Será que só eu tenho que, antes de falar, parar para pensar se o correto é:
Drew Barrymore ou Barry Drewmore,
Jack Hughman ou Hugh Jackman,
Adam Sandler ou Sam Adanler?
Será que só eu fico refletindo sobre o parentesco entre Peter Coyote, Virginia Woolf e Snoop Doggy Dogg?
20.11.04
19.11.04
18.11.04
Três velhinhas se reúnem para o chá da tarde:
- Estou mal! Ontem fiquei com a vassoura na mão, sem lembrar se já tinha varrido, diz uma.
- Eu me vi de camisola, na cama. Não sabia se tinha acordado ou se ia dormir!, conta outra.
- Deus me livre de ficar assim, fala a terceira, dando três batidinhas na mesa: toc-toc-toc.
Olha para as outras e emenda:
- Esperem um pouco que eu já volto. Tem gente batendo na porta!
- Estou mal! Ontem fiquei com a vassoura na mão, sem lembrar se já tinha varrido, diz uma.
- Eu me vi de camisola, na cama. Não sabia se tinha acordado ou se ia dormir!, conta outra.
- Deus me livre de ficar assim, fala a terceira, dando três batidinhas na mesa: toc-toc-toc.
Olha para as outras e emenda:
- Esperem um pouco que eu já volto. Tem gente batendo na porta!
17.11.04
Mensagem recebida por e-mail:
"Gostaria de divulgar que os correios abrem as cartinhas que as crianças mandam para o papai noel e tentam atender aos pedidos.
Inicialmente, é feita uma triagem das cartas para atender as comunidades mais pobres, creches, orfanatos etc.
Quem quiser e puder ajudar, pode ir no correio e ler as cartinhas, escolhendo aquela com que mais se identificar.
Mas já aviso: haja coração! o que tem de criança pedindo comida, emprego para a mãe, caderno para estudar etc, é duro... uma das que apadrinhadas pediu um colchão para dormir... é triste, né?
É claro que tem muito pedido de bicicleta, barbie, poli, video-game.
- Esses sonhos de qualquer criança - enfim - tem pedido para todo gosto e bolso!
Depois que comprar o presente, basta entregar no próprio correio, que eles se encarregam da entrega.
Se alguém preferir, não precisa apadrinhar uma carta específica. Pode doar o que quiser, que o pessoal do correio seleciona para quem mandar."
Site:
http://www.correios.com.br/institucional/conheca_correios/acoes_cidadania/papai_noel.cfm
Recebido por e-mail:
SEGREDOS DO MAR
Quando chega o verão, nós, humanos, nos sentimos atraídos pelo mar.
Multidões se reúnem nas praias buscando um contacto com as ondas do mar que nos proporcionam prazer e descanso. Porém, o caminhar do ser humano deixa sua trilha fatal nas areias da praia. Milhões de sacolas de nylon e plásticos de todo o tipo são largados na costa e o vento e as marés se encarregam de arrastá-los para o mar.
Uma bolsa de nylon pode navegar várias dezenas de anos sem se degradar. As tartarugas marinhas confundem-nas com as medusas e as comem, afogando-se na tentativa de engoli-las. Milhares de golfinhos também se confundem e morrem afogados.
Eles não têm capacidade para reconhecer os lixos dos humanos, simplesmente, se confundem, até porque, "tudo o que flutua no mar se come".
A tampa plástica de uma garrafa, de maior consistência do que a sacola plástica, pode permanecer inalterada, navegando nas águas do mar por mais de um século.
Dr. James Ludwing, que estava estudando a vida do albatroz na ilha de Midway, no Pacífico, a muitas milhas dos centros povoados, fez uma descoberta espantosa. Quando começou a recolher o conteúdo do estômago de oito filhotes de albatrozes mortos, encontrou: 42 tampinhas plásticas de garrafa, 18 acendedores e restos flutuantes que, em sua maioria, eram pequenos pedaços de plástico. Esses filhotes haviam sido alimentados por seus pais que não conseguiram fazer a distinção dos desperdícios no
momento de escolher o alimento.
A próxima vez em que Você for à sua praia preferida, talvez encontre na areia lixo que outra pessoa ali deixou.
Não foi lixo deixado por Você, porém, é SUA PRAIA, é o SEU MAR, é o SEU MUNDO e Você deve fazer algo por eles.
Muitos pais jogam com seus filhos o jogo de: "vamos ver quem consegue juntar a maior quantidade de plásticos?" como forma de uma inesquecível lição de ecologia.
Outros, em silêncio, recolhem um plástico abandonado e levam-no para suas casas, com restos do mar. Você os verá passarem sorridentes, sabendo que salvaram um golfinho.
"Não se pode defender o que não se ama e não se pode amar o que não se conhece".
Ajude-nos a difundir essa mensagem.
SEGREDOS DO MAR
Quando chega o verão, nós, humanos, nos sentimos atraídos pelo mar.
Multidões se reúnem nas praias buscando um contacto com as ondas do mar que nos proporcionam prazer e descanso. Porém, o caminhar do ser humano deixa sua trilha fatal nas areias da praia. Milhões de sacolas de nylon e plásticos de todo o tipo são largados na costa e o vento e as marés se encarregam de arrastá-los para o mar.
Uma bolsa de nylon pode navegar várias dezenas de anos sem se degradar. As tartarugas marinhas confundem-nas com as medusas e as comem, afogando-se na tentativa de engoli-las. Milhares de golfinhos também se confundem e morrem afogados.
Eles não têm capacidade para reconhecer os lixos dos humanos, simplesmente, se confundem, até porque, "tudo o que flutua no mar se come".
A tampa plástica de uma garrafa, de maior consistência do que a sacola plástica, pode permanecer inalterada, navegando nas águas do mar por mais de um século.
Dr. James Ludwing, que estava estudando a vida do albatroz na ilha de Midway, no Pacífico, a muitas milhas dos centros povoados, fez uma descoberta espantosa. Quando começou a recolher o conteúdo do estômago de oito filhotes de albatrozes mortos, encontrou: 42 tampinhas plásticas de garrafa, 18 acendedores e restos flutuantes que, em sua maioria, eram pequenos pedaços de plástico. Esses filhotes haviam sido alimentados por seus pais que não conseguiram fazer a distinção dos desperdícios no
momento de escolher o alimento.
A próxima vez em que Você for à sua praia preferida, talvez encontre na areia lixo que outra pessoa ali deixou.
Não foi lixo deixado por Você, porém, é SUA PRAIA, é o SEU MAR, é o SEU MUNDO e Você deve fazer algo por eles.
Muitos pais jogam com seus filhos o jogo de: "vamos ver quem consegue juntar a maior quantidade de plásticos?" como forma de uma inesquecível lição de ecologia.
Outros, em silêncio, recolhem um plástico abandonado e levam-no para suas casas, com restos do mar. Você os verá passarem sorridentes, sabendo que salvaram um golfinho.
"Não se pode defender o que não se ama e não se pode amar o que não se conhece".
Ajude-nos a difundir essa mensagem.
12.11.04
Acho que ando vendo muito o programa Saia Justa. Mas sempre acho alguma coisa sobre o que pensar, mesmo no meio do papo que alguns consideram caótico e superficial. Bom, talvez também eu seja caótica e superficial.
O fato é que as meninas do GNT comentavam sobre a nem tão nova mania de dizer que Fulano(a) é do bem e Beltrano(a) é do mal. Elas falavam que as coisas não são assim tão simples. Concordo, claro. Todo ser humano é cheio de nuances e ninguém é totalmente bom ou totalmente mau o tempo todo. Imagino que George W. Bush, Paulo Maluf, Fernando Collor de Mello, Osama Bin Laden, Ariel Sharon e Saddam Hussein já devam ter feito algo de bom em suas vidas. Eu não ter tomado conhecimento de exatamente o quê é problema da minha ignorância, não deles.
E, deixando de lado tantos os grandes criminosos quanto Madre Tereza, Dalai Lama e Gandhi, continuei até chegar naquelas pessoas que fazem parte do nosso círculo mais próximo. Temos, muitas vezes, por perto aquelas criaturas capazes de cometer pequenas maldades, agem com certa vilania e ainda assim, continuamos a nos relacionar com elas. Têm certamente aspectos positivos que nos agradam e atraem. Entretanto me detive pensando em outros três tipos específicos.
O primeiro é aquele modelo de gente que tem o astral pesadíssimo, parecendo ter sempre uma nuvenzinha preta sobre a cabeça. Imagino que, como os portadores de mau-hálito, os pobres desconhecem a pestilência que espalham. Você até se esforça pra ficar por perto, afinal, a figura não é má. Você oferece uma balinha de hortelã psicológica, um chiclete de menta espiritual, mas não adianta. O problema vem do âmago. Não, não estou falando mais do estômago. São como aquele homem que trabalhou na roça e, muito tempo depois de deixar a enxada de lado, anda encurvado, porque a espinha se dobrou.
Muitas dessas pessoas foram tocadas e se deixaram aprisionar pelo mal. E por mal entendo tudo aquilo que desvia o ser humano do caminho da harmonia. Todos nós, creio, em algum ponto da vida sofremos um baque, uma decepção, uma traição, uma dor, uma perda... Talvez o peso que a aura dessas pessoas carregue seja o dos fardos que elas não quiseram ou não puderam permitir que fossem levadas pela nau do tempo. E, quando o barco passou, como estavam já tão sobrecarregadas, não puderam receber a encomenda de alívio e redenção.
Quem consegue despejar ao menos parte de seu volume na tal embarcação, nem sempre consegue livrar-se das marcas dos lanhos. São aqueles a que chamo de sobreviventes. Encolheram-se quando o mal veio para fugir de seu abraço e de sua bocarra devoradora, mas farejaram seu cheiro, ouviram seu urro... Sabem que o mal existe, contudo tentam levar a vida da melhor forma, procurando pelo melhor dela. Vez ou outra, porém, deixam escapar um travo de cinismo, ceticismo, ironia ou humor cáustico. É a cicatriz.
Sem vestígio de danificação, todavia, são aqueles que pensei como os puros. Todo mundo tem – ou deveria ter para aprender a relativizar algumas coisas – aquela amiga que sofreu com os apelidos que os meninos da rua davam ao seu pai alcoólatra, teve que ajudar, desde cedo, a mãe a cuidar dos irmãos menores abrindo mão da infância, adolescência e muitos sonhos e, apesar de todas as probabilidades em contrário, chega à vida adulta feliz e serena. Essa gente tem sempre um sorriso no rosto e uma vontade incansável de ajudar. Parece que o mal tangencia suas vidas. Talvez isso aconteça porque eles não lhe dão muita trela, seguindo adiante, ocupadas com tanto bem a fazer. Quem sabe não se dêem conta da gravidade de algumas coisas. Não importa. O que interessa é que, atingidas pelas tormentas mais difíceis, mantêm aquele semblante que transpira as sábias palavras: tudo passa.
11.11.04
Hórus era filho dos deuses Osíris e Ísis. Diz a lenda que Osíris foi assassinado por seu irmão Set e que Hórus foi vingar a morte do pai. No combate, o deus sol eliminou o maligno Set, mas perdeu um de seus olhos.
A luta ilustra a vitória da luz contra as trevas, do bem contra o mal, mas, ao mesmo tempo, aponta a necessidade de um olhar vigilante, protetor e justiceiro. O olho deve estar atento às emboscadas dos inimigos e combate as forças adversas na busca pela eternidade.
O símbolo se tornou um amuleto de proteção e acredita-se que permite uma visão do presente que transcende os planos temporais do passado e do futuro. O olho direito de Hórus representaria a parte racional (masculino) e o esquerdo, a emocional (feminino).
(texto de Anna Clara Peltier publicado na Revista Vida em 1º de maio de 2004 e ilustração retirada de http://www.cyberartes.com.br/edicoes/104/artista.asp?edicao=104&acao=todos)
10.11.04
Quem não compareceu ao show do percussionista SIRI no Espaço Cultural Sérgio Porto não pode perder esta oportunidade. Quinta-feira - 11/11 - às 19:00h - a FNAC do Barra Shopping recebe o percussionista SIRI para lançamento do seu CD.
Integrante do bem sucedido projeto musical "BossaCucaNova", SIRI traça uma viagem musical através do motor de seu fusca. Composições como "N'água", tocada com percussões dentro d'água e "Bangladesh", chamam a atenção pela boa mistura de culturas, usando elementos de percussão de todas as partes do mundo.
Data: 11 de novembro, quinta-feira, às 19 horas
Local: FNAC - Barra Shopping - Piso Lagoa
Classificação: Livre
ENTRADA FRANCA
_______________________________________________________________
Um show na Arlequim, no próximo dia 11 de novembro, quinta-feira, às 18 horas, marcará o lançamento dos CDs “No bangalô da bandola” (instrumental) e “Fora de esquadro” (canções) do músico, compositor e arranjador Rodrigo Lessa.
A apresentação tem entrada franca e a Arlequim CDs fica localizada na Praça XV, 48, loja 1, Paço Imperial, Centro.
Um artista de talento - Instrumentista titular dos grupos Nó em Pingo D´Agua e Pagode Jazz Sardinha`s Club, Rodrigo Lessa, que acaba de ganhar o Prêmio Tim de Melhor Disco Instrumental com o segundo CD do Pagode Jazz, brilha agora com a salseada “Balagandã” e convida o ouvinte para sua viagem rítmico-harmônica, passando pelo samba-canção e pelo choro contemporâneo, entre outros ritmos.
Já “Fora de Esquadro” é o terceiro CD de canções de Rodrigo e o primeiro integralmente com Mauro Aguiar, letrista e parceiro há quase seis anos. Entre os dez sambas, destacam-se o partido-alto “Insônia de Morcego” e o choro-funk “Pagode Jazz Sardinha`s Club”.
Até lá!!!
Data: 11 de novembro, quinta-feira, às 18 horas
Local: Arlequim CDs – Praça XV, 48, loja 1, Paço Imperial, Centro
Telefone: 2240-9398
Capacidade: 80 lugares
Classificação: Livre
ENTRADA FRANCA
Para abstrair o fato de estar cheia de eletrodos no peito e sem poder tomar banho por 24 horas enquanto os termômetros da rua marcam 38ºC, tendo que anotar todos os mínimos passos que dou, divulgo pérolas recebidas por e-mail:
Cabelo crespo é igual a bandido... ou tá preso ou tá armado!!! (Esta é em minha homenagem.)
"Mulher feia é como pantufa... Dentro de casa, até que é gostosinha, mas na
rua...dá uma vergonha!!!" (Arre! Esta espero que não seja.)
"Casar é trocar a admiração de várias mulheres, pela crítica de uma só !!!" (É verdade, amor?)
"Mulher feia é igual a ventania...só quebra galho." (Cruel, muito cruel.)
"Nunca bata em um homem quando estiver caído . a não ser que você tenha certeza que ele não vai se levantar ." (Muito sábio conselho.)
"Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros" (Eita nós!)
"Quem trabalha muito, erra muito.
Quem trabalha pouco, erra pouco.
Quem não trabalha não erra.
E quem não erra... é promovido." (É a pura verdade.)
"A faculdade virou uma instituição financeira que vende diplomas, o aluno é
o consumidor interessado em comprar o diploma e, o professor é o cara que
quer atrapalhar as negociações." (Socorro!)
"Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que tem
sempre razão." (Ai-ai)
"Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança." (Só rindo.)
"Mulher gorda é que nem Ferrari... quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo" (Que maldade!)
"Quando você passar na rua e ficarem te olhando ... Não se sinta o máximo... Pois o feio e o ridículo também chamam a atenção.." (Pois é... Preciso reavaliar meus conceitos...)
"Aprenda uma coisa: o mundo não gira em torno de você... Só quando você bebe demais." (Pela tonteira ou surto megalomaníaco?)
"Os psiquiatras dizem que: uma em cada quatro pessoas tem algum problema mental... Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o louco é você!!" (Estou salva! O que eu tenho de amigo louco... Não você que está lendo aqui agora, claro.)
"Se CHEFE fosse arquivo, a extensão seria '.fdp" (Tsc, tsc, tsc...)
"Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário." (Isso deve querer dizer alguma coisa...)
Cabelo crespo é igual a bandido... ou tá preso ou tá armado!!! (Esta é em minha homenagem.)
"Mulher feia é como pantufa... Dentro de casa, até que é gostosinha, mas na
rua...dá uma vergonha!!!" (Arre! Esta espero que não seja.)
"Casar é trocar a admiração de várias mulheres, pela crítica de uma só !!!" (É verdade, amor?)
"Mulher feia é igual a ventania...só quebra galho." (Cruel, muito cruel.)
"Nunca bata em um homem quando estiver caído . a não ser que você tenha certeza que ele não vai se levantar ." (Muito sábio conselho.)
"Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros" (Eita nós!)
"Quem trabalha muito, erra muito.
Quem trabalha pouco, erra pouco.
Quem não trabalha não erra.
E quem não erra... é promovido." (É a pura verdade.)
"A faculdade virou uma instituição financeira que vende diplomas, o aluno é
o consumidor interessado em comprar o diploma e, o professor é o cara que
quer atrapalhar as negociações." (Socorro!)
"Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que tem
sempre razão." (Ai-ai)
"Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança." (Só rindo.)
"Mulher gorda é que nem Ferrari... quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo" (Que maldade!)
"Quando você passar na rua e ficarem te olhando ... Não se sinta o máximo... Pois o feio e o ridículo também chamam a atenção.." (Pois é... Preciso reavaliar meus conceitos...)
"Aprenda uma coisa: o mundo não gira em torno de você... Só quando você bebe demais." (Pela tonteira ou surto megalomaníaco?)
"Os psiquiatras dizem que: uma em cada quatro pessoas tem algum problema mental... Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o louco é você!!" (Estou salva! O que eu tenho de amigo louco... Não você que está lendo aqui agora, claro.)
"Se CHEFE fosse arquivo, a extensão seria '.fdp" (Tsc, tsc, tsc...)
"Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário." (Isso deve querer dizer alguma coisa...)
9.11.04
6.11.04
5.11.04
Pedro Conteiro Pessanha, meu filho unigênito, e seu livro Pavor na Escola fazem parte da Paixão de Ler. Ele vai autografar exemplares de sua obra amanhã.
Te mete!
Te mete!
Hoje na coluna da Hilde:
http://jbonline.terra.com.br/index_frame.asp?jb/papel/colunas/angel/2004/11/04/jorcolanl20041104001.html
OS ''MORAL ISSUES'' (as questões morais) deram a vitória a G.W. Bush. A maioria americana mostrou nas urnas sua desaprovação ao aborto, ao casamento entre homossexuais, às pesquisas com células T. Em São Paulo, Marta Suplicy, apesar de ter praticado um bom governo, perdeu, e a coordenação petista da campanha agora atribui a derrota à postura ''de vítima'' do senador Suplicy, de marido abandonado. O voto paulista teria sido um voto moralista. O que está havendo? Uma onda retrô vitoriana? As urnas disseram isso...
COM A REELEIÇÃO de George W. Bush inicia-se um retrocesso no processo de apoio à tecnologia e à ciência em benefício de todos, o que um dia contribuiu para fazer dos EUA a maior potência do mundo. O americano mudou. Bush conseguiu transformar a mentalidade de pelo menos a metade de seu povo, cada vez mais voltado para seus próprios interesses - não os interesses dos americanos, mas os de cada indivíduo! Isso é péssimo para o desenvolvimento sustentável e toda a luta voltada para o meio ambiente. Serão mais quatro anos de atraso, com a não adesão do Protocolo de Kioto e outras decisões que precisariam de atitudes de cidadania e conscientização: que pena!...
http://jbonline.terra.com.br/index_frame.asp?jb/papel/colunas/angel/2004/11/04/jorcolanl20041104001.html
OS ''MORAL ISSUES'' (as questões morais) deram a vitória a G.W. Bush. A maioria americana mostrou nas urnas sua desaprovação ao aborto, ao casamento entre homossexuais, às pesquisas com células T. Em São Paulo, Marta Suplicy, apesar de ter praticado um bom governo, perdeu, e a coordenação petista da campanha agora atribui a derrota à postura ''de vítima'' do senador Suplicy, de marido abandonado. O voto paulista teria sido um voto moralista. O que está havendo? Uma onda retrô vitoriana? As urnas disseram isso...
COM A REELEIÇÃO de George W. Bush inicia-se um retrocesso no processo de apoio à tecnologia e à ciência em benefício de todos, o que um dia contribuiu para fazer dos EUA a maior potência do mundo. O americano mudou. Bush conseguiu transformar a mentalidade de pelo menos a metade de seu povo, cada vez mais voltado para seus próprios interesses - não os interesses dos americanos, mas os de cada indivíduo! Isso é péssimo para o desenvolvimento sustentável e toda a luta voltada para o meio ambiente. Serão mais quatro anos de atraso, com a não adesão do Protocolo de Kioto e outras decisões que precisariam de atitudes de cidadania e conscientização: que pena!...
4.11.04
28.10.04
Entre os meus hábitos, não incluo o de ler matérias e entrevistas com “famosos quem?”, cujos feitos e relevâncias nacionais e internacionais incluem “exatamente o quê?”. A revista Veja anda especializando-se neste tipo de coisa, destacadamente nas suas páginas amarelas. Aliás, para ser fiel à verdade, devo revelar que gosto cada vez menos daquele periódico e é cada vez menor o número de artigos que decido ler ali.
Foi assim que passei por cima da entrevista da tal Mônica Dallari. Pensei que se tratava apenas das cobras e lagartos proferidos por uma mulher que se sente extremamente ameaçada pela ex-esposa mãe dos filhos do namorado. Então veio a avalanche de comentários de todas as partes, de rodas de amigos a colunas dos jornais. Diziam que as declarações da morena poderiam abalar ainda mais a candidatura de Marta Suplicy a novo mandato na Prefeitura de São Paulo.
Depois que Maluf foi protagonista de mais um de seus escândalos assim que decidiu associar seu nome ao de Mme. Favre (e ela topou!) e que o chefe da campanha pela re-eleição foi preso numa rinha de galos, era só o que faltava. Resolvi romper com minha birra e sentei com a revista sobre os joelhos para conferir o que havia de tão bombástico ali.
Sinceramente, não vi nada de mais. Era precisamente o que eu tinha imaginado. O povo gosta mesmo de uma fofoca. Uma boa baixaria, um barraco, uma lavação pública de roupa suja é a glória pra muita gente. O pior é que esse tipo de coisa infelizmente pode chegar a grandes proporções e mudar a história. Não creio que essa dona Ih-esqueci-o-nome-dela vá de fato abalar. Tem terra muito mais pesada para enterrar as aspirações de Marta que, se perder a disputa, vai ser embaixadora do Brasil em Paris. Não acho que seja exatamente uma situação que mereça ser chamada de penosa. Mas conseguir dar sua contribuição de alguma forma, por menor que seja, pra empurrar uma ex poderosíssima para fora país, bem longe do seu pretendido, pode ser o episódio mais importante da vida daquela lá. Minha opinião sobre o conteúdo da entrevista: despeito muitíssimo mal disfarçado, aquele tipo de assunto que não deveria sair das páginas da revista Contigo.
Outro dia li na coluna do Roberto Pompeu de Toledo – e talvez ele seja um dos últimos motivos para eu não cancelar definitivamente minha assinatura da Veja – que há uma nova versão sobre a morte de Getúlio Vargas que indica que tudo começou com uma questão de alcova. Já é tido como mais ou menos certo o enredo que diz que a nora de Getúlio expulsa do país não era propriamente uma espiã alemã, como se conta na história oficial. Ela, que ainda está viva e é pintora em Nova York, teria sido pega na cama com outra mulher. Como era mais digerível a primeira opção que a segunda, lá está ela nos livros como nazista. Lacerda teria descoberto tudo e estava perigando publicar toda a verdade. Daí o corno teria encomendado o crime da Rua Tonelero, então blábláblá, até o suicídio de Vargas.
E antes que alguém venha com uma aquelas frases que eu detesto, como “só no Brasil” ou “brasileiro é assim mesmo”, tenho algumas palavrinhas a dizer: Clinton e Lady Di.
Pelo menos aprendi minha lição. Quando meu instinto me disser que não vale a pena perder meu tempo lendo alguma coisa, devo ouvi-lo.
Foi assim que passei por cima da entrevista da tal Mônica Dallari. Pensei que se tratava apenas das cobras e lagartos proferidos por uma mulher que se sente extremamente ameaçada pela ex-esposa mãe dos filhos do namorado. Então veio a avalanche de comentários de todas as partes, de rodas de amigos a colunas dos jornais. Diziam que as declarações da morena poderiam abalar ainda mais a candidatura de Marta Suplicy a novo mandato na Prefeitura de São Paulo.
Depois que Maluf foi protagonista de mais um de seus escândalos assim que decidiu associar seu nome ao de Mme. Favre (e ela topou!) e que o chefe da campanha pela re-eleição foi preso numa rinha de galos, era só o que faltava. Resolvi romper com minha birra e sentei com a revista sobre os joelhos para conferir o que havia de tão bombástico ali.
Sinceramente, não vi nada de mais. Era precisamente o que eu tinha imaginado. O povo gosta mesmo de uma fofoca. Uma boa baixaria, um barraco, uma lavação pública de roupa suja é a glória pra muita gente. O pior é que esse tipo de coisa infelizmente pode chegar a grandes proporções e mudar a história. Não creio que essa dona Ih-esqueci-o-nome-dela vá de fato abalar. Tem terra muito mais pesada para enterrar as aspirações de Marta que, se perder a disputa, vai ser embaixadora do Brasil em Paris. Não acho que seja exatamente uma situação que mereça ser chamada de penosa. Mas conseguir dar sua contribuição de alguma forma, por menor que seja, pra empurrar uma ex poderosíssima para fora país, bem longe do seu pretendido, pode ser o episódio mais importante da vida daquela lá. Minha opinião sobre o conteúdo da entrevista: despeito muitíssimo mal disfarçado, aquele tipo de assunto que não deveria sair das páginas da revista Contigo.
Outro dia li na coluna do Roberto Pompeu de Toledo – e talvez ele seja um dos últimos motivos para eu não cancelar definitivamente minha assinatura da Veja – que há uma nova versão sobre a morte de Getúlio Vargas que indica que tudo começou com uma questão de alcova. Já é tido como mais ou menos certo o enredo que diz que a nora de Getúlio expulsa do país não era propriamente uma espiã alemã, como se conta na história oficial. Ela, que ainda está viva e é pintora em Nova York, teria sido pega na cama com outra mulher. Como era mais digerível a primeira opção que a segunda, lá está ela nos livros como nazista. Lacerda teria descoberto tudo e estava perigando publicar toda a verdade. Daí o corno teria encomendado o crime da Rua Tonelero, então blábláblá, até o suicídio de Vargas.
E antes que alguém venha com uma aquelas frases que eu detesto, como “só no Brasil” ou “brasileiro é assim mesmo”, tenho algumas palavrinhas a dizer: Clinton e Lady Di.
Pelo menos aprendi minha lição. Quando meu instinto me disser que não vale a pena perder meu tempo lendo alguma coisa, devo ouvi-lo.
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