Hoje está sendo o dia de umas descobertas ligüísticas interessantes (pelo menos para mim).
Devo começar dizendo que minha mãe é uma pessoa que tem uma enorme capacidade de vocabulário que só agora estou levando mais a sério. Em algumas situações me chegam determinadas palavras ou expressões à cabeça que lembro perfeitamente saídas da boca da minha progenitora. Só que ninguém mais (pelo menos que eu conheça) as usa, então ficava com a impressão de que ela as inventava. Nos últimos tempos, resolvi verificar no dicionário algumas delas e, até agora, estão todas lá, devidamente registradas.
Parte dois da história: recebo diariamente, via e-mail, uma palavra em inglês, com seu significado, sua origem, um exemplo de seu uso e mais algumas informações interessantes. Hoje não foi uma palavra, mas uma expressão _
quid pro quo _ que, na verdade, vem do latim. Aí pensei que Mamãe tivesse feito uma
confusão e tivesse
misturado alho com bugalhos. Que nada! Lá está no Aurélio:
qüiproquó! Do jeitinho que D. Wilma se referia ao resultado das minhas brincadeiras com minhas irmãs lá nos idos da era original da calça boca de sino.
(
Meg, eu sei que esta história, para você, não tem a mínima graça ou traço de novidade :-))