Boa notícia:
CUT promove, em 2005, seu 1º Festival Nacional da Canção.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) irá inovar em 2005. A partir de janeiro, a Central estará fazendo gestões junto a parceiros da iniciativa privada e das estatais para organizar seu 1º Festival Nacional da Canção, o 1º CANTACUT. O nome ainda é provisório.
O projeto tem o incentivo da Lei Rouanet e está orçado em, aproximadamente, 1,6 milhões de reais. O Festival será aberto à participação de todos os artistas, sem restrições de ritmos ou temas. A Comissão Nacional Organizadora definiu, porém, que não será permitido a participação de artistas patrocinados por gravadoras e nem inscrever canções em língua estrangeira. O CANTACUT será organizado a cada dois anos.
A iniciativa ousada e inovadora para a CUT visa valorizar a canção popular brasileira, estimulando o surgimento de novos músicos e compositores, incrementar iniciativas culturais semelhantes em todas as regiões do País, propiciar o intercâmbio cultural das diferentes regiões e ampliar o espaço de inclusão cultural e social em todas as camadas da população.
O 1º Festival Nacional da Canção organizado pela CUT (CANTACUT) será realizado em duas fases; a primeira, consistirá em sete etapas classificatórias e, a segunda, em uma etapa final. Para efeito organizativo, as etapas classificatórias acontecerão nas áreas de abrangência das Escolas Sindicais da CUT, a saber: Porto Velho (RO), Manaus (AM), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR) e São Paulo (SP).
Em cada etapa classificatória serão premiadas três canções. O primeiro lugar receberá R$ 10 mil, o segundo, R$ 5 mil e o terceiro lugar R$ 2 mil. Dos três vencedores, dois seguirão para a segunda fase do Festival, chamada de "etapa final", que acontecerá também em São Paulo, marcada para o dia 27 de agosto de 2005, coincidindo com o 22º aniversário da Central.
As 14 canções "finalistas" desta etapa final farão parte de um clipe, em DVD, que será distribuído aos participantes. A Comissão Nacional Organizadora do Festival decidiu não indicar uma canção vencedora nesta etapa final, porque irá considerar todas as "finalistas" como vencedoras. No dia 27 de agosto, porém, o público presente ao evento irá votar, num Júri Popular, qual canção que mais o agradou. Essas indicações se somarão aos votos que os internauta também poderão fazer através da página da CUT na internet (www.cut.org.br).
As inscrições estarão abertas a partir do dia 1 de março de 2005 e se encerrarão no dia 31 de maio. As etapas classificatórias começarão no dia 2 de julho.
Sérgio dos Santos
Jornalista
Secretaria Nacional de Comunicação da CUT
Acabei de Ler - Agosto de 2026
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A flor de lótus é nativa do sudeste da Ásia. Encontrada principalmente no Japão, nas Filipinas e na Índia, simboliza a pureza porque, apesar de nascer em águas lodosas, permanece intacta devido à sua textura impermeável. Quando sai do lodo, entra em contato com o sol, a flor de lótus se abre. Isto significa que ela vem das profundezas da ignorância, da sujeira, e desabrocha ao ser tocada pela luz do conhecimento, a luz divina da estrela sol. Este encontro representa ascenção e integração espiritual, onde o ser individual e o ser superior são apenas um. Desta forma, também ocorre a libertação, porque a dualidade e o sentimento de se estar preso ao próprio corpo são anulados quando se estabelece uma ligação com o sagrado. Não é à toa que o sétimo chacra (o espiritual), localizado no topo da cabeça, é simbolizado por uma lótus de mil pétalas.
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Também conhecido com udjat, o olho de Hórus faz parte da mitologia egípcia e pertence à época do Império Novo, de 1560 a 1070 a.C. Sua Imagem representa o deus do sol Hórus, que também é simbolizado por uma cabeça de falcão ou um disco solar com as asas da ave.
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Além de poeta e benfeitora, pioneira e rebelde, sobretudo o melhor colo do mundo, minha avó adorava jardinagem. Quando ela faleceu, minha mãe com três crianças ainda pequenas e trabalhando fora fez o melhor que pôde para manter suas plantas. Nas últimas décadas, regou, podou, transferiu de vasos, plantou mudas...
"Sítio encantador, de cujo plateau se descortinava um dos mais belos e empolgantes panoramas, abundante em caulim de fina qualidade para fabricação de porcelana, cortado por um riacho, sussurrante entre seixos e taiobas, com magnífica fonte de excelente água potável, com varada plantação de árvores frutíferas, das de melhor espécie, com extenso corte em cujo meio vicejavam camélias brancas, aparecidas nas festividades promovidas com escopos libertatórios, era a afamada chácara - batizada sob o nome de quilombo do Leblon - benéfico esconderijo dos perseguidos pela ferocidade dos escravocratas. (...) Transportando-me a tão ditosa quadra da vida lembro-me das viagens para o bendito quilombo. Saltava-se do bonde no Largo das Três Vendas (atualmente Praça Santos Dummont). Apeando uma charrete, fornecida pelo asilador dos pretos (José Seixas), carrinho que, sob a tração de reforçado burro, tomava a Rua do Sapé (atual Avenida Bartolomeu Mitre), entrava no Largo da Memória, continuava pela Rua do Pau (hoje Dias Ferreira e Ria Igarapava), e transpunha a linha divisória do quilombo do Leblon, galgando um morro que acabava na pitoresca vivenda dentro da qual a mais carinhosa recepção aguardava o feliz visitante."
