27.7.06
24.7.06
Utilidade pública nº 1!!!
Veja a lista dos 57 parlamentares investigados pela CPI dos Sanguessugas
ANDREZA MATAIS da Folha Online, em Brasília
A CPI dos Sanguessugas divulgou nesta tarde os nomes dos 57 parlamentares acusados de envolvimento no esquema de compra superfaturada de ambulâncias. Desse total, 56 são deputados e um é senador.
Deputados que já foram notificados pela CPI dos Sanguessugas
Paulo Feijó (PSDB-RJ)
Paulo Baltazar (PSB-RJ)
João Caldas (PL-AL)
Cabo Júlio (PMDB-MG)
Pedro Henry (PP-MT)
Bispo Wanderval (PL-SP)
Iris Simões (PTB-PR)
Benedito Dias (PP-AP)
Lino Rossi (PP-MT)
Edir de Oliveira (PTB-RS)
Teté Bezerra (PMDB-MT)
Fernando Gonçalves (PTB-RJ)
Almeida de Jesus (PL-CE)
Pastor Amarildo (PSC-TO)
Nilton Capixaba (PTB-RO)
Deputados que foram notificados pela CPI dos Sanguessugas
Reinaldo Betão (PL-RJ)
Isaías Silvestre (PSB-MG)
José Militão (PTB-MG)
Wellington Fagundes (PL-MT)
Mário Negromonte (PP-BA)
Laura Carneiro (PFL-RJ)
Zelinda Novaes (PFL-BA)
Vieira Reis (PRB-RJ)
Júnior Betão (PL-AC)
Ribamar Alves (PSB-MA)
Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Eduardo Seabra (PTB-AP)
Osmânio Pereira (PTB-MG)
Jeferson Campos (PTB-SP)
João Batista (PP-SP)
Vanderlei Assis (PP-SP)
João Mendes de Jesus (PSB-RJ)
Doutor Heleno (PSC-RJ)
Reinaldo Gripp (PL-RJ)
José Divino (PRB-RJ)
Alceste Almeida (PTB-RR)
Marcos Abramo (PP-SP)
Nélio Dias (PP-RN)
Ricarte de Freitas (PTB-MT)
Cleonâncio Fonseca (PP-SE)
Benedito de Lira (PP-AL)
Reginaldo Germano (PP-BA)
Fernando Estima (PPS-SP)
Neuton Lima (PTB-SP)
João Cerreia (PMDB-AC)
Amauri Gasques (PL-SP)
Maurício Rabelo (PL-TO)
Corialano Sales (PFL-BA)
Almir Moura (PFL-RJ)
Marcelino Fraga (PMDB-ES)
Raimundo Santos (PL-PA)
Edna Macedo (PTB-SP)
Irapuan Teixeira (PP-SP)
Itamar Serpa (PSDB-RJ)
Enivaldo Ribeiro (PP-PB)
Elaine Costa (PTB-RJ)
SenadorNey Suassuna (PMDB-PB)
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u80491.shtml
Veja a lista dos 57 parlamentares investigados pela CPI dos Sanguessugas
ANDREZA MATAIS da Folha Online, em Brasília
A CPI dos Sanguessugas divulgou nesta tarde os nomes dos 57 parlamentares acusados de envolvimento no esquema de compra superfaturada de ambulâncias. Desse total, 56 são deputados e um é senador.
Deputados que já foram notificados pela CPI dos Sanguessugas
Paulo Feijó (PSDB-RJ)
Paulo Baltazar (PSB-RJ)
João Caldas (PL-AL)
Cabo Júlio (PMDB-MG)
Pedro Henry (PP-MT)
Bispo Wanderval (PL-SP)
Iris Simões (PTB-PR)
Benedito Dias (PP-AP)
Lino Rossi (PP-MT)
Edir de Oliveira (PTB-RS)
Teté Bezerra (PMDB-MT)
Fernando Gonçalves (PTB-RJ)
Almeida de Jesus (PL-CE)
Pastor Amarildo (PSC-TO)
Nilton Capixaba (PTB-RO)
Deputados que foram notificados pela CPI dos Sanguessugas
Reinaldo Betão (PL-RJ)
Isaías Silvestre (PSB-MG)
José Militão (PTB-MG)
Wellington Fagundes (PL-MT)
Mário Negromonte (PP-BA)
Laura Carneiro (PFL-RJ)
Zelinda Novaes (PFL-BA)
Vieira Reis (PRB-RJ)
Júnior Betão (PL-AC)
Ribamar Alves (PSB-MA)
Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Eduardo Seabra (PTB-AP)
Osmânio Pereira (PTB-MG)
Jeferson Campos (PTB-SP)
João Batista (PP-SP)
Vanderlei Assis (PP-SP)
João Mendes de Jesus (PSB-RJ)
Doutor Heleno (PSC-RJ)
Reinaldo Gripp (PL-RJ)
José Divino (PRB-RJ)
Alceste Almeida (PTB-RR)
Marcos Abramo (PP-SP)
Nélio Dias (PP-RN)
Ricarte de Freitas (PTB-MT)
Cleonâncio Fonseca (PP-SE)
Benedito de Lira (PP-AL)
Reginaldo Germano (PP-BA)
Fernando Estima (PPS-SP)
Neuton Lima (PTB-SP)
João Cerreia (PMDB-AC)
Amauri Gasques (PL-SP)
Maurício Rabelo (PL-TO)
Corialano Sales (PFL-BA)
Almir Moura (PFL-RJ)
Marcelino Fraga (PMDB-ES)
Raimundo Santos (PL-PA)
Edna Macedo (PTB-SP)
Irapuan Teixeira (PP-SP)
Itamar Serpa (PSDB-RJ)
Enivaldo Ribeiro (PP-PB)
Elaine Costa (PTB-RJ)
SenadorNey Suassuna (PMDB-PB)
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u80491.shtml
19.7.06
CASA DA LEITURA
PROGRAMAÇÃO
AINDA EM JULHO:
FÓRUM PERMANENTE DE DRAMATURGIA - DO TEXTO TEATRAL PARA CRIANÇAS
Leitura dramatizada de textos teatrais infantis, seguida de debate com especialista.
Nesta terça, leitura dramatizada do texto "O Boi Bordado de Lua", de Paulo Marcos de Carvalho. Debatedores: Maria Helena Kühner e Magda Modesto.
Dia 25 de Julho, terça-feira, às 18h - Gratuito
SIMPÓSIO CONTADORES DE HISTÓRIA
Leitura dramatizada de textos teatrais infantis, seguida de debate com especialista.
Nesta terça, leitura dramatizada do texto "O Boi Bordado de Lua", de Paulo Marcos de Carvalho. Debatedores: Maria Helena Kühner e Magda Modesto.
Dia 25 de Julho, terça-feira, às 18h - Gratuito
SIMPÓSIO CONTADORES DE HISTÓRIA
A Casa da Leitura associou-se ao SESC Rio e participará do Simpósio, recebendo em seu auditório a espanhola Elvira Novel, da Secretaria de Formação da Federação dos Trabalhadores Espanhóis de Ensino. Elvira foi coordenadora de conteúdo do Plano de Animação de Leitura da Fundación Bertelsmann. Falará sobre "Intercâmbio de experiências Brasil / Espanha sobre projetos de leitura".
Dia 27 de Julho, quinta-feira, às 15h - Gratuito
AGOSTO:
Dia 27 de Julho, quinta-feira, às 15h - Gratuito
AGOSTO:
PAPOS DE RODAPÉ
Bate-papo descontraído com personalidades de renome da literatura brasileira. A primeira convidada será Vilma Guimarães Rosa, que ao conversar sobre sua vida e obra dará grande ênfase a fatos ligados à sua convivência com Guimarães Rosa, seu pai.
Dia 02 de Agosto, quarta-feira, às 18h - Gratuito
Cursos:
LEITURA: CONCEITOS, ESPAÇOS E MODOS
O curso visa discutir a leitura em suas várias concepções ao longo dos tempos, com ênfase nas transformações ocorridas na atualidade, por conta da influência dos meios de comunicação de massa e pelo uso da informática. Objetiva, ainda, comentar a ampliação dos espaços e modos de leitura sob o forte apelo da sociedade de consumo.
Profa Glória Pondé - Mestre e Doutora em Letras pela UFRJ.
Pós-doutoramento em Paris pela École des Hautes Études en Sciences Sociales. Ensaísta e autora de literatura infantil e juvenil.
Período: de 01 a 29 de Agosto - somente às terças-feiras
Horário: das 15h às 17h
ARTE DA CONVIVÊNCIA; OS CONTADORES DE HISTÓRIAS
A arte de contar histórias como estratégia para desenvolver o prazer de narrar e de ler, e como forma de mediar a realidade, reinterpretando-a. O curso objetiva sensibilizar profissionais de diferentes áreas a partir de informações teóricas e práticas, da escolha do repertório e acervos pessoais, passando pela expressão corporal, indicações bibliográficas e apresentação pública.
Prof. Francisco Gregório Filho - Ator e contador de histórias.
Período: de 02 a 30 de Agosto - somente às quartas-feiras
Horário: das 9h30 às 12h30
OFICINA DE REDAÇÃO PARA PROFESSORES
A palavra, linguagem e signo, gêneros textuais, intertextualidade, interdisciplinaridade, tipos de redação, função social da literatura.
Cursos:
LEITURA: CONCEITOS, ESPAÇOS E MODOS
O curso visa discutir a leitura em suas várias concepções ao longo dos tempos, com ênfase nas transformações ocorridas na atualidade, por conta da influência dos meios de comunicação de massa e pelo uso da informática. Objetiva, ainda, comentar a ampliação dos espaços e modos de leitura sob o forte apelo da sociedade de consumo.
Profa Glória Pondé - Mestre e Doutora em Letras pela UFRJ.
Pós-doutoramento em Paris pela École des Hautes Études en Sciences Sociales. Ensaísta e autora de literatura infantil e juvenil.
Período: de 01 a 29 de Agosto - somente às terças-feiras
Horário: das 15h às 17h
ARTE DA CONVIVÊNCIA; OS CONTADORES DE HISTÓRIAS
A arte de contar histórias como estratégia para desenvolver o prazer de narrar e de ler, e como forma de mediar a realidade, reinterpretando-a. O curso objetiva sensibilizar profissionais de diferentes áreas a partir de informações teóricas e práticas, da escolha do repertório e acervos pessoais, passando pela expressão corporal, indicações bibliográficas e apresentação pública.
Prof. Francisco Gregório Filho - Ator e contador de histórias.
Período: de 02 a 30 de Agosto - somente às quartas-feiras
Horário: das 9h30 às 12h30
OFICINA DE REDAÇÃO PARA PROFESSORES
A palavra, linguagem e signo, gêneros textuais, intertextualidade, interdisciplinaridade, tipos de redação, função social da literatura.
Profa Raquel Naveira - Formada em Letras e Direito pela FUMCT, Mestre em Comunicação pela Universidade Mackenzie, Doutoranda em Literatura Portuguesa pela USP. Ensaísta e poeta.
Período: de 03 de Agosto a 29 de Setembro - somente às quintas-feiras
Horário: das 09h30 às 11h30
A ARTE DA LEITURA - OFICINA PERMANENTE DE LEITURA PARA PROFESSORES
Quatro encontros que têm por objetivo auxiliar os mestres na tarefa de despertar em seus alunos o prazer de ler. Leituras de textos diversos em diferentes gêneros; serão indicadas estratégias de trabalho com os livros de modo informal e lúdico. A oficina possui caráter permanente, isto é, reabre todo início de mês com novas turmas de professores que poderão
"programar" sua participação até o mês de novembro.
Profa Suzana Vargas - Mestre em Teoria Literária pela UFRJ, poeta e autora de Literatura Infantil. Publicou, entre outros, o ensaio
Período: de 03 de Agosto a 29 de Setembro - somente às quintas-feiras
Horário: das 09h30 às 11h30
A ARTE DA LEITURA - OFICINA PERMANENTE DE LEITURA PARA PROFESSORES
Quatro encontros que têm por objetivo auxiliar os mestres na tarefa de despertar em seus alunos o prazer de ler. Leituras de textos diversos em diferentes gêneros; serão indicadas estratégias de trabalho com os livros de modo informal e lúdico. A oficina possui caráter permanente, isto é, reabre todo início de mês com novas turmas de professores que poderão
"programar" sua participação até o mês de novembro.
Profa Suzana Vargas - Mestre em Teoria Literária pela UFRJ, poeta e autora de Literatura Infantil. Publicou, entre outros, o ensaio
Leitura: uma aprendizagem de prazer e O amor é vermelho (poesia).
Período: de 07 a 28 de Agosto - somente às segundas-feiras
Horário: das 9h30 às 11h30
VER, OLHAR E TOCAR: OS MODEOS DE LER O LIVRO RARO
Evolução e fascínio, da História do Livro ao Colecionismo. O Livro Raro em sua materialidade: Bibliologia, Bibliografia e Raridade. O amor ao livro: Bibliofilia, Bibliocleptomania e Colecionismo. Tocar o Livro Raro: manuseio, leitura e convivência.
Profa Ana Virgínia Pinheiro - Bibliotecária, professora da Escola de Biblioteconomia da UNIRIO. Mestre em Administração Pública e Chefe da Divisão de Obras Raras da Fundação Biblioteca Nacional.
Período: de 07 a 28 de Agosto - somente às segundas-feiras
Horário: das 15 às 17h
LETRAS FRITAS - ENSINANDO PROFESSORES A ENSINAR A ESCREVER
A oficina tem por objetivo auxiliar os professores a trabalharem a escrita na sala de aula de modo criativo e divertido, utilizando diferentes estratégias, desde a leitura de textos a outros recursos técnicos, como colagens, e dramatizações.
Profa Silvia Carvão - formada em Letras pela UERJ. Possui mais de dez anos de experiência em oficinas de escrita.
Período: de 08 de Agosto a 26 de Setembro - somente às terças-feiras
Horário: das 09h30 às 11h30
FERNANDO PESSOA; A JANELA E O ESPELHO
O curso estudará a produção literária do autor analisando aspectos de sua vida e obra à luz de seus estudiosos (João Gaspar Simões, Cleonice Berardinelli, Robert Bréchon, Angel Crespo, Antônio Tabucchi e outros). Aspectos filosóficos, o processo da heteronímia e a obra ortônima serão abordados também através de leituras dramatizadas.
Prof. Paulo César de Oliveira - Ator, diretor e autor de teatro.
Cursou Letras (UFRJ) e Comunicação (PUC). Adaptou para o teatro, entre outros, Monteiro
Lobato, Carlos Drummond de Andrade, Groucho Marx, Jonathan Swift .
Desde 1996, trabalha com Fernando Pessoa, de quem montou, dirigiu e encenou os espetáculos
Encontro com Fernando Pessoa, Todas as Cartas de Amor são Ridículas e Encontro com Bernardo Soares.
Período: de 08 de Agosto a 24 de Outubro - somente às terças-feiras
Horário: das 17h30 às 19h30
HISTÓRIAS DE VIDA - LEITURA E ESCRITA NA TERCEIRA IDADE
Escrever o vivido, descobrir sua história pessoal através da escrita e da leitura. A oficina trabalhará as possibilidades da memória como fonte de inspiração para a criação de histórias.
Prof. Furio Lonza - Jornalista, ficcionista, autor de literatura infantil e juvenil. Publicou, entre outros, Guia de Auto-ajuda para quem assiste TV, As Mil Taturanas Douradas (Prêmio Jabuti 1998) e Eric com o Pé na Estrada.
Período: de 09 de Agosto a 27 de Setembro - somente às quartas-feiras
Horário: das 15h às 17h
LEITURAS DE VESTIBULAR Curso que pretende apresentar aos estudantes de segundo grau, de modo lúdico e prazeroso, os clássicos da literatura brasileira geralmente estudados como matéria de vestibular.
Profa. Ângela Dias - Mestre em Letras pela UFRJ. Professora de Língua e Literatura Brasileira no CEAT - Colégio Anísio Teixeira.
Período: de 10 de Agosto a 30 de Novembro - somente às quintas-feiras
Horário: das 15h às 17h
SEM MEDO DE GUIMARÃES ROSA Introdução à obra de Guimarães Rosa, no ano em que se comemoram os 50 anos da publicação de Corpo de Baile e Grande Sertão Veredas . Profa.
Cecilia Costa - Jornalista, ficcionista. Autora, entre outros, de Damas de Copas (romance).
Período: de 11 de Agosto a 29 de Setembro - somente às sextas-feiras
Horário: das 15h às 17h
As inscrições devem ser feitas na Casa da Leitura - Rua Pereira da Silva, 86 - Laranjeiras, entre 9h e 18h. Será cobrada uma taxa de inscrição no valor de R$ 30,00.
Dúvidas podem ser respondidas pelo telefone 2557-7437, ou pelo endereço eletrônico casadaleitura@bn.br.
Período: de 07 a 28 de Agosto - somente às segundas-feiras
Horário: das 9h30 às 11h30
VER, OLHAR E TOCAR: OS MODEOS DE LER O LIVRO RARO
Evolução e fascínio, da História do Livro ao Colecionismo. O Livro Raro em sua materialidade: Bibliologia, Bibliografia e Raridade. O amor ao livro: Bibliofilia, Bibliocleptomania e Colecionismo. Tocar o Livro Raro: manuseio, leitura e convivência.
Profa Ana Virgínia Pinheiro - Bibliotecária, professora da Escola de Biblioteconomia da UNIRIO. Mestre em Administração Pública e Chefe da Divisão de Obras Raras da Fundação Biblioteca Nacional.
Período: de 07 a 28 de Agosto - somente às segundas-feiras
Horário: das 15 às 17h
LETRAS FRITAS - ENSINANDO PROFESSORES A ENSINAR A ESCREVER
A oficina tem por objetivo auxiliar os professores a trabalharem a escrita na sala de aula de modo criativo e divertido, utilizando diferentes estratégias, desde a leitura de textos a outros recursos técnicos, como colagens, e dramatizações.
Profa Silvia Carvão - formada em Letras pela UERJ. Possui mais de dez anos de experiência em oficinas de escrita.
Período: de 08 de Agosto a 26 de Setembro - somente às terças-feiras
Horário: das 09h30 às 11h30
FERNANDO PESSOA; A JANELA E O ESPELHO
O curso estudará a produção literária do autor analisando aspectos de sua vida e obra à luz de seus estudiosos (João Gaspar Simões, Cleonice Berardinelli, Robert Bréchon, Angel Crespo, Antônio Tabucchi e outros). Aspectos filosóficos, o processo da heteronímia e a obra ortônima serão abordados também através de leituras dramatizadas.
Prof. Paulo César de Oliveira - Ator, diretor e autor de teatro.
Cursou Letras (UFRJ) e Comunicação (PUC). Adaptou para o teatro, entre outros, Monteiro
Lobato, Carlos Drummond de Andrade, Groucho Marx, Jonathan Swift .
Desde 1996, trabalha com Fernando Pessoa, de quem montou, dirigiu e encenou os espetáculos
Encontro com Fernando Pessoa, Todas as Cartas de Amor são Ridículas e Encontro com Bernardo Soares.
Período: de 08 de Agosto a 24 de Outubro - somente às terças-feiras
Horário: das 17h30 às 19h30
HISTÓRIAS DE VIDA - LEITURA E ESCRITA NA TERCEIRA IDADE
Escrever o vivido, descobrir sua história pessoal através da escrita e da leitura. A oficina trabalhará as possibilidades da memória como fonte de inspiração para a criação de histórias.
Prof. Furio Lonza - Jornalista, ficcionista, autor de literatura infantil e juvenil. Publicou, entre outros, Guia de Auto-ajuda para quem assiste TV, As Mil Taturanas Douradas (Prêmio Jabuti 1998) e Eric com o Pé na Estrada.
Período: de 09 de Agosto a 27 de Setembro - somente às quartas-feiras
Horário: das 15h às 17h
LEITURAS DE VESTIBULAR Curso que pretende apresentar aos estudantes de segundo grau, de modo lúdico e prazeroso, os clássicos da literatura brasileira geralmente estudados como matéria de vestibular.
Profa. Ângela Dias - Mestre em Letras pela UFRJ. Professora de Língua e Literatura Brasileira no CEAT - Colégio Anísio Teixeira.
Período: de 10 de Agosto a 30 de Novembro - somente às quintas-feiras
Horário: das 15h às 17h
SEM MEDO DE GUIMARÃES ROSA Introdução à obra de Guimarães Rosa, no ano em que se comemoram os 50 anos da publicação de Corpo de Baile e Grande Sertão Veredas . Profa.
Cecilia Costa - Jornalista, ficcionista. Autora, entre outros, de Damas de Copas (romance).
Período: de 11 de Agosto a 29 de Setembro - somente às sextas-feiras
Horário: das 15h às 17h
As inscrições devem ser feitas na Casa da Leitura - Rua Pereira da Silva, 86 - Laranjeiras, entre 9h e 18h. Será cobrada uma taxa de inscrição no valor de R$ 30,00.
Dúvidas podem ser respondidas pelo telefone 2557-7437, ou pelo endereço eletrônico casadaleitura@bn.br.
18.7.06
14.7.06

Apple e Mídias Digitais
Após algum tempo sem eventos desta natureza no Rio de Janeiro, a Faculdade CCAA e a Apple promoverão, no dia 20 de julho, um evento onde será mostrado como a plataforma Apple é fundamental para algumas áreas de criação digital, como fotografia, vídeo e efeitos especiais. Profissionais renomados do mercado farão palestras, onde mostrarão seu processo de trabalho.
Ainda teremos o sorteio de um Power Mac G4 e cursos do ATC da Faculdade CCAA!
Veja abaixo a relação de palestras:
13:00h Credenciamento e entrada
13:20h Abertura do evento
13:30h Palestra: “Como realizar e viabilizar a demanda de trabalhos do Mercado de Propaganda?” – Palestrante: Mauro Risch (Fotógrafo profissional)
14:30h Palestra: “Vídeo Effects Fixation na Rede Globo” – Palestrante: José Dias (Research & Development Director - Rede Globo)
15:30h Coffee-Break
16:00h Palestra: “Final Cut Studio – uma ferramenta profissional de edição de vídeo” – Palestrante: Land Moribe (Editor de vídeo - CCAA)
17:00h Palestra: “Novas máquinas Mac com processador Intel e suas vantagens / Novo software Aperture, desenvolvido para fotógrafos profissionais” – Palestrante: Fábio Ribeiro (Engenheiro de Sistemas da Apple Brasil)
18:00h Sorteio
Veja um breve currículo de nossos palestrantes:
Mauro Risch: Nascido em 1962. Formado em Comunicação Social pela UFRJ (Publicidade & Propaganda). Fotografia como Hobby desde os 13 anos. Fotografia como profissão desde os 21 anos de idade. Proprietário do estúdio Artephoto. Ganhador de vários prêmios, incluindo Leao de Bronze em Cannes, Prêmio de Estúdio de Fotografia do Ano – Colunistas e Grand Prix de fotografia do Ano – Colunistas. É professor de Pós-graduação do Curso “Portfólio” – ESPM e colunista de Fotografia Digital da revista PUBLISH. Trabalha para várias agências de publicidade do Brasil: McCann, JWT, DPZ, Ogilvy, NBS, Publicis, DM9, etc…
José Dias: Principal executivo da TV Globo Multimídia. Diretor de R&D (Research and Development Director), lidera os projetos de pesquisas e desenvolvimento de tecnologia em robótica, efeitos visuais, realidade virtual, processamento de imagens e computação gráfica aplicada à indústria de televisão. Já dirigiu empresas líderes neste setor, como a Globograph e a Silicon Graphics no Brasil.
Desde 1995 vem desenvolvendo técnicas de Realidade Virtual aplicadas a Cenários Virtuais, Publicidade Virtual, Ator Virtual, Games Virtuais , “TiraTeima" e "VirtuaTeima”.
Tem proferido dezenas de palestras no Brasil e exterior sobre seus projetos e tendências sobre Realidade Virtual e Convergência Digital e é membro da SMPTE, IEEE, The Planetary Society e SETI.
Land Moribe: Editor de vídeos e autorador de DVDs do Grupo CCAA, atua há vários anos no desenvolvimento de projetos didáticos utilizando Final Cut e DVD Studio Pro, ambos softwares profissionais da Apple.
Fábio Ribeiro: Engenheiro de Sistemas da Apple Brasil.
Faça já sua inscrição, clicando aqui. Inscreva-se já! As vagas são limitadas!
Local do evento:
Faculdade CCAA - Auditório
Av. Mal. Rondon 1460, Rio de Janeiro - Riachuelo

Apoio:
13.7.06
A crítica
A crítica pode ser um grande oportunidade de aprender. Uma boa crítica construtiva ajuda a aprimorar. Uma crítica que visa minar sua auto-confiança ou menosprezar você ou sua obra, ensina muito sobre quem a faz e colabora para que você saiba com quem está lidando e onde pode pisar. Distigüir uma da outra avalia o grau de saúde mental do criticado e beira a arte.
Entretanto, algumas críticas são tão surpreendentes, que chegam as raias do risível. Dia desses ouvia mais uma dura crítica ao fato de ser mulher. Neste estilo, temos as clássicas, como vocês sabem: mulher tem TPM, mulher chora à toa, as mulheres são histéricas, as mulheres não sabem o que querem, as mulheres são traiçoeiras, as mulheres não podem assumir cargos importantes porque faltam ao trabalho se o filho adoece... A misoginia é um fenômeno histórico. E creio que se calca na necessidade de tentar diminuir o poder das mulheres para que ela não possa assumir o real papel que lhe cabe na sociedade.
Meu interlocutor argumentava que as mulheres são sujas. O motivo? Elas usam muito papel higiêncio.
A crítica pode ser um grande oportunidade de aprender. Uma boa crítica construtiva ajuda a aprimorar. Uma crítica que visa minar sua auto-confiança ou menosprezar você ou sua obra, ensina muito sobre quem a faz e colabora para que você saiba com quem está lidando e onde pode pisar. Distigüir uma da outra avalia o grau de saúde mental do criticado e beira a arte.
Entretanto, algumas críticas são tão surpreendentes, que chegam as raias do risível. Dia desses ouvia mais uma dura crítica ao fato de ser mulher. Neste estilo, temos as clássicas, como vocês sabem: mulher tem TPM, mulher chora à toa, as mulheres são histéricas, as mulheres não sabem o que querem, as mulheres são traiçoeiras, as mulheres não podem assumir cargos importantes porque faltam ao trabalho se o filho adoece... A misoginia é um fenômeno histórico. E creio que se calca na necessidade de tentar diminuir o poder das mulheres para que ela não possa assumir o real papel que lhe cabe na sociedade.
Meu interlocutor argumentava que as mulheres são sujas. O motivo? Elas usam muito papel higiêncio.
12.7.06
O plano era roubar alguns minutos de mais um dia corrido. Mas os segundos foram escorrendo e o papo emendou e o ritmo de quem já estava lá era outro e quando eu vi horas já tinham se passado e eu tinha rido, conversado, comido besteira e até bebido um pouco de cerveja.
Como naquele dia, há muitos anos, em que ouvindo uma música antiga, senti saudades de mim, desde aquela tarde estou com vontade de passar batom vermelho.
Como naquele dia, há muitos anos, em que ouvindo uma música antiga, senti saudades de mim, desde aquela tarde estou com vontade de passar batom vermelho.
11.7.06
7.7.06
JAZZ & CINEMA – CINEMA & JAZZ
Por Ricardo Soneto
Música e cinema sempre estiveram relacionados. Mesmo os filmes mudos ganhavam mais intensidade e drama com a presença de um pianista ao lado da tela. Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende ir além dos aspectos evidentes dessa relação e apresentar uma perspectiva inédita sobre o convívio direto de duas artes que só poderiam ter sido criadas no século XX. Sim, porque ambas dependiam de tecnologia (projetores, fonógrafos etc), tiveram um desenvolvimento intenso e, eis o aspecto pouco abordado, se comunicaram de modo curioso. Máquinas de soundies; filmes de “cinescópios”; shows registrados em novas formas; cine-biografias; influência no amadurecimento das trilhas sonoras; documentários explorando vários estilos e figuras de destaque do gênero.
Em 1989 os jornalistas franceses Arnaud & Chesnel escreveram: "Nascidos ao mesmo tempo – a ponto de se poder falar de 'sétima e oitava artes' –, o cinema e o jazz deram uma cadência ao século XX, cada qual pelo seu lado, sem se preocupar demasiado um com o outro. Mas os seus encontros, geralmente devidos ao acaso ou à necessidade, renderam uma beleza difícil de ser ignorada. É por um duplo paradoxo que essa relação se inicia: o primeiro filme sonoro é The Jazz Singer, comédia musical do obscuro Alan Crosland… Contudo não se trata, na realidade, de jazz (e sim vaundeville) e o herói – o cantor popular Al Jolson – é um 'falso negro', como o provam as latas de graxa da época. Três anos depois sai The King of Jazz, cujo herói não é evidentemente Louis Armstrong – a quem cabe o papel de canibal perseguindo Betty Boop nos desenhos animados (alias hilariantes) dos irmãos Fleischer -, e sim o pálido Paul Whiteman. Será preciso esperar pelo belíssimo Hallelujah (1931) de King Vidor, primeiro filme falado de alto nível, para que a música afro-americana (ou seja, blues, honky-tonk e sobretudo, gospel, com uma soberba partitura de Irving Berlin) seja tratada com respeito, apesar das personagens encarnarem clichês bastante pesados. Mas, a partir daí, o jazz torna-se indispensável dos dois lados da câmera desde que se trate de ilustrar um fragmento da vida noturna americana. Intervirá de forma bem distinta, à frente ou atrás da câmera."
O curso JAZZ & CINEMA – CINEMA & JAZZ, pretende explorar todos os aspectos desses encontros.
-A primeira aula observará a produção de filmes para as máquinas de soundies;
-A segunda exibirá os "cinescópios", responsáveis por alguns dos melhores registros da história do gênero;
-A terceira mostrará formatos diversos, como cartoons, por exemplo;
-A quarta aula discutirá as cine-biografias;
-A quinta será dedicada as trilhas sonoras jazzísticas (com algumas surpresas);
-A sexta analisará os documentários
-E, finalmente, a sétima aula, que pretende encerrar o curso a partir das dúvidas e questões levantadas pelos próprios alunos.
Enfim, Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende ensinar uma forma original de apreciar o jazz, através de imagens, e também possibilitar uma reflexão única sobre o poder do cinema para a preservação e invenção. Um curso para olhos e ouvidos atentos.
QUANDO E ONDE:
A partir de 14 de julho
Sextas-feiras, às 19h30
PROJETO: LABORATÓRIO ESTAÇÃO
Local: Grupo Estação - Rua Voluntários da Pátria, 53
Botafogo, Rio de Janeiro
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Custo: R$180
Aceita-se cartão de crédito VISA ou VISA ELETRON
- Email com nome completo, telefone e curso escolhido para:
laboratorioestacao@gmail.com
OU
- Grupo Estação: Rua Voluntários da Pátria, 53 - Botafogo (ao lado do metrô)
Segunda a sexta, 14h às 18h. Tel. 2539 1505
OU
- Livraria Dantes – Cine Odeon BR – Pça. Floriano, 7 - Cinelândia
Tel. 2240 2920
FORMAS DE PAGAMENTO:
deposito bancário, cartão de crédito ou de débito VISA, cheque ou dinheiro
-OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ-
"AFINAL, O JAZZ É MAIS DIVERTIDO PARA QUEM TOCA DO QUE PARA QUEM OUVE ?"
Já faz mais de duas décadas que essa pergunta intrigante me foi feita por um amigo. Na hora não soube responder. De fato, levei anos para ter uma resposta satisfatória. O curso OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ é o resultado dessa resposta, obtida através de uma série de observações precisas e muita pesquisa. Algumas conclusões: o ouvinte novo, de modo geral, gosta do que ouve, mas tem uma grande curiosidade em saber o que exatamente está ouvindo. Sendo o jazz, ao mesmo tempo, uma atividade lúdica e intelectual, seu grau de apreciação é determinado pela quantidade de conhecimento que se tem. Mais: num gênero com uma história tão complexa, tão fragmentado em estilos, um bom encaminhamento é indispensável.
OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ é um curso exclusivo para ouvintes, tenham eles formação musical ou não. Seu objetivo é tornar o aluno capaz de desenvolver uma apreciação pessoal do que mais o agradar. Conhecendo melhor o jazz ele pode vir, por exemplo, a gostar de swing mas detestar fusion, ou achar Horace Silver melhor que Herbie Hancock etc. Não importa. Será sempre o seu próprio gosto, bem desenvolvido, que irá direcioná-lo.
Tenho muita confiança nos resultados desse curso. Uma apresentação honesta, produtiva e, porque não dizer, divertida. Sua eficiência foi comprovada no CCBB, em 1991, quando foi ministrado pela primeira vez. De lá para cá, como uma banda de um homem só, teve uma vida itinerante de sucesso discreto.
Sua estrutura se baseia em oito módulos, distribuídos em três partes:
PRIMEIRA PARTE: A AUDIÇÃO
Os cursos tradicionais de jazz preferem explicar o gênero através da sua linha histórica evolutiva. Não escapei muito desse modelo (como será visto mais adiante). Mas dei mais importância em “instrumentalizar” logo o aluno com uma série de conhecimentos básicos que já o tornassem apto à uma audição ativa e refletida. Tais fundamentos são mostrados em três aulas. São elas:
1- OUÇA A MÚSICA DO ELEVADOR
2- A ORDEM & O CAOS
3- O CONCEITO DA SOCIEDADE IDEAL
SEGUNDA PARTE: A HISTÓRIA
Em duas aulas seguimos o modelo histórico tradicional. Tradicional e inevitável, pois o jazz possui uma história inquieta, que produziu uma cornucópia de estilos, formas e modos. Para tratarmos dessa evolução histórica optei por estruturá-la na linha de tempo da vida de dois artistas fundamentais e, em vários aspectos, responsáveis por muitas dessas revoluções dentro do gênero. São eles:
4- LOUIS ARMSTRONG E A LINHA DE TEMPO CLÁSSICA
5- MILES DAVIS E A LINHA DE TEMPO MODERNA
TERCEIRA PARTE: PERSPECTIVAS
A parte final do curso estabelece algumas extensões para o fortalecimento de muitos dos conceitos apresentados nas outras aulas. Aqui temos três elementos básicos: um músico expressivo dentro do gênero, um selo importante e, o nosso objetivo final, o próprio aluno.
6- DUKE ELLINGTON & O ESTILO
7- A BLUE NOTE & A ESTÉTICA
8- FAZENDO O VÔO SOLITÁRIO
Há quinze anos me dedico em aperfeiçoar esse curso, desde a sua estréia no CCBB. Permita-me convidá-lo. Creio que será uma grata surpresa, e eu terei a chance de ampliar o número de fãs de jazz, o que sempre foi meu objetivo.
Ah! A resposta:
"O JAZZ É TÃO DIVERTIDO PARA QUEM OUVE COMO PARA QUEM TOCA, DESDE QUE O OUVINTE SEJA TÃO CRIATIVO QUANTO O MÚSICO!"
Seu professor de jazz e amigo
RICARDO SONETO
QUANDO E ONDE:
A partir de 28 de Agosto até 27 de Setembro.
Segundas e quartas (menos nos dias 18 e 25 de setembro), 19h às 22h
PROJETO: FAÇA CULTCOM – Senac Rio
Local: Senac Rio - Rua Pompeu Loureiro, 45
Copacabana, Rio de Janeiro
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Custo: R$320 (cheque- 02x160 / cartão- 05x64, sem juros)
Aceita-se cartão de crédito Visa ou Mastercard
Tel: 2545-4848 (ou 3138-1000)
Sobre o professor:
RICARDO SONETO é jornalista e roteirista especializado em Jazz e artes narrativas.Em 2003 realizou a curadoria do projeto CINE TIM, criado para o primeiro TIM FESTIVAL. Para isso, selecionou e trouxe seis horas de alguns dos melhores filmes de jazz da coleção de Michael Chertok para exibição no festival. Em 1989 e 1991 participou como tradutor e co-apresentador da Mostra FREE JAZZ FILMS, uma realização da Produtora Dueto, no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Centro Cultural do Banco Brasil, criou e ministrou os cursos OUVIR & ENTENDER JAZZ (1991) e A GRANDE CANÇÃO AMERICANA (1992), além de produzir a mostra JAZZ CINE FESTIVAL (1995) que reuniu pela primeira vez os dois maiores colecionadores de filmes de jazz do mundo (Michael Chertok e Mark Cantor) em um único projeto. Coleciona também diversas colaborações eventuais com o Centro Cultural do Banco do Brasil, tendo sido a última a consultoria da mostra ENCONTRO COM SONDHEIM (2005), com uma completa seleção de shows e filmes do compositor americano.
--------------------------------------------------------------------------------
Por Ricardo Soneto
Música e cinema sempre estiveram relacionados. Mesmo os filmes mudos ganhavam mais intensidade e drama com a presença de um pianista ao lado da tela. Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende ir além dos aspectos evidentes dessa relação e apresentar uma perspectiva inédita sobre o convívio direto de duas artes que só poderiam ter sido criadas no século XX. Sim, porque ambas dependiam de tecnologia (projetores, fonógrafos etc), tiveram um desenvolvimento intenso e, eis o aspecto pouco abordado, se comunicaram de modo curioso. Máquinas de soundies; filmes de “cinescópios”; shows registrados em novas formas; cine-biografias; influência no amadurecimento das trilhas sonoras; documentários explorando vários estilos e figuras de destaque do gênero.
Em 1989 os jornalistas franceses Arnaud & Chesnel escreveram: "Nascidos ao mesmo tempo – a ponto de se poder falar de 'sétima e oitava artes' –, o cinema e o jazz deram uma cadência ao século XX, cada qual pelo seu lado, sem se preocupar demasiado um com o outro. Mas os seus encontros, geralmente devidos ao acaso ou à necessidade, renderam uma beleza difícil de ser ignorada. É por um duplo paradoxo que essa relação se inicia: o primeiro filme sonoro é The Jazz Singer, comédia musical do obscuro Alan Crosland… Contudo não se trata, na realidade, de jazz (e sim vaundeville) e o herói – o cantor popular Al Jolson – é um 'falso negro', como o provam as latas de graxa da época. Três anos depois sai The King of Jazz, cujo herói não é evidentemente Louis Armstrong – a quem cabe o papel de canibal perseguindo Betty Boop nos desenhos animados (alias hilariantes) dos irmãos Fleischer -, e sim o pálido Paul Whiteman. Será preciso esperar pelo belíssimo Hallelujah (1931) de King Vidor, primeiro filme falado de alto nível, para que a música afro-americana (ou seja, blues, honky-tonk e sobretudo, gospel, com uma soberba partitura de Irving Berlin) seja tratada com respeito, apesar das personagens encarnarem clichês bastante pesados. Mas, a partir daí, o jazz torna-se indispensável dos dois lados da câmera desde que se trate de ilustrar um fragmento da vida noturna americana. Intervirá de forma bem distinta, à frente ou atrás da câmera."
O curso JAZZ & CINEMA – CINEMA & JAZZ, pretende explorar todos os aspectos desses encontros.
-A primeira aula observará a produção de filmes para as máquinas de soundies;
-A segunda exibirá os "cinescópios", responsáveis por alguns dos melhores registros da história do gênero;
-A terceira mostrará formatos diversos, como cartoons, por exemplo;
-A quarta aula discutirá as cine-biografias;
-A quinta será dedicada as trilhas sonoras jazzísticas (com algumas surpresas);
-A sexta analisará os documentários
-E, finalmente, a sétima aula, que pretende encerrar o curso a partir das dúvidas e questões levantadas pelos próprios alunos.
Enfim, Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende ensinar uma forma original de apreciar o jazz, através de imagens, e também possibilitar uma reflexão única sobre o poder do cinema para a preservação e invenção. Um curso para olhos e ouvidos atentos.
QUANDO E ONDE:
A partir de 14 de julho
Sextas-feiras, às 19h30
PROJETO: LABORATÓRIO ESTAÇÃO
Local: Grupo Estação - Rua Voluntários da Pátria, 53
Botafogo, Rio de Janeiro
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Custo: R$180
Aceita-se cartão de crédito VISA ou VISA ELETRON
- Email com nome completo, telefone e curso escolhido para:
laboratorioestacao@gmail.com
OU
- Grupo Estação: Rua Voluntários da Pátria, 53 - Botafogo (ao lado do metrô)
Segunda a sexta, 14h às 18h. Tel. 2539 1505
OU
- Livraria Dantes – Cine Odeon BR – Pça. Floriano, 7 - Cinelândia
Tel. 2240 2920
FORMAS DE PAGAMENTO:
deposito bancário, cartão de crédito ou de débito VISA, cheque ou dinheiro
-OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ-
"AFINAL, O JAZZ É MAIS DIVERTIDO PARA QUEM TOCA DO QUE PARA QUEM OUVE ?"
Já faz mais de duas décadas que essa pergunta intrigante me foi feita por um amigo. Na hora não soube responder. De fato, levei anos para ter uma resposta satisfatória. O curso OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ é o resultado dessa resposta, obtida através de uma série de observações precisas e muita pesquisa. Algumas conclusões: o ouvinte novo, de modo geral, gosta do que ouve, mas tem uma grande curiosidade em saber o que exatamente está ouvindo. Sendo o jazz, ao mesmo tempo, uma atividade lúdica e intelectual, seu grau de apreciação é determinado pela quantidade de conhecimento que se tem. Mais: num gênero com uma história tão complexa, tão fragmentado em estilos, um bom encaminhamento é indispensável.
OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ é um curso exclusivo para ouvintes, tenham eles formação musical ou não. Seu objetivo é tornar o aluno capaz de desenvolver uma apreciação pessoal do que mais o agradar. Conhecendo melhor o jazz ele pode vir, por exemplo, a gostar de swing mas detestar fusion, ou achar Horace Silver melhor que Herbie Hancock etc. Não importa. Será sempre o seu próprio gosto, bem desenvolvido, que irá direcioná-lo.
Tenho muita confiança nos resultados desse curso. Uma apresentação honesta, produtiva e, porque não dizer, divertida. Sua eficiência foi comprovada no CCBB, em 1991, quando foi ministrado pela primeira vez. De lá para cá, como uma banda de um homem só, teve uma vida itinerante de sucesso discreto.
Sua estrutura se baseia em oito módulos, distribuídos em três partes:
PRIMEIRA PARTE: A AUDIÇÃO
Os cursos tradicionais de jazz preferem explicar o gênero através da sua linha histórica evolutiva. Não escapei muito desse modelo (como será visto mais adiante). Mas dei mais importância em “instrumentalizar” logo o aluno com uma série de conhecimentos básicos que já o tornassem apto à uma audição ativa e refletida. Tais fundamentos são mostrados em três aulas. São elas:
1- OUÇA A MÚSICA DO ELEVADOR
2- A ORDEM & O CAOS
3- O CONCEITO DA SOCIEDADE IDEAL
SEGUNDA PARTE: A HISTÓRIA
Em duas aulas seguimos o modelo histórico tradicional. Tradicional e inevitável, pois o jazz possui uma história inquieta, que produziu uma cornucópia de estilos, formas e modos. Para tratarmos dessa evolução histórica optei por estruturá-la na linha de tempo da vida de dois artistas fundamentais e, em vários aspectos, responsáveis por muitas dessas revoluções dentro do gênero. São eles:
4- LOUIS ARMSTRONG E A LINHA DE TEMPO CLÁSSICA
5- MILES DAVIS E A LINHA DE TEMPO MODERNA
TERCEIRA PARTE: PERSPECTIVAS
A parte final do curso estabelece algumas extensões para o fortalecimento de muitos dos conceitos apresentados nas outras aulas. Aqui temos três elementos básicos: um músico expressivo dentro do gênero, um selo importante e, o nosso objetivo final, o próprio aluno.
6- DUKE ELLINGTON & O ESTILO
7- A BLUE NOTE & A ESTÉTICA
8- FAZENDO O VÔO SOLITÁRIO
Há quinze anos me dedico em aperfeiçoar esse curso, desde a sua estréia no CCBB. Permita-me convidá-lo. Creio que será uma grata surpresa, e eu terei a chance de ampliar o número de fãs de jazz, o que sempre foi meu objetivo.
Ah! A resposta:
"O JAZZ É TÃO DIVERTIDO PARA QUEM OUVE COMO PARA QUEM TOCA, DESDE QUE O OUVINTE SEJA TÃO CRIATIVO QUANTO O MÚSICO!"
Seu professor de jazz e amigo
RICARDO SONETO
QUANDO E ONDE:
A partir de 28 de Agosto até 27 de Setembro.
Segundas e quartas (menos nos dias 18 e 25 de setembro), 19h às 22h
PROJETO: FAÇA CULTCOM – Senac Rio
Local: Senac Rio - Rua Pompeu Loureiro, 45
Copacabana, Rio de Janeiro
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Custo: R$320 (cheque- 02x160 / cartão- 05x64, sem juros)
Aceita-se cartão de crédito Visa ou Mastercard
Tel: 2545-4848 (ou 3138-1000)
Sobre o professor:
RICARDO SONETO é jornalista e roteirista especializado em Jazz e artes narrativas.Em 2003 realizou a curadoria do projeto CINE TIM, criado para o primeiro TIM FESTIVAL. Para isso, selecionou e trouxe seis horas de alguns dos melhores filmes de jazz da coleção de Michael Chertok para exibição no festival. Em 1989 e 1991 participou como tradutor e co-apresentador da Mostra FREE JAZZ FILMS, uma realização da Produtora Dueto, no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Centro Cultural do Banco Brasil, criou e ministrou os cursos OUVIR & ENTENDER JAZZ (1991) e A GRANDE CANÇÃO AMERICANA (1992), além de produzir a mostra JAZZ CINE FESTIVAL (1995) que reuniu pela primeira vez os dois maiores colecionadores de filmes de jazz do mundo (Michael Chertok e Mark Cantor) em um único projeto. Coleciona também diversas colaborações eventuais com o Centro Cultural do Banco do Brasil, tendo sido a última a consultoria da mostra ENCONTRO COM SONDHEIM (2005), com uma completa seleção de shows e filmes do compositor americano.
--------------------------------------------------------------------------------
28.6.06
É tão fácil a gente se doer e falar quando nos machucam e muitas vezes não nos damos conta que qualquer deslize pode nos fazer repetir os comportamentos, se não estivermos alertas. É que dentro de cada um de nós, existem aquelas coisas que eu chamo de monstrinhos, que crescem se a gente alimenta e fogem da jaula, se a gente não vigia. Há o monstrinho invejoso, o monstrinho "farinha pouca, meu pirão primeiro", o monstrinho assassino, o monstrinho mãe castradora, o monstrinho chefe tirano, o monstrinho sogra de anedota, o monstrinho coitadinho/vítima, o monstrinho preconceituoso...
Evidentemente, alguns desses monstrinhos funcionam como nossos aliados para a sobrevivência na selva. Mas, acredite, é mais fácil procurar uma selva mais tranqüila do que tentar recapturar esses titãs depois de soltá-los por aí.
A única forma de domar essas criaturinhas travessas para que elas não escapem pelas frestas dos nossos pensamentos, nossos atos e nossas palavras é com uma sólida formação de caráter e/ou auto-conhecimento somado à determinação firme de ser cada dia um pouquinho melhor.
Então o que tento fazer é manter meus monstrinhos devidamente identificados, adestrados e encarcerados bem longe do sol.
texto de Roberto Crema:
"Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser, várias marcas de pessoas extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas.
Faz parte...
Reveses momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheia de excessos.
Os seres de grande valor percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade, a de amar...
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins..
Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e... Os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!"
"Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser, várias marcas de pessoas extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas.
Faz parte...
Reveses momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheia de excessos.
Os seres de grande valor percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade, a de amar...
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins..
Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e... Os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!"
23.6.06
17.6.06
16.6.06
14.6.06
Dica de leitura
Nos tempos em que capitalismo é deus e Nike é seu messias, eis um belo artigo para fazer pensar. E sonhar com o tempo - que talvez chegue novamente - em que assistamos a partidas de futebol empolgantes e não desfile arrastado de jogadores-outdoors, mais preocupados com a vida de celebridades e em pegar mulherzinha do que com a vida de atleta e a bola.
O bezerro de ouro balançou com seus pés cheios de bolha.
Será que tem jeito? Será que algum dia poderemos pensar novamente? Será que um de nós algum dia ousará questionar a lavagem cerebral?
Nos tempos em que capitalismo é deus e Nike é seu messias, eis um belo artigo para fazer pensar. E sonhar com o tempo - que talvez chegue novamente - em que assistamos a partidas de futebol empolgantes e não desfile arrastado de jogadores-outdoors, mais preocupados com a vida de celebridades e em pegar mulherzinha do que com a vida de atleta e a bola.
O bezerro de ouro balançou com seus pés cheios de bolha.
Será que tem jeito? Será que algum dia poderemos pensar novamente? Será que um de nós algum dia ousará questionar a lavagem cerebral?
Assinar:
Postagens (Atom)




