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17.11.05

Já contei que minha madrinha de casamento, Cristina Portella, tem uma obra na exposição sobre a obra de Caymmi? Pois a Cris, que tem um quadro representando uma das músicas do ilustre baiano no Paço Imperial, está acompanhada de gente do quilate de Ziraldo, Rosa Magalhães, Lan, Andrucha Waddington, Adão Iturrusgarai e mais uma pá de gente talentosa. Só tenho amigos chics, como vocês sabem...

Hoje tem um texto delicioso do Renato Lemos no JB falando da exposição.


Eu quero ser Dorival Caymmi

Que mané John Malkovich que nada! Se a vida fosse um pouquinho mais justa com a gente, seríamos todos Dorival Caymmi. Inclusive as mulheres. Todos. Todos com cabeça branca, bigodes brancos, camisas listradas e chinelos de dedo. Nasceríamos todos na Bahia, mas elegeríamos o Rio de Janeiro para viver o resto de nossas vidas. Teríamos sorte. A gente se casaria com a dona Stella, uma mulher bonita, de cabelos brancos, bigodes brancos, camisa listrada e chinelo de dedo. E arrumaríamos um punhado de filhos só pelo prazer de um dia cantar com eles. Teríamos o Jorge Amado como parceiro. E o mar também. Dormiríamos em rede. Viveríamos mais de 90 anos. E seríamos felizes, todos, com certeza.

A impressão de que a felicidade é uma coisa possível gruda na gente quando saímos da exposição
Dorival Caymmi - O som da música, no Paço Imperial. Ali estão 80 de suas músicas interpretadas das mais diversas formas por 80 artistas.

(leia mais)

(A IMAGEM DO SOM DE DORIVAL CAYMMI - Paço Imperial (Praça XV de Novembro, 48, Centro Tel.: 2533 4491 / 2533 7762). De Ter a Dom, das 12h às 18h. Entrada Franca - Até 29/1/6.)

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