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30.10.10

Clique aqui para conferir estas e muitas outras fotos da solenidade de entrega dos prêmios do Concurso Internacional de Literatura UBE-RJ 2010, onde tirei o 1º Lugar na Categoria Crônicas - PRÊMIO PAULO MENDES CAMPOS com meu livro “FEL – Amargando Felicidade”. A premiação foi na Academia Brasileira de Letras, no último dia 22 de outubro.



29.9.10

É com enorme prazer que divido a alegria de ter meu livro "FEL - Amargando Felicidade" premiado pela União Brasileira de Escritores no Concurso Internacional de Literatura UBE-RJ 2010.

"Fel" ficou em primeiro lugar na categoria crônicas e por isso recebe o Prêmio Paulo Mendes Campos. A cerimônia de entrega dos prêmio...s desta e das demais categorias será no dia 22 de outubro na Academia Brasileira de Letras.


Concurso Internacional de Literatura UBE-RJ 2010
União Brasileira de Escritores
Categoria Crônicas - PRÊMIO PAULO MENDES CAMPOS
1º Lugar: Carla Cintia Conteiro, com: “FEL – Amargando Felicidade”
Local: Teatro R. Magalhães Jr. da ABL
Dia 22 de outubro de 2010, às 14h30
End.: Av. Presidente Wilson, 203 - Castelo
Rio de Janeiro - RJ


Veja este e outros premiados aqui.

18.8.10

Desenhos e fotos de Pedro Conteiro Pessanha: http://www.kawek.com.br/pessanha

Eu acho que é coisa de profissional. Por favor, confira e diga se é só corujice materna.

20.7.10

Enquanto o meu livro "FEL - Amargando Felicidade" continua sua carreira com todo garbo, uma outra obra com minhas digitais ganha mundo. Trata-se de "Quatro Amigas e suas Histórias".

Quem assina o conjunto de crônicas são quatro amigas de Belém do Pará cheias de criatividade e espírito aventureiro, que me convidaram para coordenar o projeto: Katia Lazera, Adriana Sales, Ana Uchoa e Débora Bemerguy. Foi um trabalho muito prazeroso e divertido. Agora é hora de dividir essa satisfação com todo mundo.

Este é o convite para o lançamento no Rio de Janeiro. Em breve, tem mais.

Rio de Janeiro - 28/07/2010
Belém - 10/08/2010 (mais detalhes em breve)
São Paulo - Bienal - 14/08/2010 (mais detalhes em breve)

Prestigie com sua presença!

4.6.10

Todos os textos, do passado e do presente.
Junho/2010
Ana González www.agonzalez.com.br

Impossível não se encantar com os poemas de um caderno amarelado pelo tempo - facilmente imaginado pelo leitor -, e também com as crônicas que retratam um cotidiano cheio de vida, no livro Fel, amargando felicidade de Carla Cintia Conteiro (Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2009).

Nos poemas, encontramos o retrato de relações afetivas em que há violência, pois “sob seus pés seguros de partida me amassa” e dor, pois há um “quase” entre o desejo e a crua realidade.
Nesse embate com a subjetividade, há sinais de uma adolescente que anseia por respostas: “E viajando nesta estrada/ que dizem levar à maturidade/ só espinhos, só tristezas, só silêncio/ por parte dos donos da verdade”.

Encontramos também questionamentos de quem se sabe lutadora, sonhadora e viva, tentando sobreviver a seu jeito: “Para aguentar/ o engarrafamento/as manchetes garrafais/só uma garrafa bem cheia/ de líquido amniótico/ que me cure desta sensação de morte”. E de quem se sabe agindo ativamente em tempos de passagem: “Estou de branco/porque assisto a um parto/sou a mãe que me dá à luz/ sou a criança parindo adulto”.

Há espaços de alívio, seja para achar um amor e “passear na lua” seja para o sorriso mudo do amigo. E aspectos da realidade social, ainda que em pequenas doses, como a personagem do boia-fria ou a ascendência africana: “Tenho orgulho dos meus olhos escuros/ meu cabelo crespo/e minha alma/ acima de tudo, negra africana.”.

Nesses poemas iniciais, estão indícios importantes que se marcam firmemente nas crônicas de Carla Cintia.

Denominar a segunda parte do livro de O cotidiano indica certa prudência, até desnecessária. Trata-se de crônicas que nos levam mais longe do que a básica realidade da vida diária.

Li de um sopetão os textos todos, voltei a eles procurando coisas que tinham ficado meio perdidas na memória. E, na hora de parar e pensar o conjunto, só consegui seguir a linha da leitura às avessas. Começando pela prosa. Deixei os poemas por último, talvez pela força das palavras quando se alinham uma após outra sem interrupção, proseando numa descrição sem rodeios.

Esse texto assim forte passa pela realidade em todas as suas cores, trazendo o impensável, a surpresa, a comédia e a tragédia. Com variações, entre o cômico deslavado e a ironia sutil, ente a tragédia e a banalidade cotidiana.

À primeira vista, o que fica mais forte, são as referências de mundo, expressando uma enorme curiosidade, que vaza fartamente pelos textos: pitadas gordas de cultura cinéfila, música popular e literatura brasileiras, a contracultura, figuras da política, da religiosidade, da arte e de outras áreas da cultura. Encontramos também sinais de uma realidade carioca, dos bairros da cidade e muitos traços de um diálogo da autora com as marcas das épocas e daquilo que as faz diferentes umas das outras. Passeamos por “jaleco com estampa de caveiras” e nos solidarizamos com camisetas velhas e furadas.

Há dados da natureza humana em seus aspectos negativos e especiais soluções positivas: “ ...escolho continuar acreditando que as pessoas são boas, de uma forma geral e que os pérfidos, vis e torpes são a exceção.”

O bom humor acontece abrindo espaços: “Será que é sintoma de esquizofrenia não associar aquele pedaço de carne congelada do supermercado ao bicho engraçado dado às ciscadas?”, em meio a pontos de ironia e fina observação: “Como saber da altura do banquinho? Como saber quantas pessoas permanecerão na sala quando começarmos a expor nossa pequena imortalidade?” ou ainda em “Pouca gente é capaz de introjetar a desimportância que pode representar para o outro, a indiferença e desinteresse que pode suscitar.”

Todo esse conjunto de aspectos, sérios, bem humorados e irônicos, configuram um quadro de nossa condição humana, desvendada em seus variados níveis e desenvolvidos na experiência dos relacionamentos.

Encontros impensáveis despontam na rotina diária, quando “lá estávamos, a pústula e eu, nos encarando mutuamente através do espelho...”. A realidade nos visita, apontando para a complexidade das situações da vida e dos afetos, nem sempre simples: “Só o amor é grátis”. Mesmo assim, cabe uma ressalva e, sem amargor, como óbvia constatação e sinal de coragem: “ainda assim sempre haverá pensões de ex-cônjuges, reclamações de esposas...”.

E junto a essa coragem e força de encarar a realidade sem dó, nem fantasias, uma sutil presença do mundo feminino pontua o olhar e a sensibilidade da autora: “...lembro que quando engravidei, sentia um poder enorme, por gerar uma vida.”

E, uma última razão para o encanto do leitor vem da poesia que surge assim na p.84 “Subi as escadas do prédio antigo, brincando de claro e escuro com suas clarabóias. No fim dos degraus, a viajante do tempo me aguardava com cheiro de feijão.”

A realidade e a poesia se encontram também na p.94 : “Meu relógio faleceu bizarra e melancolicamente. Enquanto me recuperava do susto e anunciava a sua morte, esqueci do que estava fazendo. A garrafa d’ água ficou abandonada sob a torneira aberta do filtro.” Ou ainda na p.95: “Levo minhas sandálias rasteiras para passear por estas calçadas, ignorando o sol estorricante e adiando quase indefinidamente para a próxima quadra a entrada em um transporte que me traria para casa.”

São momentos em que as palavras ganham liberdade e se soltam. Dizem então coisas por si mesmas, como se a autora as tivesse liberado.

Crônicas são fotos rápidas, fugidias. Poemas, nem tanto. Juntar os dois é tarefa difícil. Neste livro, a presença de ambos explica a trajetória da autora junto às palavras. Poemas que se querem prosa e, às vezes, prosa que se quer poema.

Dos poemas às crônicas permeadas de cotidiano e de vida presenciamos o amadurecimento da autora. O início e o momento presente. A passagem do tempo, o trabalho da memória, o resgate da experiência. O amor pela expressão escrita desde sempre construindo momentos encantados para nossa leitura.

(O livro FEL - Amargando Felicidade está à venda no Clube de Autores)

31.5.10


Esta matéria comigo saiu ontem (domingo, 30 de maio), na Revista AG do jornal A Gazeta do Espírito Santo.
Já está no ar o novo site do Ricardo, meu marido. Aliás, é o primeiro módulo de um projeto maior que vai chegando aos poucos ao mundo online. Por ora, visite, prestigie, comente.

27.4.10


Novidades em casa. Meu marido, Ricardo Pessanha, se dedica a uma nova atividade. Anote para seu uso pessoal. Divulgue. Grata.

26.4.10

Meu livro Fel - Amargando Felicidade agora é verde além da capa.


Nossos livros ficaram mais verdes

É com muito orgulho que nós, aqui do Clube de Autores, informamos que todas as nossas obras literárias recebem, a partir de agora, o selo FSC (Forest Stewardship Council, ou Conselho de Manejo Florestal). Isso significa que, além de já pouparmos árvores ao imprimir livro a livro de acordo com as vendas, o papel que utilizamos é fruto de um cuidadoso processo de manejo florestal, seguindo não apenas a legislação brasileira como também uma série de melhores práticas e normas estabelecidas por todo o globo. O FSC é, hoje, o selo ambiental mais reconhecido no mundo, com presença em mais de 75 países e em todos os continentes - sendo que a sua adoção por empresas do ramo editorial representa um importante avanço na preservação das nossas florestas. Resultado da parceria entre o Clube de Autores e o grupo Alphagraphics, o selo FSC começará a ser impresso também nas contracapas de todas as novas obras publicadas aqui.

13.4.10

Inquieta Harmonia - exposição de fotos de Ricardo Pessanha
Depois de uma prévia de apenas alguns dias na Faculdade CCAA, a exposição de fotos de Ricardo Pessanha, Inquieta Harmonia, foi montada num local onde permanecera por uma temporada maior: o restaurante Gustati, na Rua das Marrecas, 18, no Centro do Rio, pertinho do Passeio Público.





O Gustati fica aberto de segunda a sexta, das 11 às 16h. Dá um pulo lá. O cardápio é bem variado, agradando a todos os gostos. Esperamos que você ache o mesmo das fotos.





(A foto que ilustra este post é uma amostra do que você vai encontrar lá.)

12.4.10

As fotos do lançamento do meu livro Fel - Amargando Felicidade já estão disponíveis no Facebook.

Se você está retratado em uma dessas imagens, muito obrigada por ter vencido todo o transtorno que o meu Rio de Janeiro viveu na última semana só para vir me dar um abraço e participar deste momento tão especial. Como disse o Tony Pelosi, o lançamento de um livro, de um disco, a estréia de uma peça ou filme equivale, para o artista, a uma cerimônia de casamento, uma formatura, um batizado. Valeu, gente querida!

Quem não foi, não precisa se amuar. Eu não paro quieta mesmo, daqui a pouco tem mais. Enquanto isso:

Meu livro "Fel - Amargando Felicidade" está disponível para venda no Clube de Autores

e ainda:

Agora também na Livraria da Travessa:
"Caetano Veloso - L'âme brésilienne"
Ricardo Pessanha & Carla Cintia Conteiro
collection Voix du Monde
Editions Demi Lune
saiba mais sobre este livro

29.3.10

FEL - Amargando Felicidade, o livro

PROMOÇÃO DE LANÇAMENTO 1

Quem adquirir o livro FEL - Amargando Felicidade, com textos de Carla Cintia Conteiro e ilustrações de Pedro Conteiro Pessanha, pelo site Clube de Autores, até o dia 09/04/2010 pode participar do sorteio para ganhar um kit cultural.

Basta enviar um e-mail para mim (ccintia.rlk@terra.com.br) dizendo qual é o texto ou ilustração de sua preferência e a página onde você leu / viu no livro. Estarão concorrendo todos os e-mails que chegarem até a meia-noite do dia 9 de abril. No dia do lançamento, 10 de abril, no Espaço das Artes de A a Z, na Rua Araújo Pena, 88, na Tijuca, Rio, será sorteado um kit cultural. O kit inclui:
  • a terceira edição do livro The Brazilian Sound, de Ricardo Pessanha e Chris McGowan;
  • a coletânea Vigor da Primavera, de vários autores, entre eles, Carla Cintia;
  • e, ainda, quatro CDs.

O sorteio será filmado e o resultado estará disponível aqui no blog a partir do dia 11 de abril.

PROMOÇÃO DE LANÇAMENTO 2

Durante o coquetel de lançamento, além da expo dos desenhos de Pedro Conteiro Pessanha, como os que ilustram o livro, haverá sorteio de vários brindes, incluindo:

  • fotos artísticas de Ricardo Pessanha;
  • CDs.

Venha comemorar comigo mais esta conquista!

26.3.10

Release

Fel - Amargando Felicidade
Ideais punk fomentando a literatura brasileira

Com o acesso fácil às novas tecnologias, não há mais desculpas para manter a expressão individual engavetada. Quando a ética punk DIY (Do It Yourself - Faça Você Mesmo) apropria-se dos meios de produção, é hora de dar o troco na cultura de massa, que devorou a contracultura. Nesse Novo Mundo, como nomeia o consultor de cinema Peter Broderick, o artista mantém total controle sobre a obra, do início ao fim. E conta com mídia social própria, distribuição própria, com pouca ou muita ajuda de amigos e fãs. Peter estava falando de cinema, mas este conceito se aplica a todas as artes.

E tirando partido desse poder recém-adquirido, uma nova geração de escritores tem vindo à tona, trazendo suas visões multi-facetadas, suas verdades, suas vidas e obras. Nessa geração destaca-se Carla Cintia Conteiro, escritora carioca, que lança agora seu primeiro livro no Brasil: Fel - Amargando Felicidade. Aqui Carla abre seu coração e mente para o mundo com sua coleção de crônicas e poemas construídos com uma inteligência emocional e uma acuidade no uso das palavras que só quem conhece e acarinha a dignidade e as fraquezas humanas consegue acumular.

Fel – Amargando Felicidade, o livro, é homônimo do blog que Carla mantém há anos e alguns registros do livro passaram por lá, mas não todos. Na sua miscelânea de escritos brasileiros têm lugar poemas relíquias de uma adolescente e de uma jovem adulta. Versos secos, há muito gravados no velho caderno amarelado, veem o sol. Crônicas da mudança de percepção. Deslindam-se emoções como adolescer; amar pela primeira, segunda, pela definitiva vez; conviver com o outro; ser mãe; tentar compreender; aprender todo dia; ver a juventude indo embora.

É bem verdade que este livro, fartamente ilustrado, não marca o debut literário de Carla, que já lançou uma biografia de Caetano Veloso na França e participou de obras coletivas, mas aqui pela primeira vez, e de forma ampla, Carla destila o fel do espírito, transforma a amargura atocaiada a cada esquina da vida em letra. A própria autora diz que "escrever sobre as vicissitudes traz compreensão ou, ao menos, alívio. Rabiscar sobre as alegrias, registrar os aprendizados torna tudo ainda mais real." Concluindo, este livro é sobre a maravilhosa aventura de viver e amargar, sofrer as consequências da felicidade.

Para todos que se interessam pela alma feminina, amadurecimento, amor e poesia, FEL - Amargando Felicidade é leitura obrigatória.

Fel - Amargando Felicidade
Já à venda: http://clubedeautores.com.br/book/9938--Fel
Contato com a autora: ccintia.rlk@terra.com.br
tel. (21)9267-8980

(Release de Quimidéias Comunicação & Marketing)

24.3.10

Meu livro de contos "O Ponto Aumentado" foi pré-selecionado para o prêmio SESC de Literatura. Infelizmente ainda não foi desta vez que levei o grande prêmio. Mas estou caminhando. Publico este em breve também. Aguardem!

Confiram os detalhes.