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19.7.06

CASA DA LEITURA
PROGRAMAÇÃO

AINDA EM JULHO:
FÓRUM PERMANENTE DE DRAMATURGIA - DO TEXTO TEATRAL PARA CRIANÇAS
Leitura dramatizada de textos teatrais infantis, seguida de debate com especialista.
Nesta terça, leitura dramatizada do texto "O Boi Bordado de Lua", de Paulo Marcos de Carvalho. Debatedores: Maria Helena Kühner e Magda Modesto.
Dia 25 de Julho, terça-feira, às 18h - Gratuito

SIMPÓSIO CONTADORES DE HISTÓRIA
A Casa da Leitura associou-se ao SESC Rio e participará do Simpósio, recebendo em seu auditório a espanhola Elvira Novel, da Secretaria de Formação da Federação dos Trabalhadores Espanhóis de Ensino. Elvira foi coordenadora de conteúdo do Plano de Animação de Leitura da Fundación Bertelsmann. Falará sobre "Intercâmbio de experiências Brasil / Espanha sobre projetos de leitura".
Dia 27 de Julho, quinta-feira, às 15h - Gratuito

AGOSTO:

PAPOS DE RODAPÉ
Bate-papo descontraído com personalidades de renome da literatura brasileira. A primeira convidada será Vilma Guimarães Rosa, que ao conversar sobre sua vida e obra dará grande ênfase a fatos ligados à sua convivência com Guimarães Rosa, seu pai.
Dia 02 de Agosto, quarta-feira, às 18h - Gratuito

Cursos:
LEITURA: CONCEITOS, ESPAÇOS E MODOS
O curso visa discutir a leitura em suas várias concepções ao longo dos tempos, com ênfase nas transformações ocorridas na atualidade, por conta da influência dos meios de comunicação de massa e pelo uso da informática. Objetiva, ainda, comentar a ampliação dos espaços e modos de leitura sob o forte apelo da sociedade de consumo.
Profa Glória Pondé - Mestre e Doutora em Letras pela UFRJ.
Pós-doutoramento em Paris pela École des Hautes Études en Sciences Sociales. Ensaísta e autora de literatura infantil e juvenil.
Período: de 01 a 29 de Agosto - somente às terças-feiras
Horário: das 15h às 17h

ARTE DA CONVIVÊNCIA; OS CONTADORES DE HISTÓRIAS
A arte de contar histórias como estratégia para desenvolver o prazer de narrar e de ler, e como forma de mediar a realidade, reinterpretando-a. O curso objetiva sensibilizar profissionais de diferentes áreas a partir de informações teóricas e práticas, da escolha do repertório e acervos pessoais, passando pela expressão corporal, indicações bibliográficas e apresentação pública.
Prof. Francisco Gregório Filho - Ator e contador de histórias.
Período: de 02 a 30 de Agosto - somente às quartas-feiras
Horário: das 9h30 às 12h30

OFICINA DE REDAÇÃO PARA PROFESSORES
A palavra, linguagem e signo, gêneros textuais, intertextualidade, interdisciplinaridade, tipos de redação, função social da literatura.
Profa Raquel Naveira - Formada em Letras e Direito pela FUMCT, Mestre em Comunicação pela Universidade Mackenzie, Doutoranda em Literatura Portuguesa pela USP. Ensaísta e poeta.
Período: de 03 de Agosto a 29 de Setembro - somente às quintas-feiras
Horário: das 09h30 às 11h30

A ARTE DA LEITURA - OFICINA PERMANENTE DE LEITURA PARA PROFESSORES
Quatro encontros que têm por objetivo auxiliar os mestres na tarefa de despertar em seus alunos o prazer de ler. Leituras de textos diversos em diferentes gêneros; serão indicadas estratégias de trabalho com os livros de modo informal e lúdico. A oficina possui caráter permanente, isto é, reabre todo início de mês com novas turmas de professores que poderão
"programar" sua participação até o mês de novembro.
Profa Suzana Vargas - Mestre em Teoria Literária pela UFRJ, poeta e autora de Literatura Infantil. Publicou, entre outros, o ensaio
Leitura: uma aprendizagem de prazer e O amor é vermelho (poesia).
Período: de 07 a 28 de Agosto - somente às segundas-feiras
Horário: das 9h30 às 11h30

VER, OLHAR E TOCAR: OS MODEOS DE LER O LIVRO RARO
Evolução e fascínio, da História do Livro ao Colecionismo. O Livro Raro em sua materialidade: Bibliologia, Bibliografia e Raridade. O amor ao livro: Bibliofilia, Bibliocleptomania e Colecionismo. Tocar o Livro Raro: manuseio, leitura e convivência.
Profa Ana Virgínia Pinheiro - Bibliotecária, professora da Escola de Biblioteconomia da UNIRIO. Mestre em Administração Pública e Chefe da Divisão de Obras Raras da Fundação Biblioteca Nacional.
Período: de 07 a 28 de Agosto - somente às segundas-feiras
Horário: das 15 às 17h

LETRAS FRITAS - ENSINANDO PROFESSORES A ENSINAR A ESCREVER
A oficina tem por objetivo auxiliar os professores a trabalharem a escrita na sala de aula de modo criativo e divertido, utilizando diferentes estratégias, desde a leitura de textos a outros recursos técnicos, como colagens, e dramatizações.
Profa Silvia Carvão - formada em Letras pela UERJ. Possui mais de dez anos de experiência em oficinas de escrita.
Período: de 08 de Agosto a 26 de Setembro - somente às terças-feiras
Horário: das 09h30 às 11h30

FERNANDO PESSOA; A JANELA E O ESPELHO
O curso estudará a produção literária do autor analisando aspectos de sua vida e obra à luz de seus estudiosos (João Gaspar Simões, Cleonice Berardinelli, Robert Bréchon, Angel Crespo, Antônio Tabucchi e outros). Aspectos filosóficos, o processo da heteronímia e a obra ortônima serão abordados também através de leituras dramatizadas.
Prof. Paulo César de Oliveira - Ator, diretor e autor de teatro.
Cursou Letras (UFRJ) e Comunicação (PUC). Adaptou para o teatro, entre outros, Monteiro
Lobato, Carlos Drummond de Andrade, Groucho Marx, Jonathan Swift .
Desde 1996, trabalha com Fernando Pessoa, de quem montou, dirigiu e encenou os espetáculos
Encontro com Fernando Pessoa, Todas as Cartas de Amor são Ridículas e Encontro com Bernardo Soares.
Período: de 08 de Agosto a 24 de Outubro - somente às terças-feiras
Horário: das 17h30 às 19h30

HISTÓRIAS DE VIDA - LEITURA E ESCRITA NA TERCEIRA IDADE
Escrever o vivido, descobrir sua história pessoal através da escrita e da leitura. A oficina trabalhará as possibilidades da memória como fonte de inspiração para a criação de histórias.
Prof. Furio Lonza - Jornalista, ficcionista, autor de literatura infantil e juvenil. Publicou, entre outros, Guia de Auto-ajuda para quem assiste TV, As Mil Taturanas Douradas (Prêmio Jabuti 1998) e Eric com o Pé na Estrada.
Período: de 09 de Agosto a 27 de Setembro - somente às quartas-feiras
Horário: das 15h às 17h

LEITURAS DE VESTIBULAR Curso que pretende apresentar aos estudantes de segundo grau, de modo lúdico e prazeroso, os clássicos da literatura brasileira geralmente estudados como matéria de vestibular.
Profa. Ângela Dias - Mestre em Letras pela UFRJ. Professora de Língua e Literatura Brasileira no CEAT - Colégio Anísio Teixeira.
Período: de 10 de Agosto a 30 de Novembro - somente às quintas-feiras
Horário: das 15h às 17h

SEM MEDO DE GUIMARÃES ROSA Introdução à obra de Guimarães Rosa, no ano em que se comemoram os 50 anos da publicação de Corpo de Baile e Grande Sertão Veredas . Profa.
Cecilia Costa - Jornalista, ficcionista. Autora, entre outros, de Damas de Copas (romance).
Período: de 11 de Agosto a 29 de Setembro - somente às sextas-feiras
Horário: das 15h às 17h

As inscrições devem ser feitas na Casa da Leitura - Rua Pereira da Silva, 86 - Laranjeiras, entre 9h e 18h. Será cobrada uma taxa de inscrição no valor de R$ 30,00.
Dúvidas podem ser respondidas pelo telefone 2557-7437, ou pelo endereço eletrônico casadaleitura@bn.br.

14.7.06




Apple e Mídias Digitais

Após algum tempo sem eventos desta natureza no Rio de Janeiro, a Faculdade CCAA e a Apple promoverão, no dia 20 de julho, um evento onde será mostrado como a plataforma Apple é fundamental para algumas áreas de criação digital, como fotografia, vídeo e efeitos especiais. Profissionais renomados do mercado farão palestras, onde mostrarão seu processo de trabalho.

Ainda teremos o sorteio de um Power Mac G4 e cursos do ATC da Faculdade CCAA!

Veja abaixo a relação de palestras:

13:00h Credenciamento e entrada
13:20h Abertura do evento
13:30h Palestra: “Como realizar e viabilizar a demanda de trabalhos do Mercado de Propaganda?” – Palestrante: Mauro Risch (Fotógrafo profissional)
14:30h Palestra: “Vídeo Effects Fixation na Rede Globo” – Palestrante: José Dias (Research & Development Director - Rede Globo)
15:30h Coffee-Break
16:00h Palestra: “Final Cut Studio – uma ferramenta profissional de edição de vídeo” – Palestrante: Land Moribe (Editor de vídeo - CCAA)
17:00h Palestra: “Novas máquinas Mac com processador Intel e suas vantagens / Novo software Aperture, desenvolvido para fotógrafos profissionais” – Palestrante: Fábio Ribeiro (Engenheiro de Sistemas da Apple Brasil)
18:00h Sorteio

Veja um breve currículo de nossos palestrantes:

Mauro Risch: Nascido em 1962. Formado em Comunicação Social pela UFRJ (Publicidade & Propaganda). Fotografia como Hobby desde os 13 anos. Fotografia como profissão desde os 21 anos de idade. Proprietário do estúdio Artephoto. Ganhador de vários prêmios, incluindo Leao de Bronze em Cannes, Prêmio de Estúdio de Fotografia do Ano – Colunistas e Grand Prix de fotografia do Ano – Colunistas. É professor de Pós-graduação do Curso “Portfólio” – ESPM e colunista de Fotografia Digital da revista PUBLISH. Trabalha para várias agências de publicidade do Brasil: McCann, JWT, DPZ, Ogilvy, NBS, Publicis, DM9, etc…

José Dias
: Principal executivo da TV Globo Multimídia. Diretor de R&D (Research and Development Director), lidera os projetos de pesquisas e desenvolvimento de tecnologia em robótica, efeitos visuais, realidade virtual, processamento de imagens e computação gráfica aplicada à indústria de televisão. Já dirigiu empresas líderes neste setor, como a Globograph e a Silicon Graphics no Brasil.
Desde 1995 vem desenvolvendo técnicas de Realidade Virtual aplicadas a Cenários Virtuais, Publicidade Virtual, Ator Virtual, Games Virtuais , “TiraTeima" e "VirtuaTeima”.
Tem proferido dezenas de palestras no Brasil e exterior sobre seus projetos e tendências sobre Realidade Virtual e Convergência Digital e é membro da SMPTE, IEEE, The Planetary Society e SETI.

Land Moribe: Editor de vídeos e autorador de DVDs do Grupo CCAA, atua há vários anos no desenvolvimento de projetos didáticos utilizando Final Cut e DVD Studio Pro, ambos softwares profissionais da Apple.

Fábio Ribeiro: Engenheiro de Sistemas da Apple Brasil.

Faça já sua inscrição, clicando aqui. Inscreva-se já! As vagas são limitadas!

Local do evento:
Faculdade CCAA - Auditório
Av. Mal. Rondon 1460, Rio de Janeiro - Riachuelo



Apoio:

13.7.06

A crítica

A crítica pode ser um grande oportunidade de aprender. Uma boa crítica construtiva ajuda a aprimorar. Uma crítica que visa minar sua auto-confiança ou menosprezar você ou sua obra, ensina muito sobre quem a faz e colabora para que você saiba com quem está lidando e onde pode pisar. Distigüir uma da outra avalia o grau de saúde mental do criticado e beira a arte.

Entretanto, algumas críticas são tão surpreendentes, que chegam as raias do risível. Dia desses ouvia mais uma dura crítica ao fato de ser mulher. Neste estilo, temos as clássicas, como vocês sabem: mulher tem TPM, mulher chora à toa, as mulheres são histéricas, as mulheres não sabem o que querem, as mulheres são traiçoeiras, as mulheres não podem assumir cargos importantes porque faltam ao trabalho se o filho adoece... A misoginia é um fenômeno histórico. E creio que se calca na necessidade de tentar diminuir o poder das mulheres para que ela não possa assumir o real papel que lhe cabe na sociedade.

Meu interlocutor argumentava que as mulheres são sujas. O motivo? Elas usam muito papel higiêncio.

12.7.06

O plano era roubar alguns minutos de mais um dia corrido. Mas os segundos foram escorrendo e o papo emendou e o ritmo de quem já estava lá era outro e quando eu vi horas já tinham se passado e eu tinha rido, conversado, comido besteira e até bebido um pouco de cerveja.

Como naquele dia, há muitos anos, em que ouvindo uma música antiga, senti saudades de mim, desde aquela tarde estou com vontade de passar batom vermelho.

7.7.06

JAZZ & CINEMA – CINEMA & JAZZ
Por Ricardo Soneto

Música e cinema sempre estiveram relacionados. Mesmo os filmes mudos ganhavam mais intensidade e drama com a presença de um pianista ao lado da tela. Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende ir além dos aspectos evidentes dessa relação e apresentar uma perspectiva inédita sobre o convívio direto de duas artes que só poderiam ter sido criadas no século XX. Sim, porque ambas dependiam de tecnologia (projetores, fonógrafos etc), tiveram um desenvolvimento intenso e, eis o aspecto pouco abordado, se comunicaram de modo curioso. Máquinas de soundies; filmes de “cinescópios”; shows registrados em novas formas; cine-biografias; influência no amadurecimento das trilhas sonoras; documentários explorando vários estilos e figuras de destaque do gênero.

Em 1989 os jornalistas franceses Arnaud & Chesnel escreveram: "Nascidos ao mesmo tempo – a ponto de se poder falar de 'sétima e oitava artes' –, o cinema e o jazz deram uma cadência ao século XX, cada qual pelo seu lado, sem se preocupar demasiado um com o outro. Mas os seus encontros, geralmente devidos ao acaso ou à necessidade, renderam uma beleza difícil de ser ignorada. É por um duplo paradoxo que essa relação se inicia: o primeiro filme sonoro é The Jazz Singer, comédia musical do obscuro Alan Crosland… Contudo não se trata, na realidade, de jazz (e sim vaundeville) e o herói – o cantor popular Al Jolson – é um 'falso negro', como o provam as latas de graxa da época. Três anos depois sai The King of Jazz, cujo herói não é evidentemente Louis Armstrong – a quem cabe o papel de canibal perseguindo Betty Boop nos desenhos animados (alias hilariantes) dos irmãos Fleischer -, e sim o pálido Paul Whiteman. Será preciso esperar pelo belíssimo Hallelujah (1931) de King Vidor, primeiro filme falado de alto nível, para que a música afro-americana (ou seja, blues, honky-tonk e sobretudo, gospel, com uma soberba partitura de Irving Berlin) seja tratada com respeito, apesar das personagens encarnarem clichês bastante pesados. Mas, a partir daí, o jazz torna-se indispensável dos dois lados da câmera desde que se trate de ilustrar um fragmento da vida noturna americana. Intervirá de forma bem distinta, à frente ou atrás da câmera."

O curso JAZZ & CINEMA – CINEMA & JAZZ, pretende explorar todos os aspectos desses encontros.

-A primeira aula observará a produção de filmes para as máquinas de soundies;
-A segunda exibirá os "cinescópios", responsáveis por alguns dos melhores registros da história do gênero;
-A terceira mostrará formatos diversos, como cartoons, por exemplo;
-A quarta aula discutirá as cine-biografias;
-A quinta será dedicada as trilhas sonoras jazzísticas (com algumas surpresas);
-A sexta analisará os documentários
-E, finalmente, a sétima aula, que pretende encerrar o curso a partir das dúvidas e questões levantadas pelos próprios alunos.

Enfim, Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende ensinar uma forma original de apreciar o jazz, através de imagens, e também possibilitar uma reflexão única sobre o poder do cinema para a preservação e invenção. Um curso para olhos e ouvidos atentos.


QUANDO E ONDE:
A partir de 14 de julho
Sextas-feiras, às 19h30


PROJETO: LABORATÓRIO ESTAÇÃO
Local: Grupo Estação - Rua Voluntários da Pátria, 53
Botafogo, Rio de Janeiro
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Custo: R$180
Aceita-se cartão de crédito VISA ou VISA ELETRON
- Email com nome completo, telefone e curso escolhido para:
laboratorioestacao@gmail.com

OU
- Grupo Estação: Rua Voluntários da Pátria, 53 - Botafogo (ao lado do metrô)
Segunda a sexta, 14h às 18h. Tel. 2539 1505

OU
- Livraria Dantes – Cine Odeon BR – Pça. Floriano, 7 - Cinelândia
Tel. 2240 2920

FORMAS DE PAGAMENTO:
deposito bancário, cartão de crédito ou de débito VISA, cheque ou dinheiro

-OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ-
"AFINAL, O JAZZ É MAIS DIVERTIDO PARA QUEM TOCA DO QUE PARA QUEM OUVE ?"

Já faz mais de duas décadas que essa pergunta intrigante me foi feita por um amigo. Na hora não soube responder. De fato, levei anos para ter uma resposta satisfatória. O curso OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ é o resultado dessa resposta, obtida através de uma série de observações precisas e muita pesquisa. Algumas conclusões: o ouvinte novo, de modo geral, gosta do que ouve, mas tem uma grande curiosidade em saber o que exatamente está ouvindo. Sendo o jazz, ao mesmo tempo, uma atividade lúdica e intelectual, seu grau de apreciação é determinado pela quantidade de conhecimento que se tem. Mais: num gênero com uma história tão complexa, tão fragmentado em estilos, um bom encaminhamento é indispensável.

OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ é um curso exclusivo para ouvintes, tenham eles formação musical ou não. Seu objetivo é tornar o aluno capaz de desenvolver uma apreciação pessoal do que mais o agradar. Conhecendo melhor o jazz ele pode vir, por exemplo, a gostar de swing mas detestar fusion, ou achar Horace Silver melhor que Herbie Hancock etc. Não importa. Será sempre o seu próprio gosto, bem desenvolvido, que irá direcioná-lo.

Tenho muita confiança nos resultados desse curso. Uma apresentação honesta, produtiva e, porque não dizer, divertida. Sua eficiência foi comprovada no CCBB, em 1991, quando foi ministrado pela primeira vez. De lá para cá, como uma banda de um homem só, teve uma vida itinerante de sucesso discreto.

Sua estrutura se baseia em oito módulos, distribuídos em três partes:

PRIMEIRA PARTE: A AUDIÇÃO
Os cursos tradicionais de jazz preferem explicar o gênero através da sua linha histórica evolutiva. Não escapei muito desse modelo (como será visto mais adiante). Mas dei mais importância em “instrumentalizar” logo o aluno com uma série de conhecimentos básicos que já o tornassem apto à uma audição ativa e refletida. Tais fundamentos são mostrados em três aulas. São elas:
1- OUÇA A MÚSICA DO ELEVADOR
2- A ORDEM & O CAOS
3- O CONCEITO DA SOCIEDADE IDEAL

SEGUNDA PARTE: A HISTÓRIA
Em duas aulas seguimos o modelo histórico tradicional. Tradicional e inevitável, pois o jazz possui uma história inquieta, que produziu uma cornucópia de estilos, formas e modos. Para tratarmos dessa evolução histórica optei por estruturá-la na linha de tempo da vida de dois artistas fundamentais e, em vários aspectos, responsáveis por muitas dessas revoluções dentro do gênero. São eles:
4- LOUIS ARMSTRONG E A LINHA DE TEMPO CLÁSSICA
5- MILES DAVIS E A LINHA DE TEMPO MODERNA

TERCEIRA PARTE: PERSPECTIVAS
A parte final do curso estabelece algumas extensões para o fortalecimento de muitos dos conceitos apresentados nas outras aulas. Aqui temos três elementos básicos: um músico expressivo dentro do gênero, um selo importante e, o nosso objetivo final, o próprio aluno.
6- DUKE ELLINGTON & O ESTILO
7- A BLUE NOTE & A ESTÉTICA
8- FAZENDO O VÔO SOLITÁRIO

Há quinze anos me dedico em aperfeiçoar esse curso, desde a sua estréia no CCBB. Permita-me convidá-lo. Creio que será uma grata surpresa, e eu terei a chance de ampliar o número de fãs de jazz, o que sempre foi meu objetivo.

Ah! A resposta:

"O JAZZ É TÃO DIVERTIDO PARA QUEM OUVE COMO PARA QUEM TOCA, DESDE QUE O OUVINTE SEJA TÃO CRIATIVO QUANTO O MÚSICO!"


Seu professor de jazz e amigo

RICARDO SONETO
QUANDO E ONDE:
A partir de 28 de Agosto até 27 de Setembro.
Segundas e quartas (menos nos dias 18 e 25 de setembro), 19h às 22h


PROJETO: FAÇA CULTCOM – Senac Rio
Local: Senac Rio - Rua Pompeu Loureiro, 45
Copacabana, Rio de Janeiro
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Custo: R$320 (cheque- 02x160 / cartão- 05x64, sem juros)
Aceita-se cartão de crédito Visa ou Mastercard


Tel: 2545-4848 (ou 3138-1000)


Sobre o professor:
RICARDO SONETO é jornalista e roteirista especializado em Jazz e artes narrativas.Em 2003 realizou a curadoria do projeto CINE TIM, criado para o primeiro TIM FESTIVAL. Para isso, selecionou e trouxe seis horas de alguns dos melhores filmes de jazz da coleção de Michael Chertok para exibição no festival. Em 1989 e 1991 participou como tradutor e co-apresentador da Mostra FREE JAZZ FILMS, uma realização da Produtora Dueto, no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Centro Cultural do Banco Brasil, criou e ministrou os cursos OUVIR & ENTENDER JAZZ (1991) e A GRANDE CANÇÃO AMERICANA (1992), além de produzir a mostra JAZZ CINE FESTIVAL (1995) que reuniu pela primeira vez os dois maiores colecionadores de filmes de jazz do mundo (Michael Chertok e Mark Cantor) em um único projeto. Coleciona também diversas colaborações eventuais com o Centro Cultural do Banco do Brasil, tendo sido a última a consultoria da mostra ENCONTRO COM SONDHEIM (2005), com uma completa seleção de shows e filmes do compositor americano.


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28.6.06

É tão fácil a gente se doer e falar quando nos machucam e muitas vezes não nos damos conta que qualquer deslize pode nos fazer repetir os comportamentos, se não estivermos alertas.

É que dentro de cada um de nós, existem aquelas coisas que eu chamo de monstrinhos, que crescem se a gente alimenta e fogem da jaula, se a gente não vigia. Há o monstrinho invejoso, o monstrinho "farinha pouca, meu pirão primeiro", o monstrinho assassino, o monstrinho mãe castradora, o monstrinho chefe tirano, o monstrinho sogra de anedota, o monstrinho coitadinho/vítima, o monstrinho preconceituoso...

Evidentemente, alguns desses monstrinhos funcionam como nossos aliados para a sobrevivência na selva. Mas, acredite, é mais fácil procurar uma selva mais tranqüila do que tentar recapturar esses titãs depois de soltá-los por aí.

A única forma de domar essas criaturinhas travessas para que elas não escapem pelas frestas dos nossos pensamentos, nossos atos e nossas palavras é com uma sólida formação de caráter e/ou auto-conhecimento somado à determinação firme de ser cada dia um pouquinho melhor.

Então o que tento fazer é manter meus monstrinhos devidamente identificados, adestrados e encarcerados bem longe do sol.
texto de Roberto Crema:


"Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.

Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?

As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas.

Assim também agem nossos contatos humanos.

Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato.

Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.

Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser, várias marcas de pessoas extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas.

Faz parte...

Reveses momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheia de excessos.

Os seres de grande valor percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores...

Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.

Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?

Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade, a de amar...
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.

Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins..
Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e... Os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...

E envolvimento gera atrito.

Minha palavra final: ATRITE-SE!"

23.6.06

"A VIDA É COMO UM ECO, SE VOCE NÃO ESTÁ GOSTANDO DO QUE ESTÁ RECEBENDO, OBSERVE O QUE ESTÁ ENVIANDO"

17.6.06

Campanha em prol da saúde mental do brasileiro e pelo extermínio dos imbecis:

SENHOR FABRICANTE, ANTES DE COLOCAR SUAS CORNETAS À VENDA, POR FAVOR, MERGULHE O BOCAL EM CICUTA.

16.6.06

E ela está lançando um novo CD.

14.6.06

Ueba!

Ela voltou! E estava fazendo uma falta...
Dica de leitura

Nos tempos em que capitalismo é deus e Nike é seu messias, eis um belo artigo para fazer pensar. E sonhar com o tempo - que talvez chegue novamente - em que assistamos a partidas de futebol empolgantes e não desfile arrastado de jogadores-outdoors, mais preocupados com a vida de celebridades e em pegar mulherzinha do que com a vida de atleta e a bola.

O bezerro de ouro balançou com seus pés cheios de bolha.

Será que tem jeito? Será que algum dia poderemos pensar novamente? Será que um de nós algum dia ousará questionar a lavagem cerebral?

15.5.06

"A vida só pode ser entendida olhando-se para trás. Mas só pode ser vivida olhando-se para a frente."
(Soren Kierkegaard)

"A verdade é como o sol. Permite vê-la toda e não se deixa observar."
(Victor Hugo)

"Nunca chegamos realmente a crescer, só aprendemos a nos comportar em público."
(Bryan White)

"O homem está sempre disposto a negar tudo aquilo que não compreende."
(Pascal)

"Tira tudo de mim mas deixa-me o Êxtase / E serei mais rica do que todos os meus semelhantes."
(Emily Dickinson)

"Deus está nas coincidências."
(Nelson Rodrigues)

"Os homens são como tapetes; às vezes precisam ser sacudidos."
(provérbio árabe)

"...não esqueça: a subida mais escarpada e mais à mercê dos ventos, é sorrir de alegria."
(Clarice Lispector)

"À depressão / sou avessa / nunca deixei / que um fracasso / me subisse / à cabeça."
(Sílvia Sangirardi)

"A experiência nos ensina que nem tudo que é inacreditável é falso."
(Paulo de Gongi)

12.5.06

INGRATIDÕES


Muito raro nos corações, por enquanto, o sentimento da gratidão. O semblante afável, a voz melodiosa, a atitude gentil no ato da solicitação do auxílio, quase sempre se convertem em sisudez, verbetes duros, gestos bruscos no momento de retribuir. Gratidão prescreve altruísmo, amplitude de espírito, riqueza de emoções. Como o egoísmo prossegue triunfante, em grande número de pessoas, estas, mesmo quando sentem as expressões do reconhecimento repontarem no imo, se asfixiam, vencidas por controvertidos estados íntimos. Algumas alegam que não sabem retribuir, que se constrangem, sentem receio, envergonham-se... E olvidam que é sempre mais feliz aquele que dá, felicitando-se, também quem retribuir sentimentos, gestos ou palavras.

Retribuir com ternura, com expressões de afeto, com gestos de simpatia fraternal em testemunhos de solidariedade constituem formas de gratidão no seu sentido nobre. Não apenas por meio de moedas, objetos, utensílios deve ser a preocupação dos que se beneficiaram junto a alguém, buscando exteriorizar ou traduzir gratidão de que se sentem possuídos. Sê tu quem doa reconhecimento, quem resgata a dívida da gratidão pela fidelidade, afeição e respeito a quem te foi ou te é útil. Nunca esqueças o bem que recebeste, embora se modifiquem os quadros da vida em relação a ti ou a quem te beneficiou.

Se alguém te retribui com a ingratidão o bem que doaste, exulta. É sempre melhor receber a ingratidão do que exercê-la em relação ao próximo. Se ofertaste carinho e bondade, sustentando a alegria nos corações alheios e te retribuem com azedume ou indiferença, alegra-te. O ingrato é alguém que enlouquece a longo prazo.

Se te sentes tentado à decepção, porque o bem que fazes se demora sem a resposta dos que o fruem, rejubila-te. A árvore não se nega a doar aos malfeitores do caminho novos frutos, após ser apedrejada por eles. Não te constitua modelo aquele que delinqüe pela ingratidão ou que te esquece o benefício vencido pela soberba. O bem que faças é bem em triunfo no teu coração. Receber o retributo seria diminuir-lhe a significação do que realizaste.

Bendize, assim, os ingratos e ora por eles, porquanto estão em piores condições do que supões e se puderes, ajuda-os mais, pois a felicidade é sempre maior naquele que cultiva o amor e a misericórdia, jamais em quem recebe e esquece, beneficia-se e despreza o benfeitor.

(Joanna de Ângelis)

Do Livro: Leis Morais da Vida
Psicografia: Divaldo Pereira Franco
Editora: LEAL

"O homem não é tão atingido pelo que acontece, e sim sobre sua opinião sobre o que acontece."
(Michel de Montaigne)

"Amar é mudar a alma de casa."
(Mário Quintana)

"Ai as almas dos poetas / Não as entende iniguém; / São almas de violetas / Que são poetas também."
(Florbela Espanca)

"O macaco: homem desregulado. O homem: vice-versa ou idem."
(João Guimarães Rosa)

"A vida se contrai e se expande proporcinalmente à coragem do indivíduo."
(Anaïs Nin)

"Os anos enrugam a pele, mas renunciar ao entusiasmo faz enrugar a alma."
(Albert Schweitzer)

"Elegância é bom gosto mais uma pitada de ousadia."
(Carmel Snow)

"A felicidade é sempre resultado da atividade criativa."
(Dalai Lama)

"O sorriso custa menos que a eletricidade e dá mais luz."
(provérbio escocês)

"Coragem é resistência ao medo, domínio do medo, e não ausência do medo."
(Mark Twain)

10.5.06

Convite
Achados Imperdíveis
(bazar Dia das Mães)

Charme, Bom Gosto, Moda, Decoração, Acessórios,
Artesanato, Perfumaria, Presentes e Brindes

Sábado - dia 13 de maio das 10 às 21h.

Ação social:
traga um alimento infantil não perecível
para doação às crianças em tratamento de câncer
do Hospital Gafreé Guinle.

Lokau do Pão – entrada franca
Av. Lúcio Costa (Sernambetiba), 17.610 / 1º andar
Recreio - estacionamento fácil (perto do Posto 11)


Organização:
2éBom! – Eventos e Promoções

Feliz aniversário, Pai...
"Quem pede a palavra nem sempre a devolve em condições."
(Max Nunes)

"A juventude é um dom que nem todo jovem sabe usar."

(Nelson Sargento)

"Seja como um selo: agüente até chegar ao seu destino."
(Josh Woolf)

"O desafio é viver sem ilusões, sem se tornar um desiludido."
(Antonio Gramsci)

"A minha alma é presa da mais livre loucura."
(Sady Bianchin)

"Quanto maior for a sorte, menos se deve acreditar nela."
(Tito Lívio)

"O homem é sua própria causa e também é sua própria conseqüência."
(Millôr Fernandes)

"A opinião de um homem pode mudar honrosamente, desde que sua consciência não mude."
(Victor Hugo)

"Amar vinte homens durante um ano é fácil se comparado a amar um homem durante vinte anos!"
(Zsa-Zsa Gabor)

"Não só de pão vive o homem. De vez em quando necessita de um trago."
(Woody Allen)

No próximo dia 17/05, quarta-feira, às 14 horas, a Faculdade CCAA exibirá o filme Favela Rising . Em seguida, José Júnior e Anderson Sá farão uma palestra sobre o trabalho desenvolvido à frente do Grupo Cultural Afro Reggae.

SOBRE O GRUPO CULTURAL AFRO REGGAE

Quem diria que de uma festa de reggae, sem mais compromissos, nasceria um projeto que hoje é referência entre as ações sócio-culturais desenvolvidas em favelas? Pois sim. O sucesso obtido com a realização da 1º Rasta Reggae Dancing, em 1992 no Centro do Rio de Janeiro, estimulou a criação, no ano seguinte, do Jornal Afro Reggae Notícias, um veículo direcionado à divulgação da cultura afro-brasileira. As dificuldades financeiras para editar o jornal levaram seus organizadores, dentre eles José Junior, atual coordenador executivo do grupo, a procurarem uma alternativa de interferir socialmente de maneira mais eficaz. Nasceu, assim, a idéia de usar a cultura como instrumento de mudança social que é, até hoje, a característica mais marcante do Afro Reggae.
Em agosto de 1993, o Brasil assistiu, com perplexidade, as notícias sobre o assassinato de 21 moradores de Vigário Geral por policiais militares, em represália ao assassinato de quatro policiais por traficantes da favela. O AfroReggae, que chegou a Vigário um mês após a tragédia, começou, com a ajuda da associação de moradores, a oferecer oficinas de percussão, reciclagem de lixo, capoeira e dança afro para os jovens daquela comunidade marcada pelo trauma. Em 1994 estava montado o Núcleo de Vigário Geral.
Atualmente, o AfroReggae se estabelece em mais três comunidades: Parada de Lucas, Cantagalo-Pavão-Pavãozinho e Complexo do Alemão e desenvolve, também, projetos em mais quatro: Morro do Estado, Honório Gurgel, Paciência e Parque Arará.

Em Vigário Geral são desenvolvidas oficinas de percussão, capoeira, dança, teatro e tai chi chuan, oficina voltada para a terceira idade. Há o Criança Legal, um programa de preparação de crianças para a educação formal, e também o NAH (Núcleo Afro Hip-Hop), que vem desenvolvendo oficinas baseadas nos elementos da Cultura Hip-Hop. Dentre todas as atividades artísticas desenvolvidas, a música tem sido o instrumento mais eficaz para atrair os jovens. Após a criação da banda AfroReggae, surgiram mais oito grupos musicais, denominamos subgrupos, além da trupe de teatro. Essas atividades ainda são desenvolvidas em diferentes espaços na comunidade, já que será inaugurado um espaço próprio, o Centro Cultural Waly Salomão.

Em Parada de Lucas – favela vizinha a Vigário, e que mantém com esta uma guerra desde o início da década de 80, há um centro de cultura e informática, o Centro de Inteligência Coletiva Lorenzo Zanneti. Fora as oficinas ligadas à informática, realizam-se oficinas de Alfabetização de Adultos (em parceria com o CEASM), História em Quadrinho, Teatro, Violino e Teoria Musical (projeto Acorda Lucas).

No Cantagalo-Pavão-Pavãozinho, situado entre Copacabana e Ipanema, desde 1996, está o Anfiteatro Benjamim de Oliveira, onde se formaram outros dois subgrupos: O Afro Circo, formado pelos circenses mais experientes, e a trupe do Levantando a Lona.

No segundo semestre de 2005 o Afro Reggae instalou um projeto no Complexo do Alemão. São realizadas oficinas de circo, dança, percussão e teatro.

Não se pode deixar de mencionar o Conexões Urbanas. Através deste projeto o AfroReggae, em parceria com a Secretaria Especial de Eventos da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, tem levado espetáculos, entretenimento, cidadania e informação para inúmeras favelas do Rio de Janeiro.

Outro projeto que merece atenção é o Juventude e Polícia. A iniciativa é coordenada pelo Grupo Cultural AfroReggae e pelo CESeC, em parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais e o Programa Fica Vivo, através da Secretaria de Defesa Social de Minas. O objetivo é diminuir as barreiras de estigma e preconceito que envolvem a relação entre a juventude das favelas e a corporação policial.

Há ainda outros projetos e idéias sendo desenvolvidas. Em breve, um outro documentário, este dirigido por Cacá Diegues, contará de forma abrangente a história do grupo. Essa mesma história é narrada por José Junior em seu livro Da favela para o mundo, que terá sua segunda edição (revista e atualizada) lançada no início de 2006. Ali episódios da história do AfroReggae são revividos em detalhes, como por exemplo, a recente experiência de mediação de conflito – uma das principais estratégias de ação do grupo hoje –, que colocou integrantes do grupo numa situação de muito risco pessoal, mas que contribuiu para abrir caminhos no sentido de estabelecer medidas reais, realizáveis, de mediação em áreas marcadas por guerras do narcotráfico.

5.5.06

Dark Energy

A chamada energia escura é considerada hoje um dos maiores mistérios da física e até da ciência de um modo geral. Supõem os especialistas que ela seria um componente material responsável por dois terços do conteúdo energético do Universo. De acordo com a teoria da relatividade geral de Einstein, esse componente é necessário para explicar porque o Universo se expande de forma cada vez mais rápida.

Em 1917, o físico Albert Einstein modificou a sua Teoria Geral da Relatividade - introduzindo a chamada constante cosmológica - de modo a produzir um universo estático.

Aquilo que ele mesmo considerou seu ‘maior erro científico’ ressurgiu com força total no final da década de 1990, graças à observação de supernovas, que indicou estar o universo em expansão acelerada.

A causa dessa aceleração ainda é assunto de intensas pesquisas, tanto do ponto de vista teórico quanto observacional.

Em particular, existe uma colaboração internacional, chamada Dark Energy Survey, cujo objetivo principal é verificar se a constante cosmológica é mesmo a responsável pela expansão acelerada, ajudando a responder se Einstein errou de fato ao introduzi-la em sua teoria.

Quer mais?

4.5.06

Cansei de:

* politicamente correto (que não resolve, só varre problemas para debaixo do tapete, então adotei o pig spirit, vulgo PS);
* "você tem previsão?" (respostas possíveis num dia de fúria: "não, não tenho" ou "tempo nublado com chuva no decorrer do período" ou ainda "decida: você quer encher o saco pressionando ou quer ser nice?");
* "eu entendo que..." (e o animal indomado que mora dentro de mim, o PS, lança no meu sangue uma dose de adrenalina para alimentar meu estresse e sussura no meu ouvido interno: "tô vendo é que esse sujeito não tá entendendo nada");
* "então você está me dizendo que..." (e lá vem o PS de novo: "tá surda, criatura? complexo de papagaio?");
* "vou estar gerundiando" ("morra!");
* "pode deixar comigo" ("ih, aí vem encrenca!")

Lista (urgente!):

* um dia na praia;
* 4 chopes acompanhados das coisas mais gordurosas possíveis;
* silêncio;
* uma página de agenda vazia;
* uma secretária, uma mucama, um capacho;
* um spa.
"Há sempre uma casca de banana perto do local de uma tragédia."
(Grahan Greene)

"A liberdade me ensinou e muito bem que nela se concentra todo o prazer possível."
(Margarida, rainha de Navarra)

"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro."
(Clarice Lispector)

"Para navegar contra a corrente são necessárias condições raras: espírito de aventura, coragem, perseverança e paixão."
(Nise da Silveira)

"Se me contemplo, tantas me vejo / que não entendo quem sou."
(Cecília Meireles)

"A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido."
(Marxwell Maltz)

"Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização."
(Martin Luther King)

"A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde."

(André Maurois)

"O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas."
(José Saramago)

"Adultos são crianças obsoletas"

(Dr. Seuss)
Dos nós

Tem jeito não. Em alguns aspectos a vida é tão complexa que o esforço para tentar explicar ou compreender não vale a paga do que se conseguiria com isso. Melhor largar de mão.

O triste é a tentação do assunto mal parado, não concluído, que parece um imã naquela direção. E parecemos cair sempre nas mesmas armadilhas. Só nos resta fazer o melhor possível, como sabemos e aprendemos até ali. Resta o consolo de que talvez na próxima oportunidade estaremos um tantinho mais experientes e robustos.

O difícil é manter longe a amargura, a resignação infrutífera, as conclusões equivocadas e o preconceito. Mas dói menos quando conseguimos introjetar o conceito de que algumas pessoas simplesmente se recusam a seguir adiante e que não há outra saída a não ser desviar delas.

E eu ouço o improvavelmente farto canto dos passarinhos no meu bairro, retiro as ervas daninhas do meu roçado, as pedras das quais me desviei, que jazem no meu chão e precisam ser removidas e planto mais umas sementes de amor aqui e ali. Só do meu carma eu posso cuidar. E, de repente, para atiçar minha memória, alguém me sopra Quintana aos ouvidos:

"Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!"

16.3.06

"Não discuta com idiotas. Eles te levam até o nível deles e te vencem por serem experientes."
(Anônimo)

"Ninguém vale nada enquanto não foi amado."
(Tennesse Williams)

"A gente não se liberta de um hábito atirando-o pela janela: é preciso fazê-lo descer a escada, degrau por degrau."
(Mark Twain)

"O que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo."

(Clarice Lispector)

"Não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos."
(Anais Nin)

"Não espere esperando, espere vivendo."
(Enrique Agilda)

"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe."
(Oscar Wilde)

"Tudo o que somos é resultado do que pensamos."
(Buda)

"A felicidade consiste em continuar desejando o que se possui."

(Santo Agostinho)

"A arte vence a monotonia das coisas, assim como a esperança vence a monotonia dos dias."
(Gilbert Keith Chesterton)

9.3.06

A Camarilha

Primeiro comecei ouvindo falar do talento musical do André, que é filho da minha amiga Neide. Depois descobri que eu tinha músicas d'A Camarilha em casa, na Cartografia Musical Brasileira, do Itaú Cultural e achei bacana o som deles. Quando soube que eles iam se apresentar na UERJ, fui conferir ao vivo e fiquei encantada com a sonoridade desses jovens músicos. E, outro dia, assistindo a Subversões, a peça com Luis Salem e Aloísio de Abreu, reconheci o rebento da minha colega de hidroginástca no palco, acompanhando os atores subversivos.

Agora os rapazes estão lançando um disco e eu, que não sou boba nem nada, já encomendei meu exemplar. Vocês podem conhecer um pouco do grupo aqui

2.3.06

Movimento Pelo Fim do Jabá

Mesmo os que não são da área musical podem aderir a essa nova campanha que está começando a circular pelo Rio e com certeza irá se espalhar por todo Brasil. A briga é boa, a causa é justa e haverá muita mobilização pra fazer valer a lei que criminaliza e pune o jabá.

O "Movimento Pelo Fim do Jabá" precisa contar com a participação de todos pra se tornar um movimento forte e eficaz!
Entre nessa comunidade!

Assine o abaixo-assinado e visite o blog: http://movimentopelofimdojaba.blog.terra.com.br
Recebido por e-mail:

Retrospectiva 1981
1. O Príncipe Charles se casou
2. O Liverpool foi Campeão da Europa
3. A Austrália perdeu o torneio de Ashes
4. O Papa morreu

Retrospectiva 2005
1. O Príncipe Charles se casou
2. O Liverpool foi Campeão da Europa
3. A Austrália perdeu o torneio de Ashes
4. O Papa morreu

Moral da história:
se o Príncipe Charles resolver se casar de novo, por favor, alguém precisa avisar o Papa...

9.2.06

A Astrologia Egípcia lá em casa (segundo Christian Chaves):

SEKHMET, A DEUSA LEOA DA FORÇA E DA GUERRA
Período: 16 de março a 15 de abril

São líderes natos, otimistas, idealistas e persistentes. Têm vitalidade,força de caráter. Mente ágil, tendência a agressividade, mas sabem controlar-se.Estes nativos são magnéticos, atraindo com facilidades amigos e amores. Podem exercer qualquer cargo de chefia e profissões esportistas. Têm espírito competitivo. Apaixonam-se com facilidade. As mulheres são práticas, sinceras e sujeitas a crises de ira, que passam rapidamente. Os homens são atraentes, o temperamento aventureiro e, em alguns nativos, a infidelidade é uma constante.

NEIT, A DEUSA DA CAÇA
Período: 16 de agosto a 15 de setembro

Os protegidos da Deusa Neit tem uma grande agilidade mental, são simpáticos e sinceros nas críticas. Na infância, são precoces, sensíveis e inteligentes. Gostam de estudar, mas não gostam de ser cobrados ou pressionados. Alguns nativos ficam tímidos e inseguros quando testados. Os regidos por Neit têm tendência a relembrar fatos que não levam a nada. Pensam muito antes de tomar decisões.
Não gostam de intrigas, invejas ou fofocas no trabalho, na família ou no relacionamento pessoal. Geralmente, os nativos são disciplinados e organizados quando desenvolvem qualquer tipo de trabalho. São carentes e necessitam atenção. Não costumam esquecer ofensas.
No amor são honestos, amigos e de confiança; só depois de muita Intimidade se soltam nas relações. Neit é uma Deusa que gosta de liberdade, tem dificuldade de se adaptar à rotina do casamento.
Profissionalmente, pode ser bom médico, professor, analista de sistema ou artista.

TOTH, O VERBO - O CRIADOR DA COMUNICAÇÃO, DA LINGUAGEM ESCRITA E FALADA
Período: 16 de maio a 15 de junho

Como a flor de lótus, os filhos de Toth são sensíveis, sensitivos e intelectuais. São firmes nas decisões, determinados a vencer obstáculos. Não gostam de ser pressionados tanto no trabalho como no amor. Adoram novidades, são bem informados, alguns são escritores, jornalistas ou radialistas. Sabem lidar com a terra, as flores, os frutos. Alguns conquistam bons amigos, outros sãos bruscos e francos demais, afastando os contatos. São possessivos, têm medo de perder seus bens ou não se aventuram em novas oportunidades quando não sentem segurança. Excelentes colaboradores, enfrentam a vida com coragem. Este tipo misto, que nasce sob a proteção do deus Toth, é aberto a opiniões e sabe reconhecer os próprios erros. Sua atitude é calorosa e alegre ao reencontrar um amigo. O seu nervosismo o impede de ocupar-se por muito tempo no mesmo assunto. Não fazem diferença entre uma relação afetiva e uma atração física. Esta última constitui para os nativos uma importante motivação. Não se ligam com facilidade a outras pessoas, mas quando isso acontece são capazes de fazer sacrifícios pelo parceiro.



Pois é, ando meio mística demais, né? Mas o que está aí em cima está chocantemente correto. Tenho o texto completo, com falando mais sobre a Astrologia Egípcia e todos os demais signos. Se quiser, é só pedir.

8.2.06

O Tolo que era Sábio

Todos os dias o Mullah Nasrudin ia esmolar na feira, e as pessoas adoravam vê-lo fazendo o papel de tolo, com o seguinte truque: mostravam duas moedas, uma valendo dez vezes mais que a outra. Nasrudin sempre escolhia a menor.

A história correu pelo condado. Dia após dia, grupos de homens e mulheres mostravam as duas moedas, e Nastudin sempre ficava com a menor.

Até que apareceu um senhor generoso, cansado de ver Nasrudin sendo ridicularizado daquela maneira. Chamando-o a um canto da praça, disse:

- Sempre que lhe oferecerem duas moedas, escolha a maior. Assim terá mais dinheiro e não será considerado idiota pelos outros.

Nasrudin lhe respondeu:

- O senhor parece ter razão, mas se eu escolher a moeda maior, as pessoas vão deixar de me oferecer dinheiro, para provar que sou mais idiota que elas. O senhor não sabe quanto dinheiro já ganhei, usando este truque.

E cheio de sabedoria acrescentou:

- "Não há nada de errado em se passar por tolo, se na verdade o que você está fazendo é inteligente".

Às vezes é de muita sabedoria se passar por tolo e é muito melhor passar por tolo e ser inteligente do que ter integência e usar fazendo tolices.
"A verdadeira viagem de descoberta não consiste em buscar novas paisagens mas sim em ter novos olhos".
(Marcel Proust)
O que você diria?

Ao abrir o jornal pela manhã, você lê, na sua coluna favorita, aquela por que você aguarda avidamente e devora às quartas-feiras, o seguinte:


"Livro de Jó, exemplo de redação
(Deonísio Silva)

'De onde se tira a sabedoria? Ela não está entre nós. Onde está a inteligência?'. Alunos de Comunicação Social da Universidade Estácio de Sá escreveram no convite de formatura esses versículos bíblicos. Movido por sua escolha, muitos leram ou releram o Livro de Jó, um dos mais belos textos da literatura mundial.
'Ele vivia na terra de Hus', na atual Palestina, era pai de três filhas e sete filhos. Era o mais rico dos homens. Tinha sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas. Era também latifundiário e senhor de numerosos escravos, mas naquelas antiguidades bíblicas as referências de um homem de bem eram outras.

Seus filhos e fillhas faziam rodízio de banquetes, comendo e bebendo muito. O pai, homem incorruptível e temente a Deus, não cuidava apenas de sua honestidade, mas também da dos filhos. Preocupado, oferecia sacrifícios para purgar eventuais pecados: 'quem sabe se meus filhos não pecaram?'.

É exemplo de narração bem tecida o Livro de Jó. A situação inicial é de perfeito equilíbrio. O desequilíbrio é proposto por Satanás num diálogo com Deus, que lhe pergunta: 'De onde vens?'. E ouve em resposta: 'Acabei de dar uma volta pela terra inteira'. Deus, usando sempre a segunda pessoa do singular, o que denota linguagem coloquial, pois não está, solene e durão, como é seu costume quando repreende o Demônio, faz a segunda pergunta amistosa: 'Reparaste no meu servo Jó? Não há outro igual sobre a terra: incorruptível, justo, temente a Deus, alheio ao mal!'.

Satanás, cujo significado em hebraico é caluniador, diz que Jó é um interesseiro: com a vida que tem, é fácil amar a Deus. E na segunda pessoa do plural, em sinal de solene e artificioso respeito, como faz em geral quem a utiliza, sugere: 'Tocai nos seus bens para ver de que ele será capaz'.

Deus aceita o desafio: 'tudo o que ele tem, está à tua disposição, só não toques na sua pessoa'.

Satanás sai dali e dá início à guerra contra o indefeso Jó, que perde tudo: não apenas todos os bens, mas também todos os filhos e filhas, que morrem soterrados quando estão num dos costumeiros banquetes.

Deus volta a jactar-se de Jó, que continua íntegro depois de tantas perdas. Mas Satanás replica: 'cada um dá tudo o que tem para salvar a própria pele'. E recebe autorização para fazê-lo sofrer mais: 'Jó está à tua disposição, mas poupa-lhe a vida'.

Então, leproso dos pés à cabeça, é expulso da casa pela mulher.

A seguir, três amigos vêm para consolá-lo: Elifaz, Baldad e Sofar. Seria melhor enfrentar inimigos, pois eles, por unanimidade, condenam o amigo: ele deve ter pecado muito para ser afligido por desgraças descomunais.

Entra em cena, porém, um quarto amigo, Eliú, até então oculto, que dá outra explicação: Deus assim procede para aperfeiçoar Jó.

No fechamento, onde está o significado, Deus, que já dera vários exemplos poéticos da incapacidade de o homem entender os desígnios divinos, repreende os amigos de Jó, menos Eliú, e restitui em dobro os antigos bens, dando-lhe também outros sete filhos e três filhas.

'Depois disso, Jó viveu 140 anos, viu filhos e netos de quatro gerações e morreu farto de anos'.

Textos bíblicos são excelente material bibliográfico para ensinar redação. Ensinar a escrever é ensinar a pensar. Para isso, o principal requisito é ler. "



Até aqui, nada de extraordinário. Mas, no mesmo dia, você vai tentar ler e-mails que deixou acumular nos últimos tempos e escolhe para começar justo aquele que traz uma palavra por dia e se deparasse com um verbete que diz:


behemoth \bih-HEE-muth\ noun

1 often capitalized : a mighty animal described in Job 40:15-24 as an example of the power of God
*2 : something of monstrous size, power, or appearance

Example sentence:
Suddenly a behemoth of a truck, honking madly and going at least 80 mph, bore down on me from out of the blue.

Did you know?
The original "behemoth" was biblical; it designated a mysterious river-dwelling beast in the Book of Job. Based on that description, scholars have concluded that the biblical behemoth was probably inspired by a hippopotamus, but details about the creature's exact nature were vague. The word first passed from the Hebrew into Late Latin, where, according to English poet and monk John Lydgate, writing in 1430, it "playne expresse[d] a beast rude full of cursednesse." In English, "behemoth" was eventually applied more generally to anything large and powerful.

*Indicates the sense illustrated in the example sentence.

(fonte)



E então? Você recorre a Jung e à sincronicidade? Acha que o Universo está tentando dizer alguma coisa a você? Deixa o seu lado supersticioso e místico aflorar?

Eu, por via das dúvidas, fui lá conferir, pelo menos o trechinho recomendado textualmente:


Jó 40:

15 Contemplas agora o beemote, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi.
16 Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre.
17 Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos.
18 Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro.
19 Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada.
20 Em verdade os montes lhe produzem pastos, onde todos os animais do campo folgam.
21 Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo das canas e da lama.
22 As árvores sombrias o cobrem, com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.
23 Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando ainda que o Jordão se levante até à sua boca.
24 Podê-lo-iam porventura caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?



Como diria minha amiguinha vizinha sazonal e filósofa Joyce: "Vá-se saber, né?"

7.2.06

"I must have a prodigious quantity of mind. It takes me as much as a week, sometimes, to make it up."
(Mark Twain)

3.2.06

A séria série "Só tenho amigo chic" continua. Neste capítulo aparece a Luciana Pegorer na forma da Delira Música, que apresenta:



Com vocês, o virtuosismo de Willians e a doçura e o talento de Marianna. Não comentei no atropelo da vida dos últimos meses, mas o post dela sobre a vida dos artistas independentes, do dia 30 de novembro é uma aula. Confira!

10.1.06

Depois do golpe de misericórdia, ouvi de um cara que tinha acabado de conhecer uma descrição perfeita do meu estado mental:

My brain has two sides. On the left side, nothing is right; on the right side nothing is left.

6.1.06

"Quando tudo que existe não basta / fico pequena / viro flor / inicio meu vôo de poeta."
(Solange Palatnik)

"Temos uma boca e dois ouvidos, mas jamais nos comportamos proporcionalmente."
(provérbio chinês)

"Um homem perde o senso de orientação após quatro drinques; uma mulher , após quatro beijos."
(Henry Mencken)

"Se não podes ser o que és, sê com sinceridade o que podes."
(Ibsen)

"Põe quanto és no mínimo que fazes."
(Fernando Pessoa)

"Tudo o que acontece uma vez, pode nunca mais acontecer, mas tudo o que aconteceu duas vezes, acontecerá certamente uma terceira."
(provérbio árabe)

"Não te irrites se te pagarem mal um benefício: antes cair das nuvens que de um terceiro andar."
(Machado de Assis)

"A vida é feita de ilusão. Entre essas ilusões, algumas triunfam; são as que constituem a realidade."
(Jacques Audiberti)

"Agirei como se minhas ações fizessem alguma diferença."
(William James)

"Quem cedo madruga espera mais para almoçar."
(anônimo)

19.12.05

Uma coisa pode ser infame e ótima?
Sim, algumas piadinhas que chegam via e-mail, como a que segue abaixo, por exemplo:


Você sabe o que é um marido DVD ?
É aquele que Deita, Vira e Dorme.

E um marido DVD+R?
É aquele que se Deita, Vira, Dorme e Ronca.

E um marido CD?
É o marido que só Come e Dorme.

... Bons mesmo eram os antigos VHS...
Várias Horas de Sexo

16.12.05

KING KONG

Fui ontem assistir à pré-estréia de King Kong. Quem me conhece sabe que meu negócio não é filme de aventura. E eu saí da sala escura babando.

Claro que ganhar ingresso é delicioso, ainda mais com um pré-estréia bem produzida, com ambientação de mata, quando entramos no prédio sob de pássaros e outros bichos nos envolvem como também os galhos de árvore e as folhas espalhadas pelo chão que ficam ainda mais aliciante com a iluminação especial. Depois que o filme começou, a gente até perdoou o atraso no início da projeção. Afinal, a pipoca e o refrigerante também eram de graça e tínhamos o que fazer. Eu tinha grandes trunfos também: excelentes companhias. À minha esquerda uma criança de 10 anos e à direita alguém que sabe tudo de cinema e duas cadeiras adiante, uma das pessoas mais inteligentes que deste país.

Não sei quanto a você, mas em determinado ponto a gente acha que tanta produção pode ser para disfarçar alguma falha. Mas o filme começa e a gente instantaneamente simpatiza com a personagem da Naomi Watts. Jack Black consegue ser ótimo sempre. E o nariz torto e avantajado do Adrien Brody em sua excessiva magreza dá ao vencedor do Oscar um ar de desamparo que combina bem com a estranheza do personagem roteirista romântico e surpreendentemente bravo. E cada novo personagem apresentado é tri-dimensional e rico.

Entretanto é quando se chega à ilha - destino do inzoneiro diretor de cinema e todos os que por um motivo ou outro caíram em sua lábia - que a genialidade de Peter Jackson explode na tela, com diversos e apavorantes monstros, incluindo o mais feroz de todos, o ser humano. A fita se mantém num nível altíssimo de ação daí em diante, com espaços curtos e bem colocados para humor e romance, dominando a platéia de uma forma irresistível. Em algumas cenas, o menino ao meu lado quicava de emoção e de tão excitado, chegou a levantar-se e eu tive que puxá-lo de volta à cadeira e à realidade. O casal ao meu lado embevecia-se com a excelência de cinema raramente alcançada em todos os tempos. Da expressividade "facial" do grande símio aos grandes cenários, da reconstituição da Nova Iorque dos anos 30 ao destaque às diferenças entre as relações da mocinha com a besta e com o mocinho, tudo é maravilhoso e perfeito.

A clássica cena final é reconstituída brilhantemente, cheia de emoção e técnica. E o filme vai acabando e nos deixa com a sensação de que conseguiram melhorar o que já era muito bom. E quando as luzes se acendem e conferimos o relógio, levamos um susto ao constatar que mais de três horas se passaram e nem nos demos conta, tão arrebatados que fomos pelo rei de mais de 7 metros de altura e a musa que foi sua ruína.

King Kong é literalmente um blockbuster, mas no melhor sentido que a palavra pode assumir.

9.12.05

As Meninas da Moda têm muito para contar. E ele, que além de tudo é fashion, está lá, na agenda.
Como anda sua saúde?

Já começou a preparar sua lista de intenções para 2006? Entre elas está cuidar melhor de seu corpo e de sua saúde, seus maiores bens? Se sim, parabéns! Se não, está na hora de começar a pensar seriamente sobre isso!

Venha ouvir GRATUITAMENTE sobre como tornar sua vida mais saudável!

O Grande Evento será no dia 15/12/2005 no Rio de Janeiro. Basta entrar em contato e confirmar sua presença, já que o número de vagas é limitado. No ato de confirmação, serão informados os detalhes como endereço e horário do evento. Escreva para mim!

4.12.05



Bazar de Natal Achados Imperdíveis



O Bazar de Natal Achados Imperdíveis, no Recreio dos Bandeirantes, acontecerá nos dias 10 e 11 de dezembro (sábado e domingo), das 14 às 20h numa casa deslumbrante. Será uma ótima oportunidade para aqueles que querem fazer suas comprinhas de final de ano, de maneira econômica, sem se aborrecer com os estacionamentos superlotados e perder tempo no tumulto dos shoppings.

Além de bijuterias, patchwork, perfumaria, bolsas, doces e chocolates, velas, mosaico, moda adulto e infantil, comidinhas e bebidinhas, haverá no dia 10 o lançamento do livro "As Sete Histórias mais Horripilantes de Arrepiar os Cabelos" de Pedro Conteiro Pessanha, 10 anos, autor prodígio em seu segundo livro. Veja mais sobre o autor no www.ricp50.oi.com.br

A entrada é franca, mas donativos de produtos de higiente pessoal, serão bem recebidos para Obra Assistencial da Paróquia da N. Sra. da Imaculada Conceição do Recreio.

A organização é da 2éBom!, de Ana Lúcia e Alda, artesãs nas horas vagas, formadas em jornalismo e em marketing.

A idéia do bazar é levar aos amigos, familiares, conhecidos e clientes produtos exclusivos e charmosos, comodidade, economia, tranqüilidade e segurança.

Onde vai ser? Rua Zeferino de Farias, 129 (4ª transversal a Av. Alfredo Baltazar da Silveira - antiga Via 9) Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - estacionamento fácil.

Produção: 2éBom

28.11.05

Mais um capítulo da séria série Só tenho amigo chic!.
Episódio de hoje "Graça Lima" e "Roger Mello"

(Mas também pode ser considerado um manifesto a favor de boas notícias, porque elas também existem)

O Brasil com exclamação
País ganha charge de quase meia página no 'Le Figaro'


(Ziraldo)

(...)
De fato, nós, brasileiros, devíamos escrever o nome do Brasil, sempre, com um ponto de exclamação no final. Apesar dos nossos imensos problemas de imagem para uso externo, apesar de toda a violência nacional, andando pelo mundo como tenho andado, chegando agora em Paris, vindo de Montevidéu, Buenos Aires e Miami - imaginem! - e a caminho da Itália, sempre que informo que sou do Brasil, com todas as más notícias que vêm daí, ouço, de volta, o nome do meu país ser pronunciado com alegre exclamação.

(...)
A notícia que ora mando de Paris é que, desta vez, o Sérgio Porto não poderia repetir a frase irônica. A presença do Brasil na França, este ano, foi, quase que se pode dizer, avassaladora. Por exemplo: os autores de livros infantis Roger Mello e Graça Lima, que estão aqui também representando o Brasil na Feira do Livro Infantil de Montreuil, me contam que, falando numa escola de um desses banlieus franceses de incendiários de automóveis, numa biblioteca para crianças não francesas, estas se encantaram com um fato. Crianças de origem portuguesa informaram a eles que, por causa desta nova descoberta do Brasil, estão perdendo o acanhamento de falar português.

Abrindo as páginas do Le Figaro da última quarta-feira deparo com esta manchete de sete colunas: ''O Ano do Brasil faz crescer a atração pelo português''. Numa matéria de meia página, o jornal comenta este fato e Jean-Michel Blanchet, reitor da Academia de Guiana, declara, entre outras coisas, que ''a tradição brasilianista está bastante viva''. Fala também do aumento significativo da freqüência de alunos de língua portuguesa e de planos concretos para incrementar programas de ensino da língua em instituições de ensino francesas.
(...)

(leia todo o artigo)

22.11.05

Faxina nos mitos
Lia Luft*


"Boa parte de nossa infelicidade nasce do fato de vivermos rodeados por mitos. Deixamos que aflorem e construímos em cima deles a nossa desgraça"



Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.

Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...

Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.

E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.

Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.

O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.

Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.


Fonte: Revista Veja Edição nº 1901, 20/04/2005.

21.11.05

Fui, adorei e recomendo:



[saiba mais]
"A salvação do mundo está no coração do homem."
(Vaclan Havel)

"Quem não confia o bastante não será digno de crédito."
(Lao Tsu)

"Existe feito mais nobre no mundo do que servir ao bem comum? Este é o culto: servir à humanidade."
(Abdu-Bahá)

"Nós não vemos as coisas como elas são. Vemo-las como nós somos."
(Talmude)

"O que a lagarta chama de fim da vida o mestre chama de borboleta."
(Richard Bach)

17.11.05

Já contei que minha madrinha de casamento, Cristina Portella, tem uma obra na exposição sobre a obra de Caymmi? Pois a Cris, que tem um quadro representando uma das músicas do ilustre baiano no Paço Imperial, está acompanhada de gente do quilate de Ziraldo, Rosa Magalhães, Lan, Andrucha Waddington, Adão Iturrusgarai e mais uma pá de gente talentosa. Só tenho amigos chics, como vocês sabem...

Hoje tem um texto delicioso do Renato Lemos no JB falando da exposição.


Eu quero ser Dorival Caymmi

Que mané John Malkovich que nada! Se a vida fosse um pouquinho mais justa com a gente, seríamos todos Dorival Caymmi. Inclusive as mulheres. Todos. Todos com cabeça branca, bigodes brancos, camisas listradas e chinelos de dedo. Nasceríamos todos na Bahia, mas elegeríamos o Rio de Janeiro para viver o resto de nossas vidas. Teríamos sorte. A gente se casaria com a dona Stella, uma mulher bonita, de cabelos brancos, bigodes brancos, camisa listrada e chinelo de dedo. E arrumaríamos um punhado de filhos só pelo prazer de um dia cantar com eles. Teríamos o Jorge Amado como parceiro. E o mar também. Dormiríamos em rede. Viveríamos mais de 90 anos. E seríamos felizes, todos, com certeza.

A impressão de que a felicidade é uma coisa possível gruda na gente quando saímos da exposição
Dorival Caymmi - O som da música, no Paço Imperial. Ali estão 80 de suas músicas interpretadas das mais diversas formas por 80 artistas.

(leia mais)

(A IMAGEM DO SOM DE DORIVAL CAYMMI - Paço Imperial (Praça XV de Novembro, 48, Centro Tel.: 2533 4491 / 2533 7762). De Ter a Dom, das 12h às 18h. Entrada Franca - Até 29/1/6.)

11.11.05

Tenho a fonte, mas não o autor, se você souber, por favor, me salve da ignorância. Os grifos são meus.



Como se proteger da fofoca



Não adianta se iludir: é impossível evitar 100% das fofocas sobre você. Mas por quê? Pare para pensar quantas fofocas você ouviu, leu ou fez hoje. Viu? Não? Então observe até o final do dia quantas vezes ela vai cruzar o seu caminho... A fofoca é uma compulsão humana.

Esse é o passatempo (e a profissão) de muita gente. Além disso, a fofoca existe há milhares de anos e pasmem: tem até um pesquisador americano, Frank McAndrew, que diz que ela é um instinto, e que foi essencial para a evolução da nossa espécie.

Porém, não são poucas as pessoas prejudicadas diariamente por esse hábito. Se nós, simples mortais, sentimos muitas vezes o peso do falatório, imagine só as celebridades. Pois é, os famosos são os maiores alvos da fofoca em grande escala. A mídia tem seus maiores índices de venda e de audiência quando o assunto é falar sobre a vida alheia. Portanto, quanto mais popular, mais difícil se livrar das maledicências.

Mas, mesmo parecendo bastante difícil evitar, consultamos psicólogos e uma psicopedagoga para nos dar dicas de como se proteger da fofoca:

1- TUDO O QUE VAI, VOLTA
Você já ouviu aquela expressão: "tudo o que vai, volta"? Funciona mais ou menos como a 3.ª lei de Newton: "Se um corpo A aplica uma força sobre um corpo B, este corpo B aplicará simultaneamente uma força de igual intensidade e direção, mas sentido contrário, sobre o corpo A".
Parece papo mala de professor, mas veja como faz sentido: se você fica falando sobre a vida alheia, abre espaço para que os outros falem da sua. Segundo ponto: as pessoas que estão ouvindo os comentários, sejam eles do bem ou do mal, vão pensar: "um dia ela também pode falar de mim". E assim sendo, você vai acumulando antipatias...

2- NÃO FAÇA AOS OUTROS AQUILO QUE NÃO QUER QUE FAÇAM À VOCÊ...
Quando for falar algo sobre alguém, ou ainda, quando estiver em uma roda e alguém começar a contar a "última" para o pessoal, pare para lembrar das vezes que falaram sobre sua vida. Ponha a memória para funcionar e tente lembrar o que você sentiu. Raiva? Vergonha? Tristeza? Lembrar da sua própria experiência de sofrimento como alvo de fofocas evita fazê-las, além de dificultar que você volte a ser a vítima...

3- AFASTE-SE DO "DIZ-QUE-DIZ-QUE"
O ouvinte da fofoca também é cúmplice. Se você não der ouvidos ao fofoqueiro, não haverá fofocas. Se perceber que se trata de uma fofoca, tente desviar o assunto para outro mais agradável.
Questione o fofoqueiro(a) sobre as veracidades dos fatos e se ele(a) assumiria o que está sendo dito, e se falaria diretamente para a pessoa envolvida.
Seja franca e transparente dizendo que não gosta de discutir estes assuntos sem todos os envolvidos estarem presentes, e sai fora da conversa.
Lembre-se sempre de que um dia esta pessoa pode estar falando de você.
É lógico que, quanto mais você se envolver em rodas e grupinhos que curtem uma fofoca, mais chance você tem de virar a ‘bola da vez’ e ter a vida pessoal exposta.

4- IDENTIFIQUE A AUTORA DAS "TRIANGULAÇÕES"
Esse é um termo usado pela psicologia para nomear a famosa fofoca. Ter alguém com quem conversar é muito importante, mas preste atenção e conheça muito bem a pessoa que escolheu para abrir suas questões.
Crie relacionamentos confiáveis e duradouros. Assim sendo, quem é que vai ter coragem para falar de você? É muito importante ser sempre uma pessoa transparente, sincera e amiga.

5- NINGUÉM É DE FERRO!
Assim como é impossível erradicar a fofoca sobre você, também não dá pra viver sem se interessar pelo que acontece com os outros. Mas vamos combinar: antes de passar à frente um assunto, verifique a realidade dos fatos, cheque varias fontes de informação e sua confiabilidade. Se ela for do bem, e verdadeira, não há tanto problema em comentar. O problema está nas más intenções e nas invenções. Verifique também se este assunto lhe diz respeito, se você perde ou ganha com ele. Este tempo para pensar muitas vezes faz você perder a vontade de falar.

6- USE A FOFOCA A SEU FAVOR
O que falam sobre você pode ser um feedback sobre suas atitudes e comportamento. Geralmente as fofocas são negativas, mesmo assim, analise o que está sendo dito. Você pode estar provocando este tipo de comportamento nas pessoas.

7- O MAIOR SOFRIMENTO PARA OS (AS) FOFOQUEIROS (AS) É SENTIR QUE O VENENO NÃO ENFRAQUECEU A VÍTIMA.
Não alimente o que está sendo dito, seja se defendendo com justificativas ou partindo para agressão verbal ou física. Quem faz fofocas tem um poder de sedução sobre pessoas ainda mais inseguras que elas, portanto, se você der bola estará incentivando a fofoca. A polêmica faz com que o assunto fique mais interessante...

8- MORDA A LÍNGUA
Ser fofoqueira também pode ser como uma doença. Quanto mais fizer, mais fará, e pior é que será vista e classificada como tal. Se este é o seu caso, ao levantar, se comprometa em ficar algumas horas sem falar da vida alheia e quando esse prazo vencer, refaça o seu compromisso.

(fonte)

10.11.05

CORUJICE POUCA É BOBAGEM!

Os dois lançamentos do novo livro do Pedro bombaram. Veja as fotos aqui.

Se você nao pôde ir e quer adquirir o seu exemplar (R$ 10,00 + custos de envio, se vc estiver longe) é só me pedir. Se está em dúvida se deve ou não adquirir esta obra, faça uma visita ao site do jovem escritor e tire suas conclusões.

9.11.05

A CANÇÃO, A VOZ E O VIOLÃO

Nessa semana, dias 09 (quarta), 10 (quinta) e 11 (sexta) MARIANNA LEPORACE e WILLIANS PEREIRA faremos nosso show “A CANÇÃO, A VOZ E O VIOLÃO” na SALA FUNARTE, lugar onde tocamos juntos pela primeira vez, numa bela homenagem ao compositor Sidney Miller.

Dia 09, quarta-feira, o espetáculo conta com a presença da pianista SHEILA ZAGURY, para uma participação especial, onde serão lembrados alguns momentos do show “SÃO BONITAS AS CANÇÕES”.

Dia 10, quinta, será a vez de FERNANDO LEPORACE, dividir o palco com a dupla para mostrar algumas de suas belas composições.

E no dia 11, sexta-feira, o “recém nascido” trio FOLIA DE TRÊS, fará uma prévia do show de lançamento do CD “PESSOA RARA – IVAN LINS 60 ANOS”.

Ou seja, serão muitos momentos de fortes emoções e vocês não poderão perder esses três dias de festa!!!!

SERVIÇO:

Dias 09,10 E 11 DE NOVEMBRO
SALA FUNARTE SIDNEY MILLER
Rua da Imprensa,16 - Palácio da Cultura Gustavo Capanema,
Centro, Rio de Janeiro
Metrô Cinelândia - saída Pedro Lessa
ingressos: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia)
telefones 2240-5151 / 2279-8087


Visite o Blog:
www.mariannaleporace.blogger.com.br
Conhecendo o Rio a pé durante o PROJETAR 2005

PROJETAR 2005 II Seminário sobre Ensino e Pesquisa em Projeto de Arquitetura: Rebatimentos, Práticas e Interfaces

http://www.fau.ufrj.br/proarq/projetar2005

O Rio de Janeiro, famoso por suas montanhas cobertas pela Floresta da Tijuca e por suas praias, oferece cenários maravilhosos: seja caminhando pelas trilhas da floresta, seja apreciando a flora tropical ou visitando as maravilhas da arquitetura carioca. Como participante do Seminário Projetar 2005, ou mesmo se você tiver algum interesse específico em simplesmente conhecer mais e melhor a nossa cidade, você terá esta oportunidade única de aproveitar e (re)conhecer todos os cantos e encantos que o Rio de Janeiro tem a nos oferecer. Os participantes serão guiados por um especialista* que elaborou dois roteiros especiais e exclusivos para o PROJETAR 2005.

PÚBLICO ALVO: Participantes do Seminário Internacional PROJETAR 2005 e qualquer pessoa interessada em conhecer um pouco da Arquitetura Carioca e da Evolução Urbana do Rio de Janeiro.

Roteiro 1: Rio Colonial

Praça XV de Novembro, Igreja de São José, Rua 1º de Março, Paço Imperial, Chafariz do Mestre Valentim, Arco do Teles, Travessa do Comércio, Rua do Ouvidor, Igreja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Igreja de Nossa Senhora da Ordem Terceira do Carmo, Igreja da Santa Cruz dos Militares, Igreja de Nossa Senhora da Candelária, Igreja de Santa Rita, Largo de Santa Rita, Morro da Conceição, Fortaleza da Conceição e Palácio Episcopal

Roteiro 2: Rio Moderno

Palácio Gustavo Capanema, Edifício Sede da ABI, Edifício Aliança da Bahia, Consulado dos EUA, Edifício da ABL, Edifício Maison de France, Edifício do IRB, Edifício Sede do Jockey Club do Brasil, Edifícios na Av. Rio Branco, Catedral Metropolitana, Edifícios na Av. Chile, Museu de Arte Moderna e Monumento aos Mortos da II Guerra


Visitas técnicas e culturais guiadas por um especialista* pelos principais espaços públicos, monumentos e arquiteturas do Centro Histórico da Cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de (re)conhecer os diversos e mais significativos momentos históricos da evolução urbana e arquitetônica da cidade, desde a época da sua fundação no século XVI até o século XX. As visitas serão feitas a pé e com as respectivas saídas nos dias e nos horários mencionados a partir dos pontos de encontro** estabelecidos para cada um dos roteiros. Cada visita tem a duração aproximada de 3horas.

QUANDO:

· Roteiro 1 (Rio Colonial) : dia 12/11/05 (sáb.) às 9:30hs e dia 12/11/05 (sáb.) às 16:30hs

· Roteiro 2 (Rio Moderno) : dia 11/11/05 (6ª feira) às 18:00hs e dia 13/11/05 (dom.) às 10:30hs

PONTOS DE ENCONTRO**:




· Para o Roteiro 1 (Rio Colonial) será exatamente em frente ao Chafariz da Pirâmide do Mestre Valentim na Praça 15 de Novembro. (Referências próximas: Paço Imperial, Arco do Telles e Rua 1º de março)

· Para o Roteiro 2 (Rio Moderno) será exatamente sob os Pilotis do Palácio Gustavo Capanema , Edifício do MEC. (Referências próximas: Av. Rio Branco, Edifício da ABI, Rua Araújo Porto Alegre e Rua Debret)

INVESTIMENTO: R$ 35,00 por pessoa para cada um dos roteiros (ATT: Os 10 primeiros participantes que confirmarem – por e-mail ou por telefone - a participação com o professor pagaram apenas R$ 25,00 por cada visita). O pagamento poderá ser feito na hora de cada visita.

Contato: Diretamente com Prof. ANTÔNIO AGENOR pelo cel: (21) 9304 2645 e e-mail: antonioagenor@terra.com.br


* Prof. Antônio Agenor Barbosa - Arquiteto / Urbanista, Mestre em Urbanismo (UFRJ) e Doutorando em Arquitetura (UFRJ). Coordenador do Curso de Graduação em Paisagismo e da Pós-Graduação em Turismo e Patrimônio da Escola de Design da Universidade Veiga de Almeida. Professor de Arquiteura e Urbanismo do UNIPLI

ATENÇÂO: O Professor estará à espera dos participantes nos pontos de encontro de cada passeio nos dias e nos horários mencionados acima. Haverá uma tolerância de, no máximo, 10 min. para a saída do grupo a partir do ponto de encontro.

Importante: Em caso de chuva NO DIA e NA HORA de cada passeio, a visita estará automaticamente cancelada.

Professor Antônio Agenor Barbosa - Arquiteto e Urbanista

Contato para informações e inscrições: e-mail: antonioagenor@terra.com.br / cel: (21) 9304 2645
Show de lançamento do livro

Francisco Mário - Vida e Obra



DIA 10/11 - 19HS


SALA BADEN POWELL
Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360
Tel: 2548.0421 ou 2548-0492
Capacidade: 500 lugares
Censura Livre

R$ 10,00 / 5,00 estudantes e maiores de 65 anos





Marcos Souza - piano
Afonso Machado - bandolim
Bartholomeu Wiese - violão
Henrique Drach - cello
João Cortez - percussão
Adamo Prince – violão



LIVROS JÁ ESTÃO NAS LIVRARIAS – EDIÇÃO LIMITADA

Distribuição Editora Garamond
e apresentam o Songbook completo, a obra fonográfica e a biografia de
Francisco Mário - Vida e Obra
Biografia trilíngüe, quatro CDs com a obra completa, 89 partituras


Toda a obra musical de Francisco Mário (1948-1988) está finalmente reunida – remasterizada, trazendo os cinco CDs lançados e incluindo três discos inéditos. Mais: uma biografia trilíngüe e fotos deste compositor e instrumentista que marcou época artistica e politicamente, como pioneiro do disco independente no Brasil. Mais: as 89 partituras de suas criações também estarão à disposição do público a partir de agora. Tudo isso está no volume Francisco Mário: Vida e Obra, que o Selo SESC RIO.SOM e o Atelier Cultural lançaram.

Assina a concepção e produção o pianista Marcos Souza, filho de Francisco Mário, que assim concretiza um desejo de não apenas oferecer a obra de seu pai aos admiradores e estudiosos, mas contextualizá-la. “Não apenas estamos desbravando a obra de um compositor consistente e enraizado em suas origens, como tornamos agora público seu último disco, até agora inédito, Tempo”, diz Marcos na apresentação do volume.

O livro estará à venda em pontos selecionados e também será oferecido a dezenas de instituições de pesquisa e estudo de música para ser disponibilizado para consulta.

Leia o livro, ouça os discos... e veja daqui a pouco o filme

A idéia surgiu em 2004, paralela a outra realização – a do filme Três irmãos de sangue, já finalizado, e entrará em circuito em março/abril de 2006. O documentário de longa metragem é dirigido por Angela Reiniger (NoAr Produções) e traz depoimentos de Ivan Lins, Frei Betto, Sérgio Cabral, Affonso Romano de Sant´anna, Jaguar, Millôr, Claudius, Ziraldo, Nani, Joyce, MP4, Boca Livre, família e amigos. Reúne também imagens de arquivo, algumas preciosíssimas e pouco vistas – como a chegada de Betinho em 79 no aeroporto e Henfil e Chico Mário jogando futebol em super-8. “A idéia do filme surgiu antes do livro, na verdade surgiu quando Betinho morreu”, conta Marcos. “E agora estamos prestes a lançar os dois documentos”.

A realização do Atelier Cultural sai pelo selo SESC RIO.SOM, que vem lançando produtos fonográficos sempre de importância documental e artística, na contracorrente da banalização comercial do mercado fonográfico – como os discos da série Poetas da Canção, uma série de 12 lançamentos com a obra de letristas de peso dos anos 80. Francisco Mário: Vida e Obra terá tiragem de 2 mil exemplares.

“...Chico Mário planejou altos vôos. O conjunto de discos que deixou dá a pista do que seria a trajetória de um balão para Júlio Verne nenhum botar defeito. Chico Mário sonhava por nós.” Aldir Blanc

“Mesmo em choros mais repinicados, Chico é discreto, é mineiro.” Ricardo Cravo Albim (Crítico musical e jornalista)

“Mano Chico, estamos aqui para te ouvir por toda a vida, a tua eternidade. Não pare de tocar, nem de compôr, siga as ondas, as cordas, onde for.” Betinho

“Francisco Mário é um artista absolutamente ligado em suas raízes e que sempre acrescentou em seu trabalho.” Nivaldo Ornelas (músico)

“A obra de Chico Mário tem um quase impressionista sabor de chão brasileiro.” Mauro Dias (Crítico musical e jornalista do Estado de São Paulo)

“Chico Mário só pensava na música e no Brasil.” Affonso Romano de Sant’anna (escritor e jornalista)

“Chico deixou para nós uma lição de lucidez e humor, de estratégia política no cultural, de irreverência e humildade numa combinação única e original.” Luli e Lucina (cantoras e compositoras)

“Chama-se Francisco Mário o mais novo guerilheiro da MPB. Compositor, cantor e tocador de violão e viola. A música de Francisco Mário é muito mineira e bonita, na forma e no conteúdo.” Sérgio Cabral (jornalista e escritor)

“Chorinhos, sambas, regionais, serestas, Chico Mário passeava por todos os estilos da MPB. Assim, era querido pelos mais diferentes artistas.” Lula Branco Martins (jornalista)

“Francisco Mário deixou uma obra importante na MPB instrumental. É a sua instigante instrumentação, que casa admiravelmente com a matéria sonora. Este disco “Retratos” retrata uma cultura musical viva e vibrante: a nossa.” Roberto Mugiatti (Crítico musical)

“É impressionante como este rapaz (Francisco Mário), teimoso, mineiro, constrói sua carreira. Feita de composições brilhantes e execução gradativamente aprimorada. Com pertinácia e independência, no selo da vida, está chegando ao nível de nossos melhores violonistas.” Maria Helena Dutra (jornalista)

“Além de irmão do Henfil e de Betinho, Francisco Mário era um ótimo violonista e fértil compositor.” Fábio Rodrigues (jornalista)

“Francisco Mário tem contribuído para a MPB com talento, seriedade e dignidade” Roberto Moura (crítico musical)

“Francisco Mário: Com atraso indesculpável (mesmo assim, peço que me desculpe), venho agradecer-lhe o belo presente de sua voz e de suas composições musicais no Lp tão mineiro e tão cheio de sugestões e sensações para quem guarda Minas no coração.” O abraço e a admiração de Carlos Drummond de Andrade


FRANCISCO MÁRIO: VIDA E OBRA

Idealização e Produção - Marcos Souza
Projeto Gráfico - Adrianne Schreiner
Transcrição das partituras - Adamo Prince / Revisão das partituras - Afonso Machado
Revisão das partituras do disco Dança do Mar - Gilson Peranzzetta
Texto biografia - Nivia Souza
Masterização dos CDs - Sergio Lima Netto

DISCOS:

Terra - Todas as Músicas e letras são de Francisco Mário, exceto Ouro Preto com letra de Fernando Rios. - 1979
Revolta dos Palhaços - Produção e Direção - Francisco Mário - 1980
Conversa de cordas, couros, palhetas e metais - Todas as Músicas são de Francisco Mário - 1983
Pijama de Seda - Todas as Músicas são de Francisco Mário - Produção Artística - Francisco Mário - 1985
Retratos - Todas as músicas são de Francisco Mário - 1986
Dança do Mar - Todas as músicas são de autoria de Francisco Mário - Poemas são de autoria de Dorival Caymmi - 1987
Suite Brasil - Todas as Músicas são de autoria de Francisco Mário - 1987
Tempo - Disco Inédito gravado - 1987

27.10.05

Campo Grande comemora 402 anos

RIO -Uma exposição com fotos de Campo Grande, da década de 40 até a de 80, abre, na próxima terça-feira, a partir das 20h, as comemorações dos 402 anos de Campo Grande promovidas pela subprefeitura. O evento será no Antiquário Bar (Estrada da Cachamorra 766 E) e terá entrada franca. O aniversário do bairro é no dia 17 de novembro.

(fonte)

25.10.05

Mensagem de um leitor à Folha de S. Paulo - Painel do Leitor de 25/10/05


"Isto somos nós, brasileiros. Venceu o não, e o comércio de armas e munições continuará no Brasil. Enfim, o brasileiro mostrou a sua cara, sem a máscara de rapaz simpático. Venceu a realidade. Eis a sociedade brasileira na sua maior essência. Está aberta, sem mais disfarces, a era do medo. Já o tenho do bandido. Agora devo ter do vizinho, do amigo, do irmão, do desconhecido. De qualquer lugar onde estejam seres humanos. Devo temer o acerto assim como o engano. Quem somos? Afinal nos despimos. Preferimos que tenham medo de nós em vez de que nos tenham respeito. Preferimos brincar de Deus, de juízes e de carrascos daqueles que julgarmos uma ameaça. Um país cristão? Mentira. Nós, brasileiros, mostramos que somos ódio em vez de amor. Preferimos a segurança das armas em lugar da de Deus. Demos ao próximo o direito de matar, mesmo que os próximos mortos sejamos nós. Traímos nossa fé. O que fizemos? Crucificamos novamente Cristo."

João Carlos Miranda Leite (Praia Grande, SP)
VEM AÍ...

1º FESTIVAL DELIRA MÚSICA

Comemorando 02 anos do selo

O melhor da música instrumental vai fazer você delirar...




Em novembro, a Barra da Tijuca vai receber a nata da nova música instrumental brasileira em comemoração aos dois anos do selo Delira Música.


Quintas-Feiras de Novembro – 20:30h – 2 shows por noite – R$ 30,00


03/11 Willians Pereira + Gabriel Grossi
10/11 Daniel Garcia + Nosso Trio (Nelson Faria)
17/11 Fernando Martins + Mauricio Einhorn
24/11 Márvio Ciribelli + Carlos Malta


Quartas-Feiras de Novembro – 21:00h – Talk show com Miele – Entrada Franca

09/11 Nelson Faria
16/11 Mauricio Einhorn
23/11 Carlos Malta
30/11 Gabriel Grossi

Mestre de Cerimônias – Marcos Ariel
contando e tocando a história da música instrumental brasileira.
Sorteios de brindes e CDs !!!

Casa de Cultura – Universidade Estácio de SáAv. Érico Veríssimo, 359 – Barra da Tijuca
(21) 2494-1023/1024/1025
http://casadecultura.estacio.br

Ingressos: R$ 30,00
1/2 Entrada para idosos, estudantes e Clube Delira Música

Descontos Especiais* (20%):
Clube do Assinante O Globo: R$ 24,00
Sócios da Associação Bosque Marapendi: R$ 24,00
Ingressos antecipados: R$ 24,00

• Acompanhe a cobertura do festival, novidades e entrevistas no programa D’Jazz – MPB FM 90,3 – todas as terças-feiras às 22:00 horas

Serão 4 noites, 8 apresentações, talk-shows com o apresentador Miele, e muitos sorteios e promoções. A Barra vai respirar música de qualidade. Será o pontapé inicial do que pretende ser um evento anual que mostrará os caminhos e tendências da música instrumental brasileira.

O 1º Festival Delira Música vai apresentar alguns dos melhores músicos da atualidade, admirados em todo o mundo: Carlos Malta preparando o lançamento do CD ‘Pimenta’, gravado em homenagem a Elis Regina; o festejado Nosso Trio de Nelson Faria, Ney Conceição e Kiko Freitas, lançando o novo trabalho, ‘Vento Bravo’; o retorno de Mauricio Einhorn, um dos maiores gaitistas de todos os tempos, com o disco ‘Conversa de Amigos’; e aquele que é tido como o seu sucessor, Gabriel Grossi, um fenômeno admirado por todos.

Além deles, o Festival traz shows de Willians Pereira, Marvio Ciribelli, Fernando Martins e Daniel Garcia, participações de Dudu Lima, Ney Conceição, Dario Galante, Rafael Barata, Augusto Mattoso, Luiz Alves, Idriss Boudrioua, João Cortez, Alberto Chimelli e muitos outros.

A apresentação fica a cargo de Marcos Ariel. Um dos precursores do movimento instrumental brasileiro, o pianista e flautista fará as vezes de Mestre de Cerimônias, contando e tocando a história da música que ele ajudou a criar.

Apoio:

Casa de Cultura Universidade Estácio de Sá
Programa D’Jazz – MPB FM
Knob Audio
Revista Áudio & Vídeo
Resolvendo questões práticas com inteligência
24/10 (ontem) às 18:25h a 26/12 às 02:07h


Entre os dias 24/10 (ontem) às 18:25h e 26/12 às 02:07h, o planeta Mercúrio estará transitando pela sexta casa do seu mapa de nascimento, Carla. Este costuma ser um momento particularmente favorável para você organizar melhor os detalhes da sua vida cotidiana. Mercúrio estimula que você organize melhor sua vida, avaliando criticamente tudo aquilo que poderia estar melhor ou que demanda uma maior atenção. Este é um momento bem “pé no chão”, em que a consciência é chamada a dar atenção às coisas práticas: sua saúde, sua alimentação, contas, a organização do lar e do trabalho, por exemplo.

Todavia, convém não exagerar nas preocupações com detalhes mínimos. Uma certa tendência à sobrecarga de atenção dada a coisas pequenas pode terminar baqueando seus nervos. Atividade em demasia pode prejudicar o sistema imunológico, abrindo uma porta para problemas nervosos, alérgicos ou respiratórios.

Mercúrio em trânsito pela Casa 6 sugere um período em que você sente uma necessidade maior do que o normal de se manter sempre em atividade, Carla. Isso pode ser muito produtivo, é claro. Mas convém lembrar que o descanso também é uma condição essencial para uma boa produtividade!

(fonte)

21.10.05

Desatenção ou malícia
(Caetano Veloso)


"A matéria de Sérgio Martins sobre Moby da edição de 21 de setembro é o exemplo mais revoltante do que se faz de mau jornalismo em Veja. Além de importar o tom grosseiro dos tablóides de rock ingleses para a grande imprensa brasileira (sim, porque no New York Times ninguém escreve assim), Martins falseia fatos. Moby não pediu perdão a Hugo Chávez. E a frase sobre o Big Bang é minha, não de José Miguel Wisnik. Ela foi distorcida com intenção de ridicularizá-lo.

Expus a idéia no texto do encarte do meu disco A Foreign Sound, que já está à venda há muitos meses em todo o mundo. A conversa que tive com Wisnik a respeito (e que também está relatada no encarte) gerou a nova peça do grupo Corpo, que teve estréia recente com ampla divulgação. O repórter de Veja não tem o direito de ignorar esses fatos. É evidente que ele quis passar por cima dos mesmos com intenção de agredir Wisnik por motivos que ignoro. De qualquer modo, se ele desconhecia manifestações tão largamente publicadas não tinha qualificação para exercer a função que exerce - e se tinha, agiu de má fé. E a editoria geral da revista só pode admitir que algo assim aconteça por desatenção ou malícia. Lendo Veja sobre Moby e Wisnik somos levados a crer que José Dirceu é um homem honesto e sensato."

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