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18.8.05

Texto que chegou anônimo por e-mail e mesmo anônimo segue, porque merece ser divulgado:


O Brasil está envolvido numa das piores crises da sua história, sim.

O mar de lama está grande, sim.

O PT está infestado de corruptos, sim, que devem ser punidos, sim, mas...

...sentir saudades de FHC, dos tucanos, do PFL e de toda essa corja que governou o Brasil até 31/12/2002? Aí já é demais.

É engraçado como antigamente todos os processos contra o FHC eram arquivados pelo PGR, se não me engano Geraldo Brindeiro era o Homem Engavetador. Era ali que as CPI's viravam pizza.

É engraçado como a Polícia Federal não fazia quase nenhuma operação, pois era impedida pela cúpula do governo FHC.

É engraçado como o Jader Barbalho, mesmo após alguns escândalos ligados ao Banco da Amazônia e o escândalo das pererecas da sua mulher (ahn... digamos "rãs" da sua mulher), foi indicado para a presidência do Senado por duas vezes pelo FHC.

É engraçado como a Roseana Sarney deu 1/2 dúzia de desculpas diferentes para a origem dos milhões de reais que estavam no cofre da empresa Lumus (era assim mesmo o nome? Enfim, empresa de seu marido Jorge Murad) e ninguém falou nada, nem CPI aconteceu.

É engraçado como o FHC comprou dezenas de votos para garantir sua reeleição por R$ 200.000,00 cada... e a CPI foi mais uma vez engavetada.

É engraçado como, por ordem do FMI, o FHC enxugou e quase aniquilou o funcionalismo público durante os oito anos em que esteve no poder, sem um realzinho sequer de aumento, e ninguém fala nada.

É engraçado como o governo dizia não ter dinheiro para o aumento do funcionalismo, mas emprestava milhões para salvar os banqueiros - lembram do PROER? Do Cacciola, que está na Itália?

É engraçado como o FHC liquidou todas as nossas empresas estatais com a desculpa de pagar a dívida pública e, além de não pagar, deixou que a dita quintuplicasse... E só não conseguiu liquidar o Brasil de vez com a ALCA porque não ganhou a eleição.

É engraçado como todos reclamam dos reajustes das contas de luz e telefone de hoje em dia e se esquecem de que quem deixou que os reajustes fossem feitos pelo maior índice existente (o da FGV) foi o FHC.

E isso tudo é engraçado?

Não. Não é, não. É... TRÁGICO. É trágico ter como oposição partidos e pessoas como PFL, PSDB, PPB, ACM Neto, Michel Temer, Rodrigo Maia, Roberto Jefferson. Esses que posam agora de fiéis escudeiros da população, marco da honestidade e da moral!

E o pior de tudo é ver que realmente a população tem memória fraca. Aliás, nem memória tem, porque esses fatos aconteceram há poucos anos.

Só para refrescar a memória dos manés de plantão:

- fraude no painel do senado;
- compra de votos para reeleição;
- PROER (ajuda a bancos que deviam para o governo);
- SIVAN;
- liquidação das empresas estatais (privatizações);
- Banestado;
- Banco Marka (Cacciola);
- Fonte Sindam;
- engavetamento de diversos processos etc etc etc...
'Tá bom ou querem mais?

AVISO: Roberto Jefferson não é herói. Ele fez um bem ao Brasil ao denunciar toda a sujeira, mas isso não o isenta de sua história de corrupção, roubos e esquemas.

Parece que o PFL, o PSDB e a turma de FHC fizeram "reconstrução de hímen": são todos virgens de ladroagem agora!

Não se enganem. Não votem nesses canalhas por causa da desilusão com o governo petista.

Lutem pela mudança, pela expurgação desses cânceres que há séculos estão entranhados na nossa política. Não façam voltar ao poder as mesmas raposas velhas que têm uma contribuição muito maior que o PT para o lamaçal que há muito tempo tomou conta do país.

E lutemos todos pelo fim da impunidade, não importa se o corrupto joga pela direita ou pela esquerda. Ele tem de ser expulso desse jogo.

Não se esqueçam disso!!!!!!!

15.8.05

"A maior parte das pessoas é tão feliz quanto resolve ser."
(Abraham Lincoln)

"Quando um homem se vende quase sempre vale menos do que recebeu."
(Barão de Itararé)

"Aquele no qual todos, em toda parte, sempre acreditam, tem todas as possibilidades de ser falso."
(Paul Valléry)

"Pratique uma alimentação saudável: coma sempre homens de fibra."
(Anônimo)

"A inteligência é uma espécie de paladar que son dá a capacidade de saborear idéias."
(Susan Sontag)

12.8.05

"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."
(Provérbio árabe)

"O mais corajoso dos atos ainda é pensar com a própria cabeça."
(Coco Chanel)

"É mais fácil amar a humanidade inteira do que amar o seu vizinho."
(Eric Hoffer)

"O que me assusta não é o grito dos violentos, mas o silêncio dos bons."
(Benjamin Frankilin)

"Coragem é a resistência ao medo, o domínio do medo - não a ausência do medo."
(Mark Twain)
Do you speak English?

9.8.05



“Zungu”
Fernando Martins


Pianista do renomado quinteto de Victor Assis Brasil, com trabalhos em parceria com Hélio Delmiro, Maurício Einhorn e Rildo Hora, Fernando Martins lança seu segundo CD solo no Brasil. Em formação de quarteto, com o talentoso e lírico saxofonista francês Idriss Boudrioua, o baterista Kléberson Caetano e o craque Luís Alves no contrabaixo, Fernando traz no repertório, entre outras pérolas, “Alegria de Viver” de Luís Eça, “Refém da Solidão” de Baden Powell e P.C.Pinheiro e um arranjo inovador e instigante para “A Rã” de João Donato.


Shows de Lançamento

10/08 - 19:00h - FNAC Barra Shopping - Entrada Franca

17/08 - 20:00h - Armazém Digital - Entrada Franca

24/08 - 19:00h - Quartas Instrumentais - Centro Cultural Justiça Federal - Ingresso R$10,00
"Um santo é um pecador morto, revisto e corrigido."
(Ambrose Bierce)

"Se você se sente só é porque construiu muro em vez de pontes."
(Anônimo)

"Poucos são os que nunca tiveram uma oportunidade de alcançar a felicidade - e menos ainda os que aproveitaram esta oportunidade."
(André Maurois)

"Sonho que se sonha junto é realidade."

(Raul Seixas)

"Não julgue as pessoas pelas amizades. Judas, por exemplo, tinha amigos exemplares..."

(Anônimo)
O Planeta Vermelho está em vias de se tornar espetacular!

Neste mês e no próximo a Terra e Marte se aproximam num encontro que culminará com a maior aproximação entre os dois planetas registrada na história.

A próxima vez que Marte poderá eventualmente chegar tão perto de nós será no ano 2287. Devido à maneira como a gravidade de Júpiter arrasta Marte e perturba a sua órbita, os astrônomos estão seguros de que Marte não chegou tão perto da Terra nos últimos 5000 anos, e pode bem ser que leve 60000 anos para que aconteça de novo.

O encontro culminará no dia 27 de agosto, quando Marte estará à cerca de 56 milhões de quilômetros da Terra e será o astro mais brilhante no firmamento depois da lua. Atingirá a magnitude de -2,9 e parecerá ter uma largura de 25,11 segundos. Com uma modesta ampliação de 75 vezes, Marte parecerá tão grande quanto a lua a olho nu.

Será fácil identificar Marte: no começo de Agosto ele "nascerá" no leste às 22 horas e atingirá o seu azimute por volta das 3 horas da manhã.

Lá pelo fim de agosto, quando os dois planetas estiverem mais próximos um do outro, Marte "nascerá" ao anoitecer e atingirá seu ponto mais alto por volta de 30 minutos depois da meia noite.

Será muito interessante ver algo que nenhum ser humano jamais viu até hoje na história da humanidade conhecida. Por isso, marque o seu calendário e não se esqueça de olhar no início do mês: Marte se tornará progressivamente mais brilhante durante o mês de agosto.

Diga aos seus parentes e amigos, particularmente aos seus filhos e netos.

E lembre-se:

Nenhuma pessoa viva, hoje, verá esse espetáculo novamente!!!

8.8.05

"Há coisas que são tão sérias que você tem que rir delas."
(Niels Bohr)

"Toda vez que um justo grita
Um carrasco vem calar"

(Cecília Meireles)

"Que falem mal de alguém é espantoso, porém há uma coisa pior: que não falem."
(Oscar Wilde)

"Vim para quebrar os relógios deste tempo que insiste em dar voltas sobre ele mesmo."
(Moacyr Félix)

"A melhor maneira de se preparar para a vida é começar a viver."
(Elbert Hubbard)
PELOS DIREITOS HUMANOS
PELA DEMOCRACIA
PELA IGUALDADE E JUSTIÇA,

Assinem a petição pelo casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

Aqui!
Novas dicas. Desta vez, especial para mulheres e seus parceiros: TPM e menopausa.
Rosa de Hiroshima
(Vinícius de Moraes)

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas,
Pensem nas meninas
Cegas inexatas,
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas,
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas.

Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa, da rosa!

Da rosa de Hiroshima,
A rosa hereditária,
A rosa radioativa
Estúpida e inválida,
A rosa com cirrose,
A anti-rosa atômica.
Sem cor, sem perfume,
Sem rosa, sem nada

7.8.05

"Algo de lúdico certamente há nessas obras, quer quando vemos o modo de articulação cromática e espacial das esculturas, quer quando imaginamos sua 'execução'. Mas há nestes trabalhos recentes uma vontade de estruturação da forma e, um caráter adicional, uma 'civilidade' que vão muito além do lúdico, resultado de uma atitude que privilegia a reflexão antes de tudo."

(Reynaldo Roels Jr., maio de 2005)

A exposição da Carli Portella, "Quase Pintura", continua na Galeria 90 até o dia 20. Carli expõe 18 obras nas quais apresenta diversas técnicas. Quase Pintura utiliza colagem, desenho e recorte em tinta acrílica sobre papel de diversas texturas e formatos. Eu já fui conferir e amei.

Quase Pintura
Carli Portella
Galeria 90

Rua Marquês de São Vicente, 90 101 B
Gávea - Rio de Janeiro - RJ
de segunda a sexta, das 14h às 19h;
sábado, das 12h às 17h

3.8.05

Pois é, dona Eliane, faz parte do meu "jeitinho" atender a uma pendência quando já estão achando que eu dei chabu. Felizmente também às vezes responde e-mails antes do emissor apertar o send. Tudo uma questão de momento. Vai entender esta louca aqui, né? Ainda bem que com a gente não tem disso. A gente se afina mesmo quando desafina.


Cinema é a maior diversão

1) Qual o seu filme favorito?

Muitos. Tantos. Entre os mais recentes: Mulholland Drive, Dogville, Antes do Pôr-do Sol, Matrix (só o primeiro), Magnolia...

2) Qual o último DVD que você comprou?

Nunca compro DVD pra mim. Não sou muito de rever, mesmo os que gosto muito. São pouquíssimas as exceções: A Fantástica Fábrica de Chocolate, Bonequinha de Luxo, Dirty Dancing (pela nostalgia da adolescência)... O último que comprei foi para presentear. Foi o show do Hendrix em Woodstock.

3) Quais os 5 últimos filmes que você viu?

1- Papai Noel às Avessas (em DVD)
2- A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)
3- Sideways (em DVD)
4- Em Boa Companhia
5- Quarteto Fantástico

4) Qual o melhor filme brasileiro de todos os tempos?

Central do Brasil

5) Qual o seu diretor/ator/atriz e o seu gênero favoritos?

Diretor: Woody Allen, David Lynch, Pedro Almodóvar, Walter Salles, Jorge Furtado...
Ator: Muitos. Sean Penn, Tim Robbins, José Dumont...
Atriz: Muitas. Atualmente ando adorando observar a Scarlett Johansson...
Gêneros: Quase tudo o que não explore violência como filão.

6. Escolha 5 pessoas para passar a corrente…

Ricardo
Pedro
Marcelo
Lu
Carol

26.7.05

Afinal, o que é a inveja?:: Bel Cesar ::
A inveja é um sentimento intrigante. Apesar de todos nós o experimentarmos, ninguém gosta de reconhecer quando o está sentindo. Afinal, é um sentimento controverso: indica que algo positivo desperta algo negativo. Vamos imaginar uma conversa entre pessoas que estão “jogando papo fora”. Do nada, alguém começar a falar das coisas boas que estão lhe acontecendo. Quantos rostos e mentes diferentes surgem naquele momento! Poucos expressam interesse real e se regozijam com sinceridade. A maioria irá sentir inveja, mesmo que não se dê conta...Alguns expressam sua inveja com brincadeiras de “mau gosto”. Outros, calados, costumam pensar: “Como ele é exibido e gosta de contar vantagem!”. Já aqueles que não conseguem conter o ardor da inveja a queimar o seu interior, passam a criticá-lo, com a intenção de depreciar abertamente a sua boa sorte. Há ainda aqueles que passam a dar conselhos para ajudar aquela pessoa de sucesso a garantir o seu triunfo. O clima pesa, pois não há mais empatia entre as pessoas. Provavelmente, muda-se de assunto. Pois a essa altura da conversa todos estão sofrendo: quem contou sente-se só e arrependido. Quem escutou, agora sente-se incomodado, inquieto e talvez nem saiba porquê. A inveja é destrutiva, tanto para quem a sente quanto para quem a recebe. Quem já não vivenciou um mal-entendido quando alguém resolveu dar boas notícias!O senso comum concorda que é melhor se precaver: “Inveja traz mau-olhado. Quando estamos vivendo uma situação muito boa é melhor calar”.Olho-gordo é um nome popular para a inveja. Pois quando o invejado toma para si as projeções negativas do invejoso, acaba por concretizá-las. O tema que evoca a inveja é sempre alguma coisa que poderia revelar o que está faltando na personalidade daquele que a sente. É como se o invejoso falasse em voz alta algo que o invejado não gostaria que jamais viesse à tona. Neste sentido, para não se deixar contaminar pelo veneno do invejoso, o invejado deve observar com honestidade sua reação frente ao ataque do invejoso. Se ele estiver livre das questões expostas pelo invejoso, sua clareza de intenção irá protegê-lo do possível ataque do “olho-gordo”. Quando somos criticados por avaliações contaminadas pela inveja, podemos nos sentir injustiçados e vulneráveis frente ao ataque externo. Neste momento, é bom lembrar que é praticamente impossível ser compreendido por todos, assim como é inviável agradar a gregos e troianos. O importante é mantermos o foco em nossas metas para não nos contaminarmos pela inveja alheia, pois ela sempre estará presente, de uma forma ou de outra. A inveja surge do sentimento de que somos incapazes de viver nossos próprios sonhos, de alcançar nossas metas e realizarmo-nos. Por isso, o exemplo daqueles que realizaram algo nos faz lembrar aquilo que não fomos capazes de fazer. No entanto, muitas vezes a sensação de incapacidade, a matriz da inveja, deve-se à escolha inadequada de metas, como desejar algo que não está ao nosso alcance. Em geral, costumamos não valorizar as coisas que já realizamos e assim cultivamos a sensação de desvalia sem nos darmos conta de nosso próprio valor. Neste sentido, a inveja consome o invejoso, porque o faz dar valor apenas ao que está além de seu alcance.A inveja é um dos sentimentos mais difíceis de serem aceitos pelo ser humano, pois na maioria das vezes é inconsciente. Isto ocorre porque ela se forma muito cedo em nossa vida. A inveja surge nos primeiros meses de vida na relação com quem nos alimenta! Quando queremos mais alimento e não temos, não toleramos a frustração, ficamos com raiva de quem tem o alimento. Com inveja dele, queremos destruí-lo. Como podemos constatar, a inveja é um sentimento primitivo, pouco elaborado. Ela está baseada no sentimento de inferioridade, adquirido pela comparação que se faz com outra pessoa em algum aspecto específico.Assim como escreve Elisa Cintra em Melanie Klein Estilo e Pensamento (Ed. Escuta): “`Quem desdenha quer comprar´, diz o ditado: a inveja é quase sempre detectável na vida cotidiana por esse trabalho de desvalorização do outro, o que também foi narrado pela fábula da raposa e das uvas. Impossibilitada de ter acesso às uvas, a raposa começou a tecer considerações sobre a falta de valor dos frutos, o fato de estarem verdes... A inveja dirigiu-se aos frutos, isto é, à criatividade da árvore, àquilo que ela pode oferecer e criar. A idéia de `frutos´permite que se lembre a inveja da obra do outro, de suas idéias, de seu trabalho e de sua capacidade de criar obras de arte ou científicas. Entretanto, a inveja vai mais longe: além de depreciar os frutos, ela tenta diminuir o prazer da própria situação de gratificação, como na expressão popular `não dar o braço a torcer´, admitir o poder do outro”.As impressões registradas no psiquismo durante os primeiros meses de vida são de grande relevância para o desenvolvimento posterior. Quando a criança não consegue sentir que é capaz de modificar seu ambiente (quem a alimenta), fica com um sentimento "eterno" de impotência: um sentimento profundo de inadequação e insuficiência. Esta é a base da inveja: supervalorizar os outros (que podem, segundo a fantasia do invejoso, fazer tudo) e esvaziar a si mesmo (que é inferior porque não pode fazer nada). Assim, nasce o desejo de esvaziar o outro para que tudo fique igual e ele não fique só. Segundo o psicanalista Mário Quilici, a inveja dá-se em quatro fases especificas:1- Primeiramente, o indivíduo olha um objeto, situação ou um traço de alguém que imediatamente admira. Compreende a importância daquele traço para ele. Ou seja, vê, admira e deseja. 2- No momento seguinte, faz uma comparação entre o que o outro tem e o que o indivíduo não tem. Ele toma consciência de uma falta sua porque já discrimina. Aqui o processo cognitivo é importante. 3- Aí se dá o terceiro momento da inveja, que é a percepção - e ao mesmo tempo a vergonha - de uma falta nele do que foi admirado (e valorizado) no outro. Surge aí, também, a constatação de que aquilo que desejou, é impossível de ser obtido por ele. 4- Logo estamos na quarta e última fase: A inveja é disparada pela percepção de uma falta no indivíduo. Essa insuficiência faz com que ataque e conseqüentemente espolie o objeto invejado para fazer desaparecer a diferença que foi percebida. Numa luta secreta e constante, aquele que se sente insuficiente tenta esconder sua vergonha de ser incapaz. Assim, procurando evitar qualquer situação que o faça sentir mais humilhado, ele ataca antes de ser atacado. Isto é, ele compete sozinho. A competição é um hábito do invejoso, pois ele tem dificuldade de receber ajuda, fazer junto e cooperar. O invejoso sente tem até mesmo dificuldade de receber presentes, pois ele teme qualquer situação que revele sua auto-imagem de carência e necessidade. Por isso, quando os recebe, procura sempre retribuí-los logo. Muitas vezes, a dificuldade de delegar tarefas também pode estar relacionada à inveja.A inveja impossibilita o sentimento de gratidão. Isso ocorre porque o invejoso é incapaz de sentir que o outro lhe dá algo de bom grado e sim, o faz por necessidade de humilhar o invejoso.O Novo Dicionário Aurélio explica: “Inveja é o desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem. Um desejo violento de possuir o bem alheio”. Já o Dicionário de Psicologia Dorsch esclarece: “A inveja pertence aos sentimentos intencionais. É uma insatisfação, o aborrecimento com a alegria do outro”. Portanto, aquilo que é invejável é encarado como algo de muito valor.Se prestarmos atenção às qualidades do objeto, pessoa ou situação pela qual sentimos inveja, poderemos compreender melhor o que nos sentimos incapazes de conquistar. Neste sentido, a inveja é um espelho que revela uma parte de quem somos, onde estamos e para onde queremos ir. Saber para onde queremos ir é a condição básica para sair da imobilidade. Por isso, se aprendermos a reconhecer os padrões emocionais que sustentam nossa inveja poderemos torná-la um método eficiente para diagnosticar nossas faltas. Desta forma, poderemos transformar a inveja numa força inspiradora de conscientização, no lugar de um sentimento apenas desagradável. Reconhecer para onde queremos ir é em um estímulo para tomarmos uma atitude proativa diante de nossas dificuldades. Talvez não possamos modificar nada ao nosso redor. Mas se pararmos para aprender com nossos sentimentos negativos, poderemos mudar a nossa atitude mental e atrair o novo para nossa vida. Thomas Moore faz um comentário interessante em seu livro Cuide de sua alma (Ed. Siciliano): “Por um lado, a inveja é o desejo por alguma coisa, e por outro, é uma resistência ante o que o coração realmente quer. Mas inveja, desejo e abnegação trabalham juntos para criar um senso característico de frustração e de obsessão. Apesar de a inveja ter um ar masoquista - a pessoa invejosa acha que é uma vítima de má sorte -, ela também envolve forte vontade na forma de resistência ao destino e ao caráter. Quando invejosa, a pessoa torna cega a sua própria natureza. [...] O verdadeiro problema da inveja não é a capacidade do indivíduo viver bem, é a sua capacidade de não viver bem”.

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Tolo é aquele que naufragou seus navios duas vezes e continua culpando o mar.
Publilius Syrus (século I a.C.)
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(enviado por Lilia)
Aldir Blanc - Rua dos Artistas:
Varejeiras na sopa




O deputado Sérgio Guerra (PSDB-PE) expectorou, na CPI dos Correios, em tom mucho surpreso:
- Nós falamos em milhões como se falássemos de trocados...

É verdade, deputado. Vossa Excelência tem razão. Como político profissional, deveria estar acostumado ao fenômeno (não confundir com o Ronaldo). No textículo abaixo, fornecerei alguns subsídios à perplexidade de Vossa Excelência.

O amigo e leitor Isaac Goldenberg respondeu a meu pedido de ajuda lançado em crônica passada. Recebi um suculento e-mail que, certamente, será de utilidade pra alcatéia que gosta de carniça fresca e omite o que lhe convém. Vamos ver alguns milhões que viraram trocados, deputado Sérgio Guerra:

1. Sivam - O tal Sistema de Vigilância da Amazônia, que derrubou ministros e assessores presidenciais de FHC I e II. Cifra estimada do contrato, entre outras denúncias de corrupção e tráfico de influências: US$ 1,4 bilhão!

2. Com o Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro (Proer), tucanagens de FHC I e II beneficiaram com R$ 9,6 bilhões o Banco Econômico, para favorecer o aliado ACM, vulgo Malvadeza. Hoje já temos até o Malvadinho atuando na CPI dos Correios.

3. Precatórios - Mutreta com pagamentos de títulos no DNER (Departamento de Estradas de Rodagem). Prejuízo estimado: R$ 3 bilhões.

4. Compra de votos - Essa foi muito bacaninha, deputado Sérgio Guerra, porque mostra a diferença entre mensalão do PT e mesadão das elites. Aqueles que votaram a favor dos projetos de governo de FHC I e II teriam recebido R$ 200 mil (cada um, claro). O pedido de uma CPI foi afundado pelos dignos parlamentares governistas.

5. Socorro nas coxas aos bancos Marka e FonteCidam - Rombo no bolso da galera em torno de R$ 1,6 bilhão. Tem até banqueiro foragido. Pra variar e ficar igual, proposta de criação de uma CPI foi arquivada pela bancada governista.

6. Apoio à Previ, caixa de previdência do Banco do Brasil, pra uma mãozinha - grande - ao consórcio do Banco Opportunity. Um dos donos do banco era o tucano Pérsio Arida. A negociata envolvia a Telebrás, o BNDES, o então ministro das Comunicações, Luis Carlos Mendonça de Barros etc., etc. Valor estimado da cartada: R$ 24 bilhões. CPI evitada.

7. Denúncia em torno da grande figura tucana Eduardo Jorge, secretário geral da Presidência de FHC - esquema de liberação de verbas no valor de R$ 169 milhões para o TRT/SP; lobbies para favorecer empresas de informática; uso dos fundos de pensão nas privatizações.

8. O procurador-geral da República da época, Dr. Geraldo Brindeiro, foi batizado de ''Engavetador Geral''. Dos 626 inquéritos instalados até maio de 2001, 242 foram engavetados e 217 arquivados. Envolviam 194 deputados, 33 senadores, 11 ministros e ex-ministros e, em quatro deles, o próprio FHC I I e II.

Não apuraram lhufas. De nada, deputado Sérgio Guerra. Disponha sempre.


***
Neto redime, lava a alma. Vejam que maravilha a tirada do meu caçula, o Vinícius:

- Vô, é verdade que o Garotinho chamou o PT de ''Partido da Boquinha''?

- Acho que sim.

- Pô, como é que um sujeito com aquela boquinha pode falar mal da boquinha dos outros?!?

(fonte)
Um novo agosto com outros fortunatos
(Por Frédi Vasconcelos*)


A Rede Globo muda o enfoque da crise. A cobertura, até então "econômica", passa a dedicar mais de 10, 15 minutos por dia de cada telejornal à crise do PT. Diferente de outros veículos de comunicação, como a Folha de S.Paulo, o Estado, Veja e TV Bandeirantes que sempre foram claros de que lado estavam, agora a TV Globo também assume o discurso da "moralidade".
Quem conhece a história do Brasil e sabe como golpes são articulados que ponha seu cachecol e enfrente o frio e as desgraças de agosto.
Se falar em golpe parece exagero, vamos à tática. Bate-se nos partidos aliados, no partido do presidente, em ministros próximos. Todos caem, por suas próprias culpas ou não, em ritos sumários. As cabeças na guilhotina para saciar a sede de sangue.
Depois, como num passe de mágica, o foco é o próprio presidente . Dá-lhe Jornal Nacional e
Veja na mesma semana insistindo que ele sabia de tudo e que o dinheiro público foi usado
para financiar o partido.
Falta ainda o cadáver ou as manifestações de rua, as senhoras católicas em defesa da moralidade. Em breve, senhoras e senhores da Daslu pregarão limpeza ética, em nome dos seus "bons negócios".
Depois da morte do PT o país será melhor. Toda a corrupção acabará e nosso
servilismo à pátria mãe América voltará a ser com dantes, na terra de FHC Abrantes... Todos
dormirão em paz no país mais injusto no mundo.
Esse grito não terá efeito. Os donos do poder já decidiram e contaram com a ajuda de diversos idiotas e corruptos no PT e no governo. Mas mais uma vez tenta-se prender Gregório Fortunato para derrubar Getúlio, ninguém de verdade preocupado com o crime.
E bastam pequenas comparações. Peguem os 90, 100 milhões de reais dos quais
idiotas petistas teriam se servido para aumentar seu poder. Mesmo assim não dá nada por cento
de comissão dos mais de 100 bilhões movimentados nas privatizações. E nada perto dos R$ 800
bilhões (bi com B) que o governo anterior aumentou na dívida pública, deixando o país de quatro para o FMI e refém dos desígnios de Bush e Clinton e qualquer um que pela Casa Branca passar. Se quiserem comparar com outro, tudo que se diz que esses espúrios petistas fizeram é um quinto do que foi achado em só uma das contas da família Maluf.
Mas não importa. Roubou, cadeia. Agora, fazer com que o ladrão de galinha redima a roubalheira geral é patifaria pura. As elites nojentas não têm dignidade moral para exigir nada. São eles que fizeram o Brasil ser o rei da injustiça social. São eles que roubam a maioria desde sempre. Daqui um tempo, derrubado Lula, por que eles, junto com certos
intelectuais de carteirinha suja do organismo golpista-institucional e com seus aparelhos midiáticos fizeram esses serviço.
Talvez descubram que o novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, John
Danilovich, amigo pessoal de Bush, não esteja aqui só de passagem, como não estava Lincoln
Gordon, que ajudou a arquitetar o golpe de 1964. Danilovich, indicado para suceder uma
embaixadora reconhecidamente democrata e com boas relações no governo Lula, trouxe em
suas grandes malas muitos agentes da CIA, o que foi declarado na ajuda para realizar as
investigações da morte de Dorothy Stang. Aliás, por coincidência, antes mesmo de apresentar
suas credencias ao atual governo, o tal Danilovich foi a um encontro com FHC Abrantes, em 3 de agosto de 2004, no instituto fundado pelo ex-presidente com contribuição milionária de
empresários. Aliás, dinheiro absolutamente insuspeito.
O mesmo FHC Abrantes que declara pouco meses antes das denúncias de Jefferson que não seria mais candidato a presidente, "a não ser em caso de crise".
Podem ser só coincidências e Danilovich não ter nada a ver com Lincoln Gordon; Roberto Jefferson não possuir nenhum parentesco com o Cabo Anselmo, o agente que se
infiltrou entr e os comunistas nos meios militares próximos a 64 para depois entregá-los; e nem Arthur Virgilio ter a mesma verve de Carlos Lacerda, mas que o roteiro atual parecece o de um filme antigo, parece.
Agora, que se danem os fortunatos. Lula não foi eleito por eles. E não se pode aceitar que as dasluzetes de hoje, reedição das senhoras católicas, derrotem um projeto popular. Todos devem se preparar para um outro agosto.

* Frédi Vasconcelos é jornalista e colaborador da Fórum e não recebeu nenhum mensalão.



Essa publicação é de responsabilidade de Publisher Brasil Editora e Publicidade Ltda.
Todos os direitos reservados. Os textos contidos neste sítio podem ser reproduzidos, desde que citada a fonte. Publisher Brasil 2003

20.7.05

Sinto como se a velocidade dos meus dias loucos e corridos fosse tão alta que eu já não tocasse no chão. Sinto falta do chão, mas quero voar.

Às vésperas de uma grande alegria, no day after de divertido encontro, trabalhos entregues e deadlines. A festa de ver o filho crescendo e se desenvolvendo e a saudade do meu bebê. Alguém morre, recebo a notícia de um nascimento. Rompantes, rompimento, amor, afago. E tudo. E muito.

E tem vezes que me vem uma surpresa, um sentimento quase incontido de gozo e nem sei bem por quê. Apenas a sensação e nada de motivo. Fico olhando dentro de mim, bem quietinha, já que careço conhecer pessoa que aprecie tais esquisitices sem olhar desconfiado... Sempre sou eu lá no fundo, mesmo não tendo nada da menina que fui. Ela pariu a fórceps o que sou hoje e foi um processo longo, no qual aos poucos foi extinguindo-se. Um dia, já não estava mais lá. Agora só eu e meu júbilo solitário. É feio dançar sem par, cantar e incomodar o vizinho, sorrir para quem não está nem um pouco interessado em investir segundo que seja em conhecer o espírito por trás do sorriso largo.

Um pouco de cansaço me seda e me alinha num eixo inclinado em torno do qual giro como um cão perseguindo o próprio rabo. Mas não é só. A espiral me puxa e eu não luto. Tenho vontades demais, sonhos demais, utopias demais. É necessário ocupar a mente e as mãos para aplacar a fúria da alma sempre tão sedenta do que está além da próxima porta. E nunca a água é suficientemente cristalina ou fresca. O mundo sempre a polui por mais que a sua visão à distância prometa delícias refrescantes. E nem posso afirmar com certeza que minha palma afoita não contribui para revolver o fundo do lago maculando-a.

Preciso da âncora. Sonho com asas. Sou um ente terrestre. Talvez um dia descubra que não.

7.7.05

London, London
(Caetano Veloso)



I’m wandering round and round nowhere to go
I’m lonely in London London is lovely so
I cross the streets without fear
Everybody keeps the way clear
I know, I know no one here to say hello
I know they keep the way clear
I am lonely in London without fear
I’m wandering round and round here nowhere to go

While my eyes
Go looking for flying saucers in the sky

Oh Sunday, Monday, Autumm pass by me
And people hurry on so peacefully
A group approaches a policeman
He seems so pleased to pleace them
It’s good at least to live and I agree
He seems so pleased at least
And it’s so good to live in peace and
Sunday, Monday, years and I agree

While my eyes
Go looking for flying saucers in the sky

I choose no face to look at
Choose no way
I just happen to be here
And it’s ok
Green grass, blue eyes, gray sky, God bless
Silent pain and happiness
I came around to say yes, and I say

But my eyes
Go looking for flying saucers in the sky

29.6.05

Encontrei com um colega de faculdade na rua. Sabe daquelas pessoas que você nunca mais vê depois da formatura? Pois é. E estamos organizando um encontrão da turma para esses dias e ninguém mais tinha como se comunicar com ele. E eu o achei! Ele me passou seu cartão com telefone e e-mail e eu descobri que ele está envolvido com badminton. E ainda descobri mais: eu não sabia o que era badminton!

E como tenho aquela característica que deixava minha mãe arrancando os cabelos e que o São Google veio redimir, não só descobri coisas interessantes sobre o esporte, como também uma oportunidade de trabalho para divulgar para quem fizer a gentileza de visitar meu depauperado bloguinho:

Curso de Arbitragem no Rio de Janeiro

A Confederação Brasileira de Badminton estará promovendo um curso para formação de árbitros na cidade do Rio de Janeiro.

Os objetivos do curso são, formar árbitros no RJ visando os Jogos Pan-americanos de 2007 e árbitros para Torneios Estaduais e Nacionais.

O curso será nos dias 02 e 03 de julho de 2005, de 09:00 às 18:00, no Complexo Escolar Pedro II, no Campo de São Cristovão, 177, em frente ao pavilhão.

Os interessados devem entrar em contato com a FEBARJ.
(021) 25684934 ou (021) 81679871
e-mail : contato@febarj.com.br

24.6.05

Ei!
"Todos nós estamos na sarjeta, mas alguns de nós estão olhando as estrelas"
(Oscar Wilde)

(Peguei lá no blog da Giorgia)

21.6.05

Pois ainda teve outra, que quase esqueço de contar. No sábado pela manhã, fomos para o Theatro Municipal assistir a apresentação de Coro Masculino do Rio de Janeiro. Era o lançamento do CD Mistura Lírica Kalimba. Valor da entrada: R$1,00 - mais uma micagem da nossa governadora.

E não é que do nada apareceu uma moça nos oferecendo os ingressos (dos amigos que não poderiam ir) grátis. Então economizamos os R$3,00 que gastaríamos com os ingressos. Uau!

A apresentação foi muito interessante. Todo mundo sabe que apresentação de coro pode ser bem chatinha, né? Mas não! As músicas (coros de óperas, canções italianas e negro spirituals) eram bem conhecidas e os arranjos tinham uma certa pitada de humor. A solista Marilia Furiati, que teve participação especial tem uma voz belíssima; o regente Jésus Figueiredo sabe o que está fazendo e se comunica com a platéia, informando com graça e desembaraço; e o pianista Aurélio Vinícius Melleh é bem mais que competente.

Então, se você encontrar este CD por aí, pode ser uma boa idéia para enriquecer sua discoteca ou para oferecer de presente para quem gosta de boa música.

20.6.05

FASHION RIO
IMPRESSÕES DE UMA NÃO VIP


Ontem de manhã acordei com o telefonema de um amigo me oferecendo ingressos para o Fashion Rio. O que eu posso fazer se as coisas caem no meu colo?

Meu marido estava ainda mais animado que eu. Não poderíamos entrar para assitir aos desfiles, mas só estar lá no bochicho é ótimo programa para quem tem bom-humor.

Demos a primeira volta, reconhecendo terreno e tropeçamos em diversas pequenas celebridades. Resolvemos ir para o espaço VIP a que tínhamos direito para encarar o duro ofício de desfrutar da BLT (boca livre total). Estava eu bebericando minha segunda taça de prosecco e no enésimo canapé quando adentraram o recinto três lindos jovens de quase 2 metros de altura cada. Eram modelos que tinham acabado de desfilar e estavam posando para os patrocinadores do espaço. A partir daí virou um entra e sai de gente para ser fotografada, muitos dos quais eu não reconheci. O seguinte foi Davi Moraes, o pi..., digo guitarra doce, ex-Marisa, ex-Ivete, ex-Ciccareli, ex-Preta, ex-quase-todas. Instantaneamente formou-se um semi-círculo em torno do moço, que ficou meio acuado contra a parede. As mocinhas babavam e informavam que ele deve ser eleito o mais sexy do ano pela revista, combinavam entrevistas e sessão de fotos. Mas principalmente babavam.

Nisso, num alvoroço tremendo, chega o furacão Monique Evans. O filho do Moraes Moreira aproveitou a deixa e saiu de mansinho. Só que a ex-modelo foi informada a tempo e saiu correndo atrás dele para um breve entrevista. Quando ela voltou, já encontrou ali o Jean, aquele ex-BBB que agora quer ser conhecido como jornalista e escritor. Outro escândalo. E depois ela perdeu um tempão conversando com o Max Fivelinha (eta tipinho desagradável!), que acabou se intrometendo também no papo com a lindeza da Thalma de Freitas. Depois chegou o Luiz Salem com a quituteira baiana Dadá. Na saída, topamos com a Daniela Suzuki.

Eu já estava querendo ver mais da ferveção lá fora e ficamos horas andando pra lá e pra cá, coletando brindes e mais brindes, praticando celeb watching, rindo até não mais poder. Os sem pulseira, também conhecidos como nós, ensaiávamos como pediríamos aos seguranças para franquear nossa entrada nos stands onde o povo se jogava nas pistas de dança: "Ô, moço, eu podia estar roubando, eu podia estar matando, mas estou pedindo". No final, já que não temos a cara-de-pau necessária, ficamos mesmo cantarolando "pode passar o rodo / e me mandar embora / que eu vou ficar zoando / aqui do lado de fora". Meu marido entrou no banheiro masculino e deu de cara com um índio de terno, colares e cocar. Logo depois entrou aquele modelo americano que faz papel de cowboy na novela das 9. E ele me disse: "pensei que fosse começar um bangue-bangue".

Tudo bem, não consegui ganhar nenhuma das cobiçadíssimas bolsas de chita com alça de bambu, nem mesmo um par de Havaianas, sinais máximos de status por ali, mas desopilei o fígado por um mês inteiro.
Será que eu já publiquei isto aqui antes? De qualquer forma, é tão "batata"...


SOL EM ÁRIES, ASCENDENTE EM GÊMEOS – A INTELIGÊNCIA DINÂMICA

Em seu mapa, Carla, temos a combinação do dinâmico e conquistador signo solar de Áries com o ágil e destro Gêmeos no ascendente. O resultado final do enlace de dois signos tão afirmativos é uma personalidade conquistadora, ativa, enérgica, que possui um “algo” infantil em torno de si, levando você a olhar para o mundo com olhos de deslumbre. Todas as coisas lhe parecem interessantes e fascinantes, e você praticamente deseja abraçar o mundo, de uma forma confiante e ingênua. Só é preciso estabelecer um mínimo de senso de limites, Carla, caso contrário você se verá em muitas situações em que fica evidente que você deveria ter sido mais prudente ou, pelo menos, menos crente.

Você provavelmente é do tipo de pessoa que está acostumada a dizer francamente o que pensa. E isso é muito bom, muito embora nem sempre seja a coisa mais inteligente a se fazer, Carla! Algum sentido diplomático precisa ser desenvolvido, sob o risco de você causar um certo estrago social em decorrência da sua inadequada franqueza. Mais do que saber o que dizer – e isso você provavelmente sabe muito bem – é preciso saber quando, como e onde dizer, caso contrário se verá em muitas situações em que, sem querer, criou alguma intriga. De todo modo, pode encontrar alguma via prática para satisfazer sua necessidade de questionamento e seu gosto pela polêmica e pela verdade. Tenderá a ser uma pessoa de muitos amigos, por conta da projeção do Sol no alto do mapa e do ascendente geminiano. Entretanto, justamente por ser uma pessoa de vida social mais ativa, corre o risco de passar por situações de mal entendido e conflitos, mais do que as outras.

Você, Carla, ama o conhecimento e o coleta, apreciando fazer pontes entre assuntos e entre pessoas, podendo vir a ser alguém que apresenta as pessoas umas às outras, e também alguém que pode vir a escrever muito bem a respeito de assuntos que lhe interessem. Procure utilizar com sabedoria esta qualidade comunicativa natural e tenha um pouco mais de paciência com os outros.

fonte

16.6.05

Procura-se, só para variar:

1 - Quem torça para dar certo;
2 - Quem não discorde antes de acabar de ouvir;
3 - Quem tenha pontos positivos a apontar e acrescentar;
4 - Quem vibre com o sucesso e não com o fracasso;
5 - Quem sorria abertamente e que não seja por escárnio;
6 - Quem sugira, apóie, incentive;
7 - Quem não se agarre à mesmice só porque é segura;
8 - Quem não se compraza com a dor;
9 - Quem não se envergonhe do próprio talento e não exija que outros escondam o que de bom têm a oferecer;
10 - Quem quando diz sim quer dizer sim e quando diz não quer dizer não e quando se cala é porque não tem mesmo nada a dizer.
11 - Quem cumpra os tratos;
12 - Quem valoriza o bom, o bem e o belo;
13 - Quem não se sinta ameaçado por tudo;
14 - Quem tenha espaço no coração para novas descobertas;
15 - Quem não se sujeita simplesmente porque acaba convencido de que o mundo é mesmo assim;
16 - Quem está disposto a firmar posições;
17 - Quem acredita;
18 - Quem tem vontade de acordar amanhã;
19 - Quem está disposto a abraçar (outros e o mundo);
20 - Quem está com muita preguiça de lidar com quem não tem o perfil acima descrito.

Por favor, se você se reconhece em 15 ou mais dos itens listados, responda "presente" nos comentários ou eu vou pegar minha nave espacial e voltar para o asteróide de onde vim.
Repassando os textos que recebi do Cordeiro, porque é sempre bom manter o senso crítico ligado.


Há um cheiro estranho nas últimas notícias sobre o PT
(Por Renato Rovai)

Fui à Venezuela duas vezes no último período. Ambas as visitas foram de aproximadamente quinze dias. A primeira foi na semana seguinte à tentativa de golpe. Estive lá com o fotógrafo Satoru Takaesu. Chegamos ao país com apenas um contato, o do secretário-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa, Gregório Salazar. Ele foi nosso guia. Gentil, prestativo e antichavista, nos apresentou tudo o que em sua opinião tornava a tentativa de golpe ao presidente de seu país, de certa forma, justificável.Exatamente isso, um jornalista de postura solícita e que parecia de fato acreditar em valores democráticos defendia o movimento golpista. Apontava excessos por parte da turma de Pedro Carmona, o líder empresarial que fechou o Congresso, destituiu a Suprema Corte, rasgou a Constituição e durou 28 horas na presidência, mas entendia que aquelas posturas se justificavam, já que do outro lado estava Chávez.
Em todos os programas de televisão e nos jornais e revistas de maior circulação da Venezuela, as palavras de Salazar pareciam ter sentido. A mídia local veiculava em uníssono seu ódio antichavista.

A cobertura midiática dos últimos episódios, que apontam para um suposto esquema de corrupção na formação da base do atual governo brasileiro, está ganhando contornos muito semelhantes ao que ocorreu no país vizinho. Com uma sutileza: ela não é personalizada na figura do presidente da República, como no caso venezuelano, mas no seu partido político, o PT.
É fato que há uma denúncia que precisa ser apurada e do bom jornalismo espera-se uma investigação com base em entrevistas e reunião de documentos. Faz bem à democracia que a imprensa assim atue. É isso o que dela se espera.

Como se esperava também que assim fosse quando ocorreu o processo de privatização das telefônicas e de outras empresas públicas do país. Naquele momento, os escândalos não precisavam ser abafados pelo governo ou deputados governistas. O midiático poder brasileiro se encarregava disso. O falecido jornalista Aloysio Biondi, de forma quixotesca, tentava “destampar a panela”, mas seus artigos, publicados duas vezes por semana na Folha de S. Paulo, não recebiam sequer chamada de primeira página. Ao contrário, uma vez me confidenciou que quando recebeu convite para ir trabalhar no então Diário Popular, ganhando um pouco mais, mas tendo uma coluna diária, recebeu como contraproposta da Folha ganhar mais para escrever apenas uma única coluna semanal. Entendeu aquilo como um cala-boca e foi para o Diário.
Seu livro, o Brasil Privatizado, repleto de provas escandalosas, vendeu mais de 100 mil exemplares e mereceu apenas registros pontuais nos veículos. Não impulsionou nenhum movimento anti-PSDB nos veículos de comunicação.

É disso que se trata. Anuncia-se na mídia brasileira uma campanha sanguinolenta contra o PT. Se vier a acontecer em sua plenitude, será contra tudo o que partido representa. Ou mesmo o que um dia representou com mais firmeza. Não será uma campanha contra o que pode haver de podre na agremiação.

Sugere-se em editorias e opiniões de articulistas e parlamentares tucanos que Lula precisará se livrar do PT caso queira terminar o mandato. Justifica-se a pressão por conta de o tesoureiro do partido estar sendo acusado de comprar toda a bancada de deputados do PL e do PP. O curioso é que desses deputados acusados nada se fala. Alguns são bastante famosos, como Delfim Neto e o próprio presidente da Câmara, Severino Cavalcanti. Mas nenhum foi emparedado por veículos de comunicação para dar explicações. Ao contrário, o presidente do PT, José Genoino, tem sido acuado com ironias e grosserias em muitas de suas participações em programas de rádio e TV.
Não se espera que o midiático poder brasileiro se comporte como em relação a Eduardo Jorge Caldas, secretário-geral da Presidência da República, que, entre outras coisas, foi acusado de participar de suposto esquema de liberação de verbas no valor de R$ 169 milhões para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, e de criar caixa-dois para a reeleição de FHC. Naqueles dias, tudo era debatido via jornais e revistas com excesso de cuidado além da conta. Espera-se que se vá mais a fundo, como manda o bom jornalismo, no escândalo do suposto mensalão.

Mas é bom que se saiba que no ataque ao PT o que está na mira não é só a sigla, mas algumas de suas bandeiras históricas e também de amplos setores da esquerda. A campanha para renovar o fôlego da onda das privatizações como maneira de diminuir a corrupção no Estado já começou. Porta-vozes do mercado têm tratado do assunto sem corar ou gaguejar. Atenção aos artigos e/ou comentários de rádio e TV de certos articulistas econômicos.

Ao mesmo tempo que ataca o PT por suposto envolvimento em corrupção, o midiático poder também joga contra sua credibilidade política. Mesmo sendo avalista da atual política econômica, nos últimos tempos passou a ampliar a voz daqueles que criticam o partido por ter traído princípios históricos e se rendido à lógica do capital. Há uma clara tentativa de misturar as coisas para que tudo pareça resultado de uma mesma confusão. Na Venezuela, o sangramento público midiático de Chávez durou quase dois anos até que se buscasse o golpe que a revista Fórum denominou de midiático-militar. A imagem de um Chávez autoritário e fanfarrão, como grifou a revista Veja na edição de 12 de setembro de 2002 (“A queda do presidente fanfarrão”) foi cuidadosamente trabalhada. Aqui no Brasil, algo começa a ser construído nesse sentido. Até a cartilha do Politicamente Correto, que de fato merece ser criticada pelo que representa de estapafúrdia, foi apontada como mais um lance do autoritarismo do atual governo petista, que pretenderia cercear até a língua portuguesa. Ignorou-se que ela, mesmo sendo uma grande bobagem, tinha como único objetivo divulgar termos supostamente preconceituosos. Nada mais.
Em nome da liberdade de imprensa, a revista Veja desta semana faz uma matéria sem uma única fonte em on acusando a ex-prefeita Marta Suplicy de também comprar votos na Câmara Municipal. O título da matéria é sintomático da venezuelização do midiático poder brasileiro: “O mensalão da perua”. A liberdade de imprensa de Veja nunca permitiria que um de seus funcionários escrevesse algo como “Picolé de chuchu repete as mesmas balelas em relação ao caos na Febem”.

Evidente que se trata de uma liberdade assistida, onde quem pode de fato exercê-la não são os jornalistas, mas os donos dos veículos e seus capitães do mato, que tratam repórteres à base da chibata, como bem sabem aqueles que vivem ou viveram experiências de dia-a-dia em redações. Que também sabem o quanto essas empresas, paladinas da moralidade, desrespeitam, por exemplo, as leis trabalhistas. Ou mesmo o quanto não fazem de acordos comerciais que garantem espaços editoriais aos tais clientes. E ao mesmo tempo mantêm uma relação sabuja com eles.

O fato de investigar o PT e seus dirigentes faz bem à democracia. Fiscalizar o governo também. A imprensa deve ter liberdade para isso. Precisa fazer o seu papel. Mas há um limite entre investigação, fiscalização e perseguição. Na sociedade contemporânea, onde a cidadania é garantida de certa forma pela informação que se recebe, quando o setor midiático – associado a um espectro da política – resolve fazer uma campanha persecutória contra um partido ou governo, sem tratar com rigor e responsabilidade o que publica, não há outro nome para designar tal movimento. Busca-se, nesse caso, um golpe midiático. E para que isso aconteça basta ao midiático poder brasileiro acompanhar o toque editorial da última edição de Veja. Estará desenhado o cenário. E o cheiro podre que vem da Veja pode infestar a democracia brasileira. E não será a primeira vez que a “liberdade de imprensa” participa de um golpe no Brasil. Com a diferença que, desta vez, nada indica que os quartéis serão acionados. Na atualidade é mais aconselhável, para parecer democrático, que o midiático poder aja sozinho.



A lira sedutora (e enganadora) do golpismo
(Por Lula Miranda)

Por ofício, leio os principais jornais e sites do país. Além da cobertura jornalística em si, acompanho com especial interesse e atenção as manifestações dos leitores nas sessões desses veículos destinadas ao “leitorado”. E é sintomático constatar como a mesma intolerância e parcialismo crítico, com relação ao governo Lula, repetem-se nas falas dos leitores (não à toa um cientista político já alertou que o governo está perdendo – ou já perdeu – a batalha da opinião pública).

Alguns articulistas têm recorrido reiteradas vezes ao expediente de publicar cartas de alguns leitores que se auto-intitulam “ex-petistas” e que se dizem, em seus breves relatos, decepcionados e frustrados com o partido ou com o chamado “governo do PT” (em verdade, e isso todos sabemos, e daí certamente decorrem muitos dos problemas do atual governo, esse é um governo de coalizão e não exatamente “puro-sangue” ou “do PT”). Reputo exageradas algumas dessas críticas e mais ainda a postura irascível e intolerante de certos leitores, e estou certo de que, muitas delas (as críticas, mas também a postura desses leitores), são fruto da mais bem urdida e escancarada manipulação da opinião pública posta em prática pela grande imprensa nos últimos anos nesse país. O que chamo de lira sedutora (e enganadora) do golpismo.
Quem leu os editoriais do jornal Folha de S. Paulo desse último domingo (12/06) já não tem dúvida alguma (se é que ainda restava alguma) do escancarado “antipetismo” que norteia a linha editorial daquele jornal. Uma questão possível seria: o que estaria por trás desse “antipetismo” da Folha? Não seria uma questão de classe? Uma questão de interesses feridos ou ameaçados? Mas alguns poucos, mais atentos e ponderados, já haviam se perguntado antes, e certamente muitos estão perguntando-se agora, após essa última entrevista de Roberto Jefferson publicada nesse veículo: qual a credibilidade desse parlamentar para assacar tão graves (e inacreditáveis) denúncias contra o PT (principalmente quando comparamos a história desse deputado e de seu partido com a história do PT)? Por que continuar a dar crédito e tamanho destaque a uma acusação em que o próprio acusador agora já afirma não dispor de provas documentais? Será que o acusado não poderia estar apenas manobrando para desviar de si o foco das investigações, que, por sinal, já apontam inequivocamente em sua direção? Se se trata de matéria “requentada”, pois essa denúncia de “mensalão” já havia saído no Jornal do Brasil em setembro de 2004, por que só agora volta ao noticiário e revestida de todo esse tom avassalador, “espetacular” e “bombástico”? Essa denúncia coaduna-se com a história e a “práxis” do Partido dos Trabalhadores? Mas essas são questões que parecem não importar aos mais apressados, aos que estão indo na onda e, claro, aos que fazem essa “onda”.

Não pretendo aqui fazer uma defesa cega do governo Lula ou do PT, que fique claro. Ou até mesmo fazer pouco caso e tratar como ilegítimas todas as manifestações desses leitores. Até porque, como já disse em textos anteriores, muitas dessas críticas, e até mesmo a frustração de muitos eleitores do presidente Lula, são legítimas e eram até esperadas diante dos graves problemas que foram legados ao país, por vários anos e governos anteriores, e diante das promessas feitas na campanha e as contradições em discursos anteriores do presidente e de seu partido. Pois esses problemas e promessas não se resolvem ou cumprem-se no curto prazo. E as contradições entre o discurso quando na oposição e agora no poder são inerentes ao aprendizado que o exercício do poder impõe. O que se pretende questionar aqui é o tom dessas críticas e sua crescente hegemonia do debate. Pois há também muito exagero, preguiça, precipitação e falta de uma reflexão mais acurada dos fatos nessa “ira santa” de alguns leitores, da chamada “opinião pública”. O que se pretende questionar aqui é o tom dessas críticas e o superdimensionamento que se dá a atual crise política. Alguns mais apressados chegam a falar em “fim do PT”, outros falam em “fim do governo Lula” – a revista Veja dessa semana, revista essa que literalmente faz a cabeça da classe média brasileira, chega a comparar Lula com Collor. Um claro despropósito.

Sim, reitero, o governo Lula tem problemas, tem cometido muitos equívocos, notadamente na sua articulação política. Porém, parece-me que, nas questões que dizem respeito à defesa dos interesses do país e da maioria da população, as ações desse governo têm sido meritórias. E muitas dessas questões e ações vão nitidamente no sentido de implementar medidas que propiciem a inclusão social, a reconstrução e o reaparelhamento do Estado. E essa ponderação faz-se necessário – a menos que se queira fazer proselitismo político e não jornalismo.
Pode-se, ou melhor, deve-se criticar a política de juros altos retomada no final do ano passado e ainda mantida, na minha opinião e na de muitos outros analistas, de modo desnecessário, nesses últimos meses, pelo Banco Central. Pode-se criticar a falta de agilidade do presidente em fazer as mudanças necessárias em seu ministério. Pode-se criticar um ou outro aspecto das reformas implementadas pelo governo. Pode-se criticar algumas más companhias na chamada base aliada. E outras críticas pertinentes e pontuais. Isso é legítimo e necessário no debate construtivo e necessário ao aperfeiçoamento das políticas públicas propostas por esse governo (ou por qualquer outro) – e a esse debate esse governo que aí está não tem se furtado. Quanto a isso devemos ser honestos. Por outro lado, também não se pode negar que esse governo vem implementando medidas urgentes de cunho “civilizatório” que significam uma verdadeira inversão de prioridades quanto ao público alvo das políticas públicas, o que futuramente, no médio e longo prazos, poderá reduzir o nosso déficit social e reduzir a exclusão.

Não dá para aceitar, passivamente, tanta intolerância e, repito, má vontade, com relação a esse governo. Não dá para aceitar o “golpismo” expresso na publicação e na leitura apressada e irrefletida de certas manchetes tão “bombásticas” quanto inconseqüentes e, por vezes, o que é ainda mais grave, mentirosas. Da parte de alguns articulistas, até tenho a compreensão do seu papel: eles fazem apenas o trabalho pautado pelos chefes de redação, que por sua vez refletem os interesses dos donos do jornal, que por sua vez atendem aos interesses de determinada classe social ou de determinados grupos econômicos e políticos. Ou seja, eles seguem a “linha” do veículo, pois se não seguir essa “linha” não galgam degraus e postos na redação e até mesmo, em alguns casos, não teriam sequer seus textos publicados. O mesmo fenômeno dá-se, por outro lado, com alguns intelectuais de esquerda que na ânsia de terem seus textos publicados nesses grandes veículos da imprensa, aceitam fazer o “serviço sujo” da crítica desonesta e parcial. Esse, infelizmente, para nós, é o que mais deploramos, é o pior lado dessa história. E o que dizer de certos “intelectuais do PT” que se calam em um momento tão difícil e delicado?

Tá certo que, como também já disse em um outro artigo, muitos desses leitores, tal qual boneco de ventríloquo, apenas repetem, sem perceber, a opinião expressa pela chamada “linha” do jornal ou pelos seus articulistas. Alguns leitores, é curioso observar, chegam a utilizar expressões e termos caros e característicos do léxico desses articulistas e desses veículos. É a marca indelével da falta da necessária reflexão e ponderação que deveria existir nessa comunicação entre jornalista e leitor. A maioria dos leitores aceita como definitiva, quase como um “dogma”, as opiniões de certos articulistas ou “âncoras”.

Finalmente faço um alerta aos leitores: não se deixem seduzir pelo belo canto da sereia. Não se deixem inebriar pela lírica do golpismo. O governo não acabou. O PT não acabou, o partido é maior do que eventuais/possíveis erros cometidos por alguns de seus dirigentes ou militantes – o que seria a política brasileira hoje sem a vigilância do PT, sem a sua história, sem a sua apaixonada militância? A democracia não acabou. Não se precipite. Aguarde um pouco a sujeira assentar. A verdade prevalecerá.

14.6.05

Ela

Ela, que eu tanto amava, foi-se embora e me deixou aqui, sem notícias. E hoje eu sofro, porque sem ela não sou mais a mesma. A ingrata não deixou endereço ou telefone. E isso lá é coisa que se faça?

Olho minha imagem no espelho e já não me reconheço. Outras (e outros) passaram em minha vida depois que ela se foi, mas ninguém soube cuidar de mim como ela. Ninguém tem seu toque mágico. Ninguém sabe fazer como ela faz.

À noite, sonho que ela voltou ou que me dá pistas de como ir ao seu encontro. Ou tenho pesadelos, onde sou mais uma vez vítima da rudeza daqueles que querem tomar o seu lugar.

O que vou fazer sem minha cabeleireira de fé? Tudo bem, Cristina. Fiquei super-contente em saber que você montou salão próprio, mais perto da sua casa. Mas será que você pensou que Nova Iguaçu era longe demais para mim? Querida, por quem acertou a mão num cabelo difícil como o meu, vou até o inferno!

9.6.05

NA RÁDIO MALUCA, AS CRIANÇAS É QUE DIZEM O QUE É O AMOR

DIA: Sábado, 11/06/2005
TEMA: “O que é o amor pra você?”
ATRAÇÕES: Banda Gaz e Ivan Zigg
APRESENTAÇÃO: Zé Zuca
PARTICIPAÇÃO: Mariano
HORÁRIO: Sábados, das 11h às 12h
LOCAL: Auditório da Rádio Nacional – AM -1130khz (150 lugares)
ENDEREÇO: Praça Mauá, 7, 21º andar.
CONTATO: 2253-7863/9803-0779 ou radiomaluca@radiobras.gov.br

Aproveitando a divulgação que é feita por ocasião do dia dos namorados, a Rádio Maluca se antecipa e levanta a discussão com a garotada: o que é o amor? A amizade é um tipo de amor? Quem são seus grandes amigos, seus grandes amores? A atração do dia é a Banda Gaz. Elas cantam canções compostas por integrantes do grupo e por compositores consagrados. É uma banda jovem muito afinada que desponta na música brasileira. É formado por quatro cantoras: são Julieta Bedran, Carolina Futuro, Cristiana Futuro, Chiara Santoro. No sábado se apresentam com dois músicos: Tiago Siqueira (violão) e Daniel Boechat (percussão).

Quem canta e conta história é Ivan Zigg, escritor, ilustrador de livros infantis, cantador e contador de histórias.

A Rádio Maluca apresenta o rádio às novas gerações e recupera a tradição dos programas de auditório. É um programa ao vivo, com participação da platéia e dos ouvintes.

Idealizado pelo ator, cantor, compositor Zé Zuca é uma usina de novidades, uma central de músicas e brincadeiras. O apresentador abre o microfone para crianças e famílias brincarem de rádio.

É um divertido passeio de fim de semana. Vale a pena levar as crianças para conhecer um programa de rádio ao vivo, participar dele e visitar a nova Rádio Nacional. A entrada é franca. Quem não puder ir, é só sintonizar AM 1130khz.

Rádio Nacional: Praça Mauá,7, 21ª - Entrada franca.

Programação da Rádio Maluca JUNHO (Rádio Nacional)

Dia 11/06 – Tema: O que é o amor? (Dia dos namorados)
Atrações: Banda Gaz e Ivan Zigg

Dia 18/06 – Tema: É festa junina
Atrações: Hamilton Catete e Edimilson Santini

Dia 25/06 – Tema: Viva a cultura popular
Atrações: Carroça de Mamulengos e Lúcia Fidalgo



COMEMORANDO UM ANO DE RÁDIO MALUCA

RONALDO MOTA É A ATRAÇÃO DESTE SÁBADO

A Rádio Maluca, o único programa de auditório ao vivo para crianças, faz um ano em julho. Tendo em vista os ótimos resultados alcançados, é hora de comemorar. O programa idealizado e apresentado pelo multimídia Zé Zuca, aos sábados de manhã na Rádio Nacional, continua com o mesmo entusiasmo, mas um novo auditório se abre na Zona Sul.

O melhor da Rádio Maluca – O show está na Sala Baden Powell, em Copacabana. Fica em cartaz nos sábados de junho e julho (exceto o último de cada mês). A estréia foi no sábado passado, dia 04 de junho.

O show reúne ingredientes dos bons tempos da era do rádio e as novas descobertas da Rádio Maluca. Vai esquentar as tardes de sábado na zona sul para crianças e famílias que buscam diversão de qualidade.

O melhor da Rádio Maluca amplia o que já acontece no programa. Reúne uma seleção de bons momentos. Traz um grupo de músicos que tocam, ao vivo, animadas canções como Maracangalha, de Dorival Caymmi - para pais repassarem aos filhos, Seu rosto e Forró junino, músicas do cantor, compositor e apresentador Zé Zuca e muita sonoplastia tirada de instrumentos diversos, de brinquedos e utensílios domésticos. Tudo visível pra garotada curtir.

Além das músicas, tem histórias, brincadeiras e interatividade com a platéia. O show funciona como um programa de rádio ao vivo. Tem a presença de repórteres e cantores mirins. A cada sábado, um artista diferente é convidado. Ou seja: trás um show dentro de um show maior.

RONALDO MOTA É A ATRAÇÃO DESTE SÁBADO.
O Cantor, compositor e diretor musical de espetáculos teatrais Ronaldo Mota é o convidado de Zé Zuca neste sábado. Vai apresentar suas premiadas canções feitas para peças dos grupos de teatro Vento Forte, no qual participou sob a direção de Illo Krugli, e do histórico Grupo Hombu, do qual Ronaldo é integrante há muitos anos.

Para os próximos sábados estão programados: Nicolau (do Inimigos do Rei), Joaquim de Paula, o Mágico Gerardi (com Joca, o jacaré), Lúcio Sanfelippo com o Grupo Pé de chinelo e Denise Mendonça.

FICHA TÉCNICA:

Duração: 1 hora
Horário: 16 horas
Temporada: Aos sábados dos meses de junho (4, 11 e 18) e julho (2, 9,16 e 23).
Ingressos: R$10,00
Estudantes, idosos (acima de 65 anos) e professores da rede municipal: R$ 5,00
Teatro: Sala Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360).
Concepção, roteiro, direção e apresentação: Zé Zuca
Assistência de roteiros: Joelma Vieira e Lenise Freitas
Supervisão de movimentos cênicos e coreográficos: Janice Botelho
Participação especial: Mariano
Músicos participantes: Mariano, Gê Menezes, Ronaldo Mota, Josué Soares, Daniel Luz e Clóvis Thimóteo.
Produção: Clarissa Brandão
Cenografia e objetos cênicos: Andréa Renck
Operador de Áudio (D.J.): Fabinho
A Era do Gelo 2
You scored as Cultural Creative. Cultural Creatives are probably the newest group to enter this realm. You are a modern thinker who tends to shy away from organized religion but still feels as if there is something greater than ourselves. You are very spiritual, even if you are not religious. Life has a meaning outside of the rational.

Cultural Creative

100%

Idealist

88%

Existentialist

75%

Postmodernist

50%

Romanticist

38%

Modernist

25%

Materialist

25%

Fundamentalist

25%

What is Your World View? (updated)
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8.6.05

O drástico
(Fernando de Castro)



Há muito tempo venho refletindo sobre o drástico. Não que eu seja dado a muitas reflexões, mas alguns casos me forçam a pelo menos simular um pensamento mais profundo. E o drástico, de alguma forma, fez-se o motivo da vez. Não toleramos o drástico. É da nossa natureza amenizar quando o impulso quase nos conduz a medidas extremas. Vejo pelo caso do jogador que denunciou o outro por racismo. De todos os elogios convenientes à sua postura, sobrou tempo para criticarmos o exagero. Exagerou-se nas algemas. Exagerou-se no tempo de detenção. Exagerou a imprensa. Foi-se muito drástico. Preferimos a conduta permissiva e camarada à rispidez do drástico. No fundo, simpatizamos com aqueles que roubam pelo suposto dever público e pouco nos lixamos se o destino (ou a Polícia Federal) eventualmente apresenta dois safados para um show de contra-acusações. No fim das contas, sempre tendemos para o que roubou menos, mas nem por isso conseguimos disfarçar um certo respeito pelos nossos bem-sucedidos vilões.
É difícil reconhecer no país um governo sequer que não tenha em seu histórico algum escândalo de cinco dias, alguma suspeita convenientemente esquecida pelo tempo e pelos acordos naturais. Mas isso não é o mais grave. O grave é que pouco nos importamos. Recusamos o drástico, porque o drástico fatalmente nos atingirá de algum modo. Vibramos pelo meio-termo. Pela alternativa que preserve nossos canalhas, pelo menos. Todos temos um canalha para adorar. Seja ele o presidente de um clube de futebol ou um populista medonho que aplica o dinheiro público no atraso travestido de brinde-cidadania em troca de votos. Seja na oposição, na situação ou no PMDB. É ridículo olhar o passado recente de boa parte dos políticos envolvidos nos escândalos da hora e simular um ar de chocado. É ridículo tentarmos disfarçar um ''não acredito'' quando basta um fiapo de memória para associá-los à corja que nós mesmos viemos entronando sucessivamente há anos, e cujo hábito do assalto sempre foi uma virtude declarada. E pior: avalizadas pelo nosso próprio voto. O nosso pavor pelo drástico nos impede de espiar uma ficha corrida antes de votar.

É uma piada grosseira justificarmos nossa conivência com o argumento de que o poder corrompe mesmo, e que pelo menos nosso ladrão fala inglês e constrói pracinhas, campos de futebol e que, apesar de todo empenho da Justiça, nunca se provou legalmente nada. É uma piada sofisticada demais empregarmos a palavra política quando, na verdade, na maioria dos casos estamos nos referindo mesmo é a uma corja de ladrões protegidos pelo interesse comum de seus pares. Mas nós adoramos piadas. Antes elas que o drástico.

Um Congresso onde a maioria dos eleitos se permite unir-se pelo voto do atraso, por simples vaidade, não é um lugar que por hora eu me permita levar a sério. Qualquer discurso que reze pelo ''bem da população'' depois disso, a meu ver, não passa de pura balela. Uma afronta. Um governo que não sabe ou finge que desconhece a conduta duvidosa de seus indicados não escapa das duas verdades possíveis: ou é mal-intencionado ou é incompetente. Qualquer autoridade que se presta ao papel de posar em público ao lado de um bandido aliado para demonstrar seu apoio pela conveniência da aliança, pra mim, não passa de um sem-vergonha.

Eu nuca roubei ninguém. Talvez por isso ando simpatizando cada vez mais com o drástico.

fonte
SALVE, JORGE!

JORGE GUERREIRO
Uma festa fotográfica para o santo mais popular do Rio


Para expor na FotoRio/2005, um grupo de fotógrafos escolhe um tema carioca: São Jorge. Eles registram as festas do dia 23 de abril em torno das Igrejas do Campo de Santanna e de Quintino, a cavalhada de Santa Cruz e toda a devoção carioca ao santo mais popular da cidade.

Esta festa fotográfica pode ser vista a partir de 8 de junho, no Restaurante Ernesto, no Largo da Lapa.

Exposição Jorge Guerreiro
De 8 de junho a 8 de julho, no Restaurante Ernesto, no largo da Lapa, 41.

Inauguração:

8 de junho, a partir das 19 horas.

Fotógrafos:

André Pinnola, Cecília Acioli, Cesar Cardoso, Jorge Vasconcellos, Juliana Ennes, Luiz Régulo, Cristina Fonseca, Maria Pace Chiavari, Pedro Almeida, Waltinho do Paraíso.

7.6.05

Andorinha que dorme com morcego amanhece de cabeça para baixo

Como é que pode o sujeito achar que vai conseguir atingir seus objetivos, até relativamente nobres, jogando segundo as regras estabelecidas por quem anda sujando tudo há tanto tempo. É porque se acha muito esperto? Ou é por ser muito ingênuo?

Como é que pode achar que fazendo tudo do mesmo jeito que sempro foi feito, vai-se colher um resultado diferente?

Como é que se supõe que a política de empurrar com a barriga aqui, varrer para baixo do tapete ali vai permitir mudanças?

Se era para ser tudo igual, por que escolheríamos o diferente?

Bonito fez aquele governador que encurralado pela falcatrua de sempre deu uma de Juruna moderno, gravou tudinho e quando resolveram que era hora de derrubá-lo matou a cobra e mostrou o pau. Feio mesmo é querer botar panos quentes porque sabe que tem rabo preso e a coisa vai feder ainda mais, porque achou que os fins justificavam os meios. E agora fica morrendo de medo do ventilador que foi ligado. Lamentável!

O mais grave é que tudo isso deixa o povo com uma batata quente nas mãos. Muita gente tinha "medo", mas confiava como o bastião da moralidade, das boas causas. E agora que a "esperança" foi trucidada, o que resta? Já vejo surgirem no horizonte os arautos da oportunidade, com seu discurso que tanto encanta os medíocres, os ignorantes, os de intelecto simples: pena de morte, moralização às custas de direitos civis, perseguição aos diferentes, etc.

Agora que não eles, quem? Quem poderá nos socorrer?

Porque não podemos nos dar ao luxo dos estadunidenses de ignorar política. Estamos precisando com urgência de reforma no judiciário, soluções para a violência nas grandes cidades, investimentos na educação e na saúde, criação de empregos, atenção para a preservação ambiental e controle da soberania nacional e tanto mais.

Quem?

3.6.05

Eu tenho medo!

Uma pessoa que é capaz de ir a um restaurante num domingo especial em família com bobs e lenço na cabeça é capaz de qualquer coisa, né não?
IDADE

A idade é uma realidade, já dizia Papai.

Começo a perceber seus primeiros sinais. Não, aquela dorzinha no joelho que ataca quando levanto depressa depois de ficar algum tempo sentada e que quase me levou ao chão ontem na saída do cinema eu até consigo abstrair. Mas foi triste ver o médico fazendo conta com a minha data de nascimento para ver se eu já tinha chegado è meia idade. Meia idade! Fala sério! Ainda outro dia isso não era coisa daqueles coroas, daqueles velhos? Ufa, passei raspando no teste do Dr. Jaleco Branco, mas a perigosa está logo ali, depois daquela curva.

Sabe que curva é essa? Aquela que vem sinalizada com uma placa onde está escrito simplesmente "Enta, mas não sai". Depois que entrou ali nos "enta", não tem mais retorno e o jeito é seguir em frente. Diz que tem gente que consegue até sair lá, bem longe, mas são poucos. Ainda, né? Afinal a gente tem que por fé na ciência e na tecnologia que evoluem diariamente e que prometem levar-nos ao centenário.

Elas só não conseguiram ainda achar uma boa resposta para a cara de passado do balconista da farmácia que querendo ser simpático pergunta se o remédio é para a senhora minha mãe e ouve que não, é pra mim mesma. Tadinho, deu uma dó. É sinal dos tempos ter que tomar remédio normalmente receitado pra idosos, né não?

Mas acho que o que realmente pegou com a história da meia idade foi me dar conta de que estou chegando à metade, ou seja, teoricamente tenho cada vez menos adiante do que tenho para trás. E se levar em conta a média familiar, aí danou-se! Já dobrei o Cabo da Boa Esperança faz é tempo, ó!

Por isso é que não dá pra ficar marcando bobeira. Tempo não é coisa que se perca. E sabe que eu estou achando que Cronos é que nem o vil metal: não aceita desaforo? Se você não tratar bem, ele vai embora sem mais aquela.

24.5.05

ELES QUEREM SUA ENERGIA

Nada de caninos afiados e asas de morcego. Esses vampiros não são seres sobrenaturais nem bebem sangue:

(...)
Poucas pessoas desconhecem esses tipos vampirescos. São seres que, por um motivo ou por outro, sugam a energia das pessoas com seus comentários e atitudes. Muitas vezes, só se percebe que estiveram por perto quando o desânimo se instala por causa de sua presença.

Mas, afinal, existem mesmo pessoas capazes de alterar dessa forma o humor de quem se aproxima? "Existem, e muitas. Nos relacionamentos de qualquer espécie, as pessoas devem se alimentar de coisas boas, mas há quem apenas retire esses aspectos positivos e essenciais para o nosso bem estar", explica a psicóloga Lúcia Monteiro, que ministra palestras sobre o tema.

Claro que o termo "vampiro" é uma alusão ao lendário personagem Conde Drácula e nada tem de científico. Mas a psicologia estuda com atenção esses tipos que podem causar danos irreparáveis no humor e na disposição das pessoas. "Atendo pessoas completamente detonadas por tipos vampirescos principalmente nos relacionamentos íntimos com a família e amigos mais chegados. Acredito que a atitude destrutiva dos vampiros é uma forma semi-consciente de obter amor e poder, em um sentido mais amplo", explica Lúcia.

(...)
A quantidade de tipos vampirescos que rondam por aí inspirou, inclusive, a publicação de um livro de autoria do psicólogo americano Albert Bernstein. Nele são descritos cinco tipos de pessoas especialistas em sugar o humor e a energia de quem lhes atravessa o caminho.

Para lidar com os vampiros emocionais, como são chamados no livro, não adiantam água benta ou estacas de madeira. "É preciso se fortalecer e impor limites a essas pessoas. Se nada der resultados é melhor se afastar de quem torna a convivência insuportável", sintetiza a psicóloga.

Conheça os tipos

Albert Bernstein descreve os vampiros mais comuns no livro Vampiros Emocionais, Editora Campus.

Os anti-sociais

(...) Os tipos anti-sociais, ao contrário do que o nome sugere, são viciados em divertimento, e a trilogias sexo, drogas e rock’n’roll parece ter sido inspirada nele. O autor Albert Bernstein escreveu que são como Ferraris em um mundo de Toyotas. A segunda é segura e prática, mas nada divertida. Já a Ferrari é perigosamente potente, caríssima, mas passa mais tempo na oficina que na estrada. Esses vampiros são sedutores e encantadores, e você só percebe o estrago que estão fazendo na sua vida quando restam poucas gotas de sangue no corpo. Eles atacam o adolescente que existe nas pessoas e as obrigam a irem mais longe do que normalmente se permitiriam. Além disso, mostram-se extremamente irritados quando não são acompanhados e são incapazes de gestos de gratidão depois de serem carregados para casa.

Antídoto:

Faça o que eles sugerem mas se preocupe somente com você. Deixe que eles assumam a responsabilidade pelos seus atos. Ignore os acessos de raiva e, principalmente, reconheça seus limites. Lembre-se que esse tipo de vampiro sob o efeito de drogas ou álcool pode ser uma ameaça e jamais conte que o sentimento de culpa o fará parar.

Os Valentões

Sabe aqueles meninos que nos ameaçavam na escola? No trabalho, é aquele chefe que a proximidade é diretamente proporcional à temperatura negativa da espinha dorsal da vítima. Sua arma é o grito, e o seu vício, a ira. Mas, por mais desprezíveis que sejam, a voz parece desaparecer quando somos alvo do seu acesso de raiva.

Antídoto:

Esses tipos de vampiros não enxergam seu poder destrutivo. Acham que estão apenas tentando cuidar da própria vida quando algum idiota faz alguma burrice e lhes estraga o dia. Algumas dicas: quando o vampirão começar a gritar, peça, delicadamente, que fale mais devagar para que você possa entendê-lo. É praticamente impossível gritar falando devagar. Se ele estiver gritando ao telefone, contenha-se em falar "ham, ham" nas pausas de sua respiração. Inevitavelmente ele terá que interromper o escândalo para perguntar se você ainda está lá. Por último, quando estiver levando chamadas injustas do chefe-vampirão diga apenas "o que você gostaria que eu fizesse?" Ganha um doce se ele souber responder a perguntinha.

Os histriônicos

À primeira vista, ninguém é mais espirituoso e amável quanto esse vampiro. Depois percebe-se que ele precisa de aprovação e atenção o tempo todo. É aquela amiga que chega na roda e, supersimpática, fala com todo mundo, distribui sorrisos, conta casos. É aquela (ou aquele) que pergunta o tempo todo se cabelo está bonito e se a roupa é adequada. São ciumentos e extremamente dramáticos. Foram os vampiros histriônicos que inventaram os crimes passionais, a bulimia, a cirurgia plástica e a fofoca.

Antídoto:

Seja chato, coerente, faça planos para o futuro. Esses vampiros preferem relatar as impressões emocionais acerca dos fatos, e não os fatos em si. Arrisque-se a pedir detalhes precisos de suas narrativas para checar a autenticidade do episódio. E lembre-se: em caso de lágrimas, ofereça um lenço e prossiga.

Os narcisistas

(...)O maior medo desse tipo é ser comum. Eles são os mais bonitos, os mais inteligentes, os mais poderosos. Por isso, são as pessoas mais indiferentes do planeta. Foram eles quem inventaram os esportes, as empresas e tudo o mais onde se possa competir. Esses vampiros ignoram necessidades alheias, por isso são egoístas e ingratos. Só existe o que é bom para eles e todo o mundo só existe para servi-lo. Trabalham com afinco para ter do que se glorificar, ou seja, fama dinheiro ou poder. Esperam um tapete vermelho até ao entrar em uma padaria, por isso, não toleram atrasos, não esperam na fila, não compram em liquidação, jamais limpam o que sujaram. Estão sempre entediados e frustram seus companheiros por não retribuir amor.

Antídoto:

É impossível desinchar o ego dos vampiros narcisistas. Por isso é preciso entender que você não vai ensiná-lo a se importar com os outros. E não se assuste se o exemplo de falta de sensibilidade for você. Os narcisistas têm a capacidade assustadora de se transformar em vítimas assim que você os ataca.

Os paranóicos

Você chega empolgadíssima com uma nova proposta de emprego. É uma boa empresa, um cargo respeitável e um salário satisfatório. Ao comunicar a novidade com o vampirão do seu marido, ele não esboça nem uma tentativa de sorriso e começa a sabatiná-la com perguntas sobre o novo emprego. Perguntas respondidas, ele chega à conclusão que você será explorada, seu novo chefe tem fama de tarado e correm boatos que essa empresa vai quebrar. Mas se você quiser arriscar, tudo bem. Ele acabou de sugar todo o seu entusiasmo. Provavelmente trata-se de um vampiro paranóico, que está sempre vendo o que a maioria não vê. O problema é que a "supervisão" limita-se ao lado negativo das coisas. Esse é um dos tipos mais nocivos a sua saúde psicológica porque vê sempre um mundo muito complexo e sem esperança. Além disso, esse tipo tem uma verdadeira adoração pela própria virtude. Por isso, raramente perdoam. Oscilam entre a ingenuidade e o ceticismo total. Sua meta é chegar a um mundo onde todos obedeçam às mesmas regras simples e rígidas que sua cabeça criou. Essas regras incluem desde não viajar para onde tem mosquitos até controlar a euforia, já que sempre pode acontecer o pior.

Antídoto:

Os acessos de raiva dos vampiros paranóicos são apenas sutis. Eles expressam os sentimentos de esgotamento e depreciação com suspiros e resmungos. Não lhes dê atenção. E não se deixe contagiar. Contra o mau humor nada como uma risada sonora!

fonte
BIENAL

Agora que acabou já posso falar. E antes não me manifestei até porque a gente sabe como é difícil publicar e lançar um livro. Não vou ser eu a jogar areia na farofa de ninguém, já que além de deselegante, isso não me faz feliz nem me rende lucro algum. Mas não gosto de Bienal.

Não suporto aqueles corredores entupidos, o culto à celebridade, a lonjura... Adoro livros, mas meu contato com eles é muito mais íntimo e silencioso. Começa com uma paquera em uma livraria silenciosa e acolhedora e termina com saudade depois de lida a última frase, repousando fechado, abraçado contra meu peito suspiroso. E a história continua depois de terminada, na minha estante para futuras releitura e consulta ou nas mãos de quem também possa amá-lo como eu.

E fico olhando, pelos meios de comunicação, aquele circo montado e penso no quão longe da experiência de leitura e literatura que eu tenho em mim. Quanto blablablá, quanto nhenhenhém... Cadê o conteúdo? Provavelmente escondido num canto que ninguém viu, longe dos holofotes e da badalação.

Sei lá. É pra mim, não.

23.5.05

MULHER MARAVILHA

Tenho um conhecido cujo gosto é uma espécie de parâmetro para mim. Se ele viu um filme e gostou, não devo nem passar na porta, porque vou detestar certamente. Nossos gostos são absolutamente opostos. Nem por isso desgosto do sujeito. Ele é divertido e, até onde sei, é bom caráter. O que não suporto é gente mal-humorada e de ética frouxa.

Amigos não se fazem apenas com afinidades. Às vezes, basta a admiração e o respeito. Isto é o alicerce de qualquer relacionamento humano. Coisa mais triste quando começamos a perder a admiração por alguém a quem queremos bem. Promessas e prazos amiudadamente descumpridos, escorregões morais, não estar ali quando você precisa ao mesmo tempo em que assume que sua paciência e disponibilidade são infinitas...

É certo que não escolhemos aqueles de quem gostamos. Gostamos simplesmente, sem muita racionalidade. Entretanto, acho difícil continuar apreciando a companhia de quem vive querendo te aplicar uma rasteira ou, no mínimo, subestimando sua inteligência.

Sou só eu ou todo mundo fica exaurido na proximidade de gente acomodada, inerte, que vive varrendo problemas para debaixo do tapete? É só a minha beleza que se cansa com quem vive repetindo que você precisa entender o que ele está passando e nunca, jamais se importa em ver como as coisas estão do seu lado, a barra que você está tendo que segurar para que ele tenha o tempo de que precisa para dar um jeito na própria vida? E nunca dá jeito nenhum, não se mexe, nem se coça. E você lá segurando o mundo nas suas costas.

Você conhece o tipo, né? Chega chorando a maior miséria e você se vira pelo avesso e tira o que tem no bolso para ajudar, afinal a situação dele é periclitante. Dali a uma semana, você está refazendo suas contas para acochambrar o rombo no orçamento, decidindo entre pagar a mensalidade da academia de ginástica que você precisa freqüentar por recomendação médica ou a diarista que faz o trabalho doméstico enquanto você tenta salvar algum. É quando o elemento vem te contar do sofisticado aparelho de som de última geração absolutamente supérfluo que ele está planejando comprar. Você sente vontade de se atirar pela janela, certo? Pois você deveria fazer isso mesmo para deixar de ser idiota.

Para gente sem simancol não há o que resolva, nem conversa, nem ranger de dentes, nem choro, nem grito, nem greve, nem ficar de mal... São tão egoístas que só conseguem ver o próprio problema, jamais a solidão e o desespero alheio. O melhor que se faz é a gente ir cuidar da própria vida e deixar que cada um segure suas próprias barras, carregue sua própria cruz. Porque tudo já é muito complicado. Levar o carma dos outros é só para super-heróis.

E por mais que eu adorasse ser, não sou a Mulher Maravilha.

19.5.05

Pois é, só tenho amigos que mandam bem. Esta é uma iniciativa de um deles.

Viajar, aprender e praticar fotografia.

3.5.05

Hoje teremos mais um show do Projeto Pixinguinha no Centro do Rio, e o melhor: de graça! Os artistas dessa vez: Cecília Leite, Carlos Zens e Moacyr Luz.

O show será às 18h30 na Sala Funarte Sidney Miller, que fica na Rua da Imprensa, 16.
(Uma das travessas que cortam a Araújo Porto Alegre - Rua da ABI)

19.4.05

Marcos Lima, cantor e compositor, lançará seu novo CD (Quem canta) na Estrela da Lapa (Mem de Sá, 69), dia 27 próximo, quarta, 21hs. A direção é do Sergio Natureza e Elisa Lucinda terá participação especial. Marquinhos foi o responsável pelas segundas musicais no Hotel Debret, precursora do vitorioso modelito Panorama.

Na mesma quarta, mesmo horário, a doce paraense e melhor intérprete de Tamba Tajah, se apresenta com o Galo, no J Club (Praia do Flamengo 340).
LANÇAMENTO DO CD BOAS NOVAS NA SÉRIE
"OS INDEPENDENTES" DO SÉRGIO PORTO


No dia 27 de abril, no Espaço Cultural Sérgio Porto às 19h, acontece o lançamento do CD Boas Novas, de Sidney Mattos.

Sua musicalidade se traduz em mais de três décadas dedicadas à música,
juntando a modernidade de experiências eletroacústicas, sua formação de
educador e pesquisador e influências que vão do jazz à música oriental,
passando pela música popular e erudita.

Músico, compositor e multinstrumentista, Sidney fez parte do MAU
(Movimento Artístico Universitário), nos anos 70, do qual participaram
Aldir, Blanc, Ivan Lins e Gonzaguinha. Atuou como músico profissional e teve
composições gravadas por artistas como Maria Alcina, Ivan Lins, Evinha entre
outros.

Seu trabalho tem a influência de experiências vividas na India e Europa,
onde pesquisou ritmos, instrumentos, lendas e rituais. Em suas composições,
os mescla de forma criativa e melódica, com grande riqueza de imagens e
referências ao folclore e aos ritmos brasileiros.

No repertório de Boas Novas, o artista conta com novos parceiros como
Ivan Wrigg, Tibério Gaspar, Olten e Euclides Amaral, além de Luiz Alfredo
Milleco que, mais uma vez, apóia o trabalho criativo do artista.
Interpretações vigorosas e arranjos delicados com variações tímbricas. Uma
surpresa a cada faixa.

A BANDA:

Sidney Mattos - teclado, voz e flauta doce
Flávio Pereira - baixo
Dalmo Mota - violão
Chiquinho Brazão - bateria
João Bani - percussão

Dia: 27 de abril, às 19h
Local: Espaço Cultural Sérgio Porto
Endereço: Rua Humaitá, 163 - Humaitá / RJ
Preço: 12,00
Desconto para estudantes: R$6,00

13.4.05

Minha queridíssima amiga Nana está de malas prontas para pôr o pé na estrada como produtora executiva do Projeto Pixinguinha. O que é que eu posso fazer se só tenho amigo chic? Abaixo a programação do mês de abril com Marcela Lobo, Marcos Sacramento e Zé da Velha & Silvério:

14 de abril, quinta-feira
18h30
Rádio Nacional - Rio de Janeiro
(franqueado ao público)

15 de abril, sexta-feira
19h
Nova Iguaçu - Praça Rui Barbosa
Entrada Franca

17 de abril, sábado
20h
Palmas - ATM - Associação Tocantinense dos Municípios

19 de abril, terça-feira
20h
Goiânia - Centro Cultural Martin Cererê – Teatro Iguá

21 de abril, quinta-feira
20h
Rio Branco - Teatro Plácido de Castro

23 de abril, sábado
20h30
Porto Velho - RO - Zé Beer

25 de abril, segunda-feira
20h
Cuiabá - Ginásio da UFMT

27 de abril, quarta-feira
20h
Campo Grande - Concha Acústica

29 de abril, sexta
20h
Dourados - Teatro Municipal

11.4.05

CLUBE DE TROCAS - FLOR & SER

ECONOMIA SOLIDARIA - CALENDÁRIO DA PAZ - ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS


FEIRA FLOR & SER
17 de abril, de 15:30 às20:30
Rua Áurea, 88 em frente a praça - Santa Teresa - RJ

Levar no mínimo 3 itens de produção própria ou vale serviços e Tudo é objeto de trocas beijos e sorrisos paz em todos os quadrantes

Uma rede de Economia Solidária é uma uniâo voluntária de pessoas,que estabelecem um intercambio de bens/produtos /serviços utilizando uma moeda social própria, a troca direta (sem uso da moeda) ou a doação. Com ela , estamos criando um novo sistema economico local, justo e solidário, onde a competição transforma-se em cooperação.

Coisas que voce produz , serviços que voce pode oferecer,bens que voce não utiliza mais,enfim, tudo que voce possa imaginar é objeto de troca na Rede.Mas para permitir maior intercambios,existe a Moeda Social, chamada em nossa Rede de Flor .Com a Flor, as possibilidades de trocas aumentam, possibilitando trocas indiretas. A diferença da Flor e do dinheiro é que a moeda social não tem nenhum valor em si, e não há sentido acumula-la.

Duas maneiras de trocas,

1 - durante as feiras que ocorrem mensalmente, que é um espaço para os encontros epara reunioes .
2 - através do Boletim de Ofertas - é um livreto publicado periodicamente onde se encontra todos os produtos e serviços, aulas e terapias etc..telefone ..e-mail etc..

Na Rede Flor & Ser não há nenhuma relação hierarquica, sendo que as propostas de todos são analisadas por igual, horizontalmente.As decisões são mais que democraticas pois não utilizamos o voto e sim o consenso.

6.4.05

Sobre os tecnossexuais

E como é confortável e poupa o trabalho de pensar viver à base de rótulos!

As tribos de outras épocas buscavam alguma coisa e tinham, em suas diversas linhas, uma ideologia, uma esperança... Até os yuppies retratavam um tempo, viviam tentando se encaixar num molde de sucesso, mas as figuras eram reais. Existiam mesmo.

O que me incomoda nesses novos tipos é o vazio. E são termos e símbolos fabricados, definidos em relação ao consumo e não quanto ao que pensam, o que gostam, o que sonham... Eles elegem um bezerro de ouro e tudo o que se tem que fazer é copiá-lo: pensar, sonhar e gostar do que dizem para você pensar, sonhar e gostar.

A velocidade com que os tipos surgem e somem me parece adequada. Tudo anda mesmo mais rápido, o tempo das pessoas mudou. A vida de um movimento - e cadê os movimentos? -, portanto, deveria mesmo ser mais breve para acompanhar a velocidade com que a informação circula. Já reparou que quando você se depara com algo que mexe lá dentro de você, passa por algumas fases básicas? Espanto, encantamento, pesquisa, elaboração, divulgação (esses 3 últimos podem durar mais ou menos) e, finalmente, desinteresse ou desencanto. Muitas vezes um novo ciclo atropela o anterior, alguma coisa nova nos causa espanto e nossos olhos giram em direção. Pois bem, hoje o processo é muito veloz, porque estamos expostos a tanta coisa...

Tudo vai passar, como passaram os hippies, os punks, as feministas que queimaram sutiãs... O que me interessa é: será que eles vão deixar também algum rastro além do lucro para as empresas patrocinadoras?

29.3.05

Eles (Personare) acertam todas!

Sol na casa 10, lua na casa 6
29/03 (hoje) a 31/03


Sol e Lua entram em ângulo harmônico entre os dias 29/03 (hoje) e 31/03, Carla, agindo diretamente sobre as casas 10 (Sol) e 6 (Lua), o que favorece muito todas as questões práticas do seu dia-a-dia. Você se perceberá com muito mais organização por estes dias, conseguindo dar uma ordem às questões que lhe são caras e importantes. Estes são dias em que a responsabilidade chama, e você precisa dar ouvidos a estes chamados. Procure se dedicar aos seus afazeres importantes, deixando as questões românticas ou de lazer um pouco de lado por estes dias. Por várias razões, o astral está lhe dirigindo para o trabalho e a produção, seja profissional, seja estudantil.
Eles (Personare) acertam todas!

Sol na casa 10, lua na casa 6
29/03 (hoje) a 31/03


Sol e Lua entram em ângulo harmônico entre os dias 29/03 (hoje) e 31/03, Carla, agindo diretamente sobre as casas 10 (Sol) e 6 (Lua), o que favorece muito todas as questões práticas do seu dia-a-dia. Você se perceberá com muito mais organização por estes dias, conseguindo dar uma ordem às questões que lhe são caras e importantes. Estes são dias em que a responsabilidade chama, e você precisa dar ouvidos a estes chamados. Procure se dedicar aos seus afazeres importantes, deixando as questões românticas ou de lazer um pouco de lado por estes dias. Por várias razões, o astral está lhe dirigindo para o trabalho e a produção, seja profissional, seja estudantil.
Eles (Personare) acertam todas!

Sol na casa 10, lua na casa 6
29/03 (hoje) a 31/03


Sol e Lua entram em ângulo harmônico entre os dias 29/03 (hoje) e 31/03, Carla, agindo diretamente sobre as casas 10 (Sol) e 6 (Lua), o que favorece muito todas as questões práticas do seu dia-a-dia. Você se perceberá com muito mais organização por estes dias, conseguindo dar uma ordem às questões que lhe são caras e importantes. Estes são dias em que a responsabilidade chama, e você precisa dar ouvidos a estes chamados. Procure se dedicar aos seus afazeres importantes, deixando as questões românticas ou de lazer um pouco de lado por estes dias. Por várias razões, o astral está lhe dirigindo para o trabalho e a produção, seja profissional, seja estudantil.
Eles (Personare) acertam todas!

Sol na casa 10, lua na casa 6
29/03 (hoje) a 31/03


Sol e Lua entram em ângulo harmônico entre os dias 29/03 (hoje) e 31/03, Carla, agindo diretamente sobre as casas 10 (Sol) e 6 (Lua), o que favorece muito todas as questões práticas do seu dia-a-dia. Você se perceberá com muito mais organização por estes dias, conseguindo dar uma ordem às questões que lhe são caras e importantes. Estes são dias em que a responsabilidade chama, e você precisa dar ouvidos a estes chamados. Procure se dedicar aos seus afazeres importantes, deixando as questões românticas ou de lazer um pouco de lado por estes dias. Por várias razões, o astral está lhe dirigindo para o trabalho e a produção, seja profissional, seja estudantil.