suas raízes e razões, (...) a editora Revan e a Livraria Argumento lançam o livro O Medo na Cidade do Rio de Janeiro Dois tempos de uma história , escrito por Vera Malaguti em que o assunto é enfocado sobre a ótica da “cultura do medo”. (...)
De forma original e detalhada, Vera Malaguti enfoca em O medo na cidade do Rio de Janeiro a difusão do medo do caos e da desordem para neutralizar e disciplinar as massas empobrecidas, a partir da hegemonia conservadora. Para entender as bases do medo contemporâneo, Vera analisa os discursos sobre a segurança na conjuntura de pânico no Rio de Janeiro na década de 90 do século XX, paralelo ao estudo dos medos cariocas do século XIX, ao retratar a repercussão no Rio de Janeiro da revolta muçulmana escrava conhecida como a revolta dos Malês. Com isso ressalta as rupturas e permanências em relação aos medos de hoje.
Em entrevista exclusiva ao site da ABI, Vera afirma que “A inspiração para o livro veio da minha experiência na administração da "paranóia da segurança" e seus efeitos na guinada conservadora que aconteceu no Rio de Janeiro e no Brasil, a partir de 1994.Uma primeira área seria a da história cultural do medo e seu consecutivo impacto na vida social e política da sociedade”.
Vera é socióloga, mestre em História Social pela Universidade Federal Fluminense e doutoura em Saúde Coletiva pelo Insituto de Medicina Social da UERJ. Trabalhou com planejamento urbano e com planjamento social em vários projetos. Indicada pelo PDT, cujo Diretório Nacional integra, Vera trabalhou no Governo fluminense, nas duas gestões de Leonel Brizola.
Com sua experiência e sensibilidade social, Vera assegura que “Enquanto o medo servir para encobrir a necessidade de mudanças radicais na nossa sociedade, vamos assistir à escalada da brutalização e da barbárie que o neoliberalismo impõe à periferia do capitalismo. A cor do medo é a mesma. Se antes a fantasia era o quilombo, hoje o medo é o de que a garotada negra tome a praia, de arrastão. Enfim, que o morro desça - afirma Vera.
Segundo a socióloga, a cultura do medo é incentivada desde o século 19 pelas elites conservadoras para que a chamada ’’ordem social’’ seja mantida. A difusão do medo serve, assim, para detonar estratégias de disciplina e neutralização das massas pobres.
- Naquele tempo, o medo era de uma revolta dos escravos. Todos os discursos - o jurídico, o médico, o literário e o da imprensa - tratavam de disseminar este medo. Mas, ao analisar aquela sociedade hoje, é óbvio que ela estava pronta para explodir a qualquer momento, tantas eram as diferenças sociais e a hierarquização - observa Vera, que partiu da Revolta dos Malês (escravos muçulmanos que sabiam ler e escrever), na Bahia, em 1835, para fazer a pesquisa.
Na opinião da socióloga, não foram desenvolvidas políticas sociais para vencer o medo. Pelo contrário: o que se percebe, segundo Vera, é que as políticas criminais e penais dos dias de hoje são bastante parecidas com as do século 19.
- O medo induz ao conservadorismo e ao pedido por políticas duras. As pessoas querem penas mais longas, querem que o inimigo seja morto. E o que vemos é o extermínio da pobreza e de jovens negros de forma contínua - afirma Vera. - O medo é o fio condutor para esta paralisia que mantém nossa sociedade hierarquizada.
Sobre o papel dos meios de comunicação social para contrabalançar a “neurose social do medo”, Vera Malagutti afirma que “O papel da imprensa é fundamental. Eu acho que existe um grau de incompetência pela desinformação. O debate sempre exclui o que não se adapta ao "discurso único" que é econômico e também penal. A questão da violência e da segurança acaba caindo num círculo vicioso que se arrasta na história do Brasil. Na conjuntura em que eu trabalho o século XIX no Brasil, há uma mobilização intensa no sentido de que a Independência se traduza num processo de emancipação do povo brasileiro. As revoltas dos Malês na Bahia, dos Cabanos no Pará, dos Farrapos no Rio Grande do Sul também foram criminalizadas pelo conservadorismo da época. O medo produz conservadorismo.
Vera relembra o papel da imprensa no famoso episódio dos “arrastões” de 1992: “Se você analisar a imprensa, arrastão só aconteceu naquela conjuntura. Acontecimentos análogos que aconteceram depois tinham outras denominações, como briga de gangues etc... O "medo do arrastão" faz parte do imaginário de uma elite que acha que os pobres não devem frequentar a orla porque "sujam", atrapalham a paisagem etc... É uma cisão urbana apartadora. Muita gente reclamou quando Brizola ligou, através de transporte coletivo, a Zona Norte à Zona Sul pelo Túnel Rebouças. Eu lembro de um artigo, se não me engano do JB, que ironizava este sentimento e que se chamava: Sombras suburbanas nas areias de Copacabana, ou algo assim. O já esquecido factóide do Piscinão de Ramos, que foi até cenário de novela da Globo, cumpria esta missão: desestimular o acesso às praias.
Vera defende, com veemência uma nova maneira de encarar a relação pobreza-violência: “Eu acho que a relação entre a questão social e a violência não é no sentido de que a pobreza produza violência. O que acontece é que o capitalismo contemporâneo exclui pelo social e inclui pelo penal. Ou seja, a pobreza é criminalizada. “No meu outro livro "Difíceis ganhos fáceis - Drogas e juventude pobre no Rio de Janeiro" eu demonstro como o estereótipo muda de acordo com o perfil do jovem envolvido com drogas. O principal é compreender que o neoliberalismo destrói o Estado Previdenciário para construir o Estado Penal. Os excluídos das "reformas" serão "atendidos" pelo sistema carcerário. Estamos assistindo a um momento histórico único de magnificação enlouquecida dos sistemas penais. É como se tivéssemos desistido de enfrentar a questão social pela educação, reforma agrária, políticas de emprego para nos deixar levar pela policização da vida pública e privada. O importante é não mudar nada: manter a hieararquização, a desigualdade e o sistema de subcidadania do século XIX.
A autora aproveita para reforçar a idéia de que a Igreja, no começo da era moderna, de forma sábia manipulou e orientou os medos populares para consolidar seus interesses. Ressalta ainda que o medo coletivo foi de extrema importância na construção da sociedade urbana no Brasil. Esse medo invadiu e danificou vários segmentos da vida carioca. E até hoje esses medos são alimentados pelas elites urbanas para assegurarem seus objetivos, assim como o fazia a Igreja. Em um segundo momento, tal estudo enriquece uma outra área da investigação social: a da sociologia histórica da escravidão e seus consecutivos efeitos colaterais (incluindo a formação das hierarquias sociais). Vera afirma que a escravidão exerceu uma enorme influência sobre a divisão e organização da sociedade contemporânea. Nisso incluem-se discursos, práticas de instituições, como a medicina e a saúde pública, política, imprensa, e o não menos importante controle da criminalidade. Analogamente sugere que o policiamento seletivo, influenciado e guiado por classe e cor, onde o desrespeito a direitos fundamentais são violentados sem o menor pudor, nasceu ainda no conturbado período imperial, quando o racismo foi fundido ao senso comum da sociedade. O que nos leva a uma terceira área da investigação social: a antropologia da contenção material e simbólica das classes baixas na cidade. Encontramos então uma intensa mistura de penalização com racialização, ocasionando a “demonização da ralé”, como cita Loïc Wacquant (responsável pelo prefácio do livro). O que acaba por tornar impossível a separação da idéia de criminalidade da multidão urbana. O medo na cidade do Rio de Janeiro não se destina apenas a pesquisadores. Ele possibilita uma maior elucidação a cidadãos comuns que tiverem interesse em desvendar as razões pelas quais o “medo do outro” e a violência criminal tornaram-se obsessões da sociedade contemporânea, e o por quê das políticas de segurança públicas serem fadadas ao fracasso.
O passeio 1, dia 12 / 03 / 05, será na Lagoa Rodrigo de Freitas com a participação especial do Biólogo Mário Moscatelli.
O passeio 2, dia 19 / 03 / 05, será no Passeio Público e na Cinelândia com a participação especial do Jornalista Leonardo Ladeira (editor do site www.passeiopublico.com.br/maispasseio ) e da Arquiteta Vera Dias (Chefe da divisão de Monumentos e Chafarizes da Fundação Parques e Jardins da Prefeitura do Rio)
O grupo “Amigos do Rio” foi criado com o objetivo primordial de promover, possibilitar e facilitar o encontro cultural e social dos cariocas com a sua cidade e seus espaços públicos. O Grupo “Amigos do Rio” é um projeto inédito na cidade e é uma iniciativa do Espaço e Expressão e dos Arquitetos e Urbanistas Abraão Dahis e Antônio Agenor de Melo Barbosa, ambos com muitos anos de experiência docente e na realização de atividades e eventos culturais.
Informações e inscrições: cursoseeventos@plantabaixa.com / tel: (21) 2548 8022 e (21) 3287 3262
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Grupo Amigos do Rio
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PASSEIO 1
"Procurando a capivara na Lagoa" - Sábado, 12 de março
Responsável: Espaço e Expressão
Informações:
Primeiro Encontro: O primeiro encontro social e cultural dos “Amigos do Rio” já está marcado e será no dia 12 de março de 2005 (sábado) na Lagoa Rodrigo de Freitas com um passeio intitulado “Procurando a Capivara na Lagoa”.
Ficha Técnica:
A Lagoa nunca esteve tão bem falada como nos últimos tempos aqui na cidade. Objeto de crônicas memoráveis de jornalistas e escritores como Carlos Heitor Cony da Folha de São Paulo e Cora Rónai do Jornal O Globo, este é um espaço simbólico e cartão postal do Rio. A revitalização do seu entorno com a implantação de quiosques, a celebração anual do Natal pela frondosa e luminosa árvore flutuante, a manutenção cuidadosa dos manguezais fruto do trabalho do Biólogo Mário Moscatelli e mais recentemente a descoberta de diversos animais que habitam aquele ambiente como o caso da famosa Capivara da Lagoa, faz daquele espaço um local privilegiado em que a história e o cotidiano da cidade podem ser percebidos com destaque.
Guiados pelo Professor Antônio Agenor Barbosa e munidos com suas respectivas máquinas fotográficas e/ou cadernos de desenho e croquis, os Amigos do Rio percorrerão a orla da Lagoa com o intuito de fotografar e desenhar algumas cenas e paisagens que serão objeto de uma futura premiação para a melhor imagem criada após o evento.
Participação especial: Biólogo e Professor Mário Moscatelli
Roteiro e atividades culturais previstas:
O nosso passeio a pé compreenderá alguns trechos do entorno de 7,5 km de extensão da Lagoa Rodrigo de Freitas que compõem parte de um espaço fundamental no desenvolvimento e na ocupação urbana de toda a Zona Sul do Rio de Janeiro. Os limites de seu espelho d’água que outrora ocupavam áreas muito maiores do que as atuais, foram paulatinamente sendo subtraídos para dar espaço ao surgimento de bairros como Jardim Botânico, Ipanema e Leblon por onde avançam seus limites nos dias de hoje. Chamada pioneiramente pelos índios Tamoios de Piraguá (água parada) e, posteriormente, de Socopenapã devido à grande quantidade de aves ribeirinhas chamadas de Socós, a orla da Lagoa também é um exemplo de importantes realizações como é o caso da Obra do Berço, na Fonte da Saudade, que é a primeira obra construída (e ainda de pé), em 1936, pelo então jovem arquiteto carioca Oscar Niemeyer. Em toda a orla da Lagoa também existem importantes obras de arquitetos como Paulo Casé e Edmundo Musa e também a Reserva Ambiental que constitui o Parque da Catacumba onde se localiza o Pico do Sacopã com 134 m de altura. A história do Parque também é importante, pois ali se localizava a Favela da Catacumba que foi removida pelo então Governador da Guanabara Carlos Lacerda. Hoje a referida área integra a Área de Proteção Ambiental (APA) do Morro dos Cabritos. Também é o lugar onde os principais clubes do Rio mantêm suas sedes náuticas para a realização de tradicionais competições de remo; esporte este que, de fato, originou clubes como Flamengo, Vasco da Gama e Botafogo todos pioneiramente clubes de regatas e não de futebol.
Quando: sábado, dia 12 de março de 2005 **
Horário: das 9:30h até as 13:00h
Ponto de encontro: às 9:30h no deck dos pedalinhos em frente ao Corte do Cantagalo, na Lagoa Rodrigo de Freitas
** Em caso de chuva no dia e na hora do evento, o passeio fica automaticamente transferido para o sábado seguinte no mesmo local e horário.
INSCRIÇÃO: Pelo site da Espaço e Expressão: www.plantabaixa.com
MAIS INFORMAÇÕES: Pelos telefones: (21) 2548 8022 e (21) 3287 3262
“Dos jacarés do Mestre Valentim às louras do Amarelinho” - Sábado, 19 de março
Responsável: Espaço e Expressão
Informações:
Segundo Encontro: O segundo encontro social e cultural dos “Amigos do Rio” já está marcado e será no dia 19 de março de 2005 (sábado) no Passeio Público e na Cinelândia, com uma visita intitulada “Dos jacerés do Mestre Valentim às louras do Amarelinho.”
Ficha Técnica:
O Passeio Público é o primeiro parque urbano do Brasil e, sem exageros, um dos mais importantes parques do mundo. Obra máxima de Mestre Valentim no século XVIII e, posteriormente no século XIX, objeto de intervenção do paisagista francês Glaziou, o Passeio Público foi recentemente restaurado pela Prefeitura e pela Fundação Parques e Jardins da Secretaria de Meio Ambiente. Da Cinelândia, ali ao lado do Passeio Público, o que podemos falar? Trata-se de um dos espaços do Rio de Janeiro mais conhecidos em todo o Brasil e espécie de caixa de ressonância de diversas manifestações sociais, culturais e políticas que ainda fazem desta cidade a Capital Cultural e simbólica do Brasil. Os mais velhos devem se lembrar que a Cinelândia foi palco da famosa Passeata dos Cem Mil e, os mais novos, sabem que em 1992, os "carapintadas" foram para as ruas para derrubar o Presidente Collor, o que provocou o seu impeachment (impedimento). Guiados pelo Professor Antônio Agenor Barbosa e munidos com suas respectivas máquinas fotográficas e/ou cadernos de desenho e croquis, os Amigos do Rio percorrerão o Passeio Público e a Cinelândia com o intuito de fotografar e desenhar algumas cenas, edifícios e paisagens que serão objeto de uma futura premiação para a melhor imagem criada após o evento.
Participação especial: Jornalista Leonardo Ladeira – Editor do Site Passeio Público e da Revista Mais Passeio. (www.passeiopublico.com.br/maispasseio) e da Arquiteta Vera Dias - Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Fundação Parques e Jardins da Prefeitura do Rio.
Roteiro e atividades culturais previstas:
O nosso passeio a pé compreenderá os jardins do Passeio Público e toda a Praça Floriano, mais conhecida como Cinelândia, a terra do cinema; haja vista que foi naquela área que os belos edifícios que abrigavam as primeiras salas de projeção de filmes na cidade foram instalados. Hoje, a Cinelândia e todo o seu entorno passam por um importante processo de revitalização como é o caso da restauração já concluída do Passeio Público e do Cinema Odeon e também as que estão em obras como a do Cine Palácio ( em estilo Mourisco) e a do Museu Nacional de Belas Artes localizado na Avenida Rio Branco; via aberta pelo Prefeito Pereira Passos que governou o Rio de Janeiro no início do século XX. Edifícios como a Sala Cecília Meireles (onde funcionou o Grande Hotel até 1948 e posteriormente o Cinema Colonial na época em que o Rio era Capital do Brasil), a Biblioteca Nacional (a oitava maior biblioteca do mundo em acervo e a maior da América Latina), o Teatro Municipal (inspirado no Palais Garnier, o l'Opéra de Paris) dentre outros serão objeto de visita e de informações históricas e arquitetônicas passadas aos “Amigos do Rio” que participarem deste evento. Sobre o Passeio Público podemos dizer que foi uma das mais importantes obras do Rio de Janeiro na época da colônia e por ali passaram artistas fundamentais para as artes no Brasil como o Mestre Valentim (autor do bonito chafariz ainda de pé na Praça XV) e o renomado paisagista francês Auguste Glaziou, autor de projetos paisagísticos como o Campo de Santana e a Quinta da Boa Vista.
Quando: sábado, dia 19 de março de 2005 **
Horário: das 9:30h até as 13:00h
Ponto de encontro: às 9:30h na Rua do Passeio em frente ao Portão Principal de acesso ao Passeio Publico. (Referência: em frente às lojas Americanas)
** Em caso de chuva no dia e na hora do evento, o passeio fica automaticamente transferido para o sábado seguinte no mesmo local e horário.
INSCRIÇÃO: Pelo site da Espaço e Expressão: www.plantabaixa.com
MAIS INFORMAÇÕES: Pelos telefones: (21) 25488022 e 32873262
Mais Informações:
Objetivo: O grupo “Amigos do Rio” foi criado com o objetivo primordial de promover, possibilitar e facilitar o encontro cultural e social dos cariocas com a sua cidade e seus espaços públicos.
Público alvo: Qualquer cidadão, de 8 a 80 anos, que tenha real interesse em conhecer a história e a cultura da cidade e do seu povo, da sua arquitetura, da sua evolução urbana e que, sobretudo, seja um verdadeiro carioca - de nascimento ou de adoção, morador do Rio ou que esteja aqui de passagem - apaixonado por esta Cidade Maravilhosa.
Promoção: O Grupo “Amigos do Rio” é um projeto inédito na cidade e é uma iniciativa do Espaço e Expressão e dos Arquitetos e Urbanistas Abraão Dahis e Antônio Agenor de Melo Barbosa, ambos com muitos anos de experiência docente e na realização de atividades e eventos culturais.
Reserve logo a sua vaga para os próximos encontros dos “Amigos do Rio”:
1) Sábado, dia 2 de abril de 2005: Avenida Pasteur e Urca
2) Sábado, dia 16 de abril de 2005: Largo do Machado e Catete
16.2.05
11.2.05
"Eu sou relativamente tímido e sou capaz de humildade, mas não sou modesto. Não tenho vontade de me desvalorizar (ou de me valorizar através do estratagema de subestimar-me para provocar protestos) nem tenho vergonha de reconhecer explicitamente valor ou grandeza no que eu faça ou mesmo em algumas características pessoais."
(Caetano Veloso)
(Caetano Veloso)
Depois de tudo, seu último ato ali foi, diante do espelho do hall de entrada, passar o batom.
Dissimulando disposição, atravessou o batente puxando a maçaneta no mesmo movimento.
O sol já quente fustigou-lhe os olhos. Ignorou a sugestão do lazer proibido.
Sua mente localizou os óculos escuros esquecidos sobre a mesa da sala. Estavam bem ao lado das chaves do carro e daquela porta que se trancava por fora ao ser batida.
Definitivamente era uma segunda-feira.
Dissimulando disposição, atravessou o batente puxando a maçaneta no mesmo movimento.
O sol já quente fustigou-lhe os olhos. Ignorou a sugestão do lazer proibido.
Sua mente localizou os óculos escuros esquecidos sobre a mesa da sala. Estavam bem ao lado das chaves do carro e daquela porta que se trancava por fora ao ser batida.
Definitivamente era uma segunda-feira.
10.2.05
"Há sempre alguma loucura no amor. E há sempre um pouco de razão na loucura."
(Nietzsche)
"A pior das loucuras é pretender ser sensato num mundo de doidos."
(Erasmo)
"Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha."
(Oscar Levant)
"A loucura é o sonho de uma única pessoa. A razão, é sem dúvida, a loucura de todos."
(André Suarés)
"Se o doido persistisse na sua loucura, tornaria-se sensato."
(William Blake)
"Louco (adjetivo): afetado por um alto grau de independência intelectual."
(Ambriose Bierce)
"As coisas mais belas são ditas pela loucura e escritas pela razão."
(André Gide)
Seleção de frases publicadas na Revista Vida em 5 de fevereiro de 2005
(Nietzsche)
"A pior das loucuras é pretender ser sensato num mundo de doidos."
(Erasmo)
"Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha."
(Oscar Levant)
"A loucura é o sonho de uma única pessoa. A razão, é sem dúvida, a loucura de todos."
(André Suarés)
"Se o doido persistisse na sua loucura, tornaria-se sensato."
(William Blake)
"Louco (adjetivo): afetado por um alto grau de independência intelectual."
(Ambriose Bierce)
"As coisas mais belas são ditas pela loucura e escritas pela razão."
(André Gide)
Seleção de frases publicadas na Revista Vida em 5 de fevereiro de 2005
9.2.05
Só pra não acharem que eu bati as botas, eis um post.
Estou afônica neste momento pós-momesco. Deixei a voz num show ao ar livre em Praia Seca cercada por jovens e alguma chuva, em bailes com marchinhas antigas, atrás do Bloco da Segunda no Humaitá e acompanhando o movimento a partir do "camarote" do Petisco da Vila.
Pra quem não entendeu o "fui pescar" abaixo, digo que é citação de um livro que li durante meu sumiço. Trata-se de Ser Feliz® de Will Ferguson, que recomendo fortemente pra quem gosta de pensar criticamente sobre o mundo em que vivemos sem deixar de lado a capacidade de rir de si mesmo (e do resto do mundo).
No mais, tudo divino, maravilhoso - literal e mataforicamente.
Estou afônica neste momento pós-momesco. Deixei a voz num show ao ar livre em Praia Seca cercada por jovens e alguma chuva, em bailes com marchinhas antigas, atrás do Bloco da Segunda no Humaitá e acompanhando o movimento a partir do "camarote" do Petisco da Vila.
Pra quem não entendeu o "fui pescar" abaixo, digo que é citação de um livro que li durante meu sumiço. Trata-se de Ser Feliz® de Will Ferguson, que recomendo fortemente pra quem gosta de pensar criticamente sobre o mundo em que vivemos sem deixar de lado a capacidade de rir de si mesmo (e do resto do mundo).
No mais, tudo divino, maravilhoso - literal e mataforicamente.
1.2.05
17.1.05
The original Typhoid Mary was a New York City cook in the early 1900s who loved her job. Unfortunately, she had been exposed to typhoid, and although she was immune to the disease herself, she was able to pass the disease to others by way of the food she prepared. Health officials identified her as Mary Mallon, an Irish-born immigrant, and they quarantined her to stop the spread of the disease. Three years later, Mary was released with a warning not to cook professionally again. But in 1915, she was discovered working as a cook at a maternity hospital identified as the source of a new typhoid outbreak, and she was forcibly returned to quarantine, where she remained until her death in 1938.
fonte: http://www.Merriam-Webster.com
fonte: http://www.Merriam-Webster.com
Roteiro completo do carnaval no Rio
Sábado 22/01 às 15 horas
Mercadinho S. José - R. das Laranjeiras
Desfile do Imprensa qu'eu gamo
Bloco formado por jornalistas.
Sábado 22/01 às 16 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
1º Desfile da Banda de Ipanema
Fundado por Albino Pinheiro, o bloco que sai em Ipanema, hoje é paraíso de homossexuais e simpatizantes.
Sábado 22/01 às 17 horas
Bar da Dª Maria - Rua Garibaldi, 13 - Muda
Desfile Nem Muda Nem Sai de Cima
Formado por freqüentadores do Bar Dona Maria, entre eles Aldir Blanc.
Sábado 29/01 às 15 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
1º Desfile do Simpatia é Quase Amor
O Simpatia é Quase Amor está fazendo 21 anos neste carnaval.
Sábado 29/01 às 15 horas
R. General Glicério - Laranjeiras
Desfile do Gigantes da Lira
É um dos poucos blocos de marchinhas de carnaval e saiu pela primeira vez em 1999 pelas ruas de Laranjeiras.
Domingo 30/01 às 14 horas
Bar Jóia - R. Jardim Botãnico com Faro - Jardim Botânico
Desfile do Suvaco do Cristo
O Suvaco do Cristo ganhou este nome por sua concentração estar localizada debaixo do Cristo Redentor. A turma do Suvaco, cansada da invasão de pitboys, costuma esconder a hora do desfile. É bom ficar atento para alterações no horário.
Domingo 30/01 às 17 horas
Final da praia do Leblon
Desfile do Monobloco
Com formação de escola de samba, o grupo carnavalesco - criado há três anos pelo músico Pedro Luís - mistura samba, coco, funk e charm. Sai com uma bateria de 150 componentes.
Domingo 30/01 às 12 horas
Concentração ruas Marques de Olinda e Bambina - Botafofo
Banda Boka de Espuma que há 20 anos desfila pelas ruas de Botafogo. Este bloco dá direito a churrasco e pagode antes do desfile que acontece por volta das 16:00. Entre os presentes, o padrinho da Banda Dominguinho do Estácio.
Quarta-feira 02/02 às 18 horas
Bar do Chico (Rua Castro Tavares, 185 - Manguinhos)
Desfile do Discípulos de Oswaldo
Bloco formado por funcionários da Fundação Oswaldo Cruz.
Quinta-feira 03/02 às 18 horas
Lgo.de S.Francisco da Prainha c/ Sacadura Cabral-Centro
Desfile do Escravos da Mauá
Esse tipo de bloco só podia ter mesmo no Rio. Em plena Praça Mauá, reduto da boêmia, brancos de classe média invadiram o Largo da Prainha para cantar e reverenciar o mais autêntico samba. É o Escravos da Mauá, que só sai uma vez no carnaval mas se reúne o ano inteiro para animadas rodas de samba.
Sexta-feira 04/02 às 18 horas
Rua Dias de Barros com ld. de Sta. Teresa - Sta. Teresa
1º Desfile do Carmelitas
Um bloco irreverente que desfila pelas Ladeiras de Santa Teresa desde 1991. Assim é o Carmelitas que nasceu fazendo alusão ao Convento de Carmelitas instalado no bairro. Diz a lenda que a primeira saída do bloco contou com a presença de uma Carmelita, que teria fugido do convento para brincar o Carnaval. O que chama a atenção é a grande quantidade de foliões que usam o véu da ordem religiosa, subindo e descendo as ladeiras de um dos bairros mais charmosos do Rio.
Sexta-feira 04/02 às 18 horas
Rest. Severina - Rua Ipiranga, 54 - Laranjeiras
Concentração do Concentra mas não sai
Como o próprio nome diz, este bloco não desfila. Um de seus organizadores é sambista Beth Carvalho.
Sexta-feira 04/02 às 17 horas
Museu da Imagem e do Som - Pç. 15 - Centro
Desfile do MIS a MIS
Sexta-feira 04/02 à meia noite
Bar Bip Bip - Almirante Goncalves, 50 - Copacabana
1º Desfile do Bloco Bip Bip
O Bip-Bip é um botequim de Copacabana, que apesar de minúsculo, abriga sempre consagrados músicos em animadas rodas de samba.
Sábado de Carnaval 05/02 às 09 horas
Cinelândia ao lado Teatro Municipal - Centro
Desfile do Cordão do Bola Preta
O Cordão do Bola Preta saiu pela primeira vez em 1918. Último remanescente dos cordões carnavalescos que existiam no Rio de Janeiro sai pelas ruas do centro puxado por uma banda, com instrumentos de sopro e um repertório delicioso de marchinhas de carnaval. Agora, um detalhe: é preciso acordar cedo para desfilar já que a folia acontece às 10 horas da manhã do sábado de Rei Momo
Sábado de Carnaval 05/02 às 14 horas
Rua Álvaro Ramos, 11 - Botafogo
Desfile do Dois Pra lá dois Pra Cá
Fundado e mantido pelo dançarino Carlinhos de Jesus. Além de samba no pé, os integrantes evoluem como nos bailes de dança de salão.
Sábado de Carnaval 05/02 às 15 horas
Rua Assis Bueno com Arnaldo Quintela - Botafogo
Desfile do Barbas
Outro bloco veterano no carnaval do Rio. Fundado por Nelsinho Rodrigues Filho, comemora 21 anos este carnaval. O interessante é que o bloco sai com dois sambas e os foliões são molhados por um caminhão pipa.
Sábado de Carnaval 05/02 às 16 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
2º Desfile da Banda de Ipanema
Sábado de carnaval 05/02 às 18 horas
Av. Epitácio Pessoa com Maria Quiteria - Lagoa
Desfile do Rola Preguiçosa
Sábado de Carnaval 05/02 às 16 horas
Entre os Largos do Curvelo e das Neves - Sta. Teresa
Céu na Terra - Bonde da Folia
Domingo 06/02 às 15 horas
R. Garcia d'Ávila com Barão de Jaguaribe - Ipanema
Desfile do Que merda é essa?
Dizem que ganhou esse nome porque, ao desfilar pela primeira vez, quem estava no Simpatia teria perguntado que bloco era esse que vinha na contramão.
Domingo 06/02 às 15 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
2º Desfile do Simpatia é quase amor
Domingo 06/02 às 17 horas
R. Joaquim Silva, Lapa, frente ao bar Semente
2º Desfile É do Pandeiro
Domingo 06/02 às 14 horas
Arco do Teles - Praca 15 - Centro
Desfile do Cordão do Boitatá
Toca marchinhas, maxixes e frevos ao som de uma orquestra de saxes, flautins e trombones. É formado por jovens músicos de samba e chorinho. É recomendável checar o local de saída pois às vezes muda em cima da hora.
Segunda-feira 06/02 às 15 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
Desfile do Bloco da Ansiedade
É um bloco de frevos que sai pela Av. Vieira Souto em Ipanema. É um pouquinho de Recife na Cidade Maravilhosa.
Segunda-feira 07/02 às 16 horas
R.Dias de Barros,em frente ao bar do Serginho-Sta.Ter.
Desfile do Céu na Terra
Segunda-feira 07/02 às 17 horas
Cobal Botafogo lado da r. Voluntários da Paz
Desfile do Bloco de Segunda
O Bloco de Segunda é formado ativistas de esquerda, a maioria freqüentadores da Cobal do Humaitá.
Segunda-feira 07/02 às 20 horas
Bip Bip - R. Alte. Gonçalves, 50 - Copacabana
Desfile do Bloco Flor do Sereno
Terça-feira 08/02 às 18 horas
Av. Atlântica - lado Leme
Desfile do Meu Bem Volto Já
O argentino mais carnavalesco do Brasil, Jorgito Sapia, comanda este o bloco "Meu Bem, volto Já", que desfila no bairro do Leme. A bateria é o ponto forte. Este ano, o desfile sai do Meridien pela Av. Atlântica
Terça-feira 08/02 às 16 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
3º Desfile da Banda de Ipanema
Terça-feira 08/02 às 16 horas
Rua Barão do Flamengo, 35 - Flamengo
2º Desfile do Bloco Cachorro cansado
Terça-feira 08/02 às 16 horas
Rua João Pinheiro com Teresa Cavalcanti - Abolição
3º Desfile do Tramela
Terça-feira 08/02 a partir das 17:00hs
Casa da Feijoada - R. Prudente de Moraes, 10, Esquina da Pça. G.Osório,
Ipanema
Bloco Vem nem Mim que eu sou Facinha
Terça-feira 08/02 às 17 horas
Largo dos Guimarães - Sta. Teresa
2º Desfile do Carmelitas
Terça-feira 08/02 às 17 horas
Av. Atlântica - Copacabana
Clube do Samba 2º Desfile
Terça-feira 08/02 às 24 horas
R. Alte. Gonçalves, 50 - Copacabana
2º Desfile do Bip Bip
Terça-feira 08/02 às 16 horas.
Praia do Arpoador na esquina da Vieira Souto com Francisco Otaviano.
Cordão Vade Retro Abacaxi
O cordão, organizado por artistas plásticos cariocas, sai pela segunda vez este ano. O Cordão Vade Retro desfilará do Arpoador até o Posto 9 e depois retornará ao Arpoador de ré. Vale a pena conferir a criatividade, a irreverência e originalidade deste novo cordão
Quarta-feira 09/02 às 17 horas
Posto Nove - Av. Vieira Souto - Ipanema
Desfile do Bloco Virtual
Um bloco onde os participantes interferem na sua formatação: sugerindo e escolhendo temas, cores, estandarte, músicas, coreografias, data de saída, itinerário, etc.
Quinta-feira 10/02 às 20:30
Bar Carlitos - R. Álvaro Alvim - Cinelândia
Desfile do Bloco Voltar pra que?
Sai no centro da cidade para espanto de quem insiste em trabalhar. Este ano tem enredo em homenagem ao Teatro Rival.
Sábado 12/02 às 17 horas
Posto Nove - Av. Vieira Souto - Ipanema
Desfile do Bloco Bafafá
É formado por jornalistas, publicitários, professores e amantes da boa música. Este será o 3º carnaval do bloco e terá convidados especiais cantando sambas, frevos e marchinhas, acompanhados por 20 músicos do Cordão do Bola Preta, que sai completo. Nos intervalos, o excelente DJ Franz comanda as carrapetas.
Domingo 13/02 às 16 horas
Posto Nove - Av. Vieira Souto - Ipanema
Desfile do Bloco Barangal
Formado por professores universitários e profissionais liberais, o barangal desfila pela terceira vez. Surgiu no Posto 9 e apesar do nome, garante que mulher bonita tem vez. Sai pela Av. Vieira Souto com concentração no Posto Nove.
BANDAS E BLOCOS
Banda da Bolivar
Desfile: Domingo de carnaval
Concentração: A partir das 15h., na esquina da Rua Bolivar com Avenida Atlântica
Banda da Carmen Miranda
Desfile: Domingo anterior ao Domingo de carnaval
Concentração: A partir das 16h na Praça General Osório - Ipanema
Banda da Freguesia de Jacarepaguá
Desfile: Sábado de carnaval
Concentração : A partir das 15h - Praça Professora Camisão - Jacarepaguá
www.bandadafreguesia.cjb.net
Banda da Glória
Desfile: Domingo de carnaval
Concentração: A partir das 15h - Largo da Glória
Banda da Pedro Américo
Desfile: Domingo de carnaval - Largo da Glória
Concentração: A partir da 15h, no início da Rua Pedro Américo - Glória
Banda da Sá Ferreira
Desfile: Sábado a Terça de carnaval, 3.000 foliões dançam somente na Rua Sá Ferreira com Av. Atlântica.
Concentração: Das 16 às 19h., na Av. Atlântica, em frente à Rua Sá Ferreira
Banda da Santa Clara
Desfile: Domingo de carnaval
Concentração: A partir das 15h, na esquina da Rua Santa Clara com Av. Atlântica
Banda de Ipanema
Desfile: dois sábados antes do sábado de carnaval, com reprises no sábado de carnaval, e na terça-feira gorda.
Concentração: A partir das 15h, na Praç General Osório - Ipanema
Banda do Arôxo
Desfile: Domingo que antecede o carnaval e durante o período carnavalesco
Concentração: A partir das 15h, na Rua Belford Roxo - Copacabana
Banda do Leme
Desfile: Sábado e terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 15h, nas esquinas da Rua Padre Antonio Vieira com Av. Atlântica
Banda Virtual
Desfile: Quarta-feira de Cinzas, às 17h
Concentração: Posto 9 - Av. Vieira Souto - Ipanema
Bandida
Desfile: Sábado que antecede o carnaval e no período carnavalesco
Concentração: A partir das 17h
Barbas
Desfile: Sábado de carnaval, às 16h
Concentração: A partir das 14h., na esquina das Ruas
Assis Bueno, Arnaldo Quintela e General Polidoro - (o famoso Triângulo das Bermudas) - Botafogo
Bip-Bip
Desfile: Sai do bar Bip-Bip na Rua Almirante Gonçalves, entra na Rua Souza Lima e vai até a Av. Atlântica, nos primeiros minutos de sábado de carnaval e na terça-feira no último minuto do carnaval.
Concentração: Bar Bip-Bip - Copacabana
Bloco da Segunda
Desfile: Segunda-feira de carnaval, às 18h
Concentração: A partir das 17h, em frente à Cobal de Botafogo - (Rua Voluntários da Pátria, s/nº) - Botafogo
Bloco das Carmelitas
Ensaios: Sábados, na Rua Dias de Barros, esquina com a Ladeira de Santa Teresa
Desfile: Sexta-feira anterior ao carnaval, às 20h e terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 17h, na confluência da Ladeira de Santa Teresa com as Ruas Hermenegildo de Barros e Dias de Barros.
Bloco Lira do Delírio
Desfile: Terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 14h
Desfile: Domingo - trajeto - Av. Vieira Souto Posto 9 até o Arpoador, entre 17 e 21h
Concentração: A partir das 13h
Boca Maldita
Desfile: Durante o carnaval
Concentração: A partir das 15h, na esquina da Av. Prado Junior com Av. Nossa Senhora de Copacabana
Boka da Espuma
Desfile: Dois domingos antes do carnaval
Concentração A partir das 15h, na Rua Marquês de Olinda, entre as Ruas Bambina e Muniz Barreto
Cachorro Cansado
Desfile: Segunda-feira de carnaval
Concentração: A partir das 17h., na Rua Barão do Flamengo, 35 - Flamengo
Cacique de Ramos
Desfile: Sábado e terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 18h, na esquina da Av. Presidente Vargas com Av. Rio Branco - Centro
Clube do Samba
Desfile: Sábado de carnaval, às 17h. na Av. Rio Branco - Centro e
Terça-feira Gorda, às 17h na Av. Atlântica - Copacabana
Concentração: A partir das 15h. From 3pm on, na esquina de Av. Presidente Vargas com Av. Rio Branco - Centro e no bar Ipiranga, Rua Ipiranga, 54 - Laranjeiras
Comparsa Cariguaí
Desfile: Sábado a Terça de carnaval, de 16h às 19h
Concentração: Esquina da Rua Álvaro Ramos com Rua Fernandes Guimarães - Botafogo
Durante o carnaval o cortejo conta com bailarinas, bandeiras, lua, estrela, estandarte e vários personagens e vários significados como "mama vieja", "gramillero" e "escobero".
Concentra Mas Não Sai
Desfile: Sexta-feira antes do carnaval.
Concentração: A partir das 18h., no Bar Ipiranga 54 - Rua Ipiranga, 54 - Laranjeiras
Cordão Carnavalesco Folia do Pinguim
Desfile: Terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 20h. From 8pm on - Arpoador
Cordão da Bola Preta
Desfile: Sábado de carnaval, às 10h.
Concentração: A partir das 9h., em frente a sede do Clube Cordão da Bola Preta, na esquina das Ruas Evaristo da Veiga e Treze de Maio - Cinelândia
Cordão Literário Carnavalesco Armazém do Manoel
Desfile: Domingo, quinze dias antes do domingo de carnaval.
Concentração: A partir das 15h
Devassos da Cardeal
Local: Bar do Gallo - Rua Cardeal Dom Sebastião Leme, 180 - Santa Teresa,
em frente a escadaria do Bairro de Fátima..
Desfile: Sábado anterior ao Carnaval Saturday before Carnival, Santa Teresa.
Dalailata
Desfile Parade: Sábado de Carnaval, das 17 às 21h.
Trajeto - Arcos da Lapa, Ruas Evaristo da Veiga, Senador Dantas, Passeio, Largo da Lapa, junto à Escola de Música da UFRJ.
Concentração: A partir das 15h, nos Arcos da Lapa.
Dois prá lá Dois prá cá
Ensaio : Domingo antes do Carnaval, em frente à Casa de Dança Carlinhos de Jesus, na Rua Álvaro Ramos, 11 - Botafogo
Desfile: Sábado de carnaval, de Botafogo até a Av. Atlântica em Copacabana.
Empurra que Pega
Desfile: Sábado e domingo de carnaval
Concentração: A partir das 18h., na esquina da Rua Carlos Góis com Av. Ataulfo de Paiva - Leblon
Escravos da Mauá
Desfile: Sábado de carnaval, às 20h.
Ensaios: no Largo da Prainha - Centro
Concentração: A partir das 19h - Largo da Prainha - Centro
Galinha do Meio Dia
Local: Orla de Copacabana. Iniciativa da ABIH/RJ e da Confraria do Garoto inspirado no famoso Galo da Madrugada.
Desfile: Terça-feira de carnaval
Imprensa que eu Gamo
Desfile: Dois domingos antes do carnaval
Concentração: A partir das 16h., no Mercado São José - Laranjeiras
Meu Bem Eu Volto Já
Ensaios Rehearsals: no quiosque da Beth, Beth's Kiosk, Avenida Atlântica, em frente ao bar Fiorentina Fiorentina bar - Leme.
Desfile: Quinta-feira anterior ao carnaval, às 20h.
www.meubemvoltoja.cjb.net
Concentração: A partir das 19h., na esquina das Avenidas Nossa Senhora de Copacabana e Princesa Isabel - Leme
Mis a Mis
Ensaios: Toda a quinta-feira, das 19 às 23h., na parte externa do Museu da
Imagem e do Som - Praça Rui Barbosa, 1 - Centro (próximo à Praça Quinze)
Monobloco
Ensaios: Sextas-feiras, a partir das 22h
Desfile Parade: Domingo de Carnaval, às 18h.
Concentração: A partir das 17h. - Baixo Gávea
Rola Preguiçosa
Ensaios: Clube Carioca, no Jardim Botânico - Informações: Tel.: 2537-3960
Desfile: Sábado e domingo de carnaval
Concentração: A partir das 18h., na esquina da Av. Epitácio Pessoa com Rua Maria Quitéria - Lagoa Rodrigo de Freitas
Simpatia é Quase Amor
Ensaios a confirmar: Clube Condomínio - Rua Abreu Fialho, 12 - Horto -
Tel.: 2540-9269. Sábados, às 22:30h
Desfile: Sábado anterior ao carnaval e no Domingo de carnaval, às 17h.
Concentração: A partir das 15h., na Praça General Osório - Ipanema
Suvaco do Cristo
Desfile: Domingo anterior ao domingo de carnaval
Concentração : A partir das 17h., no Bar Jóia, Rua Jardim Botânico, 594 - esquina com Rua Faro - Jardim Botânico
Sábado 22/01 às 15 horas
Mercadinho S. José - R. das Laranjeiras
Desfile do Imprensa qu'eu gamo
Bloco formado por jornalistas.
Sábado 22/01 às 16 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
1º Desfile da Banda de Ipanema
Fundado por Albino Pinheiro, o bloco que sai em Ipanema, hoje é paraíso de homossexuais e simpatizantes.
Sábado 22/01 às 17 horas
Bar da Dª Maria - Rua Garibaldi, 13 - Muda
Desfile Nem Muda Nem Sai de Cima
Formado por freqüentadores do Bar Dona Maria, entre eles Aldir Blanc.
Sábado 29/01 às 15 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
1º Desfile do Simpatia é Quase Amor
O Simpatia é Quase Amor está fazendo 21 anos neste carnaval.
Sábado 29/01 às 15 horas
R. General Glicério - Laranjeiras
Desfile do Gigantes da Lira
É um dos poucos blocos de marchinhas de carnaval e saiu pela primeira vez em 1999 pelas ruas de Laranjeiras.
Domingo 30/01 às 14 horas
Bar Jóia - R. Jardim Botãnico com Faro - Jardim Botânico
Desfile do Suvaco do Cristo
O Suvaco do Cristo ganhou este nome por sua concentração estar localizada debaixo do Cristo Redentor. A turma do Suvaco, cansada da invasão de pitboys, costuma esconder a hora do desfile. É bom ficar atento para alterações no horário.
Domingo 30/01 às 17 horas
Final da praia do Leblon
Desfile do Monobloco
Com formação de escola de samba, o grupo carnavalesco - criado há três anos pelo músico Pedro Luís - mistura samba, coco, funk e charm. Sai com uma bateria de 150 componentes.
Domingo 30/01 às 12 horas
Concentração ruas Marques de Olinda e Bambina - Botafofo
Banda Boka de Espuma que há 20 anos desfila pelas ruas de Botafogo. Este bloco dá direito a churrasco e pagode antes do desfile que acontece por volta das 16:00. Entre os presentes, o padrinho da Banda Dominguinho do Estácio.
Quarta-feira 02/02 às 18 horas
Bar do Chico (Rua Castro Tavares, 185 - Manguinhos)
Desfile do Discípulos de Oswaldo
Bloco formado por funcionários da Fundação Oswaldo Cruz.
Quinta-feira 03/02 às 18 horas
Lgo.de S.Francisco da Prainha c/ Sacadura Cabral-Centro
Desfile do Escravos da Mauá
Esse tipo de bloco só podia ter mesmo no Rio. Em plena Praça Mauá, reduto da boêmia, brancos de classe média invadiram o Largo da Prainha para cantar e reverenciar o mais autêntico samba. É o Escravos da Mauá, que só sai uma vez no carnaval mas se reúne o ano inteiro para animadas rodas de samba.
Sexta-feira 04/02 às 18 horas
Rua Dias de Barros com ld. de Sta. Teresa - Sta. Teresa
1º Desfile do Carmelitas
Um bloco irreverente que desfila pelas Ladeiras de Santa Teresa desde 1991. Assim é o Carmelitas que nasceu fazendo alusão ao Convento de Carmelitas instalado no bairro. Diz a lenda que a primeira saída do bloco contou com a presença de uma Carmelita, que teria fugido do convento para brincar o Carnaval. O que chama a atenção é a grande quantidade de foliões que usam o véu da ordem religiosa, subindo e descendo as ladeiras de um dos bairros mais charmosos do Rio.
Sexta-feira 04/02 às 18 horas
Rest. Severina - Rua Ipiranga, 54 - Laranjeiras
Concentração do Concentra mas não sai
Como o próprio nome diz, este bloco não desfila. Um de seus organizadores é sambista Beth Carvalho.
Sexta-feira 04/02 às 17 horas
Museu da Imagem e do Som - Pç. 15 - Centro
Desfile do MIS a MIS
Sexta-feira 04/02 à meia noite
Bar Bip Bip - Almirante Goncalves, 50 - Copacabana
1º Desfile do Bloco Bip Bip
O Bip-Bip é um botequim de Copacabana, que apesar de minúsculo, abriga sempre consagrados músicos em animadas rodas de samba.
Sábado de Carnaval 05/02 às 09 horas
Cinelândia ao lado Teatro Municipal - Centro
Desfile do Cordão do Bola Preta
O Cordão do Bola Preta saiu pela primeira vez em 1918. Último remanescente dos cordões carnavalescos que existiam no Rio de Janeiro sai pelas ruas do centro puxado por uma banda, com instrumentos de sopro e um repertório delicioso de marchinhas de carnaval. Agora, um detalhe: é preciso acordar cedo para desfilar já que a folia acontece às 10 horas da manhã do sábado de Rei Momo
Sábado de Carnaval 05/02 às 14 horas
Rua Álvaro Ramos, 11 - Botafogo
Desfile do Dois Pra lá dois Pra Cá
Fundado e mantido pelo dançarino Carlinhos de Jesus. Além de samba no pé, os integrantes evoluem como nos bailes de dança de salão.
Sábado de Carnaval 05/02 às 15 horas
Rua Assis Bueno com Arnaldo Quintela - Botafogo
Desfile do Barbas
Outro bloco veterano no carnaval do Rio. Fundado por Nelsinho Rodrigues Filho, comemora 21 anos este carnaval. O interessante é que o bloco sai com dois sambas e os foliões são molhados por um caminhão pipa.
Sábado de Carnaval 05/02 às 16 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
2º Desfile da Banda de Ipanema
Sábado de carnaval 05/02 às 18 horas
Av. Epitácio Pessoa com Maria Quiteria - Lagoa
Desfile do Rola Preguiçosa
Sábado de Carnaval 05/02 às 16 horas
Entre os Largos do Curvelo e das Neves - Sta. Teresa
Céu na Terra - Bonde da Folia
Domingo 06/02 às 15 horas
R. Garcia d'Ávila com Barão de Jaguaribe - Ipanema
Desfile do Que merda é essa?
Dizem que ganhou esse nome porque, ao desfilar pela primeira vez, quem estava no Simpatia teria perguntado que bloco era esse que vinha na contramão.
Domingo 06/02 às 15 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
2º Desfile do Simpatia é quase amor
Domingo 06/02 às 17 horas
R. Joaquim Silva, Lapa, frente ao bar Semente
2º Desfile É do Pandeiro
Domingo 06/02 às 14 horas
Arco do Teles - Praca 15 - Centro
Desfile do Cordão do Boitatá
Toca marchinhas, maxixes e frevos ao som de uma orquestra de saxes, flautins e trombones. É formado por jovens músicos de samba e chorinho. É recomendável checar o local de saída pois às vezes muda em cima da hora.
Segunda-feira 06/02 às 15 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
Desfile do Bloco da Ansiedade
É um bloco de frevos que sai pela Av. Vieira Souto em Ipanema. É um pouquinho de Recife na Cidade Maravilhosa.
Segunda-feira 07/02 às 16 horas
R.Dias de Barros,em frente ao bar do Serginho-Sta.Ter.
Desfile do Céu na Terra
Segunda-feira 07/02 às 17 horas
Cobal Botafogo lado da r. Voluntários da Paz
Desfile do Bloco de Segunda
O Bloco de Segunda é formado ativistas de esquerda, a maioria freqüentadores da Cobal do Humaitá.
Segunda-feira 07/02 às 20 horas
Bip Bip - R. Alte. Gonçalves, 50 - Copacabana
Desfile do Bloco Flor do Sereno
Terça-feira 08/02 às 18 horas
Av. Atlântica - lado Leme
Desfile do Meu Bem Volto Já
O argentino mais carnavalesco do Brasil, Jorgito Sapia, comanda este o bloco "Meu Bem, volto Já", que desfila no bairro do Leme. A bateria é o ponto forte. Este ano, o desfile sai do Meridien pela Av. Atlântica
Terça-feira 08/02 às 16 horas
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema
3º Desfile da Banda de Ipanema
Terça-feira 08/02 às 16 horas
Rua Barão do Flamengo, 35 - Flamengo
2º Desfile do Bloco Cachorro cansado
Terça-feira 08/02 às 16 horas
Rua João Pinheiro com Teresa Cavalcanti - Abolição
3º Desfile do Tramela
Terça-feira 08/02 a partir das 17:00hs
Casa da Feijoada - R. Prudente de Moraes, 10, Esquina da Pça. G.Osório,
Ipanema
Bloco Vem nem Mim que eu sou Facinha
Terça-feira 08/02 às 17 horas
Largo dos Guimarães - Sta. Teresa
2º Desfile do Carmelitas
Terça-feira 08/02 às 17 horas
Av. Atlântica - Copacabana
Clube do Samba 2º Desfile
Terça-feira 08/02 às 24 horas
R. Alte. Gonçalves, 50 - Copacabana
2º Desfile do Bip Bip
Terça-feira 08/02 às 16 horas.
Praia do Arpoador na esquina da Vieira Souto com Francisco Otaviano.
Cordão Vade Retro Abacaxi
O cordão, organizado por artistas plásticos cariocas, sai pela segunda vez este ano. O Cordão Vade Retro desfilará do Arpoador até o Posto 9 e depois retornará ao Arpoador de ré. Vale a pena conferir a criatividade, a irreverência e originalidade deste novo cordão
Quarta-feira 09/02 às 17 horas
Posto Nove - Av. Vieira Souto - Ipanema
Desfile do Bloco Virtual
Um bloco onde os participantes interferem na sua formatação: sugerindo e escolhendo temas, cores, estandarte, músicas, coreografias, data de saída, itinerário, etc.
Quinta-feira 10/02 às 20:30
Bar Carlitos - R. Álvaro Alvim - Cinelândia
Desfile do Bloco Voltar pra que?
Sai no centro da cidade para espanto de quem insiste em trabalhar. Este ano tem enredo em homenagem ao Teatro Rival.
Sábado 12/02 às 17 horas
Posto Nove - Av. Vieira Souto - Ipanema
Desfile do Bloco Bafafá
É formado por jornalistas, publicitários, professores e amantes da boa música. Este será o 3º carnaval do bloco e terá convidados especiais cantando sambas, frevos e marchinhas, acompanhados por 20 músicos do Cordão do Bola Preta, que sai completo. Nos intervalos, o excelente DJ Franz comanda as carrapetas.
Domingo 13/02 às 16 horas
Posto Nove - Av. Vieira Souto - Ipanema
Desfile do Bloco Barangal
Formado por professores universitários e profissionais liberais, o barangal desfila pela terceira vez. Surgiu no Posto 9 e apesar do nome, garante que mulher bonita tem vez. Sai pela Av. Vieira Souto com concentração no Posto Nove.
BANDAS E BLOCOS
Banda da Bolivar
Desfile: Domingo de carnaval
Concentração: A partir das 15h., na esquina da Rua Bolivar com Avenida Atlântica
Banda da Carmen Miranda
Desfile: Domingo anterior ao Domingo de carnaval
Concentração: A partir das 16h na Praça General Osório - Ipanema
Banda da Freguesia de Jacarepaguá
Desfile: Sábado de carnaval
Concentração : A partir das 15h - Praça Professora Camisão - Jacarepaguá
www.bandadafreguesia.cjb.net
Banda da Glória
Desfile: Domingo de carnaval
Concentração: A partir das 15h - Largo da Glória
Banda da Pedro Américo
Desfile: Domingo de carnaval - Largo da Glória
Concentração: A partir da 15h, no início da Rua Pedro Américo - Glória
Banda da Sá Ferreira
Desfile: Sábado a Terça de carnaval, 3.000 foliões dançam somente na Rua Sá Ferreira com Av. Atlântica.
Concentração: Das 16 às 19h., na Av. Atlântica, em frente à Rua Sá Ferreira
Banda da Santa Clara
Desfile: Domingo de carnaval
Concentração: A partir das 15h, na esquina da Rua Santa Clara com Av. Atlântica
Banda de Ipanema
Desfile: dois sábados antes do sábado de carnaval, com reprises no sábado de carnaval, e na terça-feira gorda.
Concentração: A partir das 15h, na Praç General Osório - Ipanema
Banda do Arôxo
Desfile: Domingo que antecede o carnaval e durante o período carnavalesco
Concentração: A partir das 15h, na Rua Belford Roxo - Copacabana
Banda do Leme
Desfile: Sábado e terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 15h, nas esquinas da Rua Padre Antonio Vieira com Av. Atlântica
Banda Virtual
Desfile: Quarta-feira de Cinzas, às 17h
Concentração: Posto 9 - Av. Vieira Souto - Ipanema
Bandida
Desfile: Sábado que antecede o carnaval e no período carnavalesco
Concentração: A partir das 17h
Barbas
Desfile: Sábado de carnaval, às 16h
Concentração: A partir das 14h., na esquina das Ruas
Assis Bueno, Arnaldo Quintela e General Polidoro - (o famoso Triângulo das Bermudas) - Botafogo
Bip-Bip
Desfile: Sai do bar Bip-Bip na Rua Almirante Gonçalves, entra na Rua Souza Lima e vai até a Av. Atlântica, nos primeiros minutos de sábado de carnaval e na terça-feira no último minuto do carnaval.
Concentração: Bar Bip-Bip - Copacabana
Bloco da Segunda
Desfile: Segunda-feira de carnaval, às 18h
Concentração: A partir das 17h, em frente à Cobal de Botafogo - (Rua Voluntários da Pátria, s/nº) - Botafogo
Bloco das Carmelitas
Ensaios: Sábados, na Rua Dias de Barros, esquina com a Ladeira de Santa Teresa
Desfile: Sexta-feira anterior ao carnaval, às 20h e terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 17h, na confluência da Ladeira de Santa Teresa com as Ruas Hermenegildo de Barros e Dias de Barros.
Bloco Lira do Delírio
Desfile: Terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 14h
Desfile: Domingo - trajeto - Av. Vieira Souto Posto 9 até o Arpoador, entre 17 e 21h
Concentração: A partir das 13h
Boca Maldita
Desfile: Durante o carnaval
Concentração: A partir das 15h, na esquina da Av. Prado Junior com Av. Nossa Senhora de Copacabana
Boka da Espuma
Desfile: Dois domingos antes do carnaval
Concentração A partir das 15h, na Rua Marquês de Olinda, entre as Ruas Bambina e Muniz Barreto
Cachorro Cansado
Desfile: Segunda-feira de carnaval
Concentração: A partir das 17h., na Rua Barão do Flamengo, 35 - Flamengo
Cacique de Ramos
Desfile: Sábado e terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 18h, na esquina da Av. Presidente Vargas com Av. Rio Branco - Centro
Clube do Samba
Desfile: Sábado de carnaval, às 17h. na Av. Rio Branco - Centro e
Terça-feira Gorda, às 17h na Av. Atlântica - Copacabana
Concentração: A partir das 15h. From 3pm on, na esquina de Av. Presidente Vargas com Av. Rio Branco - Centro e no bar Ipiranga, Rua Ipiranga, 54 - Laranjeiras
Comparsa Cariguaí
Desfile: Sábado a Terça de carnaval, de 16h às 19h
Concentração: Esquina da Rua Álvaro Ramos com Rua Fernandes Guimarães - Botafogo
Durante o carnaval o cortejo conta com bailarinas, bandeiras, lua, estrela, estandarte e vários personagens e vários significados como "mama vieja", "gramillero" e "escobero".
Concentra Mas Não Sai
Desfile: Sexta-feira antes do carnaval.
Concentração: A partir das 18h., no Bar Ipiranga 54 - Rua Ipiranga, 54 - Laranjeiras
Cordão Carnavalesco Folia do Pinguim
Desfile: Terça-feira de carnaval
Concentração: A partir das 20h. From 8pm on - Arpoador
Cordão da Bola Preta
Desfile: Sábado de carnaval, às 10h.
Concentração: A partir das 9h., em frente a sede do Clube Cordão da Bola Preta, na esquina das Ruas Evaristo da Veiga e Treze de Maio - Cinelândia
Cordão Literário Carnavalesco Armazém do Manoel
Desfile: Domingo, quinze dias antes do domingo de carnaval.
Concentração: A partir das 15h
Devassos da Cardeal
Local: Bar do Gallo - Rua Cardeal Dom Sebastião Leme, 180 - Santa Teresa,
em frente a escadaria do Bairro de Fátima..
Desfile: Sábado anterior ao Carnaval Saturday before Carnival, Santa Teresa.
Dalailata
Desfile Parade: Sábado de Carnaval, das 17 às 21h.
Trajeto - Arcos da Lapa, Ruas Evaristo da Veiga, Senador Dantas, Passeio, Largo da Lapa, junto à Escola de Música da UFRJ.
Concentração: A partir das 15h, nos Arcos da Lapa.
Dois prá lá Dois prá cá
Ensaio : Domingo antes do Carnaval, em frente à Casa de Dança Carlinhos de Jesus, na Rua Álvaro Ramos, 11 - Botafogo
Desfile: Sábado de carnaval, de Botafogo até a Av. Atlântica em Copacabana.
Empurra que Pega
Desfile: Sábado e domingo de carnaval
Concentração: A partir das 18h., na esquina da Rua Carlos Góis com Av. Ataulfo de Paiva - Leblon
Escravos da Mauá
Desfile: Sábado de carnaval, às 20h.
Ensaios: no Largo da Prainha - Centro
Concentração: A partir das 19h - Largo da Prainha - Centro
Galinha do Meio Dia
Local: Orla de Copacabana. Iniciativa da ABIH/RJ e da Confraria do Garoto inspirado no famoso Galo da Madrugada.
Desfile: Terça-feira de carnaval
Imprensa que eu Gamo
Desfile: Dois domingos antes do carnaval
Concentração: A partir das 16h., no Mercado São José - Laranjeiras
Meu Bem Eu Volto Já
Ensaios Rehearsals: no quiosque da Beth, Beth's Kiosk, Avenida Atlântica, em frente ao bar Fiorentina Fiorentina bar - Leme.
Desfile: Quinta-feira anterior ao carnaval, às 20h.
www.meubemvoltoja.cjb.net
Concentração: A partir das 19h., na esquina das Avenidas Nossa Senhora de Copacabana e Princesa Isabel - Leme
Mis a Mis
Ensaios: Toda a quinta-feira, das 19 às 23h., na parte externa do Museu da
Imagem e do Som - Praça Rui Barbosa, 1 - Centro (próximo à Praça Quinze)
Monobloco
Ensaios: Sextas-feiras, a partir das 22h
Desfile Parade: Domingo de Carnaval, às 18h.
Concentração: A partir das 17h. - Baixo Gávea
Rola Preguiçosa
Ensaios: Clube Carioca, no Jardim Botânico - Informações: Tel.: 2537-3960
Desfile: Sábado e domingo de carnaval
Concentração: A partir das 18h., na esquina da Av. Epitácio Pessoa com Rua Maria Quitéria - Lagoa Rodrigo de Freitas
Simpatia é Quase Amor
Ensaios a confirmar: Clube Condomínio - Rua Abreu Fialho, 12 - Horto -
Tel.: 2540-9269. Sábados, às 22:30h
Desfile: Sábado anterior ao carnaval e no Domingo de carnaval, às 17h.
Concentração: A partir das 15h., na Praça General Osório - Ipanema
Suvaco do Cristo
Desfile: Domingo anterior ao domingo de carnaval
Concentração : A partir das 17h., no Bar Jóia, Rua Jardim Botânico, 594 - esquina com Rua Faro - Jardim Botânico
Água de Beber
16/01/2005 , 21:41 hs
De livre acesso, com valor de uso, mas não de valor de troca, tornou-se objeto precioso de cobiça econômica
(*) Emir Sader
Antes que a globalização liberal invadisse o mundo, tratando de fazer de tudo mercadoria, de fazer com que tudo tenha preço, se venda e se compre, usávamos o exemplo da água para diferenciar, nas aulas, o que tem valor de uso, mas não valor de troca, porque as pessoas têm acesso livre a elas. Quem diria que poucas décadas de liberalismo tenham feito da água uma razão tal de cobiça econômica, que um ex-vice presidente do Banco Mundial previu, ainda antes de entrarmos no nosso século que ''as guerras do século XXI serão travadas por causa da água''.
A América Latina é um dos cenários dessa luta e, desse ponto de vista, não se pode prever que estejamos fora dos roteiros da cobiça bélica dos grandes conglomerados e governos imperiais no século XXI. Podemos dizer que primeira batalha pela água se deu por aqui, na Bolívia, quando o Banco Mundial exigiu, para a renovação de um empréstimo de 25 milhões de dólares, a condição de que fossem privatizados os serviços de água do país mais pobre da América do Sul. Quando foi privatizado o serviço de água de Cochabamba à poderosa empresa estadunidense Bechtel, o preço da água aumentou brutalmente já nos dois primeiros meses. Como resposta, dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de Cochabamba para manifestar seu protesto pelo aumento dos preços e os cortes feitos pela empresa com os devedores. O movimento desembocou em uma greve geral que paralizou a cidade, o que obrigou a Bechtel a fazer as malas e fugir da Bolívia, embora não por muito tempo. Regressou com uma demanda de 25 milhões de dólares contra o governo boliviano, exigindo o pagamento de indenizações por perda de lucros.
Outras zonas do continente são cenário de lutas similares, entre elas a Argentina, o Uruguai - em que o povo decidiu em plebiscito simultâneo às eleições presidenciais impedir qualquer forma de privatização dos serviços de água -, o Chile, a Guatemala, o México, que vivem movimentos similares na América Latina. Nosso continente vive o paradoxo de desfrutar de grande abundância de mananciais de água doce - 20% do resíduo liquido mundial provem somente do Amazonas -, nosso território abriga quatro dos 25 rios mais caudalosos do mundo - Amazonas, Paraná, Orinoco e Magdalena -, além de alguns dos maiores lagos, e deveríamos assim ter uma das distribuições de água doce per capita mais elevadas do mundo, mas algumas zonas do continente sofrem secas tão duras que 25% do continente é considerado árido ou semiárido.
O Brasil é o melhor exemplo desse paradoxo, porque temos mais água do que qualquer outro país, dispondo da quinta parte dos recursos de água do planeta, mas enormes zonas estão incluídas nessas regiões áridas e semi-áridas. Mas, além disso, uma cidade como São Paulo enfrenta racionamento de água, porque seu abastecimento de água depende de fontes que estão cada vez mais longe das cidades e o custo do transporte supera a capacidade aquisitiva de uma parte grande de habitantes.
Os recursos de água doce da América Latina sofrem grandes problemas de contaminação. O pais mais contaminado de todo o continente é o Brasil, apesar de possuirmos o recorde de recursos de água doce. O Brasil permite a contaminação química e industrial maciça, da mesma forma que aos derramamentos de mercúrio originários das minas de ouro. Só somos superados por algumas regiões da Europa do Leste e pela China nos níveis de contaminação aquática.
A demanda mundial de água doce se duplica a cada 20 anos, a um ritmo duas vezes superior à taxa de crescimento da população. Os maiores contaminadores de água são as grandes indústrias de alta tecnologia e a agricultura industrial, e não as casas particulares. Os sistemas de irrigação agrícola consomem entre 65 e 70% da água, principalmente para produzir alimentos para exportação. De 20 a 25% são dedicados a fins industriais, entre eles a produção de chips de silício de alta tecnologia. Os 10% restantes de água são para uso doméstico. Mantendo-se essas tendências, a demanda de água superará os recursos terrestres em 56%.
De olho na crise da água na América Latina, muitas empresas privadas européias buscam assumir os serviços de abastecimento público de países da região, incluído o Brasil. Em geral são filiais locais das três principais corporações de serviços de água: as empresas francesas Suez e Vivendi e alemã RWE-Thames, que juntas fornecem serviços de água corrente e saneamento a 300 milhões de clientes em mais de 130 paises do mundo.
Seguindo o Uruguai, seria um bom tema para que os brasileiros se pronunciem em plebiscito, antes que a privatização da água seja uma realidade irreversível.
(*) Emir Sader é escritor, articulista do JB, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de “A vingança da História", e-mail: emirsader@uol.com.br
Fonte: http://www.consciencia.net/2004/mes/13/sade
16/01/2005 , 21:41 hs
De livre acesso, com valor de uso, mas não de valor de troca, tornou-se objeto precioso de cobiça econômica
(*) Emir Sader
Antes que a globalização liberal invadisse o mundo, tratando de fazer de tudo mercadoria, de fazer com que tudo tenha preço, se venda e se compre, usávamos o exemplo da água para diferenciar, nas aulas, o que tem valor de uso, mas não valor de troca, porque as pessoas têm acesso livre a elas. Quem diria que poucas décadas de liberalismo tenham feito da água uma razão tal de cobiça econômica, que um ex-vice presidente do Banco Mundial previu, ainda antes de entrarmos no nosso século que ''as guerras do século XXI serão travadas por causa da água''.
A América Latina é um dos cenários dessa luta e, desse ponto de vista, não se pode prever que estejamos fora dos roteiros da cobiça bélica dos grandes conglomerados e governos imperiais no século XXI. Podemos dizer que primeira batalha pela água se deu por aqui, na Bolívia, quando o Banco Mundial exigiu, para a renovação de um empréstimo de 25 milhões de dólares, a condição de que fossem privatizados os serviços de água do país mais pobre da América do Sul. Quando foi privatizado o serviço de água de Cochabamba à poderosa empresa estadunidense Bechtel, o preço da água aumentou brutalmente já nos dois primeiros meses. Como resposta, dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de Cochabamba para manifestar seu protesto pelo aumento dos preços e os cortes feitos pela empresa com os devedores. O movimento desembocou em uma greve geral que paralizou a cidade, o que obrigou a Bechtel a fazer as malas e fugir da Bolívia, embora não por muito tempo. Regressou com uma demanda de 25 milhões de dólares contra o governo boliviano, exigindo o pagamento de indenizações por perda de lucros.
Outras zonas do continente são cenário de lutas similares, entre elas a Argentina, o Uruguai - em que o povo decidiu em plebiscito simultâneo às eleições presidenciais impedir qualquer forma de privatização dos serviços de água -, o Chile, a Guatemala, o México, que vivem movimentos similares na América Latina. Nosso continente vive o paradoxo de desfrutar de grande abundância de mananciais de água doce - 20% do resíduo liquido mundial provem somente do Amazonas -, nosso território abriga quatro dos 25 rios mais caudalosos do mundo - Amazonas, Paraná, Orinoco e Magdalena -, além de alguns dos maiores lagos, e deveríamos assim ter uma das distribuições de água doce per capita mais elevadas do mundo, mas algumas zonas do continente sofrem secas tão duras que 25% do continente é considerado árido ou semiárido.
O Brasil é o melhor exemplo desse paradoxo, porque temos mais água do que qualquer outro país, dispondo da quinta parte dos recursos de água do planeta, mas enormes zonas estão incluídas nessas regiões áridas e semi-áridas. Mas, além disso, uma cidade como São Paulo enfrenta racionamento de água, porque seu abastecimento de água depende de fontes que estão cada vez mais longe das cidades e o custo do transporte supera a capacidade aquisitiva de uma parte grande de habitantes.
Os recursos de água doce da América Latina sofrem grandes problemas de contaminação. O pais mais contaminado de todo o continente é o Brasil, apesar de possuirmos o recorde de recursos de água doce. O Brasil permite a contaminação química e industrial maciça, da mesma forma que aos derramamentos de mercúrio originários das minas de ouro. Só somos superados por algumas regiões da Europa do Leste e pela China nos níveis de contaminação aquática.
A demanda mundial de água doce se duplica a cada 20 anos, a um ritmo duas vezes superior à taxa de crescimento da população. Os maiores contaminadores de água são as grandes indústrias de alta tecnologia e a agricultura industrial, e não as casas particulares. Os sistemas de irrigação agrícola consomem entre 65 e 70% da água, principalmente para produzir alimentos para exportação. De 20 a 25% são dedicados a fins industriais, entre eles a produção de chips de silício de alta tecnologia. Os 10% restantes de água são para uso doméstico. Mantendo-se essas tendências, a demanda de água superará os recursos terrestres em 56%.
De olho na crise da água na América Latina, muitas empresas privadas européias buscam assumir os serviços de abastecimento público de países da região, incluído o Brasil. Em geral são filiais locais das três principais corporações de serviços de água: as empresas francesas Suez e Vivendi e alemã RWE-Thames, que juntas fornecem serviços de água corrente e saneamento a 300 milhões de clientes em mais de 130 paises do mundo.
Seguindo o Uruguai, seria um bom tema para que os brasileiros se pronunciem em plebiscito, antes que a privatização da água seja uma realidade irreversível.
(*) Emir Sader é escritor, articulista do JB, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de “A vingança da História", e-mail: emirsader@uol.com.br
Fonte: http://www.consciencia.net/2004/mes/13/sade
13.1.05
Quem me conhece sabe que isso aqui é a minha cara (do site www.personare.com.br):
SOL EM ÁRIES, ASCENDENTE EM GÊMEOS – A INTELIGÊNCIA DINÂMICA
Em seu mapa, Carla, temos a combinação do dinâmico e conquistador signo solar de Áries com o ágil e destro Gêmeos no ascendente. O resultado final do enlace de dois signos tão afirmativos é uma personalidade conquistadora, ativa, enérgica, que possui um “algo” infantil em torno de si, levando você a olhar para o mundo com olhos de deslumbre. Todas as coisas lhe parecem interessantes e fascinantes, e você praticamente deseja abraçar o mundo, de uma forma confiante e ingênua. Só é preciso estabelecer um mínimo de senso de limites, Carla, caso contrário você se verá em muitas situações em que fica evidente que você deveria ter sido mais prudente ou, pelo menos, menos crente.
Você provavelmente é do tipo de pessoa que está acostumada a dizer francamente o que pensa. E isso é muito bom, muito embora nem sempre seja a coisa mais inteligente a se fazer, Carla! Algum sentido diplomático precisa ser desenvolvido, sob o risco de você causar um certo estrago social em decorrência da sua inadequada franqueza. Mais do que saber o que dizer – e isso você provavelmente sabe muito bem – é preciso saber quando, como e onde dizer, caso contrário se verá em muitas situações em que, sem querer, criou alguma intriga. De todo modo, pode encontrar alguma via prática para satisfazer sua necessidade de questionamento e seu gosto pela polêmica e pela verdade.
Tenderá a ser uma pessoa de muitos amigos, por conta da projeção do Sol no alto do mapa e do ascendente geminiano. Entretanto, justamente por ser uma pessoa de vida social mais ativa, corre o risco de passar por situações de mal entendido e conflitos, mais do que as outras. Você, Carla, ama o conhecimento e o coleta, apreciando fazer pontes entre assuntos e entre pessoas, podendo vir a ser alguém que apresenta as pessoas umas às outras, e também alguém que pode vir a escrever muito bem a respeito de assuntos que lhe interessem. Procure utilizar com sabedoria esta qualidade comunicativa natural e tenha um pouco mais de paciência com os outros.
SOL EM ÁRIES, ASCENDENTE EM GÊMEOS – A INTELIGÊNCIA DINÂMICA
Em seu mapa, Carla, temos a combinação do dinâmico e conquistador signo solar de Áries com o ágil e destro Gêmeos no ascendente. O resultado final do enlace de dois signos tão afirmativos é uma personalidade conquistadora, ativa, enérgica, que possui um “algo” infantil em torno de si, levando você a olhar para o mundo com olhos de deslumbre. Todas as coisas lhe parecem interessantes e fascinantes, e você praticamente deseja abraçar o mundo, de uma forma confiante e ingênua. Só é preciso estabelecer um mínimo de senso de limites, Carla, caso contrário você se verá em muitas situações em que fica evidente que você deveria ter sido mais prudente ou, pelo menos, menos crente.
Você provavelmente é do tipo de pessoa que está acostumada a dizer francamente o que pensa. E isso é muito bom, muito embora nem sempre seja a coisa mais inteligente a se fazer, Carla! Algum sentido diplomático precisa ser desenvolvido, sob o risco de você causar um certo estrago social em decorrência da sua inadequada franqueza. Mais do que saber o que dizer – e isso você provavelmente sabe muito bem – é preciso saber quando, como e onde dizer, caso contrário se verá em muitas situações em que, sem querer, criou alguma intriga. De todo modo, pode encontrar alguma via prática para satisfazer sua necessidade de questionamento e seu gosto pela polêmica e pela verdade.
Tenderá a ser uma pessoa de muitos amigos, por conta da projeção do Sol no alto do mapa e do ascendente geminiano. Entretanto, justamente por ser uma pessoa de vida social mais ativa, corre o risco de passar por situações de mal entendido e conflitos, mais do que as outras. Você, Carla, ama o conhecimento e o coleta, apreciando fazer pontes entre assuntos e entre pessoas, podendo vir a ser alguém que apresenta as pessoas umas às outras, e também alguém que pode vir a escrever muito bem a respeito de assuntos que lhe interessem. Procure utilizar com sabedoria esta qualidade comunicativa natural e tenha um pouco mais de paciência com os outros.
12.1.05
Pérolas dos adesivos de carro:
"Dinheiro não traz felicidade. Dê-me o seu e seja feliz."
"Homem feio é como pantufa. Dentro de casa até que vai, mas na rua dá uma vergonha..."
Justo é o sutiã, que oprime os grandes, levanta os caídos, protege e disfarça os pequenos."
"Enquanto não encontro a mulher certa, vou andando com as erradas."
"Homem é como lata: uma chuta, a outra cata."
"Dinheiro não traz felicidade, mas ajuda asofrer em Paris."
"Conheça a vida selvagem: tenha filhos."
"Depois da tempestade... o trânsito pára."
"Se barba fosse sinal de respeito, bode não teria chifre."
"Se o amor é cego, o negócio é apalpar."
"Deixei a bebida. O ruim é que não lembro onde."
"Dinheiro não traz felicidade. Dê-me o seu e seja feliz."
"Homem feio é como pantufa. Dentro de casa até que vai, mas na rua dá uma vergonha..."
Justo é o sutiã, que oprime os grandes, levanta os caídos, protege e disfarça os pequenos."
"Enquanto não encontro a mulher certa, vou andando com as erradas."
"Homem é como lata: uma chuta, a outra cata."
"Dinheiro não traz felicidade, mas ajuda asofrer em Paris."
"Conheça a vida selvagem: tenha filhos."
"Depois da tempestade... o trânsito pára."
"Se barba fosse sinal de respeito, bode não teria chifre."
"Se o amor é cego, o negócio é apalpar."
"Deixei a bebida. O ruim é que não lembro onde."
7.1.05
Fomos ao cinema, Ricardo, Pedro e eu, onde assistimos a Meu Tio Matou um Cara. O moleque estava feliz da vida, porque foi a primeira vez que ele foi ao cinema ver um filme com classificação etária diferente de livre. Estava se sentindo todo adulto.
O filme realmente é o que o seu roteirista/diretor, Jorge Furtado, planejou: um filme médio. Não é um blockbuster, mas não é um filme cult cabeçudo. É divertido e, a julgar pela presença e reação do público que enchia a sala na noite de ontem, agrada bem aos adolescentes.
A fita já me ganhou na abertura, mas todo o resto também está bem colocado. Os diálogos são bons e narração explicando sobre preconceito racial e a justificação palavra idiota na trama sem melindres são ótimas. Lázaro Ramos é um idiota perfeito, como perfeito são todos os seus trabalhos. Darlan Cunha mostra que veio para ficar entre os grandes da dramaturgia nacional. Dira Paes é muito nova para o papel dela, mas ela é boa e pronto. E ainda estou me devendo ver um filme ou peça em que Aílton Graça me mostre o enorme talento de que a imprensa especializada tanto fala. Deborah Secco joga o charme e mostra o corpão. A interpretação dos new faces não me chamou a atenção especialmente.
A história mistura mistério e romance de uma forma leve e muito divertida. A parte da trilha sonora assinada por Caetano Veloso não vai figurar em nenhuma seleção de suas mais belas canções, mas Soraya Queimada, de André Marques, é impagável.
O Brasil precisa de mais produções desse tipo, sem que se pretenda fazer o filme que vai mudar o mundo ou que bater os números da Xuxa a cada produção.
O filme realmente é o que o seu roteirista/diretor, Jorge Furtado, planejou: um filme médio. Não é um blockbuster, mas não é um filme cult cabeçudo. É divertido e, a julgar pela presença e reação do público que enchia a sala na noite de ontem, agrada bem aos adolescentes.
A fita já me ganhou na abertura, mas todo o resto também está bem colocado. Os diálogos são bons e narração explicando sobre preconceito racial e a justificação palavra idiota na trama sem melindres são ótimas. Lázaro Ramos é um idiota perfeito, como perfeito são todos os seus trabalhos. Darlan Cunha mostra que veio para ficar entre os grandes da dramaturgia nacional. Dira Paes é muito nova para o papel dela, mas ela é boa e pronto. E ainda estou me devendo ver um filme ou peça em que Aílton Graça me mostre o enorme talento de que a imprensa especializada tanto fala. Deborah Secco joga o charme e mostra o corpão. A interpretação dos new faces não me chamou a atenção especialmente.
A história mistura mistério e romance de uma forma leve e muito divertida. A parte da trilha sonora assinada por Caetano Veloso não vai figurar em nenhuma seleção de suas mais belas canções, mas Soraya Queimada, de André Marques, é impagável.
O Brasil precisa de mais produções desse tipo, sem que se pretenda fazer o filme que vai mudar o mundo ou que bater os números da Xuxa a cada produção.
6.1.05
Boa notícia:
CUT promove, em 2005, seu 1º Festival Nacional da Canção.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) irá inovar em 2005. A partir de janeiro, a Central estará fazendo gestões junto a parceiros da iniciativa privada e das estatais para organizar seu 1º Festival Nacional da Canção, o 1º CANTACUT. O nome ainda é provisório.
O projeto tem o incentivo da Lei Rouanet e está orçado em, aproximadamente, 1,6 milhões de reais. O Festival será aberto à participação de todos os artistas, sem restrições de ritmos ou temas. A Comissão Nacional Organizadora definiu, porém, que não será permitido a participação de artistas patrocinados por gravadoras e nem inscrever canções em língua estrangeira. O CANTACUT será organizado a cada dois anos.
A iniciativa ousada e inovadora para a CUT visa valorizar a canção popular brasileira, estimulando o surgimento de novos músicos e compositores, incrementar iniciativas culturais semelhantes em todas as regiões do País, propiciar o intercâmbio cultural das diferentes regiões e ampliar o espaço de inclusão cultural e social em todas as camadas da população.
O 1º Festival Nacional da Canção organizado pela CUT (CANTACUT) será realizado em duas fases; a primeira, consistirá em sete etapas classificatórias e, a segunda, em uma etapa final. Para efeito organizativo, as etapas classificatórias acontecerão nas áreas de abrangência das Escolas Sindicais da CUT, a saber: Porto Velho (RO), Manaus (AM), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR) e São Paulo (SP).
Em cada etapa classificatória serão premiadas três canções. O primeiro lugar receberá R$ 10 mil, o segundo, R$ 5 mil e o terceiro lugar R$ 2 mil. Dos três vencedores, dois seguirão para a segunda fase do Festival, chamada de "etapa final", que acontecerá também em São Paulo, marcada para o dia 27 de agosto de 2005, coincidindo com o 22º aniversário da Central.
As 14 canções "finalistas" desta etapa final farão parte de um clipe, em DVD, que será distribuído aos participantes. A Comissão Nacional Organizadora do Festival decidiu não indicar uma canção vencedora nesta etapa final, porque irá considerar todas as "finalistas" como vencedoras. No dia 27 de agosto, porém, o público presente ao evento irá votar, num Júri Popular, qual canção que mais o agradou. Essas indicações se somarão aos votos que os internauta também poderão fazer através da página da CUT na internet (www.cut.org.br).
As inscrições estarão abertas a partir do dia 1 de março de 2005 e se encerrarão no dia 31 de maio. As etapas classificatórias começarão no dia 2 de julho.
Sérgio dos Santos
Jornalista
Secretaria Nacional de Comunicação da CUT
CUT promove, em 2005, seu 1º Festival Nacional da Canção.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) irá inovar em 2005. A partir de janeiro, a Central estará fazendo gestões junto a parceiros da iniciativa privada e das estatais para organizar seu 1º Festival Nacional da Canção, o 1º CANTACUT. O nome ainda é provisório.
O projeto tem o incentivo da Lei Rouanet e está orçado em, aproximadamente, 1,6 milhões de reais. O Festival será aberto à participação de todos os artistas, sem restrições de ritmos ou temas. A Comissão Nacional Organizadora definiu, porém, que não será permitido a participação de artistas patrocinados por gravadoras e nem inscrever canções em língua estrangeira. O CANTACUT será organizado a cada dois anos.
A iniciativa ousada e inovadora para a CUT visa valorizar a canção popular brasileira, estimulando o surgimento de novos músicos e compositores, incrementar iniciativas culturais semelhantes em todas as regiões do País, propiciar o intercâmbio cultural das diferentes regiões e ampliar o espaço de inclusão cultural e social em todas as camadas da população.
O 1º Festival Nacional da Canção organizado pela CUT (CANTACUT) será realizado em duas fases; a primeira, consistirá em sete etapas classificatórias e, a segunda, em uma etapa final. Para efeito organizativo, as etapas classificatórias acontecerão nas áreas de abrangência das Escolas Sindicais da CUT, a saber: Porto Velho (RO), Manaus (AM), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR) e São Paulo (SP).
Em cada etapa classificatória serão premiadas três canções. O primeiro lugar receberá R$ 10 mil, o segundo, R$ 5 mil e o terceiro lugar R$ 2 mil. Dos três vencedores, dois seguirão para a segunda fase do Festival, chamada de "etapa final", que acontecerá também em São Paulo, marcada para o dia 27 de agosto de 2005, coincidindo com o 22º aniversário da Central.
As 14 canções "finalistas" desta etapa final farão parte de um clipe, em DVD, que será distribuído aos participantes. A Comissão Nacional Organizadora do Festival decidiu não indicar uma canção vencedora nesta etapa final, porque irá considerar todas as "finalistas" como vencedoras. No dia 27 de agosto, porém, o público presente ao evento irá votar, num Júri Popular, qual canção que mais o agradou. Essas indicações se somarão aos votos que os internauta também poderão fazer através da página da CUT na internet (www.cut.org.br).
As inscrições estarão abertas a partir do dia 1 de março de 2005 e se encerrarão no dia 31 de maio. As etapas classificatórias começarão no dia 2 de julho.
Sérgio dos Santos
Jornalista
Secretaria Nacional de Comunicação da CUT
Festa dos Santos Reis
(Tim Maia)
Hoje é o dia do Santo Reis
Anda meio esquecido
Mas é o dia da festa do Santo Reis
Hojé é o dia do Santo Reis
Anda meio esquisito
Mas é o dia da festa do Santo Reis
Eles chegam tocando sanfona e violão
Os pandeiros de fita carregam sempre na mão
Eles vão levando, levando o que pode
Se deixar com eles, eles levam até os bode
É os bode da gente, é os bode mééé...
É os bode da gente, é os bode mééé...
Hoje é o dia do Santo Reis (hum...)
Hoje é o dia do Santo Reis (Hoje é o dia)
Hoje é o dia do Santo Reis (É o dia da festa)
Hoje é o dia do Santo Reis...
(Tim Maia)
Hoje é o dia do Santo Reis
Anda meio esquecido
Mas é o dia da festa do Santo Reis
Hojé é o dia do Santo Reis
Anda meio esquisito
Mas é o dia da festa do Santo Reis
Eles chegam tocando sanfona e violão
Os pandeiros de fita carregam sempre na mão
Eles vão levando, levando o que pode
Se deixar com eles, eles levam até os bode
É os bode da gente, é os bode mééé...
É os bode da gente, é os bode mééé...
Hoje é o dia do Santo Reis (hum...)
Hoje é o dia do Santo Reis (Hoje é o dia)
Hoje é o dia do Santo Reis (É o dia da festa)
Hoje é o dia do Santo Reis...
UNICEF
Escritório do UNICEF no Brasil abre conta especial para arrecadar fundos de emergência para ajudar os sobreviventes do desastre na Ásia
A partir de hoje, 30 de dezembro, o escritório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no Brasil vai receber doações para ajudar as crianças dos países afetados pelo terremoto e pelos tsunamis na Ásia e na África em uma conta especialmente aberta para que os brasileiros possam contribuir com as ações de emergência naquela região. Crianças e adolescentes representam mais de um terço das vítimas do desastre nos doze países atingidos.
Serviço
Conta exclusiva do UNICEF para doações a ações de emergência na Ásia e África:
Banco do Brasil
Agência 3382-0
Conta corrente nº 404700-1
Os depósitos devem ser feitos em favor do Fundo das Nações Unidas para a Infância - UNICEF.
Para as transferências bancárias (DOC) é necessário informar o CNPJ da organização.
UNICEF - CNPJ: 03744126/0001-69
As doações poderão ser feitas até o dia 28 de fevereiro
Essa arrecadação especial do UNICEF está coordenada com as ações do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud).
Extraido so Site da Unicef:
http://www.unicef.org/brazil/
NO LEBLON
Recolhimento central de doações para as vítimas das ondas ggantes no 23o Batalhão, na Av. Bartolomeu Mitre, no Leblon.
NA SUA CIDADE
Se em sua cidade Não houver ponto de recolhimento, CRIE UM!
SITES
http://www.waveofdestruction.org
www.thehungersite.com
http://oglobo.globo.com/online/mundo/148054540.asp
TELEFONE
0800-20-2000
Nota da Embaixada do Sri Lanka
Aos cidadãos brasileiros,
Conforme noticiado pela mídia sobre o terremoto ocorrido no dia 25 de dezembro no Oceano Índico, que produziu ondas de grandes proporções e que atingiram 8 países do Sudeste Asiático, entre eles o Sri Lanka, comunicamos que o nosso país se encontra em situação de calamidade pública nacional devido aos danos causados por tal catástrofe.
O número de mortos já é superior a 24.000 pessoas e 1.000.000 de desabrigados; hospitais encontram-se superlotados; faltam medicamentos e material hospitalar; falta água potável; linhas telefônicas foram danificadas; navios da marinha foram comprometidos; acredita-se que, dentre os países atingidos, o Sri Lanka será o mais afetado economicamente.
Assim sendo, estamos em busca de ajuda e qualquer tipo de apoio que possa atenuar o sofrimento de nossos irmãos cingaleses. O auxílio poderá ser feito mediante as seguintes ações:
* Doação em dinheiro: Banco do Brasil, agência 1606-3, Conta Corrente nº 46034-6 - CNPJ: 047.66273/0001-00 - Embaixada do Sri Lanka
* Fornecimento de suprimentos e materiais, tais como:
- barracas, cobertores e lençóis;
- alimentos não perecíveis;
- tabletes purificadores de água (aproximadamente 2 milhões);
- farinha de trigo e arroz;
- medicamentos (paracetamol, antibióticos, roupas, material de sutura e seringas descartáveis);
- infusões intravenosas;
- geradores portáveis
A entrega de donativos poderá ser feita nos seguintes endereços:
* Rio de Janeiro: Todos os batalhões da Polícia Militar do Estado; Quartéis do Corpo de Bombeiros
* Outros Estados: Estamos mantendo contato com o governo de outros Estados e o Governo Federal para que possa ser disponibilizado auxilio para coleta, armazenagem e transporte dos donativos para o Sri Lanka. Portanto, pedimos que acesse este site em outra oportunidade para sejam verificados os novos locais de entrega.
Em nome do povo cingalês, agradecemos antecipadamente a atenção e solidariedade dispensadas.
Atenciosamente,
Sohaku Bastos
Cônsul
(informações retiradas da comunidade Ásia Solidariedade do Orkut em http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1035880)
2.1.05
Convocação geral aos pessimistas
(Tom Zé)
Talvez não seja o oitavo, mas o pessimismo é um pecado. Oh, me perdoem esta segregação: sabendo que o verdadeiro democrata tem de transigir com todas as tendências e opiniões, mostrarei, aqui mesmo, como tento compreender os mais arrebatados pessimistas.
E olhe que vejo tudo azul. Acho até que a melhor coisa do dois-mil-e-cinquismo é ser dois-mil-e-cinquista.
Mas isso é quase um quebra-língua e para evitar essa palavra enorme vamos siglá-la - do verbo siglar, que vem do burocratês sigla, substantivo feminino.
Siglada, fica demilecim, que em pratos sujos quer dizer ''dê-me o sim''. Em seu estado cartomântico pleno será:
Dê-me o sim, 2005 - com um anjo de cada lado, pendurado no Cidade alerta.
Esse excesso de ótimo receberá imediato repúdio. Primeiro, alegarão que a expressão ''pratos sujos'' não é correta e pode pôr a perder toda a tese. O próprio PNP, Plantão Nacional do Pessimismo, há de clamar: ''Sujos?! Como, sujos, se não sabemos nem se haverá pratos?''
E continuarão: ''Os dois-mil-e-cinquistas - quer dizer, os demilecins - ou seja, Dê-me o sim, 2005, como eles querem - o fato é que esses irresponsáveis dois-seja-lá-o-que-for bem poderiam ser mais modestos em suas previsões e pelo menos prenunciar 'pratos limpos', que além de ser a expressão mais cotidianamente usada não assume o compromisso anti-higiênico de ir sujando pratos de antemão.''
Pode surgir uma pergunta inquietante: ''Sujar os pratos de quê?'' ou outra, ainda mais comprometedora: ''Sujá-los com quê?'' Pois considere-se que o ''de quê'' pode ainda ser considerado platônico, comparado ao escatológico ''com quê''.
O que nos leva numa direção ainda mais arriscada, ao perigo iminente de surgir o boato subversivo - vade retro, Satanás! - de que os pratos serão sujos de comida!!! Vejam bem: CO-MI-DA!, essa praga que no Sul e Sudeste do País já vitimou 40,6% da população brasileira com o mal chamado obesidade. O que pode incentivar esse governo irresponsável a continuar ameaçando com a citada obesidade a já maltratada e pobre população sofredora do Nordeste brasileiro.
Embutido nesta ameaça está o risco da solidariedade. E se isso pega? Que será de criminosos como Bush, Blair e sua guerra no Iraque?
Retirado daqui
(Tom Zé)
Talvez não seja o oitavo, mas o pessimismo é um pecado. Oh, me perdoem esta segregação: sabendo que o verdadeiro democrata tem de transigir com todas as tendências e opiniões, mostrarei, aqui mesmo, como tento compreender os mais arrebatados pessimistas.
E olhe que vejo tudo azul. Acho até que a melhor coisa do dois-mil-e-cinquismo é ser dois-mil-e-cinquista.
Mas isso é quase um quebra-língua e para evitar essa palavra enorme vamos siglá-la - do verbo siglar, que vem do burocratês sigla, substantivo feminino.
Siglada, fica demilecim, que em pratos sujos quer dizer ''dê-me o sim''. Em seu estado cartomântico pleno será:
Dê-me o sim, 2005 - com um anjo de cada lado, pendurado no Cidade alerta.
Esse excesso de ótimo receberá imediato repúdio. Primeiro, alegarão que a expressão ''pratos sujos'' não é correta e pode pôr a perder toda a tese. O próprio PNP, Plantão Nacional do Pessimismo, há de clamar: ''Sujos?! Como, sujos, se não sabemos nem se haverá pratos?''
E continuarão: ''Os dois-mil-e-cinquistas - quer dizer, os demilecins - ou seja, Dê-me o sim, 2005, como eles querem - o fato é que esses irresponsáveis dois-seja-lá-o-que-for bem poderiam ser mais modestos em suas previsões e pelo menos prenunciar 'pratos limpos', que além de ser a expressão mais cotidianamente usada não assume o compromisso anti-higiênico de ir sujando pratos de antemão.''
Pode surgir uma pergunta inquietante: ''Sujar os pratos de quê?'' ou outra, ainda mais comprometedora: ''Sujá-los com quê?'' Pois considere-se que o ''de quê'' pode ainda ser considerado platônico, comparado ao escatológico ''com quê''.
O que nos leva numa direção ainda mais arriscada, ao perigo iminente de surgir o boato subversivo - vade retro, Satanás! - de que os pratos serão sujos de comida!!! Vejam bem: CO-MI-DA!, essa praga que no Sul e Sudeste do País já vitimou 40,6% da população brasileira com o mal chamado obesidade. O que pode incentivar esse governo irresponsável a continuar ameaçando com a citada obesidade a já maltratada e pobre população sofredora do Nordeste brasileiro.
Embutido nesta ameaça está o risco da solidariedade. E se isso pega? Que será de criminosos como Bush, Blair e sua guerra no Iraque?
Retirado daqui
21.12.04
Você é "E sua mãe também" de Alfonso Cuaron. Você é imaturo e despretencioso. Mas consegue se divertir e como!!
Faça você também Que bom filme é você? Uma criação de
20.12.04
Recebido por e-mail:
Não é ficar jovem que leva tempo....
Data:15/09/2004
E não é ficar jovem que leva tempo, permanecer jovem é mais importante, e dá um trabalhinho legal:
1. Não pensar conforme a sua idade cronológica, e sim como se tivesse a metade.
2. Viver como se tivesse só a metade da idade.
3. Não se vestir como velho.
4. Conviver com jovens, barulhentos, comunicativos, aventureiros, arteiros.
5. Usar da criatividade, em tudo.
6. Estar sempre em busca de coisas novas.
7. Procurar aventuras de viver, e a ventura de viver.
8. Não reclamar das coisas, antes aprender a observar e agir no momento certo.
9. Treinar a memória com diversidade de assuntos.
10. Estar antenado com o futuro e se manter em contato com ele. Como: internet, pacote Office, Excel, Word, PowerPoint,Access, e outros programas mais.
11. Se ele faz eu posso. Veja que os homens mais famosos da humanidade fizeram suas melhores coisas depois dos 40 e aos 85, 90, etc. Sócrates, Platão, etc. Veja na revista de surf um jovenzinho de 70 anos praticando kitesurf, surfando no ar, com balão puxado por lancha a motor disse que queria aprender essas coisas antes de ficar velho...
12. Ter comunhão com Deus e as coisas da Natureza, orar e agradecer os bens que se recebe.
13- Eliminar pensamentos negativos, evite pensar em doenças, em coisas ruins, evite em falar mal das pessoas em geral, e pare com a mania de dizer: NO MEU TEMPO, era diferente. Não existe seu tempo. seu tempo é hoje, o que já se fez, JÁ SE FEZ. Hoje é um novo dia, que Deus te deu para viver. Faça o seu melhor possível, e procure ajudar os outros, conversar com alguém, e andar mais um quilometro do que o de ontem. Seja jovem, seja saudável, não importune os outros, mas seja você mesmo.Seja autêntico.
14. Vista-se de jeans, camiseta bem colorida, tênis, ou botinas, boné, pochete na cintura, mochila nas costas, e vá andar, se divertir, pois tempo você tem... Temos o nosso lado ruim, dolorido, dificuldades mil, mas... quem não tem? superar é dom que Deus te dá. Seja crente. E viva com fé.
15. A cada dia você não tem mais idade, e sim tem mais experiência e está mais perto da casa de Deus, junto com Ele, Amém.
José Aloisio V. Décourt
Não é ficar jovem que leva tempo....
Data:15/09/2004
E não é ficar jovem que leva tempo, permanecer jovem é mais importante, e dá um trabalhinho legal:
1. Não pensar conforme a sua idade cronológica, e sim como se tivesse a metade.
2. Viver como se tivesse só a metade da idade.
3. Não se vestir como velho.
4. Conviver com jovens, barulhentos, comunicativos, aventureiros, arteiros.
5. Usar da criatividade, em tudo.
6. Estar sempre em busca de coisas novas.
7. Procurar aventuras de viver, e a ventura de viver.
8. Não reclamar das coisas, antes aprender a observar e agir no momento certo.
9. Treinar a memória com diversidade de assuntos.
10. Estar antenado com o futuro e se manter em contato com ele. Como: internet, pacote Office, Excel, Word, PowerPoint,Access, e outros programas mais.
11. Se ele faz eu posso. Veja que os homens mais famosos da humanidade fizeram suas melhores coisas depois dos 40 e aos 85, 90, etc. Sócrates, Platão, etc. Veja na revista de surf um jovenzinho de 70 anos praticando kitesurf, surfando no ar, com balão puxado por lancha a motor disse que queria aprender essas coisas antes de ficar velho...
12. Ter comunhão com Deus e as coisas da Natureza, orar e agradecer os bens que se recebe.
13- Eliminar pensamentos negativos, evite pensar em doenças, em coisas ruins, evite em falar mal das pessoas em geral, e pare com a mania de dizer: NO MEU TEMPO, era diferente. Não existe seu tempo. seu tempo é hoje, o que já se fez, JÁ SE FEZ. Hoje é um novo dia, que Deus te deu para viver. Faça o seu melhor possível, e procure ajudar os outros, conversar com alguém, e andar mais um quilometro do que o de ontem. Seja jovem, seja saudável, não importune os outros, mas seja você mesmo.Seja autêntico.
14. Vista-se de jeans, camiseta bem colorida, tênis, ou botinas, boné, pochete na cintura, mochila nas costas, e vá andar, se divertir, pois tempo você tem... Temos o nosso lado ruim, dolorido, dificuldades mil, mas... quem não tem? superar é dom que Deus te dá. Seja crente. E viva com fé.
15. A cada dia você não tem mais idade, e sim tem mais experiência e está mais perto da casa de Deus, junto com Ele, Amém.
José Aloisio V. Décourt
14.12.04
Não importa o quanto eu planeje, me organize, antecipe. Quando chega dezembro tudo se atropela, precipita, embola. São tarefas, presentes, confraternizações de última hora. É trabalho, vida social, convivência familiar tudo ao mesmo tempo agora. Até a pintura de uma infiltração que o condomínio me devia desde fevereiro, teve que acontecer justamente esta semana. E imagina se foi naquele cantinho entulhado de estantes com livros e bibelôs que dão um trabalhão para remover e outra epopéia para por tudo no lugar... E adivinha se o arremate do trabalho que era pra hoje foi feito... Não! A vida um caos, a sala um caos! Quer mais? Criança com bronquite. Sim, nada combina mais com cheiro de tinta... É pouco? Parece que estou tendo outra crise provocada pela deficiência de convergência, com mais enjôo que nunca. Nada combina mais com enjôo que cheiro de tinta...
E a cabeça não pára porque o que estava planejado para 2004 não aconteceu por contingência, falta de parceria - já que era algo difícil de se fazer sozinha - e, para falar a verdade, pouco empenho de minha parte. Isso significa que estou oficialmente encerrando este ciclo da minha vida e seguindo adiante, retomando minha história a partir do ponto em que ela foi cortada. Muitas vezes tenho a nítida impressão de que sou uma espécie de Persófone. O novo ano será o momento em que volto à superfície.
Este final de ano estou canalizando a expectativa de Natal toda na visão infantil do moleque. Por mim, arranjaria uma estrutura bem menor. Mas lembro como era bom uma Noite Feliz quando tinha a idade dele. Não que não continue me emocionando com a data. Só estou estabelecendo outras prioridades. Sei, entretanto, que em pouco tempo, essas noites de Natal, cheia de arrulhos de criança serão apenas saudades. Então, mesmo com todo cansaço e mal-estar, vamos a ele.
Estou soando mal-humorada? É que ontem tive que enfrentar supermercado. Isso sempre me drena. Mas daqui a pouco vou estar melhor. Só queria poder tomar um Dramine e dormir, até o enjôo passar...
E a cabeça não pára porque o que estava planejado para 2004 não aconteceu por contingência, falta de parceria - já que era algo difícil de se fazer sozinha - e, para falar a verdade, pouco empenho de minha parte. Isso significa que estou oficialmente encerrando este ciclo da minha vida e seguindo adiante, retomando minha história a partir do ponto em que ela foi cortada. Muitas vezes tenho a nítida impressão de que sou uma espécie de Persófone. O novo ano será o momento em que volto à superfície.
Este final de ano estou canalizando a expectativa de Natal toda na visão infantil do moleque. Por mim, arranjaria uma estrutura bem menor. Mas lembro como era bom uma Noite Feliz quando tinha a idade dele. Não que não continue me emocionando com a data. Só estou estabelecendo outras prioridades. Sei, entretanto, que em pouco tempo, essas noites de Natal, cheia de arrulhos de criança serão apenas saudades. Então, mesmo com todo cansaço e mal-estar, vamos a ele.
Estou soando mal-humorada? É que ontem tive que enfrentar supermercado. Isso sempre me drena. Mas daqui a pouco vou estar melhor. Só queria poder tomar um Dramine e dormir, até o enjôo passar...
11.12.04
Presentes de Natal pra mim 3 - CD
Fclg
Funk Como Le Gusta
Lenine Incité
Lenine
Essa Boneca Tem Manual
Vanessa da Matta
Vagabundo
Ney Matogrosso e Pedro Luis e a Parede
A Vida Me Fez Assim
Teresa Cristina e Grupo Semente
Milagreiro
Djavan
Meu Tempo É Hoje
Paulinho da Viola
Vander Lee
Vander Lee
IaiáMonica Salmaso
Show
Ná Ozzetti
Baiana da Gema
Simone
Funk Como Le Gusta
Lenine Incité
Lenine
Essa Boneca Tem Manual
Vanessa da Matta
Vagabundo
Ney Matogrosso e Pedro Luis e a Parede
A Vida Me Fez Assim
Teresa Cristina e Grupo Semente
Milagreiro
Djavan
Meu Tempo É Hoje
Paulinho da Viola
Vander Lee
Vander Lee
IaiáMonica Salmaso
Ná Ozzetti
Simone
10.12.04
9.12.04
Fui convidada para o evento pelo pessoal da Putumayo e nossa roda de conversa foi animada por pessoal quentíssimo do meio cultural e mais um monte de gente fina, elegante e sincera que tenho a honra de ter no meu círculo de amizade. A festa bombou e eu conto pra você como foi.
Ontem fui à inauguração de uma loja no Rio Design Barra. Como você deve saber, aquele shopping era dedicado, praticamente de forma exclusiva, à decoração. A louvável exceção ficava por conta da gastronomia e da cultura, representada por salas de cinema com seleção primorosa e uma livraria de tirar qualquer amante de livros do sério, ruindo com orçamentos. Sempre foi um dos meus favoritos, além dos motivos citados, por sua bela arquitetura e corredores vazios. Tem maior diferencial que esse em pleno mês de dezembro? Pois agora, e já isso deve ser também do seu conhecimento, o lugar está passando por uma reformulação em seu mix de lojas. Muitas grifes de roupas estão instalando novos pontos de venda por lá.
Gosto de uma boa badalação. Observar pessoas é um hobby para mim. É prazer ver e ouvir não apenas seus comportamentos e suas histórias - cacoete de uma escritora latente (e, temo, sem talento) -, mas também seu habitat, suas penas, pêlos e peles, sua organização social, seus hábitos alimentares e de acasalamento. A festa da Totem foi um prato cheio.
As fotografias expostas eram lindas, assim como as modelos que circularam por lá. Só ainda não cheguei ao ponto de distinguir uma da outra e conhecê-las pelos nomes. Os drinks e acepipes eram gostosos como os gatos. A coleção verão 2005 deles é um caso de sério de amor à primeira vista. Dá vontade de comprar tudo, pôr na mochila e seguir pelo nosso litoral, relaxando e curtindo, parando em tudo quanto é cidade até acabar o mapa do Brasil... Ah, se eu pudesse, se meu dinheiro desse... Bom, o deputado mosca-de-padaria da novela das oito apareceu com sua bela esposa, cujo corpo sequer sugere que recentemente deu um bebê à luz. Tinha também aquela loirinha espevitada que, literalmente e não, batia (ainda bate?) um bolão e adora um par de chuteiras. Vi também uma outra loira esportista e fiquei pasma porque ela não é tão grande quanto eu pensava. Pelo menos é bem mais baixa que eu.
E música da Putumayo, que agora tem também na Totem.
Ontem fui à inauguração de uma loja no Rio Design Barra. Como você deve saber, aquele shopping era dedicado, praticamente de forma exclusiva, à decoração. A louvável exceção ficava por conta da gastronomia e da cultura, representada por salas de cinema com seleção primorosa e uma livraria de tirar qualquer amante de livros do sério, ruindo com orçamentos. Sempre foi um dos meus favoritos, além dos motivos citados, por sua bela arquitetura e corredores vazios. Tem maior diferencial que esse em pleno mês de dezembro? Pois agora, e já isso deve ser também do seu conhecimento, o lugar está passando por uma reformulação em seu mix de lojas. Muitas grifes de roupas estão instalando novos pontos de venda por lá.
Gosto de uma boa badalação. Observar pessoas é um hobby para mim. É prazer ver e ouvir não apenas seus comportamentos e suas histórias - cacoete de uma escritora latente (e, temo, sem talento) -, mas também seu habitat, suas penas, pêlos e peles, sua organização social, seus hábitos alimentares e de acasalamento. A festa da Totem foi um prato cheio.
As fotografias expostas eram lindas, assim como as modelos que circularam por lá. Só ainda não cheguei ao ponto de distinguir uma da outra e conhecê-las pelos nomes. Os drinks e acepipes eram gostosos como os gatos. A coleção verão 2005 deles é um caso de sério de amor à primeira vista. Dá vontade de comprar tudo, pôr na mochila e seguir pelo nosso litoral, relaxando e curtindo, parando em tudo quanto é cidade até acabar o mapa do Brasil... Ah, se eu pudesse, se meu dinheiro desse... Bom, o deputado mosca-de-padaria da novela das oito apareceu com sua bela esposa, cujo corpo sequer sugere que recentemente deu um bebê à luz. Tinha também aquela loirinha espevitada que, literalmente e não, batia (ainda bate?) um bolão e adora um par de chuteiras. Vi também uma outra loira esportista e fiquei pasma porque ela não é tão grande quanto eu pensava. Pelo menos é bem mais baixa que eu.
E música da Putumayo, que agora tem também na Totem.
Estou adorando começar a receber votos de um feliz Natal e boas energias para o Ano Novo, acompanhados de cartõezinhos, beijos e abraços. Para mim é o que basta para sentir que as pessoas me querem bem.
Contudo, entretanto, todavia, suponhamos que entre tantos compromissos e sustos que a economia nacional nos pregou neste ano que está terminando, tenha sobrado algum por aí e você esteja querendo demonstrar seu afeto de uma forma, digamos, mais material. Vou ficar muito contente com sua lembrança e o seu gesto de carinho me oferecendo o que quer que seja que você tenha achado que era a minha cara.
Mas sei que entre aqueles que adoram me presentear tem uma turminha que sempre fica na dúvida, entra naquela trip de jogar verde pra ver se colhe maduro, fica com receio de não agrada, enfim, bobagem. Só que esse ano resolvi facilitar a vida dessa gente querida e aproveitar o espaço do blog para divulgar o que ando paquerando pelas vitrines. Resolvi colocar bastante coisa para se ter bastante opção de escolha.
Então, aí vai a primeira parte:
SUGESTÕES DE PRESENTES PARA MIM 1 - LIVROS
Preconceito Lingüístico: O que é, como se faz
Marcos Bagno
Editora Loyola
Os 4 compromissos
Don Miguel Ruiz
Editora Best Seller
Explicando Filosofia com Arte
Charles Feitosa
Ediouro
O Santo Graal e a Linhagem Sagrada
Michael Baigent
Nova Fronteira
A Louca da Casa
Rosa Montero
Chic(érrimo)
Glória Kalil
Códex
ATUALIZAÇÃO
Anjos e Demônios
Dan Brown
Sextante
Pensar é Transgredir
Lya Luft
Record
O Opositor
Luis Fernando Veríssimo
Objetiva
Por Trás do Véu de Ísis
Marcel Souto Maior
Planeta
Contudo, entretanto, todavia, suponhamos que entre tantos compromissos e sustos que a economia nacional nos pregou neste ano que está terminando, tenha sobrado algum por aí e você esteja querendo demonstrar seu afeto de uma forma, digamos, mais material. Vou ficar muito contente com sua lembrança e o seu gesto de carinho me oferecendo o que quer que seja que você tenha achado que era a minha cara.
Mas sei que entre aqueles que adoram me presentear tem uma turminha que sempre fica na dúvida, entra naquela trip de jogar verde pra ver se colhe maduro, fica com receio de não agrada, enfim, bobagem. Só que esse ano resolvi facilitar a vida dessa gente querida e aproveitar o espaço do blog para divulgar o que ando paquerando pelas vitrines. Resolvi colocar bastante coisa para se ter bastante opção de escolha.
Então, aí vai a primeira parte:
SUGESTÕES DE PRESENTES PARA MIM 1 - LIVROS
Preconceito Lingüístico: O que é, como se faz
Marcos Bagno
Editora Loyola
Os 4 compromissos
Don Miguel Ruiz
Editora Best Seller
Explicando Filosofia com Arte
Charles Feitosa
Ediouro
O Santo Graal e a Linhagem Sagrada
Michael Baigent
Nova Fronteira
A Louca da Casa
Rosa Montero
Glória Kalil
Códex
ATUALIZAÇÃO
Anjos e Demônios
Dan Brown
Sextante
Pensar é Transgredir
Lya Luft
Record
O Opositor
Luis Fernando Veríssimo
Objetiva
Marcel Souto Maior
Planeta
6.12.04
Eu sempre soube que era uma fumante do pior tipo, a safada, porque sempre consegui parar por longos períodos sem nem lembrar da existência do dito cujo e, de repente, voltava por não ter onde colocar as mãos numa festa ou por estar meio sem ter o que fazer numa noite de domingo. Para mim, excetuando a voracidade do apetite, especialemnte nos primeiros tempos, não foi tão difícil parar de vez. Pelo menos, é mais complicado ver filmes sem comer pipoca ou ir a Bahia sem devorar no mínimo um acarajé por dia :-) Embora não goste de cutucar a onça com vara curta e por isso evito ambientes de jogatina, parece que não tenho o perfil compulsivo mesmo, mas ainda penso que o melhor jeito de parar de fumar é o susto (incluíndo a decisão súbita e o método pá-pum).
Quanto à comida, é simples: adoro comer. Mas, como antes dos, digamos 25 anos, podia comer tudo e na quantidade que quisesse, desenvolvi hábitos grandiosos. Nunca fui de confeitar alimentos com problemas, substituindo sexo por brigadeiros ou afeto por quindim, mas se é hora de comer, comer. O fato de ter uma irmã e avó diabéticas em casa, também restringiram o desenvolvimento do gosto pelo doce. Não que eu não saiba dar o valor merecido a uma barra de chocolate, mas doce na sobremesa, por exemplo, é coisa que só lembro que existe quando tenho companhi para as refeições.
Agora estou tendo que me reeducar alimentarmente, não só porque comer demais, para quem já passou um pouquinho da adolescência, engorda, mas porque me causa desconfortos. Antes, eu comia um boi no almoço e já estava com fome na hora do jantar para encarar uma boa pizza. Conseqüências? Nenhuma. Meu pai costumava dizer que eu não "agradecia" ao que comia. Hoje, se exagero em uma das refeições, não sinto fome no horário da seguinte (além de uma horrível sensação de peso na região abdominal). Isso quer dizer que o metabolismo está mais lento e que já não preciso de tanto.
A grande questão é que comer faz parte da vida social. Mudar o que como também significa mudar o tipo de atividades sociais em que me engajo e, talvez futuramente, os lugares que freqüênto, por exemplo.
Entretanto, segundo as recomendações da Ayurveda , meu mais novo foco de interesse, a gente deve comer apenas 3/4 do que acha que precisa. E se sentir sonolência e cansaço depois das refeições, é sinal de que comeu demais.
Hoje é segunda-feira, dia mundial do início das dietas. Estou substituindo café por chá de hortelã e todo tipo de carne por apenas frango e peru, entre outras dicas para harmonizar os elementos no meu organismo. Não parece uma coisa tão complicada assim, mas fico pensando o que vai ser das minhas noites de sexta e sábado já sem pito, agora sem gororoba nem goró.
Quanto à comida, é simples: adoro comer. Mas, como antes dos, digamos 25 anos, podia comer tudo e na quantidade que quisesse, desenvolvi hábitos grandiosos. Nunca fui de confeitar alimentos com problemas, substituindo sexo por brigadeiros ou afeto por quindim, mas se é hora de comer, comer. O fato de ter uma irmã e avó diabéticas em casa, também restringiram o desenvolvimento do gosto pelo doce. Não que eu não saiba dar o valor merecido a uma barra de chocolate, mas doce na sobremesa, por exemplo, é coisa que só lembro que existe quando tenho companhi para as refeições.
Agora estou tendo que me reeducar alimentarmente, não só porque comer demais, para quem já passou um pouquinho da adolescência, engorda, mas porque me causa desconfortos. Antes, eu comia um boi no almoço e já estava com fome na hora do jantar para encarar uma boa pizza. Conseqüências? Nenhuma. Meu pai costumava dizer que eu não "agradecia" ao que comia. Hoje, se exagero em uma das refeições, não sinto fome no horário da seguinte (além de uma horrível sensação de peso na região abdominal). Isso quer dizer que o metabolismo está mais lento e que já não preciso de tanto.
A grande questão é que comer faz parte da vida social. Mudar o que como também significa mudar o tipo de atividades sociais em que me engajo e, talvez futuramente, os lugares que freqüênto, por exemplo.
Entretanto, segundo as recomendações da Ayurveda , meu mais novo foco de interesse, a gente deve comer apenas 3/4 do que acha que precisa. E se sentir sonolência e cansaço depois das refeições, é sinal de que comeu demais.
Hoje é segunda-feira, dia mundial do início das dietas. Estou substituindo café por chá de hortelã e todo tipo de carne por apenas frango e peru, entre outras dicas para harmonizar os elementos no meu organismo. Não parece uma coisa tão complicada assim, mas fico pensando o que vai ser das minhas noites de sexta e sábado já sem pito, agora sem gororoba nem goró.
Nem deu tempo de sentir saudade, né? Cá estou, firme, forte e com uma disposição daquelas. Foi muito bom participar de um momento especial na vida de amigos queridos, estando presente em seu casamento e Deus sabe como eu precisava de uns dias fora, longe do barulho das britadeiras e outras coisinhas chatinhas.
Aproveitei bastante sim. Nada como estar cercada por pessoas do bem, num lugar lindo. Muita coisa para colocar em dia, mas vocês já sabem como eu sou, aos poucos tomo pé da situação. Como sempre na volta dessas fugidas, estou crioula de pele (exagerada!), loura de cabelo (mais exagerada ainda!!!!!) e com um bom humor insuportável.
Ah, o casamento foi em Imbassaí, no meio do bosque de uma pousada, com areia da praia aos nossos pés, uma cerimônia singela e muito, muito emocionante e verdadeira. Também passei alguns dias em Salvador, antes e depois, curtindo a cidade para onde quase já me mudei um par de vezes. Tem alguma coisa ali que me chama e prende e voltar é sempre uma batalha entre a saudade das coisas daqui e a atração das coisas de lá. Aquilo é um perigo.
As fotos vão aparecendo aos poucos.
Aproveitei bastante sim. Nada como estar cercada por pessoas do bem, num lugar lindo. Muita coisa para colocar em dia, mas vocês já sabem como eu sou, aos poucos tomo pé da situação. Como sempre na volta dessas fugidas, estou crioula de pele (exagerada!), loura de cabelo (mais exagerada ainda!!!!!) e com um bom humor insuportável.
Ah, o casamento foi em Imbassaí, no meio do bosque de uma pousada, com areia da praia aos nossos pés, uma cerimônia singela e muito, muito emocionante e verdadeira. Também passei alguns dias em Salvador, antes e depois, curtindo a cidade para onde quase já me mudei um par de vezes. Tem alguma coisa ali que me chama e prende e voltar é sempre uma batalha entre a saudade das coisas daqui e a atração das coisas de lá. Aquilo é um perigo.
As fotos vão aparecendo aos poucos.
Bom, o silêncio foi por conta de um pulinho rápido à Bahia, mas já conto sobre isso logo. Não fui sem antes dar um abraço na Letti no lançamento do seu livro.
E foi engraçado ler no aeroporto na ida duas crônicas falando do Melodia e dar de cara com ele assim que levantei os olhos. É uma pena que minha timidez resolva atacar justo nessas horas. Não seria o máximo presentear minha amiga com uma foto do seu ídolo segurando sua obra? A idéia me veio na hora, mas cadê perna pra isso?
O livro é maravilhoso e claro que todos vocês já sabem porque também já estão com seus exemplares e já leram tudo, né? Por aqui até o Pedro já leu e colocou suas impressões por lá. Muito boa a idéia de ter o melhor desse blog tão benquisto em papel para sempre (e com dedicatória, ora!).
E foi engraçado ler no aeroporto na ida duas crônicas falando do Melodia e dar de cara com ele assim que levantei os olhos. É uma pena que minha timidez resolva atacar justo nessas horas. Não seria o máximo presentear minha amiga com uma foto do seu ídolo segurando sua obra? A idéia me veio na hora, mas cadê perna pra isso?
O livro é maravilhoso e claro que todos vocês já sabem porque também já estão com seus exemplares e já leram tudo, né? Por aqui até o Pedro já leu e colocou suas impressões por lá. Muito boa a idéia de ter o melhor desse blog tão benquisto em papel para sempre (e com dedicatória, ora!).
23.11.04
FLOR SAGRADA
A flor de lótus é nativa do sudeste da Ásia. Encontrada principalmente no Japão, nas Filipinas e na Índia, simboliza a pureza porque, apesar de nascer em águas lodosas, permanece intacta devido à sua textura impermeável. Quando sai do lodo, entra em contato com o sol, a flor de lótus se abre. Isto significa que ela vem das profundezas da ignorância, da sujeira, e desabrocha ao ser tocada pela luz do conhecimento, a luz divina da estrela sol. Este encontro representa ascenção e integração espiritual, onde o ser individual e o ser superior são apenas um. Desta forma, também ocorre a libertação, porque a dualidade e o sentimento de se estar preso ao próprio corpo são anulados quando se estabelece uma ligação com o sagrado. Não é à toa que o sétimo chacra (o espiritual), localizado no topo da cabeça, é simbolizado por uma lótus de mil pétalas.
(texto de Anna Clara Peltier na Revista Vida em 31 de janeiro de 2004)
"Estamos todos condenados à liberdade."
(Jean-Paul Sartre)
"A inveja é como o sapo: tem olho grande e vive na lama."
(Adesivo de carro)
(texto de Anna Clara Peltier na Revista Vida em 31 de janeiro de 2004)
"Estamos todos condenados à liberdade."
(Jean-Paul Sartre)
"A inveja é como o sapo: tem olho grande e vive na lama."
(Adesivo de carro)
22.11.04
O cheiro marcante que caracteriza a arruda provém do óleo natural contido na planta, que sempre foi usada por árabes como aromatizante de vinhos e condimentos. No entanto, é preciso cuidado: se ingerida em grande quantidade, a arruda pode ser venenosa, irritando o estômago, o duodeno e o útero.
Muito usada no Brasil, a planta chegou a nossa terra através dos escravos africanos e até hoje faz parte da sabedoria popular o uso de um galhinho de arruda contra inveja e olho gordo.
(texto de Rafael Martí publicado na Revista Vida em 13 de novembro de 2004)
20.11.04
19.11.04
18.11.04
Três velhinhas se reúnem para o chá da tarde:
- Estou mal! Ontem fiquei com a vassoura na mão, sem lembrar se já tinha varrido, diz uma.
- Eu me vi de camisola, na cama. Não sabia se tinha acordado ou se ia dormir!, conta outra.
- Deus me livre de ficar assim, fala a terceira, dando três batidinhas na mesa: toc-toc-toc.
Olha para as outras e emenda:
- Esperem um pouco que eu já volto. Tem gente batendo na porta!
- Estou mal! Ontem fiquei com a vassoura na mão, sem lembrar se já tinha varrido, diz uma.
- Eu me vi de camisola, na cama. Não sabia se tinha acordado ou se ia dormir!, conta outra.
- Deus me livre de ficar assim, fala a terceira, dando três batidinhas na mesa: toc-toc-toc.
Olha para as outras e emenda:
- Esperem um pouco que eu já volto. Tem gente batendo na porta!
17.11.04
Mensagem recebida por e-mail:
"Gostaria de divulgar que os correios abrem as cartinhas que as crianças mandam para o papai noel e tentam atender aos pedidos.
Inicialmente, é feita uma triagem das cartas para atender as comunidades mais pobres, creches, orfanatos etc.
Quem quiser e puder ajudar, pode ir no correio e ler as cartinhas, escolhendo aquela com que mais se identificar.
Mas já aviso: haja coração! o que tem de criança pedindo comida, emprego para a mãe, caderno para estudar etc, é duro... uma das que apadrinhadas pediu um colchão para dormir... é triste, né?
É claro que tem muito pedido de bicicleta, barbie, poli, video-game.
- Esses sonhos de qualquer criança - enfim - tem pedido para todo gosto e bolso!
Depois que comprar o presente, basta entregar no próprio correio, que eles se encarregam da entrega.
Se alguém preferir, não precisa apadrinhar uma carta específica. Pode doar o que quiser, que o pessoal do correio seleciona para quem mandar."
Site:
http://www.correios.com.br/institucional/conheca_correios/acoes_cidadania/papai_noel.cfm
Recebido por e-mail:
SEGREDOS DO MAR
Quando chega o verão, nós, humanos, nos sentimos atraídos pelo mar.
Multidões se reúnem nas praias buscando um contacto com as ondas do mar que nos proporcionam prazer e descanso. Porém, o caminhar do ser humano deixa sua trilha fatal nas areias da praia. Milhões de sacolas de nylon e plásticos de todo o tipo são largados na costa e o vento e as marés se encarregam de arrastá-los para o mar.
Uma bolsa de nylon pode navegar várias dezenas de anos sem se degradar. As tartarugas marinhas confundem-nas com as medusas e as comem, afogando-se na tentativa de engoli-las. Milhares de golfinhos também se confundem e morrem afogados.
Eles não têm capacidade para reconhecer os lixos dos humanos, simplesmente, se confundem, até porque, "tudo o que flutua no mar se come".
A tampa plástica de uma garrafa, de maior consistência do que a sacola plástica, pode permanecer inalterada, navegando nas águas do mar por mais de um século.
Dr. James Ludwing, que estava estudando a vida do albatroz na ilha de Midway, no Pacífico, a muitas milhas dos centros povoados, fez uma descoberta espantosa. Quando começou a recolher o conteúdo do estômago de oito filhotes de albatrozes mortos, encontrou: 42 tampinhas plásticas de garrafa, 18 acendedores e restos flutuantes que, em sua maioria, eram pequenos pedaços de plástico. Esses filhotes haviam sido alimentados por seus pais que não conseguiram fazer a distinção dos desperdícios no
momento de escolher o alimento.
A próxima vez em que Você for à sua praia preferida, talvez encontre na areia lixo que outra pessoa ali deixou.
Não foi lixo deixado por Você, porém, é SUA PRAIA, é o SEU MAR, é o SEU MUNDO e Você deve fazer algo por eles.
Muitos pais jogam com seus filhos o jogo de: "vamos ver quem consegue juntar a maior quantidade de plásticos?" como forma de uma inesquecível lição de ecologia.
Outros, em silêncio, recolhem um plástico abandonado e levam-no para suas casas, com restos do mar. Você os verá passarem sorridentes, sabendo que salvaram um golfinho.
"Não se pode defender o que não se ama e não se pode amar o que não se conhece".
Ajude-nos a difundir essa mensagem.
SEGREDOS DO MAR
Quando chega o verão, nós, humanos, nos sentimos atraídos pelo mar.
Multidões se reúnem nas praias buscando um contacto com as ondas do mar que nos proporcionam prazer e descanso. Porém, o caminhar do ser humano deixa sua trilha fatal nas areias da praia. Milhões de sacolas de nylon e plásticos de todo o tipo são largados na costa e o vento e as marés se encarregam de arrastá-los para o mar.
Uma bolsa de nylon pode navegar várias dezenas de anos sem se degradar. As tartarugas marinhas confundem-nas com as medusas e as comem, afogando-se na tentativa de engoli-las. Milhares de golfinhos também se confundem e morrem afogados.
Eles não têm capacidade para reconhecer os lixos dos humanos, simplesmente, se confundem, até porque, "tudo o que flutua no mar se come".
A tampa plástica de uma garrafa, de maior consistência do que a sacola plástica, pode permanecer inalterada, navegando nas águas do mar por mais de um século.
Dr. James Ludwing, que estava estudando a vida do albatroz na ilha de Midway, no Pacífico, a muitas milhas dos centros povoados, fez uma descoberta espantosa. Quando começou a recolher o conteúdo do estômago de oito filhotes de albatrozes mortos, encontrou: 42 tampinhas plásticas de garrafa, 18 acendedores e restos flutuantes que, em sua maioria, eram pequenos pedaços de plástico. Esses filhotes haviam sido alimentados por seus pais que não conseguiram fazer a distinção dos desperdícios no
momento de escolher o alimento.
A próxima vez em que Você for à sua praia preferida, talvez encontre na areia lixo que outra pessoa ali deixou.
Não foi lixo deixado por Você, porém, é SUA PRAIA, é o SEU MAR, é o SEU MUNDO e Você deve fazer algo por eles.
Muitos pais jogam com seus filhos o jogo de: "vamos ver quem consegue juntar a maior quantidade de plásticos?" como forma de uma inesquecível lição de ecologia.
Outros, em silêncio, recolhem um plástico abandonado e levam-no para suas casas, com restos do mar. Você os verá passarem sorridentes, sabendo que salvaram um golfinho.
"Não se pode defender o que não se ama e não se pode amar o que não se conhece".
Ajude-nos a difundir essa mensagem.
12.11.04
Acho que ando vendo muito o programa Saia Justa. Mas sempre acho alguma coisa sobre o que pensar, mesmo no meio do papo que alguns consideram caótico e superficial. Bom, talvez também eu seja caótica e superficial.
O fato é que as meninas do GNT comentavam sobre a nem tão nova mania de dizer que Fulano(a) é do bem e Beltrano(a) é do mal. Elas falavam que as coisas não são assim tão simples. Concordo, claro. Todo ser humano é cheio de nuances e ninguém é totalmente bom ou totalmente mau o tempo todo. Imagino que George W. Bush, Paulo Maluf, Fernando Collor de Mello, Osama Bin Laden, Ariel Sharon e Saddam Hussein já devam ter feito algo de bom em suas vidas. Eu não ter tomado conhecimento de exatamente o quê é problema da minha ignorância, não deles.
E, deixando de lado tantos os grandes criminosos quanto Madre Tereza, Dalai Lama e Gandhi, continuei até chegar naquelas pessoas que fazem parte do nosso círculo mais próximo. Temos, muitas vezes, por perto aquelas criaturas capazes de cometer pequenas maldades, agem com certa vilania e ainda assim, continuamos a nos relacionar com elas. Têm certamente aspectos positivos que nos agradam e atraem. Entretanto me detive pensando em outros três tipos específicos.
O primeiro é aquele modelo de gente que tem o astral pesadíssimo, parecendo ter sempre uma nuvenzinha preta sobre a cabeça. Imagino que, como os portadores de mau-hálito, os pobres desconhecem a pestilência que espalham. Você até se esforça pra ficar por perto, afinal, a figura não é má. Você oferece uma balinha de hortelã psicológica, um chiclete de menta espiritual, mas não adianta. O problema vem do âmago. Não, não estou falando mais do estômago. São como aquele homem que trabalhou na roça e, muito tempo depois de deixar a enxada de lado, anda encurvado, porque a espinha se dobrou.
Muitas dessas pessoas foram tocadas e se deixaram aprisionar pelo mal. E por mal entendo tudo aquilo que desvia o ser humano do caminho da harmonia. Todos nós, creio, em algum ponto da vida sofremos um baque, uma decepção, uma traição, uma dor, uma perda... Talvez o peso que a aura dessas pessoas carregue seja o dos fardos que elas não quiseram ou não puderam permitir que fossem levadas pela nau do tempo. E, quando o barco passou, como estavam já tão sobrecarregadas, não puderam receber a encomenda de alívio e redenção.
Quem consegue despejar ao menos parte de seu volume na tal embarcação, nem sempre consegue livrar-se das marcas dos lanhos. São aqueles a que chamo de sobreviventes. Encolheram-se quando o mal veio para fugir de seu abraço e de sua bocarra devoradora, mas farejaram seu cheiro, ouviram seu urro... Sabem que o mal existe, contudo tentam levar a vida da melhor forma, procurando pelo melhor dela. Vez ou outra, porém, deixam escapar um travo de cinismo, ceticismo, ironia ou humor cáustico. É a cicatriz.
Sem vestígio de danificação, todavia, são aqueles que pensei como os puros. Todo mundo tem – ou deveria ter para aprender a relativizar algumas coisas – aquela amiga que sofreu com os apelidos que os meninos da rua davam ao seu pai alcoólatra, teve que ajudar, desde cedo, a mãe a cuidar dos irmãos menores abrindo mão da infância, adolescência e muitos sonhos e, apesar de todas as probabilidades em contrário, chega à vida adulta feliz e serena. Essa gente tem sempre um sorriso no rosto e uma vontade incansável de ajudar. Parece que o mal tangencia suas vidas. Talvez isso aconteça porque eles não lhe dão muita trela, seguindo adiante, ocupadas com tanto bem a fazer. Quem sabe não se dêem conta da gravidade de algumas coisas. Não importa. O que interessa é que, atingidas pelas tormentas mais difíceis, mantêm aquele semblante que transpira as sábias palavras: tudo passa.
11.11.04
Hórus era filho dos deuses Osíris e Ísis. Diz a lenda que Osíris foi assassinado por seu irmão Set e que Hórus foi vingar a morte do pai. No combate, o deus sol eliminou o maligno Set, mas perdeu um de seus olhos.
A luta ilustra a vitória da luz contra as trevas, do bem contra o mal, mas, ao mesmo tempo, aponta a necessidade de um olhar vigilante, protetor e justiceiro. O olho deve estar atento às emboscadas dos inimigos e combate as forças adversas na busca pela eternidade.
O símbolo se tornou um amuleto de proteção e acredita-se que permite uma visão do presente que transcende os planos temporais do passado e do futuro. O olho direito de Hórus representaria a parte racional (masculino) e o esquerdo, a emocional (feminino).
(texto de Anna Clara Peltier publicado na Revista Vida em 1º de maio de 2004 e ilustração retirada de http://www.cyberartes.com.br/edicoes/104/artista.asp?edicao=104&acao=todos)
10.11.04
Quem não compareceu ao show do percussionista SIRI no Espaço Cultural Sérgio Porto não pode perder esta oportunidade. Quinta-feira - 11/11 - às 19:00h - a FNAC do Barra Shopping recebe o percussionista SIRI para lançamento do seu CD.
Integrante do bem sucedido projeto musical "BossaCucaNova", SIRI traça uma viagem musical através do motor de seu fusca. Composições como "N'água", tocada com percussões dentro d'água e "Bangladesh", chamam a atenção pela boa mistura de culturas, usando elementos de percussão de todas as partes do mundo.
Data: 11 de novembro, quinta-feira, às 19 horas
Local: FNAC - Barra Shopping - Piso Lagoa
Classificação: Livre
ENTRADA FRANCA
_______________________________________________________________
Um show na Arlequim, no próximo dia 11 de novembro, quinta-feira, às 18 horas, marcará o lançamento dos CDs “No bangalô da bandola” (instrumental) e “Fora de esquadro” (canções) do músico, compositor e arranjador Rodrigo Lessa.
A apresentação tem entrada franca e a Arlequim CDs fica localizada na Praça XV, 48, loja 1, Paço Imperial, Centro.
Um artista de talento - Instrumentista titular dos grupos Nó em Pingo D´Agua e Pagode Jazz Sardinha`s Club, Rodrigo Lessa, que acaba de ganhar o Prêmio Tim de Melhor Disco Instrumental com o segundo CD do Pagode Jazz, brilha agora com a salseada “Balagandã” e convida o ouvinte para sua viagem rítmico-harmônica, passando pelo samba-canção e pelo choro contemporâneo, entre outros ritmos.
Já “Fora de Esquadro” é o terceiro CD de canções de Rodrigo e o primeiro integralmente com Mauro Aguiar, letrista e parceiro há quase seis anos. Entre os dez sambas, destacam-se o partido-alto “Insônia de Morcego” e o choro-funk “Pagode Jazz Sardinha`s Club”.
Até lá!!!
Data: 11 de novembro, quinta-feira, às 18 horas
Local: Arlequim CDs – Praça XV, 48, loja 1, Paço Imperial, Centro
Telefone: 2240-9398
Capacidade: 80 lugares
Classificação: Livre
ENTRADA FRANCA
Para abstrair o fato de estar cheia de eletrodos no peito e sem poder tomar banho por 24 horas enquanto os termômetros da rua marcam 38ºC, tendo que anotar todos os mínimos passos que dou, divulgo pérolas recebidas por e-mail:
Cabelo crespo é igual a bandido... ou tá preso ou tá armado!!! (Esta é em minha homenagem.)
"Mulher feia é como pantufa... Dentro de casa, até que é gostosinha, mas na
rua...dá uma vergonha!!!" (Arre! Esta espero que não seja.)
"Casar é trocar a admiração de várias mulheres, pela crítica de uma só !!!" (É verdade, amor?)
"Mulher feia é igual a ventania...só quebra galho." (Cruel, muito cruel.)
"Nunca bata em um homem quando estiver caído . a não ser que você tenha certeza que ele não vai se levantar ." (Muito sábio conselho.)
"Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros" (Eita nós!)
"Quem trabalha muito, erra muito.
Quem trabalha pouco, erra pouco.
Quem não trabalha não erra.
E quem não erra... é promovido." (É a pura verdade.)
"A faculdade virou uma instituição financeira que vende diplomas, o aluno é
o consumidor interessado em comprar o diploma e, o professor é o cara que
quer atrapalhar as negociações." (Socorro!)
"Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que tem
sempre razão." (Ai-ai)
"Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança." (Só rindo.)
"Mulher gorda é que nem Ferrari... quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo" (Que maldade!)
"Quando você passar na rua e ficarem te olhando ... Não se sinta o máximo... Pois o feio e o ridículo também chamam a atenção.." (Pois é... Preciso reavaliar meus conceitos...)
"Aprenda uma coisa: o mundo não gira em torno de você... Só quando você bebe demais." (Pela tonteira ou surto megalomaníaco?)
"Os psiquiatras dizem que: uma em cada quatro pessoas tem algum problema mental... Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o louco é você!!" (Estou salva! O que eu tenho de amigo louco... Não você que está lendo aqui agora, claro.)
"Se CHEFE fosse arquivo, a extensão seria '.fdp" (Tsc, tsc, tsc...)
"Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário." (Isso deve querer dizer alguma coisa...)
Cabelo crespo é igual a bandido... ou tá preso ou tá armado!!! (Esta é em minha homenagem.)
"Mulher feia é como pantufa... Dentro de casa, até que é gostosinha, mas na
rua...dá uma vergonha!!!" (Arre! Esta espero que não seja.)
"Casar é trocar a admiração de várias mulheres, pela crítica de uma só !!!" (É verdade, amor?)
"Mulher feia é igual a ventania...só quebra galho." (Cruel, muito cruel.)
"Nunca bata em um homem quando estiver caído . a não ser que você tenha certeza que ele não vai se levantar ." (Muito sábio conselho.)
"Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros" (Eita nós!)
"Quem trabalha muito, erra muito.
Quem trabalha pouco, erra pouco.
Quem não trabalha não erra.
E quem não erra... é promovido." (É a pura verdade.)
"A faculdade virou uma instituição financeira que vende diplomas, o aluno é
o consumidor interessado em comprar o diploma e, o professor é o cara que
quer atrapalhar as negociações." (Socorro!)
"Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que tem
sempre razão." (Ai-ai)
"Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança." (Só rindo.)
"Mulher gorda é que nem Ferrari... quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo" (Que maldade!)
"Quando você passar na rua e ficarem te olhando ... Não se sinta o máximo... Pois o feio e o ridículo também chamam a atenção.." (Pois é... Preciso reavaliar meus conceitos...)
"Aprenda uma coisa: o mundo não gira em torno de você... Só quando você bebe demais." (Pela tonteira ou surto megalomaníaco?)
"Os psiquiatras dizem que: uma em cada quatro pessoas tem algum problema mental... Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o louco é você!!" (Estou salva! O que eu tenho de amigo louco... Não você que está lendo aqui agora, claro.)
"Se CHEFE fosse arquivo, a extensão seria '.fdp" (Tsc, tsc, tsc...)
"Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário." (Isso deve querer dizer alguma coisa...)
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