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4.8.06

Da série: Alguns dos meus lugares favoritos na cidade

Paço Imperial


É o palácio que fica no centro da Praça 15 e foi importante nas fases colonial, real e imperial do país. Foi fundado em 1743, reformado em 1983 e reaberto em 1985.Já foi sede da Capitania do Rio de Janeiro, foi Palácio dos Vice-Reis, sede do Reino Unido do Brasil, Portugal e Algarves e local de momentos históricos, como Dia do Fico (1822) e a assinatura da Lei Áurea (1888). Atualmente abriga livraria, cinema, galeria de arte e restaurante.

Acesso fácil de ônibus, pela Rua 1º de Março ou o mergulhão da Praça 15), barcas ou metrô (estação Carioca, subindo pela Rua da Assembléia).

Praça 15, 48 - Centro
3º a domingo, das 12h às 18h
grátis

2.8.06

CICLO DE PALESTRAS COR & IMPRESSÃO

Evento de lançamento do curso de PRODUÇÃO EDITORIAL: GRRENCIAMENTO DE COR & QUALIDADE DE IMPRESSÃO

Buscando uma maior integração com o segmento editorial / gráfico do Rio de Janeiro, a FACULDADE CCAA promove, com o apoio de algumas das maiores empresas do setor,
o "Ciclo de Palestras Cor e Impressão". Venha conhecer as últimas soluções consolidadas de equipamentos e processos para todo o fluxo de produção gráfica. Convide a todos. Participe!

Público-alvo:
. Profissionais do mercado editorial, gráfico e publicitário
. Estudantes das áreas de produção editorial, comunicação, design, programação visual e artes gráficas
. Fotógrafos

Todos os participantes receberão CERTIFICADO.
CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO!

DIA: 02/08

ASSUNTO: IMPRESSÃO DIGITAL

18h Credenciamento e entrada
18h20 Abertura do evento

18h45 EMPRESA: XEROX DO BRASIL
CONTEÚDO: Mercado / Tendências da Impressão Digital / Comunicação Personalizada / Diferenciação / Portifólio de Soluções
PALESTRANTE: Clóvis Castanho

19h30 EMPRESA: ALPHAPRINT - HP
CONTEÚDO: As novas oportunidades de negócios com o amadurecimento da tecnologia de impressão / Soluções HP Indigo para impressão digital reticulada e personalizada em diferentes suportes
PALESTRANTE: Salvador Sindona

20h15 Coffee Break

20h45 EMPRESA: KODAK
CONTEÚDO: Visão Geral do Mercado / Gerando Novas Oportunidades de Negócio e Aumentando a Receita com a aplicação da Tecnologia de Impressão Digital / Otimizando seu investimento com a impressão híbrida / Como gerar demanda para a impressão digital
PALESTRANTE: Maurício Carlini

21h30 Encerramento


DIA: 03/08

ASSUNTO: EQUIPAMENTOS E INSUMOS GRÁFICOS
18h Credenciamento e entrada

18h20 Abertura do evento

18h45 EMPRESA: IPP MAN-ROLAND
CONTEÚDO: Tendência mercadológica de pequenas e médias tiragens exigindo adequação de formatos na utilização de equipamentos de impressão customizados
PALESTRANTE: Jânio Coelho e Lincoln Lopes

19h30 EMPRESA: SUN CHEMICAL
CONTEÚDO: Controle de Processo na Impressão Offset (Por que controlar a impressão? / Fatores de controle / Rolaria / Solução de molhagem / Cópia de Chapas / Revelação)
PALESTRANTE: André Nato

20h15 Coffee Break

20h45 EMPRESA: ALPHAPRINT - KODAK
CONTEÚDO: Crescimento através da diferenciação e aplicação de novas tecnologias de pré-impressão. CTP com tecnologia térmica CREO e fluxo de trabalho PRINERGY
PALESTRANTE: Fernando Maia e Marcos Prado

21h30 Encerramento

Local do Evento:
Teatro da Faculdade CCAA
Av. Marechal Rondon, 1460 - Riachuelo
Rio de Janeiro/RJ - Tel.: (21) 2156-5000
Clique aqui para saber como chegar

Para ter mais informações sobre o curso de extensão PRODUÇÃO EDITORIAL: GERENCIAMENTO DE COR & QUALIDADE DE IMPRESSÃO, clique aqui.

2006 EM VERSO E PROSA

Auditor transforma paixão pela MPB em livro e
rememora frases de grandes letristas brasileiros


Alice Ruiz, Cristina Saraiva, Claudio Cartier , Celia Vaz , Celso Viáfora, Paulo César Feital, Dudu Falcão , Sérgio Natureza e Irinéa Maria . Nomes desconhecidos do grande público, mas que, com suas letras, ajudaram a construir a rica história da música popular brasileira. Agora, esses compositores dividem espaço com figuras consagradas como Chico Buarque, Joyce , Paulinho Tapajós , Guinga, Carlinhos Vergueiro e Sergio Natureza no livro MPB: Versos para sua Prosa, da Editora Degustar.

O responsável por essa reunião inédita não é um crítico cultural tampouco um profissional da área. Entusiasta da MPB, o auditor e consultor empresarial Raul Corrêa da Silva dedicou três décadas à formação de um acervo com mais de 5 mil títulos e 55 mil canções. Há dois anos, a paixão o despertou a iniciar uma pesquisa jornalística e selecionar 365 versos – de cerca de 3 mil compositores – que mais lhe marcaram. “Sempre me inquietou o fato de a música normalmente se sobrepujar à letra na memória dos ouvintes. Quero homenagear nossos poetas, capazes de extravasar verdadeiros ensinamentos e sensações de amor ou angústia em suas letras”.

Para Corrêa, o livro tem pérolas gravadas uma única vez e os intérpretes brasileiros precisam ter acesso a esse material para montar seu repertório. “Assim, a obra pode proporcionar um ganho emocional e financeiro a todos os profissionais atuantes na indústria fonográfica”, avalia.

O resultado é uma coletânea eclética, com algumas frases acompanhadas de bem humoradas ilustrações. De Noel Rosa e Vadico (Com que Roupa?) a Zezé di Camargo (É o Amor), passando por Sá e Guarabyra (Pássaro). Também estão presentes sucessos como Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, e Vitoriosa, de Ivan Lins e Vitor Martins (Quero toda sua pouca castidade). “Encontrei letras dos anos 20 aos dias atuais. E os artistas, editoras e gravadoras entenderam a proposta e deram amplo apoio ao projeto”.

A obra funciona ainda como um verdadeiro teste de conhecimento sobre a MPB. Quem é Tavito, por exemplo? Poucos sabem que ele é um grande compositor e dividiu com Zé Rodrix a autoria de Casa no Campo, eternizada na voz de Elis Regina. “Muitas pessoas vão constatar que nunca associaram aquele verso à melodia ou mesmo a seu autor”, avalia Corrêa.

Histórias de vida

“Desde quando sorrir é ser feliz? Cantar nunca foi só de alegria, com tempo ruim todo mundo também dá bom-dia”. O verso de Palavras, do primeiro trabalho de Gonzaguinha, remete a uma passagem inusitada na vida do autor nos anos 70, quando os artistas conviviam com o risco iminente de censura do disco logo após o lançamento. “O álbum foi realmente apreendido dias depois de chegar às lojas. Descobri que nem Gonzaguinha tinha essa relíquia. Decidi então presenteá-lo com o LP”, revela.

Corrêa, aliás, apostou recentemente em uma incursão no universo musical, atuando como produtor de Contra-Ataque, de Carlinhos Vergueiro. E também se arriscou a compor Duas Faces, em parceria com Tato Fischer e Zé Edu. Seu verso publicado reflete um pensamento do autor: A vida é simples para quem segue a regra que o mundo dá. “Mesmo depois de dias estafantes e reuniões com clientes, aproveitei as horas vagas para fazer de uma paixão uma obra acessível a todos”, conclui.

Ficha técnica

MPB: Versos para sua Prosa
Seleção: Raul Corrêa da Silva
Editora Degustar
www.editoradegustar.com.br
Luhli e Lucina acertam o passo com belos CDs-solo

Separadas há quase seis anos, elas voltam agora com outros (novos e antigos) parceiros em dois belos CDs-solo, Luhli (Atração) e A Música em Mim (Duncan Discos)

(Lauro Lisboa Garcia)

Luhli já foi Luli, Lucina já assinou Lucinha e Lucinda. Juntas, as compositoras e cantoras formaram durante 25 anos uma das mais magníficas parcerias da música alternativa brasileira. Separadas há quase seis anos, elas voltam agora com outros (novos e antigos) parceiros em dois belos CDs-solo, Luhli (Atração) e A Música em Mim (Duncan Discos), fecundos de boas idéias como nos tempos artesanais de jovens hippies. (...)

Sem obter grandes êxitos comerciais com gravações próprias, Luhli e Lucina cravaram hits como O Vira, Fala, Napoleão e Bandolero na voz de Ney Matogrosso (seu intérprete mais assíduo e notório desde os tempos de Secos & Molhados), Frenéticas (É Que Nessa Encarnação Eu Nasci Manga), Rolando Boldrin (Êta Nóis), Nana Caymmi (Primeira Estrela), entre outros. Pioneiras na produção independente de discos, a partir de 1979, elas também foram originais no estilo de vida comunitário e revolucionário.

leia a matéria completa


Para refletir:

CARTA A FRANK
Boaventura de Sousa Santos

Escrevo-te esta carta com o coração apertado. Deixo a análise fria para a razão cínica que domina o comentário político ocidental. És um dos intelectuais judeus israelitas como te costumas classificar, para não esquecer que um quinto dos cidadãos de Israel são os árabes, mais progressistas que conheço. Aceitei com gosto o convite que me fizeste para participar no Congresso que estás a organizar na Universidade de Telavive. Sensibilizou-me sobretudo o entusiasmo com que acolheste a minha sugestão de realizarmos algumas sessões do Congresso em Ramalah. Escrevo-te hoje para te dizer que, em consciência, não poderei participar no congresso. Defendo, como sabes, que Israel tem direito a existir como país livre e democrático, o mesmo direito que defendo para o povo palestino. Esqueço com alguma má consciência que a Resolução 181 da ONU, de 1947, decidiu a partilha da Palestina entre um Estado judaico (55% do território) e um Estado palestino (44%) e uma zona internacional (os lugares santos: Jerusalém e Belém) para que os europeus expiassem o crime hediondo que tinham cometido contra o povo judaico. Esqueço também que, logo em 1948, a parcela do Estado árabe diminuiu quando 700.000 palestinianos foram expulsos das suas terras e casas (levando consigo as chaves que muitos ainda conservam) e continuou a diminuir nas décadas seguintes, não sendo hoje mais de 20% do território. Ao longo dos anos tenho vindo a acumular dúvidas de que Israel aceite, de fato, a solução dos dois Estados: a proliferação dos colonatos, a construção de infra-estruturas (estradas, redes de água e de electricidade), retalhando o território palestiniano para servir os colonatos, os check points e, finalmente, a construção do Muro de Sharon a partir de 2002 (desenhado para roubar mais território aos palestinianos, os privar do acesso à água e, de fato, os meter num vasto campo de concentração). As dúvidas estão agora dissipadas depois dos mais recentes ataques na faixa de Gaza e da invasão do Líbano. E agora tudo faz sentido. A invasão e destruição do Líbano em 1982 ocorreram no momento em que Arafat dava sinais de querer iniciar negociações, tal como a de agora ocorre pouco depois do Hamas e da Fatah terem acordado em propor negociações. Tal como naquela época, foram forjados os pretextos para a guerra. Para além de haver milhares de palestinianos raptados por Israel (incluindo ministros de um governo democraticamente eleito), quantas vezes no passado se negociou a troca de prisioneiros? Meu Caro Frank, o teu país não quer a paz, quer a guerra porque não quer dois Estados. Quer a destruição do povo palestino ou, o que é o mesmo, quer reduzi-lo a grupos dispersos de servos politicamente desarticulados, vagueando como apátridas desenraizados em quadrículos de terreno bem vigiados. Para isso dá-se ao luxo de destruir, pela segunda vez, um país inteiro e cometer impunemente crimes de guerra contra populações civis. Depois do Líbano, seguir-se-á a Síria e o Irã. E depois, fatalmente, virar-se-á o feitiço contra o feiticeiro e será a vez do teu Israel. Por agora, o teu país é o novo Estado pária, exímio em terrorismo de Estado, apoiado por um imenso lobby comunicacional que sufocantemente domina os jornais do meu país com a bênção dos neoconservadores de Washington e a vergonhosa passividade da União Européia. Sei que partilhas muito do que penso e espero que compreendas que a minha solidariedade para com a tua luta passa pelo boicote ao teu país. Não é uma decisão fácil. Mas creio que, ao pisar a terra de Israel, sentiria o sangue das crianças de Gaza e do Líbano (um terço das vítimas) enlamear os meus passos e embargar-me a voz.

Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal)

31.7.06

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO



Os Deputados Gilberto Palmares e Carlos Minc e o Movimento Jabásta têm a honra de convidar para a Audiência Pública que debaterá a criminalização da prática do jabá e
os encaminhamentos para aprovação do Projeto de Lei 3323/06, que trata desta questão.



Dia: 02/agosto/06.
Hora: 14:00.
Local: Palácio Tiradentes, sala 311.
Rua Primeiro de Março, s/nº. Praça XV,Centro, Rio de Janeiro.

24.7.06

Utilidade pública nº 1!!!

Veja a lista dos 57 parlamentares investigados pela CPI dos Sanguessugas
ANDREZA MATAIS da Folha Online, em Brasília

A CPI dos Sanguessugas divulgou nesta tarde os nomes dos 57 parlamentares acusados de envolvimento no esquema de compra superfaturada de ambulâncias. Desse total, 56 são deputados e um é senador.

Deputados que já foram notificados pela CPI dos Sanguessugas

Paulo Feijó (PSDB-RJ)
Paulo Baltazar (PSB-RJ)
João Caldas (PL-AL)
Cabo Júlio (PMDB-MG)
Pedro Henry (PP-MT)
Bispo Wanderval (PL-SP)
Iris Simões (PTB-PR)
Benedito Dias (PP-AP)
Lino Rossi (PP-MT)
Edir de Oliveira (PTB-RS)
Teté Bezerra (PMDB-MT)
Fernando Gonçalves (PTB-RJ)
Almeida de Jesus (PL-CE)
Pastor Amarildo (PSC-TO)
Nilton Capixaba (PTB-RO)

Deputados que foram notificados pela CPI dos Sanguessugas

Reinaldo Betão (PL-RJ)
Isaías Silvestre (PSB-MG)
José Militão (PTB-MG)
Wellington Fagundes (PL-MT)
Mário Negromonte (PP-BA)
Laura Carneiro (PFL-RJ)
Zelinda Novaes (PFL-BA)
Vieira Reis (PRB-RJ)
Júnior Betão (PL-AC)
Ribamar Alves (PSB-MA)
Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Eduardo Seabra (PTB-AP)
Osmânio Pereira (PTB-MG)
Jeferson Campos (PTB-SP)
João Batista (PP-SP)
Vanderlei Assis (PP-SP)
João Mendes de Jesus (PSB-RJ)
Doutor Heleno (PSC-RJ)
Reinaldo Gripp (PL-RJ)
José Divino (PRB-RJ)
Alceste Almeida (PTB-RR)
Marcos Abramo (PP-SP)
Nélio Dias (PP-RN)
Ricarte de Freitas (PTB-MT)
Cleonâncio Fonseca (PP-SE)
Benedito de Lira (PP-AL)
Reginaldo Germano (PP-BA)
Fernando Estima (PPS-SP)
Neuton Lima (PTB-SP)
João Cerreia (PMDB-AC)
Amauri Gasques (PL-SP)
Maurício Rabelo (PL-TO)
Corialano Sales (PFL-BA)
Almir Moura (PFL-RJ)
Marcelino Fraga (PMDB-ES)
Raimundo Santos (PL-PA)
Edna Macedo (PTB-SP)
Irapuan Teixeira (PP-SP)
Itamar Serpa (PSDB-RJ)
Enivaldo Ribeiro (PP-PB)
Elaine Costa (PTB-RJ)

SenadorNey Suassuna (PMDB-PB)

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u80491.shtml

19.7.06

CASA DA LEITURA
PROGRAMAÇÃO

AINDA EM JULHO:
FÓRUM PERMANENTE DE DRAMATURGIA - DO TEXTO TEATRAL PARA CRIANÇAS
Leitura dramatizada de textos teatrais infantis, seguida de debate com especialista.
Nesta terça, leitura dramatizada do texto "O Boi Bordado de Lua", de Paulo Marcos de Carvalho. Debatedores: Maria Helena Kühner e Magda Modesto.
Dia 25 de Julho, terça-feira, às 18h - Gratuito

SIMPÓSIO CONTADORES DE HISTÓRIA
A Casa da Leitura associou-se ao SESC Rio e participará do Simpósio, recebendo em seu auditório a espanhola Elvira Novel, da Secretaria de Formação da Federação dos Trabalhadores Espanhóis de Ensino. Elvira foi coordenadora de conteúdo do Plano de Animação de Leitura da Fundación Bertelsmann. Falará sobre "Intercâmbio de experiências Brasil / Espanha sobre projetos de leitura".
Dia 27 de Julho, quinta-feira, às 15h - Gratuito

AGOSTO:

PAPOS DE RODAPÉ
Bate-papo descontraído com personalidades de renome da literatura brasileira. A primeira convidada será Vilma Guimarães Rosa, que ao conversar sobre sua vida e obra dará grande ênfase a fatos ligados à sua convivência com Guimarães Rosa, seu pai.
Dia 02 de Agosto, quarta-feira, às 18h - Gratuito

Cursos:
LEITURA: CONCEITOS, ESPAÇOS E MODOS
O curso visa discutir a leitura em suas várias concepções ao longo dos tempos, com ênfase nas transformações ocorridas na atualidade, por conta da influência dos meios de comunicação de massa e pelo uso da informática. Objetiva, ainda, comentar a ampliação dos espaços e modos de leitura sob o forte apelo da sociedade de consumo.
Profa Glória Pondé - Mestre e Doutora em Letras pela UFRJ.
Pós-doutoramento em Paris pela École des Hautes Études en Sciences Sociales. Ensaísta e autora de literatura infantil e juvenil.
Período: de 01 a 29 de Agosto - somente às terças-feiras
Horário: das 15h às 17h

ARTE DA CONVIVÊNCIA; OS CONTADORES DE HISTÓRIAS
A arte de contar histórias como estratégia para desenvolver o prazer de narrar e de ler, e como forma de mediar a realidade, reinterpretando-a. O curso objetiva sensibilizar profissionais de diferentes áreas a partir de informações teóricas e práticas, da escolha do repertório e acervos pessoais, passando pela expressão corporal, indicações bibliográficas e apresentação pública.
Prof. Francisco Gregório Filho - Ator e contador de histórias.
Período: de 02 a 30 de Agosto - somente às quartas-feiras
Horário: das 9h30 às 12h30

OFICINA DE REDAÇÃO PARA PROFESSORES
A palavra, linguagem e signo, gêneros textuais, intertextualidade, interdisciplinaridade, tipos de redação, função social da literatura.
Profa Raquel Naveira - Formada em Letras e Direito pela FUMCT, Mestre em Comunicação pela Universidade Mackenzie, Doutoranda em Literatura Portuguesa pela USP. Ensaísta e poeta.
Período: de 03 de Agosto a 29 de Setembro - somente às quintas-feiras
Horário: das 09h30 às 11h30

A ARTE DA LEITURA - OFICINA PERMANENTE DE LEITURA PARA PROFESSORES
Quatro encontros que têm por objetivo auxiliar os mestres na tarefa de despertar em seus alunos o prazer de ler. Leituras de textos diversos em diferentes gêneros; serão indicadas estratégias de trabalho com os livros de modo informal e lúdico. A oficina possui caráter permanente, isto é, reabre todo início de mês com novas turmas de professores que poderão
"programar" sua participação até o mês de novembro.
Profa Suzana Vargas - Mestre em Teoria Literária pela UFRJ, poeta e autora de Literatura Infantil. Publicou, entre outros, o ensaio
Leitura: uma aprendizagem de prazer e O amor é vermelho (poesia).
Período: de 07 a 28 de Agosto - somente às segundas-feiras
Horário: das 9h30 às 11h30

VER, OLHAR E TOCAR: OS MODEOS DE LER O LIVRO RARO
Evolução e fascínio, da História do Livro ao Colecionismo. O Livro Raro em sua materialidade: Bibliologia, Bibliografia e Raridade. O amor ao livro: Bibliofilia, Bibliocleptomania e Colecionismo. Tocar o Livro Raro: manuseio, leitura e convivência.
Profa Ana Virgínia Pinheiro - Bibliotecária, professora da Escola de Biblioteconomia da UNIRIO. Mestre em Administração Pública e Chefe da Divisão de Obras Raras da Fundação Biblioteca Nacional.
Período: de 07 a 28 de Agosto - somente às segundas-feiras
Horário: das 15 às 17h

LETRAS FRITAS - ENSINANDO PROFESSORES A ENSINAR A ESCREVER
A oficina tem por objetivo auxiliar os professores a trabalharem a escrita na sala de aula de modo criativo e divertido, utilizando diferentes estratégias, desde a leitura de textos a outros recursos técnicos, como colagens, e dramatizações.
Profa Silvia Carvão - formada em Letras pela UERJ. Possui mais de dez anos de experiência em oficinas de escrita.
Período: de 08 de Agosto a 26 de Setembro - somente às terças-feiras
Horário: das 09h30 às 11h30

FERNANDO PESSOA; A JANELA E O ESPELHO
O curso estudará a produção literária do autor analisando aspectos de sua vida e obra à luz de seus estudiosos (João Gaspar Simões, Cleonice Berardinelli, Robert Bréchon, Angel Crespo, Antônio Tabucchi e outros). Aspectos filosóficos, o processo da heteronímia e a obra ortônima serão abordados também através de leituras dramatizadas.
Prof. Paulo César de Oliveira - Ator, diretor e autor de teatro.
Cursou Letras (UFRJ) e Comunicação (PUC). Adaptou para o teatro, entre outros, Monteiro
Lobato, Carlos Drummond de Andrade, Groucho Marx, Jonathan Swift .
Desde 1996, trabalha com Fernando Pessoa, de quem montou, dirigiu e encenou os espetáculos
Encontro com Fernando Pessoa, Todas as Cartas de Amor são Ridículas e Encontro com Bernardo Soares.
Período: de 08 de Agosto a 24 de Outubro - somente às terças-feiras
Horário: das 17h30 às 19h30

HISTÓRIAS DE VIDA - LEITURA E ESCRITA NA TERCEIRA IDADE
Escrever o vivido, descobrir sua história pessoal através da escrita e da leitura. A oficina trabalhará as possibilidades da memória como fonte de inspiração para a criação de histórias.
Prof. Furio Lonza - Jornalista, ficcionista, autor de literatura infantil e juvenil. Publicou, entre outros, Guia de Auto-ajuda para quem assiste TV, As Mil Taturanas Douradas (Prêmio Jabuti 1998) e Eric com o Pé na Estrada.
Período: de 09 de Agosto a 27 de Setembro - somente às quartas-feiras
Horário: das 15h às 17h

LEITURAS DE VESTIBULAR Curso que pretende apresentar aos estudantes de segundo grau, de modo lúdico e prazeroso, os clássicos da literatura brasileira geralmente estudados como matéria de vestibular.
Profa. Ângela Dias - Mestre em Letras pela UFRJ. Professora de Língua e Literatura Brasileira no CEAT - Colégio Anísio Teixeira.
Período: de 10 de Agosto a 30 de Novembro - somente às quintas-feiras
Horário: das 15h às 17h

SEM MEDO DE GUIMARÃES ROSA Introdução à obra de Guimarães Rosa, no ano em que se comemoram os 50 anos da publicação de Corpo de Baile e Grande Sertão Veredas . Profa.
Cecilia Costa - Jornalista, ficcionista. Autora, entre outros, de Damas de Copas (romance).
Período: de 11 de Agosto a 29 de Setembro - somente às sextas-feiras
Horário: das 15h às 17h

As inscrições devem ser feitas na Casa da Leitura - Rua Pereira da Silva, 86 - Laranjeiras, entre 9h e 18h. Será cobrada uma taxa de inscrição no valor de R$ 30,00.
Dúvidas podem ser respondidas pelo telefone 2557-7437, ou pelo endereço eletrônico casadaleitura@bn.br.

14.7.06




Apple e Mídias Digitais

Após algum tempo sem eventos desta natureza no Rio de Janeiro, a Faculdade CCAA e a Apple promoverão, no dia 20 de julho, um evento onde será mostrado como a plataforma Apple é fundamental para algumas áreas de criação digital, como fotografia, vídeo e efeitos especiais. Profissionais renomados do mercado farão palestras, onde mostrarão seu processo de trabalho.

Ainda teremos o sorteio de um Power Mac G4 e cursos do ATC da Faculdade CCAA!

Veja abaixo a relação de palestras:

13:00h Credenciamento e entrada
13:20h Abertura do evento
13:30h Palestra: “Como realizar e viabilizar a demanda de trabalhos do Mercado de Propaganda?” – Palestrante: Mauro Risch (Fotógrafo profissional)
14:30h Palestra: “Vídeo Effects Fixation na Rede Globo” – Palestrante: José Dias (Research & Development Director - Rede Globo)
15:30h Coffee-Break
16:00h Palestra: “Final Cut Studio – uma ferramenta profissional de edição de vídeo” – Palestrante: Land Moribe (Editor de vídeo - CCAA)
17:00h Palestra: “Novas máquinas Mac com processador Intel e suas vantagens / Novo software Aperture, desenvolvido para fotógrafos profissionais” – Palestrante: Fábio Ribeiro (Engenheiro de Sistemas da Apple Brasil)
18:00h Sorteio

Veja um breve currículo de nossos palestrantes:

Mauro Risch: Nascido em 1962. Formado em Comunicação Social pela UFRJ (Publicidade & Propaganda). Fotografia como Hobby desde os 13 anos. Fotografia como profissão desde os 21 anos de idade. Proprietário do estúdio Artephoto. Ganhador de vários prêmios, incluindo Leao de Bronze em Cannes, Prêmio de Estúdio de Fotografia do Ano – Colunistas e Grand Prix de fotografia do Ano – Colunistas. É professor de Pós-graduação do Curso “Portfólio” – ESPM e colunista de Fotografia Digital da revista PUBLISH. Trabalha para várias agências de publicidade do Brasil: McCann, JWT, DPZ, Ogilvy, NBS, Publicis, DM9, etc…

José Dias
: Principal executivo da TV Globo Multimídia. Diretor de R&D (Research and Development Director), lidera os projetos de pesquisas e desenvolvimento de tecnologia em robótica, efeitos visuais, realidade virtual, processamento de imagens e computação gráfica aplicada à indústria de televisão. Já dirigiu empresas líderes neste setor, como a Globograph e a Silicon Graphics no Brasil.
Desde 1995 vem desenvolvendo técnicas de Realidade Virtual aplicadas a Cenários Virtuais, Publicidade Virtual, Ator Virtual, Games Virtuais , “TiraTeima" e "VirtuaTeima”.
Tem proferido dezenas de palestras no Brasil e exterior sobre seus projetos e tendências sobre Realidade Virtual e Convergência Digital e é membro da SMPTE, IEEE, The Planetary Society e SETI.

Land Moribe: Editor de vídeos e autorador de DVDs do Grupo CCAA, atua há vários anos no desenvolvimento de projetos didáticos utilizando Final Cut e DVD Studio Pro, ambos softwares profissionais da Apple.

Fábio Ribeiro: Engenheiro de Sistemas da Apple Brasil.

Faça já sua inscrição, clicando aqui. Inscreva-se já! As vagas são limitadas!

Local do evento:
Faculdade CCAA - Auditório
Av. Mal. Rondon 1460, Rio de Janeiro - Riachuelo



Apoio:

13.7.06

A crítica

A crítica pode ser um grande oportunidade de aprender. Uma boa crítica construtiva ajuda a aprimorar. Uma crítica que visa minar sua auto-confiança ou menosprezar você ou sua obra, ensina muito sobre quem a faz e colabora para que você saiba com quem está lidando e onde pode pisar. Distigüir uma da outra avalia o grau de saúde mental do criticado e beira a arte.

Entretanto, algumas críticas são tão surpreendentes, que chegam as raias do risível. Dia desses ouvia mais uma dura crítica ao fato de ser mulher. Neste estilo, temos as clássicas, como vocês sabem: mulher tem TPM, mulher chora à toa, as mulheres são histéricas, as mulheres não sabem o que querem, as mulheres são traiçoeiras, as mulheres não podem assumir cargos importantes porque faltam ao trabalho se o filho adoece... A misoginia é um fenômeno histórico. E creio que se calca na necessidade de tentar diminuir o poder das mulheres para que ela não possa assumir o real papel que lhe cabe na sociedade.

Meu interlocutor argumentava que as mulheres são sujas. O motivo? Elas usam muito papel higiêncio.

12.7.06

O plano era roubar alguns minutos de mais um dia corrido. Mas os segundos foram escorrendo e o papo emendou e o ritmo de quem já estava lá era outro e quando eu vi horas já tinham se passado e eu tinha rido, conversado, comido besteira e até bebido um pouco de cerveja.

Como naquele dia, há muitos anos, em que ouvindo uma música antiga, senti saudades de mim, desde aquela tarde estou com vontade de passar batom vermelho.

7.7.06

JAZZ & CINEMA – CINEMA & JAZZ
Por Ricardo Soneto

Música e cinema sempre estiveram relacionados. Mesmo os filmes mudos ganhavam mais intensidade e drama com a presença de um pianista ao lado da tela. Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende ir além dos aspectos evidentes dessa relação e apresentar uma perspectiva inédita sobre o convívio direto de duas artes que só poderiam ter sido criadas no século XX. Sim, porque ambas dependiam de tecnologia (projetores, fonógrafos etc), tiveram um desenvolvimento intenso e, eis o aspecto pouco abordado, se comunicaram de modo curioso. Máquinas de soundies; filmes de “cinescópios”; shows registrados em novas formas; cine-biografias; influência no amadurecimento das trilhas sonoras; documentários explorando vários estilos e figuras de destaque do gênero.

Em 1989 os jornalistas franceses Arnaud & Chesnel escreveram: "Nascidos ao mesmo tempo – a ponto de se poder falar de 'sétima e oitava artes' –, o cinema e o jazz deram uma cadência ao século XX, cada qual pelo seu lado, sem se preocupar demasiado um com o outro. Mas os seus encontros, geralmente devidos ao acaso ou à necessidade, renderam uma beleza difícil de ser ignorada. É por um duplo paradoxo que essa relação se inicia: o primeiro filme sonoro é The Jazz Singer, comédia musical do obscuro Alan Crosland… Contudo não se trata, na realidade, de jazz (e sim vaundeville) e o herói – o cantor popular Al Jolson – é um 'falso negro', como o provam as latas de graxa da época. Três anos depois sai The King of Jazz, cujo herói não é evidentemente Louis Armstrong – a quem cabe o papel de canibal perseguindo Betty Boop nos desenhos animados (alias hilariantes) dos irmãos Fleischer -, e sim o pálido Paul Whiteman. Será preciso esperar pelo belíssimo Hallelujah (1931) de King Vidor, primeiro filme falado de alto nível, para que a música afro-americana (ou seja, blues, honky-tonk e sobretudo, gospel, com uma soberba partitura de Irving Berlin) seja tratada com respeito, apesar das personagens encarnarem clichês bastante pesados. Mas, a partir daí, o jazz torna-se indispensável dos dois lados da câmera desde que se trate de ilustrar um fragmento da vida noturna americana. Intervirá de forma bem distinta, à frente ou atrás da câmera."

O curso JAZZ & CINEMA – CINEMA & JAZZ, pretende explorar todos os aspectos desses encontros.

-A primeira aula observará a produção de filmes para as máquinas de soundies;
-A segunda exibirá os "cinescópios", responsáveis por alguns dos melhores registros da história do gênero;
-A terceira mostrará formatos diversos, como cartoons, por exemplo;
-A quarta aula discutirá as cine-biografias;
-A quinta será dedicada as trilhas sonoras jazzísticas (com algumas surpresas);
-A sexta analisará os documentários
-E, finalmente, a sétima aula, que pretende encerrar o curso a partir das dúvidas e questões levantadas pelos próprios alunos.

Enfim, Jazz & Cinema – Cinema & Jazz pretende ensinar uma forma original de apreciar o jazz, através de imagens, e também possibilitar uma reflexão única sobre o poder do cinema para a preservação e invenção. Um curso para olhos e ouvidos atentos.


QUANDO E ONDE:
A partir de 14 de julho
Sextas-feiras, às 19h30


PROJETO: LABORATÓRIO ESTAÇÃO
Local: Grupo Estação - Rua Voluntários da Pátria, 53
Botafogo, Rio de Janeiro
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Custo: R$180
Aceita-se cartão de crédito VISA ou VISA ELETRON
- Email com nome completo, telefone e curso escolhido para:
laboratorioestacao@gmail.com

OU
- Grupo Estação: Rua Voluntários da Pátria, 53 - Botafogo (ao lado do metrô)
Segunda a sexta, 14h às 18h. Tel. 2539 1505

OU
- Livraria Dantes – Cine Odeon BR – Pça. Floriano, 7 - Cinelândia
Tel. 2240 2920

FORMAS DE PAGAMENTO:
deposito bancário, cartão de crédito ou de débito VISA, cheque ou dinheiro

-OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ-
"AFINAL, O JAZZ É MAIS DIVERTIDO PARA QUEM TOCA DO QUE PARA QUEM OUVE ?"

Já faz mais de duas décadas que essa pergunta intrigante me foi feita por um amigo. Na hora não soube responder. De fato, levei anos para ter uma resposta satisfatória. O curso OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ é o resultado dessa resposta, obtida através de uma série de observações precisas e muita pesquisa. Algumas conclusões: o ouvinte novo, de modo geral, gosta do que ouve, mas tem uma grande curiosidade em saber o que exatamente está ouvindo. Sendo o jazz, ao mesmo tempo, uma atividade lúdica e intelectual, seu grau de apreciação é determinado pela quantidade de conhecimento que se tem. Mais: num gênero com uma história tão complexa, tão fragmentado em estilos, um bom encaminhamento é indispensável.

OUVINDO CRIATIVAMENTE: COMPREENDENDO O JAZZ é um curso exclusivo para ouvintes, tenham eles formação musical ou não. Seu objetivo é tornar o aluno capaz de desenvolver uma apreciação pessoal do que mais o agradar. Conhecendo melhor o jazz ele pode vir, por exemplo, a gostar de swing mas detestar fusion, ou achar Horace Silver melhor que Herbie Hancock etc. Não importa. Será sempre o seu próprio gosto, bem desenvolvido, que irá direcioná-lo.

Tenho muita confiança nos resultados desse curso. Uma apresentação honesta, produtiva e, porque não dizer, divertida. Sua eficiência foi comprovada no CCBB, em 1991, quando foi ministrado pela primeira vez. De lá para cá, como uma banda de um homem só, teve uma vida itinerante de sucesso discreto.

Sua estrutura se baseia em oito módulos, distribuídos em três partes:

PRIMEIRA PARTE: A AUDIÇÃO
Os cursos tradicionais de jazz preferem explicar o gênero através da sua linha histórica evolutiva. Não escapei muito desse modelo (como será visto mais adiante). Mas dei mais importância em “instrumentalizar” logo o aluno com uma série de conhecimentos básicos que já o tornassem apto à uma audição ativa e refletida. Tais fundamentos são mostrados em três aulas. São elas:
1- OUÇA A MÚSICA DO ELEVADOR
2- A ORDEM & O CAOS
3- O CONCEITO DA SOCIEDADE IDEAL

SEGUNDA PARTE: A HISTÓRIA
Em duas aulas seguimos o modelo histórico tradicional. Tradicional e inevitável, pois o jazz possui uma história inquieta, que produziu uma cornucópia de estilos, formas e modos. Para tratarmos dessa evolução histórica optei por estruturá-la na linha de tempo da vida de dois artistas fundamentais e, em vários aspectos, responsáveis por muitas dessas revoluções dentro do gênero. São eles:
4- LOUIS ARMSTRONG E A LINHA DE TEMPO CLÁSSICA
5- MILES DAVIS E A LINHA DE TEMPO MODERNA

TERCEIRA PARTE: PERSPECTIVAS
A parte final do curso estabelece algumas extensões para o fortalecimento de muitos dos conceitos apresentados nas outras aulas. Aqui temos três elementos básicos: um músico expressivo dentro do gênero, um selo importante e, o nosso objetivo final, o próprio aluno.
6- DUKE ELLINGTON & O ESTILO
7- A BLUE NOTE & A ESTÉTICA
8- FAZENDO O VÔO SOLITÁRIO

Há quinze anos me dedico em aperfeiçoar esse curso, desde a sua estréia no CCBB. Permita-me convidá-lo. Creio que será uma grata surpresa, e eu terei a chance de ampliar o número de fãs de jazz, o que sempre foi meu objetivo.

Ah! A resposta:

"O JAZZ É TÃO DIVERTIDO PARA QUEM OUVE COMO PARA QUEM TOCA, DESDE QUE O OUVINTE SEJA TÃO CRIATIVO QUANTO O MÚSICO!"


Seu professor de jazz e amigo

RICARDO SONETO
QUANDO E ONDE:
A partir de 28 de Agosto até 27 de Setembro.
Segundas e quartas (menos nos dias 18 e 25 de setembro), 19h às 22h


PROJETO: FAÇA CULTCOM – Senac Rio
Local: Senac Rio - Rua Pompeu Loureiro, 45
Copacabana, Rio de Janeiro
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Custo: R$320 (cheque- 02x160 / cartão- 05x64, sem juros)
Aceita-se cartão de crédito Visa ou Mastercard


Tel: 2545-4848 (ou 3138-1000)


Sobre o professor:
RICARDO SONETO é jornalista e roteirista especializado em Jazz e artes narrativas.Em 2003 realizou a curadoria do projeto CINE TIM, criado para o primeiro TIM FESTIVAL. Para isso, selecionou e trouxe seis horas de alguns dos melhores filmes de jazz da coleção de Michael Chertok para exibição no festival. Em 1989 e 1991 participou como tradutor e co-apresentador da Mostra FREE JAZZ FILMS, uma realização da Produtora Dueto, no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Centro Cultural do Banco Brasil, criou e ministrou os cursos OUVIR & ENTENDER JAZZ (1991) e A GRANDE CANÇÃO AMERICANA (1992), além de produzir a mostra JAZZ CINE FESTIVAL (1995) que reuniu pela primeira vez os dois maiores colecionadores de filmes de jazz do mundo (Michael Chertok e Mark Cantor) em um único projeto. Coleciona também diversas colaborações eventuais com o Centro Cultural do Banco do Brasil, tendo sido a última a consultoria da mostra ENCONTRO COM SONDHEIM (2005), com uma completa seleção de shows e filmes do compositor americano.


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