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11.2.09

Se com o Bob McFerrin era bom, com a Mart'nália meu hino, "Don't Worry Be Happy", música de abertura da novela das sete, ficou ainda melhor. Esta foi a trilha sonora perfeita para as férias que já deixam saudades. Digo férias, mas, na verdade, foi um afastamento da rotina, já que acabei fazendo o que não estava muito nos planos: trabalhar. Pois é, moçada. Enquanto neguinho reclama da crise, vendo lenço de papel para os chorões.

Aproveitei os dias ao sol, ao mormaço ou resguardada da chuva (como choveu em janeiro!) para ler muito. Jornal em papel de cabo a rabo diariamente é um luxo. Revistas das mais variadas linhas, daquelas recém-lançadas nas bancas àqueles artigos interessantíssimos de que não consegui dar conta durante a correria rotineira. Também afrouxei os nódulos de tensão com livros e mais livros do Veríssimo (o filho), me decepcionei com o livro do cineasta David Linch, "Em Águas Profundas" , que eu havia entendido ser sobre meditação, mas, embora fale do assunto, é mesmo uma auto-biografia fraquinha. Entretanto, o livro que mais amei na temporada e ainda não terminei de ler, é "Comer, Rezar, Amar" , da Elizabeth Gilbert. Ele está me impulsionando para alguns daqueles planos que a gente sempre adia. Eu já andava namorando umas idéias e elas estão se tornando mais palpáveis e prováveis de se tornarem reais no curto prazo. Aliás, minha mente ariana anda à toda, e agora refrescada, borbulha com novos projetos ou maneiras de viabilizar os antigos. O desfio, como sempre, é ser mais do que alguém de iniciativa para me tornar alguém de acabativa. (Nunca é demais reler o artigo do Kanitz em )

Outra obra que me tocou bastante na temporada foi "Benjamin Button", do David Fincher. Independente de ser o campeão de indicações para o Oscar, o filme me pegou forte porque aborda lindamente questões que estão na minha ordem do dia. Bom, talvez o filme fale mesmo de questões que interessam a quem é humano e ponto. Uma lindeza de fita. Mas nem só de questões metafísicas vive uma pessoa em férias, então valeu desopilar o fígado com "E Se Fosse Você 2" e "Sim Senhor" .

Além disso, ouvi muita música boa. Estou apaixonada pelo novo disco do Moacyr Luz, "Batucando", papa finíssima. Já falei para vocês do cantor Rubi?

De leve, teve até badalo. Foi o lançamento do luxuoso e bilíngue livro "Bastidores do Municipal" , do fotógrafo Bruno Veiga.

Já de volta ao lar doce lar, ainda da cor do pecado, estou produtiva quase que no nível normal. Contudo acho que a locomotiva só chega a pleno vapor -- assim reza a tradição -- depois das celebrações momescas. Evoé!
Este é o clip oficial do show de gravação do CD da querida Adryana BB, que será lançado após o carnaval.
Esta é a música de trabalho: SAUDADE (Adryana BB e Gilvandro Filho).

10.2.09

Só para não dizer que faço promessas vãs. Mas ainda é um ensaio. E bem pequeno.

22.12.08

Primeira promessa para o ano novo: voltar a escrever no blog.

6.11.07

"Tambor é grande, faz barulho, mas é completamente vazio por dentro."
(Barão de Itararé)

"A juventude não é uma época da vida, é um estado de espírito."
(Samuel Ullman)

"A vida é uma comédia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem."
(Horace Walpole)

"Sem música, a vida seria um erro."
(Nietzche)

"O jovem não precisa de razões para viver; precisa só de pretextos."
(José Ortega Y Gasset)

"A única diferença entre um capricho e uma paixão eterna é que o capricho dura um pouco mais."
(Oscar Wilde)

"Há flores em todas as estações, assim como loucuras em todas as idades."
(Jouy)

"Os professores abrem a porta, mas você precisa entrar sozinho."
(provérbio chinês)

"Se um dia sentires um enorme vazio, vá comer. Pode ser fome."
(autor desconhecido)

"Não há nada errado com a Flórida que um furacão não possa curar."
(Carl Haiaasen)

31.8.07




Ontem fui assistir a Brasileirinho. É um filme muito legal, porque é feito por um estrangeiro (o finlandês Mika Kaurismäki), sobre a cultura brasileira (chorinho), sem ser papo de gringo deslumbrado com o exotismo, sabe? Então fui vendo aquelas pessoas (Yamandú, Tereza Cristina, Guinga, Elza Soares, Zé da Velha e Silvério Pontes, Marcos Suzano, Paulo Moura e mais um monte de bambas), falando de coisas (música, cultura, beleza, sensibilidade), passando por lugares que são tão familiares e queridos para mim (Lapa, Santa Teresa, a barca Rio-Niterói) e foi me dando um quentinho no peito, uma sensação de pertencimento que ia ficando cada vez mais forte quando as pessoas que estavam no cinema comigo suspiravam juntas, mal seguravam a vontade de aplaudir a fita, murmuravam emocionadas as letras das canções...


30.8.07

Da série "Isso me dá vontade de matar alguém":

Você está toda enrolada em uma situação e alguém chega pra você e diz:

- Não se preocupe. Pode deixar que eu cuido disso.

Aí você relaxa e vai cuidar de todo o resto da sua vida, confiando que aquele anjo está tratando do assunto. Então você resolve checar e descobre que nada foi feito, ou pior, tudo foi feito nas coxas e você vai ter que se ocupar daquilo que já considerava resolvido. E o mais grave, num prazo muito mais apertado.

Isso me dá vontade de matar alguém. Só não sei se é o caso de exterminar o anjo tratante ou se o melhor seria um suicídio básico por ter caído no lero dele.

Ai, que ódio!

13.8.07

Trailer




TRÊS IRMÃOS DE SANGUE

direção: Ângela Patrícia Reiniger

Idealização e direção musical: Marcos Souza

www.3irmaosdesangue.com.br

Três irmãos: Herbert José de Souza (Betinho), Henrique de Souza Filho
(Henfil)
e Francisco Mário de Souza (Chico Mário). Três brasileiros cujas
vidas se confundem com a própria história política, social e cultural do
Brasil no século XX. Muitas lutas marcaram a vida dos três - contra a
hemofilia, contra a ditadura, contra a fome e contra a Aids. A favor da
anistia em defesa da música brasileira e pelas Diretas Já. Enfim, Três
Irmãos que fizeram da solidariedade sua grande arma na luta pela vida. Cada
um contribuiu, a seu modo, para transformar o Brasil num país melhor:
Betinho, por meio de campanhas sociais; Henfil, com seu humor perturbador; e
Chico Mário, com a beleza de suas músicas. O documentário mostra o ambiente
familiar em que os irmãos cresceram e a trajetória de cada um. O exílio de
Betinho e a "volta do irmão do Henfil" em 1979. Henfil e seus marcantes
personagens, como Graúna, Baixinho, entre outros. A batalha de Chico Mário
pela música independente e pela expressão autônoma do artista.

Estréia 17 de agosto

Exibição prevista nos cinemas:

Rio de Janeiro
Estação Botafogo 1: 14:00-15:50-17:40-19:30-21:20
Odeon-BR: 14:30-16:30-18:30-20:30
Estação Laura Alvin 2: 15:15-17:00-20:15-22:00
Ponto Cine: 18:00-20:00

São Paulo
Cine SESC: 17:00-19:00-21:00
HSBC Belas Artes - Carmen Miranda: 16:00-17:50-19:40
Espaço Unibanco 4: 14:20-16:10-20:20-22:00
Unibanco Arteplex 5: 13:00-14:40-16:20-20:00-22:00-sab tb 24:00

Belo Horizonte
Usina 2: 16:20-19:40-21:20
Belas Artes 2: 14:10-16:10-19:10-21:10

Brasilia
Academia de Tenis: 17:30-19:30-21:30-sab/dom/fer:tb 15:30

10.8.07


Este é o desenho mais recente que meu filho fez de mim.


9.8.07

Claudia Letti convoca:


TERAPIA DA PALAVRA

Escrever é dialogar com nossa própria mente.
Escrever é terapêutico e estimula a criatividade.

Este curso foi criado especialmente para você que gosta de escrever e tem vontade de se lançar no universo literário.Nossa meta é motivar os participantes a realizarem sua própria produção literária.

Conteúdo Programático

1 – Criação Literária (Como escrevo, Porque escrevo)
2 – A escrita e sua função (e inspiração) terapêutica
3 – Criando enredo e personagens
4 – Estrutura narrativa
5 – Gêneros e emoções
6 – Os cinco ou seis sentidos na ponta do lápis
7 – A inspiração que vem dos sonhos e da memória
8 – Revisando, reescrevendo, revendo

AtençãoRequisitos Minimos Necessários para Participação no Curso Virtual:

1. Possuir conhecimentos básicos de Informática (Word)
2. Possuir habilidade de Acesso à Internet (deve-se possuir e-mail e consultá-lo com frequência!)
3. Possuir computador Pentium ou similar com memória minima de 128 Kbytes

No próximo dia 13 de agosto começaremos a primeira turma da oficina Terapia da Palavra online!

Será uma experiência nova e desafiadora. Após mais de 60 alunos e 5 turmas presenciais, achamos que chegou o momento de viabilizar a participação também dos que moram longe, dos que não tem tempo, dos que preferem fazer tudo mesmo pelo computador.

A turma do Terapia da Palavra Virtual funcionará da seguinte forma:
- Solicitação de vaga através do e-mail mailto:terapiadapalavra@gmail.com
- Pagamento (Real ou Itaú) no valor de R$ 75,00 (para informações mais detalhadas, contato por e-mail.)
- Aulas postadas durante 8 segundas-feiras, iniciando no dia 13 de agosto próximo
- Espaço para discussão na web
- Blog da turma (alunos inscritos)

Terapia da Palavra
Escrever é dialogar com nossa própria mente

http://terapiadapalavra.googlepages.com/oficinavirtual


A BOLHA E O FILME "1972"

DIA 25/08 SÁBADO

20 HS - PROJEÇÃO DO FILME "1972"
22 HS - SHOW "A BOLHA"

TEATRO SOLAR DE BOTAFOGO
Rua General Polidoro 180


PARTICIPAÇÃO BRUCE HENRY (SOMA)

Sorteio de DVD do filme.

20.7.07

Classe Média - Max Gonzaga e Banda Marginal

O melhor retrato da classe média que vi nos últimos tempos.

Chegou o blog do José Emílio Rondeau, aquele que dispensa apresentações. Afinal, quantas pessoas você conhece que podem escrever o parágrafo abaixo na primeira pessoa do singular?

"Foi o próprio Keith Richards quem me disse, em 1988, pouco antes de partirmos para o estúdio em Hollywood onde seria gravado o clipe para “Take It So Hard”, do primeiro album solo dele, Talk Is Cheap.

'Dê uma mesa a Mick Jagger que ele sobe em cima e faz um show como ninguém mais consegue fazer'."

22.5.07

Pesquisando sobre um conceito abordado na palestra do Affonso Romano de Sant'Anna na Faculdade CCAA, me deparei com o interessante artigo do Rodrigo Constantino: O Caminho Para a Anomia

“As crises de legitimidade sempre têm algo a ver com a incapacidade das sociedades em criar lealdade a seus valores básicos; se esses valores se tornam autodestrutivos, a crise torna-se aparente.” (Ralf Dahrendorf)
"Se se quiser chegar ao coração do homem, há de se contar uma história, dessas onde não faltem deuses ou personagens ou muita fantasia. Porque é assim, suave e docemente, que se despertam as consciências."
(La Fontaine)

"Quando for consumido fruto da última árvore e envenenado o último rio, o homem descobrirá que dinheiro não se come."
(Carlos Drummond de Andrade)

"Quem na vida nunca foi louco, nunca foi sábio."
(Heinrich Heine)

"Toda alegria é uma vitória, e uma vitória é uma vitória, por menor que seja."
(Robert Browning)

"Uma boa confissão vale mais do que uma má desculpa."
(Jean Hamon)

"Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver."
(Bertld Brecht)

"A imaginação é mais importante que o conhecimento."
(Albert Einstein)

"Se você perder a capacidade de rir, perderá a de pensar."
(Clarence Darrow)

"O amor é uma flor delicada, mas é preciso ter coragem de ir colhê-la à beira de um precipício."
(Sthendal)

"Se um homem encara a vida de um ponto de vista artístico, seu cérebro passa a ser seu coração."
(Oscar Wilde)